Quase sempre o aparecimento dessas competências causam desajuste, ou desequilíbrio.
No afloramento da mediunidade, surgem distúrbios vários, sejam na área orgânica, através de desequilíbrios e doenças, ou mediante inquietações emocionais e psiquiátricas, por debilidade da sua constituição fisiopsicológica.
Não é a mediunidade que gera o distúrbio no organismo, mas a ação fluídica dos Espíritos que favorece a distonia ou não, de acordo com a qualidade de que esta se reveste. Por outro lado, quando a ação espiritual é salutar, uma aura de paz e de bem-estar envolve o medianeiro, auxiliando-o na preservação das forças que o nutrem e sustentam durante a existência física. Divaldo Pereira-Qualidade da prática Mediúnica
Os sinais mais comuns do aparecimento da mediunidade são os seguintes: cérebro perturbado, sensação de peso na cabeça e nos ombros; nervosismo: ficamos irritados até por motivos sem a menor importância; desassossego; insônia; arrepios, como se percebêssemos passar por nós alguma coisa desagradavelmente fria; sensação de cansaço geral, lassidão; às vezes, calor, como se estivéssemos encostados a qualquer coisa quente; falta de ânimo para o trabalho; profunda tristeza ou excessiva alegria sem sabermos por que. Eliseu Sigonatti- A mediunidade sem lágrimas.
A mediunidade surge como sensações estranhas de presenças psíquicas ou físicas algo perturbadoras, gerando medo ou ansiedade, inquietação ou incerteza.
Muitos casos de depressão, síndrome do pânico, O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), podem estar associados ao afloramento da mediunidade, pois a aproximação de certos espíritos à pessoa causa-lhe más sensações físicas e espirituais.
Autor: Paulo José de Souza