É certo que estamos na terra de passagem. Entretanto muita gente vive como se nunca tivesse de voltar de onde veio.
Outros vivem como se o planeta fosse apenas seu.
Nossa expedição se faz em decorrência de um desígnio superior.
Viemos a está esfera planetária na missão de crescermos e desenvolvermos em benevolência. Por isso, precisamos aproveitar essa viagem, esse tempo bendito que nos foi concedido para cumprirmos nossa tarefa.
As situações difíceis, de sofrimentos ou de alegrias familiares, conquistas são construções dos agentes do céu, sob a delegação no nosso Pai Maior.
Essa viagem foi planejada nas agências espaciais, a fim de aproveitarmos ao máximo nossa hospedagem terrestre. Portanto, viemos na família certa, no corpo ideal, na condição financeira propícia, etc.
O mais incrível é que nos ajudamos no planejamento dessa viagem. Desse modo, não fiquemos nos lamentando ou reclamando de certas condições que nos são apresentadas, ao contrário, procuremos aproveitá-las para nosso aprendizado.
Os agentes do céu são servos competentes do Senhor que orquestram nossa viagem para assimilarmos a lei Crística.
Então, tenhamos confiança nas melodias da vida, compostas sobre a ordem do Grande Regente. Compreendamos que a existência terrestre é um instante valioso, para conquistar as bem-aventuranças da eternidade.
Autor: Paulo José de Souza 26/09/2013
E você pode transformar o mundo.
Tudo começa em você.
Para nossas fraquezas um novo olhar.
Para nossos medos um novo sentido.
Desenvolva sua equação da felicidade.
O carinho é uma força sutil.
Existem novas razões, novos conceitos.
O mundo que você abraça e o mundo que você constrói.
Abraços, e votos de paz. Paulo Poeta
Vejo um clarão de lembranças.
Hoje, chego nessa realidade. Sou e estou.
Nesse fluxo do tempo. Compartilhei descobertas, fracassos e conquistas.
Nos recortes do passado, lembro-me dos sons, cheiros e acontecimentos.
Enquanto algumas pessoas se vão, outras estão, todas enriquecem nosso viver.
A todo dia escolho-me, e decido como ocupo meu tempo.
Na busca de refinar minha percepção de mundo.
E me cuido para não me perder na ambição, na raiva ou na desesperança.
Amanheço para ser. Já reconheci o quanto temos.
O quanto podemos realizar quando exercitamos a fé, a perseverança e empregamos nossa energia para as boas obras.
Por isso diante dos dilemas, escolho o que faz bem.
Ainda que renuncie algum direito para conservar a paz.
O que passei me faz sentir os momentos bons e ruins com mais generosidade.
Autor: Paulo José 23/07/2016
Quem dirá a você? O que você fará de você? A não ser você mesmo.
Quem tem a competência e autoridade sobre sua personalidade? Senão você mesmo.
As respostas da vida na grande maioria são imprecisas e logicamente não temos o controle de todas variáveis.
Felizmente a maioria de nós tem o privilégio de escolher. Podemos decir em que investir nossa inteligência e nosso tempo.
Boas escolhas exigem análise, estudo e reflexão.
Boas realizações exigem perspicácia e constância.
Em tempos de renovação é preciso perguntar-se: O que farei de mim?
Qual sentimento conservarei comigo? Fé ou descrença? Ódio ou afeto? Perdão ou mágoa?
Se entregar ao ócio, ao derrotismo é o jeito mais fácil de desistir de seus sonhos.
Faça o melhor que puder hoje, ainda que seja pouco. E esse pouco, se transformará em muito quando você menos esperar.
A semente plantada, nasce, ao encontrar as oportunidades propícias.
Pensar que os nossos defeitos e vícios não precisem ser transformador é escolher magoar, é permitir-se ferir aqueles nos amam.
Muitas vezes estamos no caminho errado e mesmo assim decidimos não mudar. Entretanto a vida trará o preço da inércia, tristeza, morte, inimizade, prejuízos.
Ao decidir conformar-se com os erros, imagine, se a vida lhe colocar como vítima dos mesmos erros e defeitos.
Renovar-se não significa renunciar tudo que nos faz sofrer.
Na vida temos obrigações e por isso não podemos abandonar tudo o que nos entristece. Um filho(a) toxicômano, um cônjuge difícil, um emprego ruim, um curso acadêmico complicado.
Tem situações na vida que precisamos resistir, em outras precisamos buscar um novo caminho ou pelo menos um jeito novo de caminhar.
Sem a compreensão de nossa Missão Espiritual, facilmente renunciaremos das dificuldades que nos elevariam e nos promoveria a um novo nível de felicidade.
Senão resistirmos a algumas angústias, como alcançaremos o sentimento de dever cumprido. Em você existe força para vencer.
O autoaperfeiçoamento é um trabalho primoroso, além do querer, exige sabedoria.
Renovar nosso pensamento diante da vida é caminhar rumo a conversão da alma.
Talvez seja utopia a convergência do Espírito para os propósitos maiores. Entretanto, abdicar-se de nossa capacidade transformadora é ser conivente com o mundo sombrio. Contudo, esse sonho poderá permitir amar sem medo de ser traído. Conquistar sem medo de ser roubado. Viver sem medo de ser assassinado.
Podemos ser mais do que somos e alcançar mais conquistamos.
As virtudes são os melhores adornos que podemos revestir nosso Espírito.
Autor: Paulo José (Paulo Poeta) 01.01.2018
Eu quero uma canção para acalentar minha alma. Eu quero ser feliz.
Já estou cansado de más notícias. Quero um tempo de paz e prosperidade coletiva.
Se existe fanatismo é porque se propaga ideologias nefastas. Aborto, violência, promiscuidade.
Não quero ser iludido por minha ignorância e achar que somente eu possuo a verdade.
Mas, não vou acreditar em tudo que falam, postam ou compartilham.
Antes vou aferir, averiguar e investigar.
O pensamento que traduzimos, reflete a vida que produzimos.
Todos podemos ser melhores quando lutamos contra tudo que nos degrada: o vício, a ambição, a inveja e a intriga.
Talvez nesse mundo não alcancemos a plena paz. Entretanto aquele que se esforça no bem alcança um Espírito mais elevado.
Se vejo lábios com palavras hostis, lançando palavras para ferir, eu sei que é possível usar o verbo para edificar, instruir e aprimorar.
Queria pessoas que adoçassem a língua, para pronunciar palavras doces.
Muitas vezes somos deformados pelo mal circundante. “– Vai, é só uma vez”, e muitas vezes o vício nos leva a morte.
Não cai em falsas seduções – experimenta, é só uma vez. É não imaginamos quanto dor esse convite trará ou quantas lágrimas daqueles que te amam.
Como queremos um mundo melhor se aceitamos de pronto o convite do mal.
Existem velhos jargões “ninguém vai ficar sabendo”. O mal começa em pequenas doses.
Se bebo, dirijo; Se compro, não pago; Se caso, traio; Se possuo, quero sempre mais.
Não vou idolatrar uma pessoa por um feito, contudo não vou condenar alguém apenas por um erro. O caráter se prova na constância das ações.
A desavença, e o ódio consomem momentos preciosos do nosso dia.
Por isso quero me livrar desse sentimento. Quero ser leve.
Imagino um mundo cristão. Sem ofensas, opressão ou ideologias que promovam a morte.
