FIM DO PROCESSO ELEITORAL
A Declaração de Totalização de Votos, como apresentada na Ata de Posse, confirmou que a Chapa "Construção" foi eleita como nova Diretoria do CEGE para o período 2022-2023. A Chapa foi eleita com
DOCUMENTOS NORMATIVOS
As Eleições do CEGE são normatizadas pelo Regimento Eleitoral e, no que couber, pelo Estatuto do CEGE. A não observância a esses documentos culmina no desrespeito ao Regime Disciplinar e será punida pela Comissão Eleitoral.
O Regimento está disponível no site do CEGE, no ISSUU (para visualização) e no Google Drive (para download).
CALENDÁRIO DAS ELEIÇÕES
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10 de maio - aprovação do regimento e da comissão eleitoral
19 de maio - divulgação do regimento eleitoral
03 de junho - inscrição das chapas, das 12h às 14h e das 18h às 21h, na Sala do CEGE
03 de junho - deferimento da inscrição das chapas, após às 21h00
04 de junho - início da Campanha Eleitoral
10 de junho - primeiro debate entre as chapas inscritas no processo eleitoral
22 de junho - segundo debate entre as chapas inscritas no processo eleitoral
28, 29 e 30 de junho - primeiro turno das eleições
30 de junho - contagem dos votos e declaração da chapa vencedora ou das chapas que concorrerão ao segundo turno
01 de julho - prestação de contas das chapas participantes
04 de julho - assinatura da ata de posse da chapa vencedora
05, 06 e 07 de julho - segundo turno das eleições (se necessário)
08 de julho - prestação de contas das chapas (em caso de realização de segundo turno)
11 de julho - assinatura da ata de posse da chapa vencedora (em caso de realização de segundo turno)
COMISSÃO ELEITORAL
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Cawan Quiavenato, estudante do sexto ano da geografia.
Gabriel Ferreira, estudante do quarto ano da geografia.
Guilherme de Souza, estudante do quarto ano da geografia.
Heitor Borger, estudante do quarto ano da geografia.
Matheus Fernandes, estudante do quarto ano da geografia.
Matheus Marquezin, estudante do quarto ano da geografia.
Maria Cordeiro, estudante do terceiro ano da geografia.
Pedro Lopes, estudante do quarto ano da geografia.
CHAPAS INSCRITAS E DEFERIMENTO
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Chapa "Construção"
Status: insrição deferida
Integrantes: Patrícia de Figueiredo Oliveira, Martim Braga Pessoa, Alexandre M. Bartalo, Anna Beatriz Fonseca Bernardo, Lívia Simo Veras, Lucas Heidecher Moreira, Vitória Souza da Silva, Luca Pilotto Martins de Carvalho, Manoela Barroso Legal Eller, José Henrique do Carmo Martins de Sousa, Beatriz Gama Tavares, Gabriela Gonzalez Furia, Gianluca Vannucci Rigido de Oliveira, Allan Kenzo Hashimoto Terada, Guilherme D'alessandro Gonçalves Maglione, Enzo Araujo Trebbi, João Victor Figueira Silva, Maria Donalisio Cordeiro, Cecília Lachini Loures, Felipe Augusto de Oliveira, Karen Yasmin Rezende Santos, Renato B. Assad, Pedro Lima Viana dos Passos, Ana Paula Lescano Scandola e Isabela Fernandes Hirata.
APLICAÇÃO DE PUNIÇÕES DO REGIME DISCIPLINAR
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ainda não houve aplicação de punições do regime disciplinar
PRESTAÇÕES DE CONTAS DAS CHAPAS
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ainda não houve prestação de contas das chapas
CONTAGEM DOS VOTOS E CHAPA VENCEDORA DO PLEITO
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ainda não houve contagem dos votos
ATUAL: CONSTRUÇÃO
2022/2023 > Construção
2021/2022 > Gestão Transitória
2019/2021 > Bora Montar Uma Chapa? com prorrogação de mandato
2013/2019 > Período auto gestionário
2012/2013 > Mais Vale o Que Será
2011/2012 > Entre os Dentes, Seguro a Primavera
2010/2011 > À Palo Seco
2009/2010 > Sem dados
2008/2009 > Espaço ao Avesso
2007/2008 > Viramundo
2006/2007 > Ousadia
2003/2006 > Sem dados
2002/2003 > a gestão de 2001/2002 perdeu força política e abriu caminho para uma gestão de viés reacionário, formada por calouros
2001/2002 > a gestão coletiva de 2000/2001 dividiu-se e um dos grupos resultantes foi eleito para a gestão 2001/2002
2000/2001 > gestão coletiva empossada, sem eleições, em meio à Greve Geral de 2000
1995/2000 > Sem dados
1994/1995 > Geoposição
1993/1994 > Orientação
1934/1994 > Sem dados
As/os estudantes não estavam contentes com o modo de gerir o CEGE da gestão atuante naquele momento (2013), que contava cada vez com menos pessoas. Visto a necessidade de mobilização para os atos de junho de 2013, o corpo estudantil passou a ocupar o centro acadêmico de forma independente dos membros da gestão.
Em um congresso lotado foram apresentadas novas teses de organização para o CEGE. A tese da autogestão recebeu a grande maioria dos votos e a gestão foi dissolvida. Em um ato simbólico, as/os estudantes queimaram a urna, comemorando a abertura do Centro Acadêmico para a autogestão. A partir dessa sequência de acontecimentos, iniciou-se a fase “oficial” da construção da autogestão do CEGE.