A teoria do pecado original é uma oposição ao Criador.
Se admitirmos que Deus errou ao criar a raça humana, significa admitir que a Inteligência Suprema do Universo cometeu uma falha.
A concepção do pecado original confronta com a Onisciência de Deus, entendendo Onisciência como aquele, quem, algo que tem todo conhecimento.
Observando a realidade das coisas, existe algo ou Alguém Onisciente no Universo, pois algo ou Alguém configurou nossa Realidade e a Ordem Cósmica.
A teoria do pecado original cria uma sentença lógica antagônica
Além do mais ela cria uma problemática lógica-jurídica e uma afronta aos princípios básicos da Justiça. que a condenação sem ação, um problema insolúvel.
Se analisarmos o Evangelho de Jesus em sua essência, não encontraremos que a concepção do pecado original esteja dentro da realidade.
Assim, precisamos fazer uma leitura das teologias difundidas, se elas nos conduzem ou nos afastam de Deus.
A ciência e a filosofia são formas de cognição, por isso caminhos de confirmação da transcendência da vida.
Não se permita a incredulidade e o ceticismo por narrativas contraditórias, você é livre para investigar e conhecer.
Quando Jesus disse: Conhecereis a verdade e a vós libertará. Ele nos propôs a busca do conhecimento em sua múltiplas formas.
Saber que somos muito mais do que simples corpos materiais traz uma esperança e nos capacita a vivermos de maneira mais consciente diante da vida.
Autor: Paulo José 09 de Junho de 2018