Talvez seja um sonhador. Entretanto, cada Espírito que se ascende, acende para luz, aumenta o brilho nesse mundo.
Para transformar-se é preciso esforçar-se.
Quem dirá, quem eu devo ser. Numa vastidão de opções. Honestoxdesonesto, egoístaxgeneroso, agressivoxgentil. Talvez hoje, não consigamos eliminar nossas falhas, entretanto uma boa escolha faz uma enorme diferença.
É preciso ter sagacidade, sensibilidade. É preciso ter bondade.
Não há dúvidas que um dia seremos almas elevadas.
Deus não faz obras imperfeitas.
Todos nos ansiamos respostas para vida. Nossa Resposta Maior é Cristo.
Por isso ele é nossa referência, o guia seguro para nossas ações.
Desejo-te mais do que saúde, força para enfrentar a dores do corpo e da alma.
Desejo-te mais do que uma mesa farta, uma família unida
Desejo que você seja um Espírito livre. Livre do rancor, da inveja e principalmente do pessimismo.
Desejo-te mais do que riqueza, a capacidade de enxergar as belezas da vida.
Autor: Paulo José
Diante da morte, somos provocados a refletir sobre o sentido da vida.
Se és um (a) filho (a) dependente químico que provoca lágrimas em seus pais. Se é um (a) motorista alcoolizado que pode ceifar a vida de uma criança. Se é cônjuge em traição a causar aflição em seu parceiro (a) em nome do prazer. Se usa das palavras para magoar. Se busca a ostentação mesmo com a corrupção. Podermos decidir o que seremos.
Quando formos convocados pela morte. Como gostaríamos de ser lembrados? Como aqueles (as) que fazem sofrer ou como aqueles (as) que fazem sorrir.
Em uma sociedade caótica, onde a morte nos rodeia com assassinatos, latrocínios e acidentes irresponsáveis, na qual o valor da vida é secundário, que em questão de momento pode retirar de nós, quem mais amamos e nos deixar no vazio.
Por isso, precisamos rever nossos valores, voltarmos para as pessoas, para o SER.
Somos seres transitórios, diante disso precisamos descobrir os valores da ALMA.
As evidências demonstram que o Espírito vive e vivifica. Em Jesus temos a confirmação da continuidade da Vida.
Não deixemo-nos corromper pela cobiça, ciúme, vingança, maledicência.
O mal nasce de pequenas doses. Quem só pensa em si, acaba por ferir.
Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com bem. RO 12:21
O sentido maior está na compaixão, na caridade e na benevolência.
A concepção materialista insiste em nos dizer que tudo termina com a morte.
Quando crescemos em fé, crescemos em amor e esperança.
Quando descobrimos a Realidade do Espírito, ressignificamos nossos propósitos existenciais.
E promovermos a transformação moral do nosso SER para a LUZ.
Autor: Paulo José
O Espiritismo é uma hermenêutica, uma codificação que busca interpretar a Boa Nova de Jesus de forma lógica e racional. Nele há uma harmonização dos princípios cristãos lato sensu, com os stricto sensu e análise racional de axiomas ou dogmas religiosos.
A doutrina espírita abre-nos uma nova compreensão de espiritualidade. Abandona a ideia de penas eternas, ao mesmo tempo permite repararmos nossos erros pela reencarnação até alcançarmos a ressureição. Restaura nossas esperanças, pois a reencarnação possibilita a redenção daqueles que ainda não vivenciam as revelações do Mestre das Alturas.
O Espiritismo é a terceira revelação, pois amplia nossa compreensão do Reino de Deus. Embora não tenha um caminho novo, pois seu caminho é Cristo. Orienta-se pelas máximas do irmão da cruz. O que a Doutrina traz de novo é o jeito de caminhar. Essa nova luz vem de Jesus.
A luz do Evangelho de Jesus é multicolorida. Observemos a luz do arco-íris, que mesmo se dividindo em sete cores, conserva a mesma essência, luz.
A terceira revelação é um espectro, um tom, um novo colorido nas mensagens do Mestre Galileu que vem para alargar o nosso horizonte de entendimento.
É um refúgio, uma consolação para aqueles que ao analisarem algumas interpretações evangélicas não encontram sintonia com ensinamentos e princípios anunciados por Cristo.
A doutrina espírita surge com o novo tom para aqueles que buscam uma nova heurística crística. Ao mesmo tempo ensina que cada criatura tem a liberdade para escolher o seu tom, pois a benevolência, a caridade e o perdão não tem religião.
Autor: Paulo José de Souza
Se não houvesse desigualdade. Se não houvesse dor. Se não houvesse morte.
Como nos posicionarmos na brevidade da existência e nos diversos contextos?
Como compreender as contradições da vida?
A fé intuitiva é um questionamento sobre nosso futuro.
A fé é uma busca interior de quem nós somos e para onde iremos.
Como superaremos a dúvida?
Por sermos seres dotados de inteligência é natural que busquemos evidências e comprovações da continuidade da vida.
Fica difícil nos convencermos somente pela leitura dos Evangelhos.
Com nosso raciocínio formularmos várias hipóteses para comprovar a veracidade das narrativas Bíblicas.
Alguns se convencem mais facilmente. Entretanto, outros se afastam da fé, pois duvidam das operações de Jesus.
Entretanto sendo o mundo espiritual uma realidade temos comprovações constantes se sua existência.
Além de nossas próprias experiências espirituais, temos conhecimento de curas, aparições, premonições, visões, psicografias, viagem espiritual, etc.
Os mais céticos vão dizer que essas manifestações são produtos da ilusão e da psique humana. Expressam certa razão, entretanto incapaz de sobrepor os fatos que alcançam muitos.
A fé é a sintetização de conhecimentos da vida futura. Enquanto a física trata das leis da matéria o campo da fé é a ciência do abstrato: os sentimentos, os pensamento, a inteligência e a moral.
Nesse contexto a missão do Espiritismo é combater a incredulidade pela evidência dos fatos.
O Espiritismo é, por sua vez, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência experimental, consta das relações que são possíveis estabelecer com os Espíritos; como filosofia, inclui todas as conseqüências morais decorrentes destas relações (Allan Kardec).
Veio comprovar o princípio espiritual revelado nas religiões. Veio dar lógica e separar a parte simbólica da parte real.
Assim o Espiritismo busca alagar nossa compreensão sobre as questões da vida futura. Para que entendamos as consequências de nossas ações pela eternidade. Assim nos impulsiona a sermos pessoas melhores, tendo melhores atitudes, cultivando melhores sentimentos e pensamento.
Permita-se questionar, instrua-se para compreender. Que Jesus nos inspire.
Autor: Paulo José
A Fé é um instrumento valioso em nossas vidas.
O entendimento sobre as narrativas Evangélicas.
O caráter sobrenatural que muitos dão a fé, querendo monopolizar a verdade. Interpretações que por vezes afrontam à lógica e os fatos.
Assim passamos a ver a Jesus como uma construção literária e fantástica e que seus ensinamentos são uma filosofia moralista.
Entretanto, quanto conquistamos a convicção, pela experimentação, pela análise, e pela observação, adquirimos um novo conceito. Então entendemos que Jesus trata das leis invisíveis que regem os mundos físicos e extra-físicos. Premissas morais edificadas pelo Criador.
