Nas tormentas da viagem.
A fé embalará meus passos.
Nas armadilhas do medo.
A confiança será minha melodia.
Quando me sentir fraco, mostra-me o sol da esperança.
Fortaleça meu desejo de recomeçar e de renovar-me.
Assim como a relva se renova pelas chuvas iniciais.
Para as lágrimas de cada dia.
Firmar-me-ei na Divina Providência.
Sabendo que posso contar com o amparo dos Maiores.
Pois a tua misericórdia e benevolência cobrem meus erros.
Sua intervenção é tão perfeita.
Que muitos dizem que é sorte, acaso ou destino.
Entretanto, nessas coincidências reconheço sua assinatura.
Estar na sua presença, aceitando sua lei. Não facilitará minhas aflições.
Mas aumentará minha competência para superá-las.
A sua Boa Nova me prepara para guerra.
Para vencer as amarras do mundo sombrio.
Já que o senhor não lança sem recursos o servo à obra.
Nos dias difíceis, nas horas doloridas de angústia e tristeza.
Que eu apresente contentamento.
Por reverência à tua vontade.
Sabendo que nem uma folha cai senão por sua vontade.
A minha autoridade.
A minha graça.
Minhas recompensas.
Serão determinadas pelas respostas que apresento diante
dos questionamentos das amarguras.
No fim, mover-me-ei pela autoridade e pela entrega à sua vontade.
Não restará mais medo, desespero.
Apenas confiança, confiança.
Ao surgirem as grandes montanhas para transpor.
Um poder celestial surgirá.
E quando tudo tiver passado, tiver alcançado, tiver vencido.
Então perguntar-me-ei: “Como consegui?”.
No meu espírito saberei: Foi Deus.
Autor: Paulo José de Souza 03/08/2013