Como responsáveis, não vamos ter todas as respostas. Vamos errar, tropeçar, mudar de ideia e tentar de novo. E tudo bem. Os erros, quando bem compreendidos, podem se tornar aliados no crescimento de toda a família.”
A verdade é que o celular é uma fuga fácil! Especialmente quando a rotina escolar dá uma pausa, parece que os aparelhos viram a primeira opção de diversão que vem à mente, não é?
E a gente entende! O celular oferece várias formas de entretenimento: jogos, vídeos, redes sociais, conversas... tudo ali, na tela.
Mas tem algo que acontece por trás de tudo isso — e vai muito além da diversão: a liberação de dopamina!
Mas por que essa liberação merece atenção?
O novo — seja um like, um vídeo curto ou um desafio fácil — entrega prazer instantâneo. E o cérebro aprende e quer mais. Com isso, as atividades offline, que exigem mais paciência e envolvimento, acabam ficando menos atrativas.
Entender esse mecanismo nos ajuda não só a compreender os jovens, mas também a perceber como eles estão lidando com o tédio, a solidão e até com a própria autoestima.
Dica LIV: O primeiro passo talvez seja tentar entender qual é a necessidade que está por trás do uso excessivo das telas. Pode ser falta de companhia, rotina sem novidades ou até uma tentativa de pertencer a algum grupo.
Cada caso é único. Quanto mais nos fazemos presentes e escutamos, mais pistas temos do que está acontecendo.
Vamos conversar mais sobre isso?
No novo vídeo do LIV no YouTube, falamos sobre o uso de telas e dicas para ajudar os pequenos a terem uma relação mais saudável com o meio digital.
Este e outros temas fazem parte da “👨👩👦👦 Escola de Pais MS”, um espaço dedicado ao compartilhamento de informações e reflexão sobre assuntos relacionados à educação e que estão presentes em nosso dia a dia, há mais de 40 anos.
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