O entendimento Espírita é um achado para as pessoas com perfil analítico e investigativo. Pessoas que buscam os porquês. A doutrina nos ajuda a compreender as desigualdades sociais e intelectuais. A ver significado das enfermidades e ver com esperança a morte.
A certeza na vida futura, nos moraliza, impulsiona-nos a sermos pessoas de bem.
Que Deus abençoe a todas religiões que aproximam o ser humano do Bem Eterno.
Nossa missão é colaborar com aqueles que tem dificuldade de crer.
Jesus não é um ser místico, dotado de poderes sobrenaturais. Os relatos bíblicos não são narrativas de um conto fantástico.
Jesus veio demonstrar as possibilidades do Espírito. Competências que todos poderemos alcançar quanto atingirmos a perfeição moral.
Na benevolência, no perdão, na fraternidade encontraremos novas possibilidades.
Ao lermos os Evangelhos de Jesus muitas vezes chegamos a pensar que sua missão era fazer milagres na matéria, curar enfermos, transformar água em vinho ou multiplicar pães.
O missionário de Deus veio comprovar por meio a ressurreição (aparecimento em Espírito após a morte) a continuidade da vida após o falecimento do corpo.
Entretanto, seu propósito era muito Maior. Sua tarefa era mostrar o caminho para o Espírito Santo. Era revelar a todos os Espíritos como alcançar a plenitude, a perfeição moral. Para que cada criatura encontre o caminho do Amor Eterno.
Não imaginemos que sua tarefa era de um cirurgião de corpos. Jesus era um artista do espírito, modelando-nos para sermos obras-primas do Criador.
Ele buscava a exuberância do Ser. O Mestre da Cruz queria despertar-nos para a vida imortal (vida do Espírito) e florescer nosso comprometimento com a Caridade.
O maior e mais fabuloso Milagre que Jesus realizou foi nos inspirarmos a sermos pessoas melhores, vencermos a vingança, a maldade.
Quanta luz, quanto esplendor tem um Espírito que sabe perdoar, que sabe pacificar.
Que possamos fazer nossa mutação do Espírito, caminharmos para a santificação.
Fé é muito mais que crer, é um saber. E bem-aventurado é aquele que sabe que Jesus vive, que Jesus nos salva da nossa maldade.
Se quisermos ser Espírito de mérito, precisamos nos esforçar para praticar o Código Divino revelado por Nosso Irmão Maior, assim atingiremos a excelência do ser, alcançaremos um novo fluxo de energia e seremos pura Luz.
Nesse Natal agradecemos a Jesus, por trazemos luz em nossas vidas. Gloriosa Manjedoura.
Autor: Paulo José de Souza 25/12/2016
A passagem de Jesus no orbe terrestre é cercada de mistérios. A narrativa do seu nascimento é tido como um dos acontecimentos mais intrigantes dos Evangelhos.
A tese da concepção extranatural de Jesus tem sido uma grande barreira para que muitos atinjam a fé e conquistem o conhecimento espiritual.
A ciência materialista traz argumentos válidos para refutar a concepção extranatural de Jesus. Entretanto, precisamos reconhecer que a própria ciência materialista possui limitações em seus métodos de investigação. Ao reconhecemos essa verdade precisamos saber que existem conhecimentos que estão além da fronteira do materialismo.
Os relatos Bíblicos ao descrerem a passagem do Emissário Divino registram fenômenos que a maioria julga miraculoso. Quando analisamos a vida de Jesus sobre a perspectiva Espiritual tudo ganha um novo sentido, e o que parecia obra de ficção, revela as possibilidades do Espírito e a existência de uma nova realidade.
A linguagem alegórica e poética presente em algumas partes dos textos evangélicos, são verdadeiras barreiras para o convencimento da Jesus. O apego extremo a letra das Escrituras Sagradas já produziram inúmeras deturpações dos Evangelhos e dos ensinos de Cristo. Por vezes, traduzindo um Jesus ficcional, um personagem.
Ao realizamos uma hermenêutica sem dogmas, superando a literalidade e interpretando os textos Bíblicos pela perspectiva espiritual, ou seja, visualizando as realizações de Jesus por meio das potências do Espírito, deixamos de vê-lo com um ser simbólico ou ficcional e saberemos que ele é real. O que consideraríamos impossível ou miraculoso, será compreendido quando entendermos que devido ao seu grau evolutivo consegue ele manipular outras energias, que para a grande maioria nós e ainda é desconhecida.
Se convencer da vinda de Jesus, o emissário da Verdade Divina, não é tarefa de menor esforço.
O Criador nos proporciona várias formas de aprendermos sobre a realidade espiritual, seja pelos profetas, seja por Jesus, seu emissário mais ilustre, seja pelos médiuns, de forma que se de fato quisermos saber, compreendermos que o mundo espiritual revelado por Jesus, é tão real quanto o sol que nos ilumina.
Aqueles que preservarem em sua sagacidade e sinceridade encontram em Jesus as grandes respostas da vida. Assim encontram em seu Evangelho as diretrizes luminosas para a configuração e a reconfiguração de vida, caráter e personalidade.
Reconhecer em Jesus o Mestre da Bondade, e esforçar em agregar seu Evangelho nas práticas diárias, permitirá adentramos em novo especto de vida, de experienciarmos um novo estágio de comunhão com a mundo, sendo difusores da esperança, fraternidade e paz.
Que nesse Natal, Jesus o Inspire.
Autor: Paulo José de Souza 25/12/2019
Aumentam-se o número de ateus e agnósticos, seres que merecem o nosso maior respeito e carinho, pois o Eterno nos outorgou a liberdade de pensamento.
O caminho que a religião Cristã vem tomando, pode até colaborar para expansão da fé cristã em muitos corações, porém muitas pessoas com o espírito crítico e metódico se distanciam da espiritualidade.
Alguns criam até aversão a religião, defendendo a ideia que é prejudicial à humanidade.
A questão de crer ou não crer é de fora íntimo. Entretanto a lógica nos leva a crer que existe um mundo invisível e muito maior do que o nosso. Esse mundo é de onde vem a inteligência e os sentimentos. Sensações abstratas que nenhuma ciência materialista consegue sintetizar ou desvendar sua origem.
Existem muitos dogmas dentre eles o da ressurreição de Cristo no corpo físico perecido.
Hoje, comemora-se a Páscoa uma festa religiosa tradicionalmente celebrada por judeus e por católicos das igrejas romana e ortodoxa, embora com significados diferentes. Estes duas últimas, referem-se à ressurreição de Jesus, após a sua morte na cruz (Mateus, 28: 1-20; Marcos, 16: 1-20; Lucas, 24: 1-53; João, 20: 1-31 e 21: 1-25). Conforme interpretações que fazem dos Evangelhos
Esse fenômeno de Ressurreição na carne, com o avanço da ciência que demonstra a impossibilidade de retorno à vida de corpo necrosado, traz enormes prejuízos a fé. Embora muitos correntes insistem em afirmar a possibilidade desse fenômeno de ressuscitar, jamais se viu um laudo pericial de uma junta médica atestar a revivescência.
Por isso quando uma pessoa analítica se confronta com esse fato, afasta-se da religiosidade, da fé e de Deus.
A Ressurreição que se Jesus realizou foi à ressurreição pelo Espírito. Foi o seu retorno ao Mundo Invisível ao Mundo Espiritual.
Busquemos construir uma fé racional e ver os ensinos do Irmão da Cruz além de dogmas.
