Diante da morte, somos provocados a refletir sobre o sentido da vida.
Se és um (a) filho (a) dependente químico que provoca lágrimas em seus pais. Se é um (a) motorista alcoolizado que pode ceifar a vida de uma criança. Se é cônjuge em traição a causar aflição em seu parceiro (a) em nome do prazer. Se usa das palavras para magoar. Se busca a ostentação mesmo com a corrupção. Podermos decidir o que seremos.
Quando formos convocados pela morte. Como gostaríamos de ser lembrados? Como aqueles (as) que fazem sofrer ou como aqueles (as) que fazem sorrir.
Em uma sociedade caótica, onde a morte nos rodeia com assassinatos, latrocínios e acidentes irresponsáveis, na qual o valor da vida é secundário, que em questão de momento pode retirar de nós, quem mais amamos e nos deixar no vazio.
Por isso, precisamos rever nossos valores, voltarmos para as pessoas, para o SER.
Somos seres transitórios, diante disso precisamos descobrir os valores da ALMA.
As evidências demonstram que o Espírito vive e vivifica. Em Jesus temos a confirmação da continuidade da Vida.
Não deixemo-nos corromper pela cobiça, ciúme, vingança, maledicência.
O mal nasce de pequenas doses. Quem só pensa em si, acaba por ferir.
Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com bem. RO 12:21
O sentido maior está na compaixão, na caridade e na benevolência.
A concepção materialista insiste em nos dizer que tudo termina com a morte.
Quando crescemos em fé, crescemos em amor e esperança.
Quando descobrimos a Realidade do Espírito, ressignificamos nossos propósitos existenciais.
E promovermos a transformação moral do nosso SER para a LUZ.
Autor: Paulo José