Muitos céticos, vários incrédulos, ainda não creem, não aceitam a passagem do Cristo. Imaginam que Jesus, foi um personagem e não tenha vivido entre nós. Outros pensam que o Evangelho seja uma ficção.
Crer na vinda de Cristo, foi difícil aos seus contemporâneos, imagine nós, que não O vemos, não O tocamos, não O escutamos. Para conhecemos a trajetória do nosso Irmão Maior, contamos com os Manuscritos Bíblicos. Recurso que para muitos, são insuficientes, estes buscam uma prova concreta, um teste científico. Precisam tocar, assim como Tomé.
Crer em Jesus é muito mais uma escolha, do que um ato de Fé. Pois, o testemunho dispensa convicção.
Mesmo alguns discípulos que conviviam com o Mestre das Alturas, vendo os sinais do Céu, não conquistaram a solidez da fé, para praticarem as boas obras, e se transformarem em servos da bondade.
Se a fé é acreditar, então Jesus nascerá para nós, quando decidimos acreditar.
Se ainda não cremos na vinda do Messias, creiamos na excelência de seus ensinos.
Se ainda não cremos no Reino de Deus, no Mundo Maior, na Vida Eterna ou no Mundo Espiritual, conforme anunciou Jesus, começamos a imitá-LO, neste mundo.
Somos nós que decidimos em que acreditar. A fé completa o querer. E quando a assimilamos, o material e imaterial combinam, a realidade e imaginação se fundem, e tudo se transforma em verdade.
Quando analisamos a mensagem do Nazareno, somos revestidos pela consolação, vemos o esplendor do perdão, sentimos a esperança, escutamos a boa vontade e encontramos a paz.
A maior prova que podemos ter da vinda de Jesus está na força de seu ensino, na beleza e na pureza de suas palavras. Observemos a revolução que Ele realizou, será que uma ficção teria tanto poder de transformação? E por que ninguém mais consegue transmitir uma lição tão suprema?
Ao analisarmos a sua boa nova, logo perceberemos que Cristo revela um conhecimento celestial, ensina uma moral transcendental e uma sabedoria inovadora. Uma proposta antes desconhecida.
Se ainda nos falta convicção para sermos discípulos, tenhamos certeza que sua Boa Nova, apresenta um caminho novo, repleto de luzes. Um caminho de convergência, de bem-aventuranças, de alegrias.
Ao conquistarmos a fé crística, imergimos num santo propósito. Acessemos um manancial de sabedoria e aumentamos a comunhão com o Criador.
Autor : Paulo José de Souza