Autor : Paulo José de Souza.
Bondoso Deus inunda-me com imenso amor.
Auxilia-me a imergir nos grandes planos da vida.
Descobrindo a raiz da bem-aventurança.
Semeando a paz, compreendendo.
Distribuindo progresso, trabalhando.
Apagar a incredulidade, edificando as boas obras.
Divulgar a ternura, espalhando a gentileza.
Dissipar a inveja pelo contentamento.
Exilar a segregação e soberba pela fraternidade.
Enquanto ficaremos presos a mil vícios.
Tão passageiros quanto o cintilar da faísca.
Enquanto buscaremos satisfações efêmeras.
Precisamos superar os distúrbios sexuais, a drogadição, o ópio do ódio e do orgulho.
A vida não é um jogo irresponsável.
A Sublime Inteligência emana ordem e harmonia.
Por isso chama todos à sinergia do amor.
O Arquiteto de Tudo modela do caos do átomo a sinfonia dos astros.
Tem mecanismos de redenção para os Espíritos diante da Grande Lei.
Necessitamos vivenciar a caridade ativa.
Só assim conheceremos os prazeres sublimes da prática do bem.
E receberemos o pão da vida ofertado por Jesus.
Reajustar nossas posições é o convite do Irmão da Cruz.
Jesus não é um mito ou um personagem.
Ele veio trazer a convergência.
Veio reorientar os caminhos rumo ao Supremo Hosana.
Somente querendo podemos mudar nossa paisagem interior.
Nas asas da Boa Nova.
Alçaremos os grandes voos do Espírito que nos elevará os Reino dos Céus.
Autor: Paulo José de Souza.
A doutrina da Trindade traz confusão de entendimento, pois ao examinarmos as passagens de Jesus, ele se declarava filho de Deus, Filho do Homem. Mostrando que o filho é criatura e não o Criador.
Em Mateus 16:15-17 na revelação de Pedro temos a seguinte informação: Disse-lhes: E vós, quem dizeis que eu sou? Em resposta, Simão Pedro disse: Tu és Cristo, o filho do Deus que vive. Em resposta, Jesus lhe disse: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne nem sangue que revelaram a ti, mas meu Pai que está nos céus. Em muitos pontos ele se declara filho de Deus.
Os Espíritos Superiores confirmam o anuncio de Pedro. Na pergunta número 1 de o Livro dos Espíritos.
O que é Deus?
R: Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.”
Para muitos esse mistério, esse dogma pode adentrar facilmente no seu entendimento, entretanto para outros essa concepção se faz um bloqueio, pois essa teoria não é harmônica nos Evangelhos, além de que a lógica demonstra que sendo Deus o princípio, não é coerente que três pessoas surjam no mesmo instante.
Quando Jesus fala que ele é Pai eram um, demonstra unção, traduz a proximidade e a sintonia que ele tem com o Criador.
O Cristo foi o iniciador da mais pura, da mais sublime moral, da moral evangélico-cristã, que há de renovar o mundo, aproximar os homens e torná-los irmãos; que há de fazer brotar de todos os corações a caridade e o amor do próximo e estabelecer entre os humanos uma solidariedade comum; de uma perfeita moral, enfim, que há de transformar a Terra, tornando-a morada de Espíritos superiores aos que hoje a habitam. ESE – Capítulo I, item-9.
Nisto consiste a Primazia do Cristo, trazer uma sabedoria celestial, antes desconhecida por nós.
Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia, e siga-me. Lucas 9:23.
Jesus inaugura um novo tempo. Ele veio primeiro, para que outros venham.
Antes dEle tudo eram sombras de ignorância, de astúcia e de perversidade.
Se hoje desfrutamos de uma relativa paz, devemos em muito a Jesus, que veio anunciar as leis da convivência celeste.
Ele veio aprimorar a justiça, conciliando-a com a misericórdia. O rabi de Nazaré veio libertar do fardo da vingança. Quando ele pediu e exemplificou que abandonemos “o olho por olho”, ele nos ensinou a quebrar o julgo da maldade, a contermos a discórdia, por meio do perdão.
Ele é Pioneiro. Ele foi nosso precursor.
Ele revelou um caminho desconhecido. O primeiro a anunciar e a viver as verdades de Deus, ele também difundiu a verdadeira vida, ressurgindo em Espírito.
Por isso Jesus disse: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida.
O mestre das alturas nos ensinou o valor da reconciliação.
Cristo nos mostrou o caminho para a paz quando nos ensinou a amar os nossos inimigos, porque assim chegaria um ponto que não haveria motivos para eles nos fizessem mal, além o inspirarmos para o senda do bem com essa atitude.
O mensageiro do Alto, o Porta-Voz do Céu derramou esperança sobre nós ao anunciar a realidade do espírito. Difundiu a realidade da vida eterna.
Ele veio trazer uma nova era, e de fato trouxe. Veio demonstrar uma ciência do comportamento superior, uma ética reluzente.
Autor : Paulo José de Souza
O nascimento extraordinário e fantástico de Jesus narrado nos Evangelhos traz muitas divergências e dúvidas. As interpretações literais, ao pé da letra, produzem dogmas e entendimentos incoerentes com a lei biológica, que também é uma Escritura Sagrada de Deus escrita diretamente na natureza.
Os chamados milagres não podem alterar as leis que regem a natureza – a lei biológica – pois, assim como as leis eternas anunciadas pelo Cristo elas também foram promulgadas pelo Criador.
O dogma da Concepção Virginal, para alguns é um atestado do poder de Deus, uma bússola de fé, entretanto para outros abre caminho da incredulidade, pois a crivo da razão a leis físicas e as leis espirituais-morais não podem se contradizer, pois estão sobre o mesmo regimento do Criador.
Ao sedimentarmos nossa Fé em Jesus dentro desse entendimento, abrirmos portas para interpretações incompatíveis com vivência e a missão do Cristo.
Muitas correntes partem dessa premissa e afirmam que Jesus não possuiu um corpo de carne, assim como o nosso. Uns dizem que ele tinha um corpo fluídico, um corpo sutil. Ainda argumentam que Jesus não teria sofrido, se sacrificado em nome do perdão e da misericórdia. E dessa forma tentam diminuir o magnífico trabalho do Mestre das Alturas para conduzir os Espíritos à maturidade espiritual.
Outra corrente apoia a concepção sobre-humana de Jesus, e continuam a distanciar ciência e religião. Existem muitas pessoas que ainda se limitam a acreditarem em muitas teorias, interpretações, dogmas sem fazerem um pequeno estudo, sendo assim creem em interpretações superficiais e limitadas, mas isso não é importante se pela convicção que adquiram conseguem ser pessoas melhores, vivendo os ensinos do Nazareno.
Quando o solo do coração do Espírito de muitos está preparado para receber os ensinos celestes nascera Jesus. O Verbo de Deus, veio nos revelar as Virtudes de Deus.
Então, o Espírito Gabriel anuncia o nascimento de Jesus a Maria: Eis que conceberás no ventre e darás a luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. Lucas 1:31
E o Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra; por isso o santo, que está sendo gerado, será chamado Filho de Deus: Lucas 1:35
O nascimento de Jesus é dos pontos de grandes controvérsias, de polêmicas.
O exame dos evangelhos a luz do Espiritismo permite desvendarmos os mistérios, e dogmas edificados sobre esse sublime acontecimento.
Quando Mateus evoca Isaías, 7:14, está procurando justificar um fato que se lhe apresentou como histórico – o nascimento incomum de Jesus - , buscando esclarecimento para isso uma profecia antiga. Caldeira, Wesley Soare – Da Majedoura a Emaús. FEB, 2014.
Os povos pagãos estavam acostumados com a ideia de nascimentos extraordinários. Seus mitos e lendas popularizam histórias de heróis gerados por processos supranormais, por intermédio de mulheres jovens e virgens, como forma de atribuir origem divina.
Primeiro precisamos entender o propósito, a função da profecia.
Com a profecia podemos tirar pelo menos duas conclusões lógicas: primeiro que existe um lugar onde os acontecimentos no planeta terra são planejados, segundo que existe um trabalho para que ele se cumpra conforme o planejamento do Mais Alto.
As profecias não são nada mais do que as revelações dos planos de Jesus.
E os profetas, ou médiuns são os encarregados, são os que tiveram a permissão para acessar os roteiros do alto e revelar-nos alguns acontecimentos.
A profecia da Vinda do Messias, presente em Isaías 7:14
Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será o seu nome Emanuel, que significa Deus conosco.
As profecias são o atestado do plano de Deus para a vida de cada Espírito, Ele nos lançou nas torrentes da vida, em contrabalanço, delegou a Jesus a função de ser nosso zelador, nosso amigo de todas as horas.
Coube a Jesus fazer com que avancemos na Sabedoria Superior.
A perfeição relativa é o desígnio de Deus para cada Espírito.
Para tanto esse Espírito de envergadura Maior, conhecedor da celeste sabedoria, além de enviar benfeitores a todos os cantos do mundo, vários espíritos iluminados como Moisés, Buda, Gandhi, Chico Xavier. Jesus desce de seu esplendor do mundo espiritual, e vem pessoalmente, nos instruir nas virtudes de Deus. Por isso João evangelista diz: No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.
Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia, e siga-me. Lucas 9:23.
Um dia, Deus, em sua inesgotável caridade, permitiu que o homem visse a verdade varar as trevas. Esse dia foi o do advento do Cristo. ESE – Capítulo I, item-10.
Como falar de alguém tanto nobre, tão generoso quanto Jesus.
Entretanto ninguém tão ilustre, tão excelente, tão perfeito, tão grande se fez tão simples quanto Jesus Cristo para ensinar a lição da humanidade.
Para alguns um personagem. Uma construção literária.
Para outros um revolucionário.
Para muitos um mago, um ilusionista.
Um mito. Uma construção teológica.
Um rebelde.
O bom pagador. O cordeiro de Deus, o salvador do mundo.
O filho do homem. O mensageiro de Deus.
Precisamos estudar a vida de Jesus por meio dos evangelhos, e conhecer melhor nosso Irmão Maior.
Aquele que foi considerado a luz do mundo, que veio dissipar as trevas da vingança, da opressão, trazer esperança na vida futura, aquele que trouxe o amanhecer de uma nova era para a humanidade. Uma aurora de paz, um amanhecer de bondade.
Como não temer a morte? Se ela vem para nos tirar às pessoas que amamos, para arrancar as pessoas que nos fazem felizes. Em outros casos para nos impedir de desfrutar das belezas e dos prazeres da vida.
Em minutos nossas vidas mudam. Em instantes as pessoas como as quais tivemos momentos felizes, com as quais compartilhamos sorrisos e ideias partem.
De repente somos privados da convivência de nossos amados.
Os nossos pais se foram, seres que nos amparavam, às vezes sendo severos conosco, exigindo uma postura e um proceder correto, e isso quase sempre nos magoava, entristecia-nos. Quem derá hoje, tivéssemos suas palavras para conselho, que outrora desprezamos.
Nossos irmão se foram. Nossos amigos se foram. Nossos vizinhos se foram. A companheira se foi. Vamos ficando sós.
Difícil é aceitar a visita dessa megera.
A inteligência é sabia o bastante para dar um fim útil ao instituir a morte.
Ao olhar a imortabilidade da alma, e saber que ninguém morre e que apenas o corpo perece, mas o Espírito vive e vivifica.
Aprendi a não temer a morte.
Os Espíritos são como aves, pousam no corpo e após a morte retornar para a vida maior.
Autor: Paulo José de Souza 02/11/2014
A melhor religião é aquela que nos aproxima de Deus.
Ajuda-nos a sermos melhores. Mostra o caminho da benevolência.
Falso apóstolo é aquele que combate ou desvirtua o espiritismo, pois com essa atitude este acaba por fechar ou bloquear um belo caminho que leva a Deus.
Digo por mim: “Se não fosse a Doutrina Espírita talvez fosse ateu”.
O verdadeiro apóstolo abre caminho para que o Espírito se aproxime do Altíssimo.
O espiritismo traz a fé desinteressada e racional. Entretanto, muitos usam o Evangelho para detratarem essa Religião de Luz. Utilizando pontos isolados ou mesmo fazendo interpretações tendenciosas.
Ao fazermos um estudo minucioso veremos que as Escrituras estão cheias de fenômenos mediúnicos (intercâmbio do mundo material e espiritual), bem como da reencarnação e principalmente da misericórdia infinita de Deus, que jamais encarcera ninguém eternamente.
Estude a Doutrina Espírita, em especial o cético e incrédulo, e tenha a oportunidade de descobrir a Religião do Cristo em toda sua beleza dentro de uma hermenêutica lógica e acessível.
Autor: Paulo José de Souza 22/10/14
O Nosso Irmão Maior deu esperança ao aflitos quando anunciou: bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Ensinando-nos a ver um Deus de misericórdia infinita, um Deus fraterno e acolhedor que nos dá nossas chances.
O Nazareno implantou uma nova religião ao ensinar que para religarmos a Deus bastava orarmos em segredo que o Pai nos ouviria, assim ele propôs a fim dos holocaustos, oferendas ou práticas exteriores. Ele também nos disse que onde houvesse dois ou três reunidos em seu nome, ele se faria presente, assim Jesus proclamou que religião simples, acessível e sem hipocrisias, pois muitos de apegam a cultuar a Deus se exibindo, entretanto precisarmos honrar a Deus por meio de uma Fé efetiva, transformadora e redentora.
O Mestre das Alturas construiu um novo testamento. Não mais a ostentação ou fé infértil.
Muitos insistem em divulgar que a salvação é graça. Que alcançaremos as bem-aventuranças gratuitamente. E se fundamentam em versículos isolados a Bíblia, dos quais podemos citar Romanos 11:6 “Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça não é graça” ou em Efésios 2:8 “ Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, e dom de Deus”. E se esquecem que Jesus não ensinou que a cada um conforme suas obras.
Assim como o Samaritano foi lembrando por suas obras, conquistarmos nosso melhor posto no mundo espiritual, vivendo uma fé efetiva, não basta crer e preciso viver.
O Cristo ampliou nossa compreensão a cerca da vida eterna, realçando a importância de buscarmos os tesouros eternos, para que possamos ser dignos do Reino de Deus, ao pronunciar em Mateus 6:33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.
Ele inicia um novo tempo, ele traz a Boa Nova ao nos ensinar a reconciliar com nossos adversários, ele traz esperança ao diz ao oprimidos que os aliviaria.
Do chão duro de Jerusalém, a massa inconsciente via em Jesus o grande flagelado, mas, no madeiro da morte, o Mestre contemplava a multidão de mais alto, e compadecendo-se da escura maldade e da grande ignorância das almas, o Cristo não encontrou dentro de si mesmo outra mensagem ao povo que não fosse a do amor sublime na paciência e no perdão.
Refinar nosso senso moral.
Jesus veio nos deslocar de nós mesmos. Fazermos pensarmos no bem-estar do outro.
Jesus, nosso Irmão Maior, espírito adiantado na celeste sabedoria, regressou, para ajudar no nosso processo de crescimento e de iluminação.
Jesus veio para mostrar as leis de Deus e ensinar-nos a Amar sem fronteiras.
Autor: Paulo José de Souza
O fenômeno da morte pode ser mais ou menos doloroso conforme o nosso entendimento.
Além da morte
Cumprida mais uma jornada na Terra, seguem os Espíritos para a pátria espiritual, conduzindo a bagagem dos feitos acumulados em suas existências físicas.
Aportam no plano espiritual, nem anjos, nem demônios.
São homens, almas em aprendizagem, despojadas da carne.
São os mesmos homens que eram antes da morte.
A desencarnação não lhes modifica hábitos, nem costumes.
Não lhes outorga títulos, nem conquistas.
Não lhes retira méritos, nem realizações.
Cada um se apresenta, após a morte, como sempre viveu.
Não ocorre nenhum milagre de transformação para aqueles que atingem o grande porto.
Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia.
A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria, demora-se, infeliz, ignorando a nova realidade.
Muitos agem como turistas confusos em visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não conseguem localizar.
Sentem a alma visitada por aflições e remorsos, receios e ansiedades.
Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações.
Os escravos do prazer prosseguem inquietos.
Os servos do ódio demoram-se em aflição.
Os companheiros da ilusão permanecem enganados.
Os aficionados da mentira dementam-se sob imagens desordenadas.
Os amigos da ignorância continuam perturbados.
Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio dispensado pelos Espíritos superiores.
Sim, porque mesmo os seres mais infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo auxílio divino.
Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus irmãos, refletindo a paternal Providência Divina.
Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é, pura e simplesmente, recomeçar a viver.
A morte a todos aguarda.
Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável.
Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade.
A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução.
A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal.
Cada dia de que dispomos na carne é nova chance de recomeço.
Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte.
Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos.
Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à Humanidade, é degrau de ascensão.
Autor: Paulo José de Souza
Podemos nos perguntar: qual o objetivo da vida?
Uns vão dizem que viemos a terra para usufruir dos bens terrenos.
Outros vão dizer que a vida na terra é o meio de se alcançar a vida eterna, ou o paraíso.
A doutrina Espírita entende que a vida material é a oportunidade que Deus nos dá para aprender e praticar a sabedoria celestial apresentada por Jesus.
Assim estamos aqui para progredir.
Constamos isso, na pergunta 132 e 115 de o Livro dos Espíritos.
132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição
Os Espíritos surgem simples e vão se graduando nos conhecimentos celestiais. Confirmamos isso, pelas repostas apresentadas pelos Espíritos superiores no livro dos espíritos.
115 – Entre os Espíritos, alguns foram criados bons e outros maus?
-- Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu uma missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade, para aproximá-los de si. Para eles, a felicidade eterna e sem mescla consiste nessa perfeição. Os Espíritos adquirem esses conhecimentos, passando pelas provas que Deus lhes impõe. Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais depressa à meta que lhes foi destinada. Outros só as suportam murmurando e assim, por culpa sua, permanecem afastados da perfeição e da prometida felicidade.
Em outra resposta recebemos as instruções de como podemos realizar nosso crescimento intelecto-moral.
Autor: Paulo José de Souza
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 1 Tessalonicenses 4:16-17
Paulo emprega essas palavras como força de expressão.
Arrebatados significa a grande força que Jesus promove para reunir o seu rebanho, ele vai ao encontro de cada um, para nos arrebatar com seu amor sublime, fazendo convites transformadores. Subir às nuvens traduz o crescimento moral e espiritualmente que realizamos quando aceitamos o seu evangelho. Quem caminha na Boa Nova encontra o Altíssimo.
Assim como Jesus emprega a expressão Reino dos Céus, para simbolizar nossa elevação, Paulo usa as nuvens como uma simbologia.
Pois, ele mesmo sabia que somente o espírito é eterno e corpo perecível. Tanto que afirmou em , 1 Coríntios 15:50:
E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
E,como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo," (Hebreus 9:27)
Muitos utilizam essa afirmação paulina para desabonar a reencarnação.
Mas, se aceitarmos essa premissa como uma verdade sólida, irrefutável.
E compararmos ela com a doutrina da ressurreição na carne, ficaremos sem entender o que acontecerá com aqueles que ressuscitarem, como poderão subir aos céus, estando ainda em carne, não precisariam morrer novamente, passar por uma segunda morte? Pois, o corpo físico não pode subir aos céus, conforme Jesus anuncia em João 6:63
O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida
No mínimo teríamos duas mortes físicas. E se consideramos que a houve a ressuscitação de Lázaro como muitos entendem, então teremos uma segunda morte, contradizendo a afirmativa.
Entendo as palavras de Paulo à luz da razão e do espiritismo, morrer uma única vez, significa que o espírito anima cada corpo uma única vez, após a morte orgânica, torna-se impossível o espírito retornar ao mesmo corpo.
A cada nova encarnação o espírito recebe um corpo novo.
As palavras do Paulo vieram para combater justamente a ideia da ressuscitação de mortes, pois muitos povos mumificavam as pessoas, muitas ainda vivas e outras mortas, na crença de que um dia reabitariam o mesmo corpo, o grande exemplo ações são os egípcios antigos. Paulo queria aprimorar nosso entendimento, para que certas práticas no mundo antigo fossem superadas.
Autor: Paulo José de Souza
Que imagem bonita é aquele que caído levanta-se.
Majestoso é aquele que ressurge de seus erros.
Reconstrói de seus próprios escombros.
O triunfo existe para aqueles que adquirem resistência diante dos tombos.
E cresce com as adversidades.
Que satisfação: vencer a si mesmo.
O vergonhoso não é errar, praticar o mal, o triste é conservar-se nele.
As nossas experiências desacertadas são os aprendizados que balizarão nossos passos para novos caminhos.
Ao vencer nossas misérias morais, teremos conhecimento de causa para ajudar os semelhantes que passem pelos mesmos dramas.
Retificar, renovando. Errar, aprendendo. Transformar, edificando.
Autopiedade não, superação sim.
Trabalhando no bem, conquistaremos os bens eternos.
Se o amor cobre a multidão de pecados, vamos à seara do Cristo.
Autor: Paulo José de Souza. 22/02/2014
Muitos céticos, vários incrédulos, ainda não crêem, não aceitam a passagem do Cristo. Imaginam que Jesus, foi um personagem e não tenha vivido entre nós. Outros pensam que o Evangelho seja uma ficção.
Crer na vinda de Cristo, foi difícil aos seus contemporâneos, imagine nós, que não O vemos, não O tocamos, não O escutamos. Para conhecemos a trajetória do nosso Irmão Maior, contamos com os Manuscritos Bíblicos. Recurso que para muitos, são insuficientes, estes buscam uma prova concreta, um teste científico. Precisam tocar, assim como Tomé.
Crer em Jesus é muito mais uma escolha, do que um ato de Fé. Pois, o testemunho dispensa convicção.
Mesmo alguns discípulos que conviviam com o Mestre das Alturas, vendo os sinais do Céu, não conquistaram a solidez da fé, para praticarem as boas obras, e se transformarem em servos da bondade.
Se a fé é acreditar, então Jesus nascerá para nós, quando decidimos acreditar.
Se ainda não cremos na vinda do Messias, creiamos na excelência de seus ensinos.
Se ainda não cremos no Reino de Deus, no Mundo Maior, na Vida Eterna ou no Mundo Espiritual, conforme anunciou Jesus, começamos a imitá-LO, neste mundo.
Somos nós que decidimos em que acreditar. A fé completa o querer. E quando a assimilamos, o material e imaterial combinam, a realidade e imaginação se fundem, e tudo se transforma em verdade.
Quando analisamos a mensagem do Nazareno, somos revestidos pela consolação, vemos o esplendor do perdão, sentimos a esperança, escutamos a boa vontade e encontramos a paz.
A maior prova que podemos ter da vinda de Jesus está na força de seu ensino, na beleza e na pureza de suas palavras. Observemos a revolução que Ele realizou, será que uma ficção teria tanto poder de transformação? E por que ninguém mais consegue transmitir uma lição tão suprema?
Ao analisarmos a sua boa nova, logo perceberemos que Cristo revela um conhecimento celestial, ensina uma moral transcendental e uma sabedoria inovadora. Uma proposta antes desconhecida.
Se ainda nos falta convicção para sermos discípulos, tenhamos certeza que sua Boa Nova, apresenta um caminho novo, repleto de luzes. Um caminho de convergência, de bem-aventuranças, de alegrias.
Ao conquistarmos a fé crística, imergimos num santo propósito. Acessemos um manancial de sabedoria e aumentamos a comunhão com o Criador.
Autor : Paulo José de Souza
Mateus 11:11-14
Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele.
E, desde os dias de João o Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele.
Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João.
E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir
No diálogo de Nicodemos em João 3:4-6
Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?
Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito
"o que nasce da carne, isto é, é o corpo físico, com toda a hereditariedade física herdada do corpo dos pais; e o que nasce do espírito é espírito, ou seja, o espírito que reencarna provém do espírito da última encarnação, com toda a hereditariedade pessoal que traz do passado".
Para o processo de evolução espiritual é indispensável “que o homem nasça de água (isto é, materialmente,com o corpo denso, dado que o nascimento físico é feito através da bolsa d` água do liquido amniótico) e de espírito (ou seja, que adquira nova personalidade no mundo terreno, em cada nova existência, afim de progredir)... Com efeito, o espírito, ao reentrar na vida física, pode ser considerado novo espírito que reinicia suas experiências esquecido de todo o passado. (Carlos Torres Pastorinho – Sabedoria do Evangelho. 2.º Volume).
Somos herdeiros do nosso passado e proprietários do nosso futuro.
Nascer do Espírito é realizar as conquistas do Espírito, é ajuntar tesouros no céu.
Nascer do Espírito é vivenciar a Boa Nova do Cristo.
É refinar o senso de justiça. É Praticar o perdão. É Lapidar nosso senso moral.
Nascer do espírito para o Espírito é promover o nascimento interior, é operar o refazimento próprio, é realizar nosso aprimoramento e iluminação. É agirmos em prol de nossa transformação moral.
Na passagem de Nicodemos temos espírito com letra minúscula e Espírito com letra maiúscula. E isto, representa o processo de crescimento que precisamos realizar.
Paulo denomina essas aquisições espirituais de frutos do Espírito.
Mas o de fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Gálatas 5:22
Somos criados simples e ignorantes e caminhamos para bem-aventurança, para a felicidade eterna e para conquista do Reino de Deus.
Como o Espiritismo trata o dogma da ressurreição da carne?
Esse dogma é, segundo o Espiritismo, a consagração da reencarnação. Se tomarmos ao pé da letra a ideia de ressurreição da carne, ou seja, a hipótese de que alguém que morreu possa um dia reviver com o mesmo corpo, temos de reconhecer, em primeiro lugar, que a Ciência demonstra a impossibilidade disso, visto que um corpo reduzido a pó jamais pode reconstituir-se e servir de novo à vida. Racionalmente, pois, não se pode admitir a ressurreição da carne senão como uma figura simbólica do fenômeno da reencarnação. (O Livro dos Espíritos, questões 1.010 e 1.011.)
A ressurreição na carne acontece quando o espírito encarna.
Se a ciência comprova a impossibilidade da ressurreição na carne - na acepção de ressuscitar, de retornar a vida o que já morreu- a Bíblia também refuta, descarta, renega essa interpretação teológica em vários momentos;
Como em 1 Coríntios 15:50-52
E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
Essa advertência de Paulo, também desconstrói a doutrina o arrebatamento na carne, ou assunção aos céus no corpo físico.
Paulo em vários trechos bíblicos diferencia as obras da carne e do espírito, ele utiliza “carne” de forma metafórica, empregando sentido figurado. Ela Simboliza nossos sentimentos e pensamentos inferiores, pois sabemos que a carne não tem vontade própria, é no Espírito que reside à matriz da vontade, da inteligência, os pensamentos e os sentimentos. E nele que está o senso moral.
O Espírito é nosso centro de comando, nossa matriz de ordem.
Jesus contra-argumenta a ressurreição na carne em Lucas 20:37-38
E que os mortos hão de ressuscitar também o mostrou Moisés junto da sarça, quando chama ao Senhor Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.
Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para Ele vivem todos.
Todos nós continuamos a viver no mundo espírita após a morte física.
A Bíblia apresenta três casos de ressurreições: a filha de Jairo, o filho da viúva de Naim e Ressurreições de lázaro.
Ao analisarmos o caso da filha de Jairo, perceberemos que ela não estava morta, conforme sentença confirmada pelas palavras de Jesus:
E, entrando, disse-lhes: Por que vos alvoroçais e chorais? A menina não está morta, mas dorme. Marcos 5:39
O filho da viúva de Naim e Ressurreição de lázaro. São casos de letargia e catalepsia.
A perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento por causa fisiológica, ainda não identificada, levando o indivíduo a um estado mórbido em que as funções vitais estão atenuadas de tal forma que parece estarem suspensas, dando ao corpo a aparência de morte. Wikipédia
Muitos homens e mulheres catalépticos foram enterrados vivos, pela crença de que eles estavam mortos. Quando despertavam de seus estados patológicos muitos morriam sufocados em suas próprias covas, outros conseguiam se debater e sobreviver
Ressurreição (em latim: resurrectio, em grego: anastasis) significa literalmente "levantar; erguer". Wikipédia
Ressurgir, levantar-se.
Todos iremos ressurgir, porém em espírito.
Conforme Paulo relata em 1 Coríntios 15:44
Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.
O espiritismo nominou esse corpo espiritual de perspírito: substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. Tal, num fruto, o gérmen, o perisperma e a casca.
No corpo espiritual ou perispírito são gravadas todas as experiências, ações e sentimentos e pensamentos. Os bons ou maus sentimentos repercutem em nós.
Por isso, precisamos vigiar, para não nos prejudicarmos.
Existe um vínculo em encarnações, de tal forma que o semeamos no presente, colheremos no futuro.
Temos muitas moléstias orgânicas originárias de lesões perispirituais que surgiram de erros e abusos anteriores. Por exemplo, se o sujeito ingeriu veneno por sua deliberação, renascerá com a garganta pouco resistente a germes ou com o estômago lesado; se deu um tiro no coração, voltará atacado de uma cardiopatia congênita. E assim por diante.
A prática do mal, a repetição de abusos, a acumulação de erros, os vícios, enfraquecem os centros de força do perispírito e geram lesões.
O consumo de bebida alcoólica em excesso, o cigarro, os entorpercentes causam enormes danos ao nosso corpo físico futuro.
A ciência médica mais compreende que o ódio em forma de ;vingança, condenação, ressentimento, inveja ou hostilidade está na raiz de numerosas doenças e que o único remédio eficaz contra semelhantes calamidades da alma é o específico do perdão no veículo do amor". Por incrível que pareça, esta última assertiva do espírito fora antes formulada pelo citado cientista ao declarar que: "Amar ao próximo é um dos mais sábios conselhos médicos de todos tempos".
Na Bíblia existe um hino, um cântico e um protesto contra a ressurreição na carne e também condenação eterna, reduzida em uma linha.
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. Eclesiastes 12:7
Essa bela frase mostra que há dois destinos, dois fins, para dois elementos diferentes.
A matéria retorna à matéria e Espírito ao mundo espiritual.
Somos nós que conquistamos nossa posição na dimensão espírita. Para que se cumpra
Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho. 1 Coríntios 3:8
A ideia da reencarnação e da ressurreição não são opostas. Elas se complementam.
Ressurreição é um de estágio de aprimoramento. É a etapa final do processo reencarnatório.
A Ressurreição significa tornar-se puro Espírito. Conforme:
170. O que fica sendo o Espírito depois da sua última encarnação?
“Espírito bem-aventurado; puro Espírito.” LE
A ressurreição é o triunfo do Espírito, quando o ele não tem necessidade de reencarnar, portanto não precisa mais passar pela morte física.
Os Espíritos puros não necessitam mais dessa experiência, pois já atingiram seu objetivo. Só reencarnam nos mundos materiais para cumprirem missões de grande importância, nas regiões onde houver necessidade. O maior exemplo de encarnações missionárias é Jesus que veio para nos ensinar às leis do amor.
No Espiritismo quando os médiuns interagem com os espíritos fazem para esclarecer nos caminhos do Cristo. Seguindo as recomendações de Pedro.
Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;
1 Pedro 4:6
O espiritismo busca estreitar as realidades por meio do aprimoramento da mediunidade.
Quanto mais as pessoas se conscientizam da realidade espiritual, crescendo em fé, mais comum e mais intenso serão os intercâmbios entre essas duas dimensões. E verão quanto uma realidade interfere na outra. Conforme anunciou os Pedro em Atos 2:17
E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões. E os vossos velhos sonharão sonhos.
Para aqueles que observam é notável o número crescente de pessoas sensíveis ao mundo espiritual. Sentem as vibrações e energias. Entretanto, ainda não estão conscientes dessa interação.
Essas pessoas sensíveis que no espiritismo chamamos de médium, precisam refinar suas faculdades para poder discernir os espíritos. Precisam lapidar-se.
Deus espalhou os dons, conforme anunciou Paulo em 1 Coríntios 12:8-11.
A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como lhe apraz.
Entretanto, são os portadores que os utilizam, que dão o fim aos dons. Deus nos dá os talentos, cabe a nos escolher a finalidade.
O Espiritismo ajuda-nos a reconhecer quais são os nossos dons, e a desenvolver nossas faculdades mediúnicas.
Autor: Paulo José de Souza
Muitas correntes teológicas que ainda não compreendem a interação entre os dois mundos, afirmam que o Espiritismo é anticristão, pois suas práticas de comunicação com espíritos são divergentes da Bíblia, constroem suas argumentações utilizando referências separadas, citam principalmente:
Deuteronômio 18:10-11
Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;
Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos.
Levítico 20:27
Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles.
Esses argumentos apresentados, não são consistentes e coerentes. Já que o próprio Cristo conversou com os “mortos”. Em Mateus 17:2-4
E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias.
Muitos discordantes da Doutrina Espírita, não convencidos na naturalidade e licitude das comunicações com os espíritos, argumentam ainda que Elias não morreu e foi levado aos céus numa carruagem de fogo. Porém, Deuteronômio 34. 5-6 confirma morte de Moisés.
A proibição de Moisés era assaz justa, porque a evocação dos mortos não se originava nos sentimentos de respeito, afeição ou piedade para com eles, sendo antes um recurso para adivinhações, tal como nos augúrios e presságios explorados pelo charlatanismo e pela superstição. Essas práticas, ao que parece, também eram objeto de negócio, e Moisés, por mais que fizesse, não conseguiu desentranhá-las dos costumes populares.
Havia naquele tempo uma transversão, uma corrupção das finalidades.
O intercâmbio não era para evangelização ou edificação.
Os diálogos não tinham fins úteis.
O Espiritismo desaconselha a consulta aos mortos e videntes etc, assim como Moisés.
Autor: Paulo José de Souza
Mediunidade é a faculdade humana pela qual se estabelecem as relações entre PESSOAS e Espíritos. É uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, por isso, não é privilégio de ninguém. Em diferentes graus e tipos, todos a possuímos. O que ocorre é que, em certos indivíduos mais sensíveis à influência espiritual, a mediunidade se apresenta de forma mais ostensiva, enquanto que, em outros, ela se manifesta em níveis mais sutis.
A mediunidade é, pois, a faculdade natural que permite sentir e transmitir a influência dos espíritos, ensejando o intercâmbio e a comunicação entre o mundo físico e o espiritual.
A mediunidade é um atributo humano, herdada do espírito. Com ela podemos agir e conectar-nos à realidade extrafísica.
Com ela captamos as ondas, vibrações e energias do mundo invisível.
Com ela podemos trabalhar com os elementos e substâncias espirituais.
A fé é a grande ponte entre esses dois mundos.
Quanto mais espiritualizado for o ser, mais contato terá com a dimensão espírita, mais intensa será atuação sobre ela. A Fé reunida com autoridade moral, capacita-nos a ponto de fazermos obras de imensa beleza e amor, assim como Jesus.
Quase sempre o aparecimento dessas competências causam desajuste, ou desequilíbrio.
No afloramento da mediunidade, surgem distúrbios vários, sejam na área orgânica, através de desequilíbrios e doenças, ou mediante inquietações emocionais e psiquiátricas, por debilidade da sua constituição fisiopsicológica.
Não é a mediunidade que gera o distúrbio no organismo, mas a ação fluídica dos Espíritos que favorece a distonia ou não, de acordo com a qualidade de que esta se reveste. Por outro lado, quando a ação espiritual é salutar, uma aura de paz e de bem-estar envolve o medianeiro, auxiliando-o na preservação das forças que o nutrem e sustentam durante a existência física. Divaldo Pereira-Qualidade da prática Mediúnica
Os sinais mais comuns do aparecimento da mediunidade são os seguintes: cérebro perturbado, sensação de peso na cabeça e nos ombros; nervosismo: ficamos irritados até por motivos sem a menor importância; desassossego; insônia; arrepios, como se percebêssemos passar por nós alguma coisa desagradavelmente fria; sensação de cansaço geral, lassidão; às vezes, calor, como se estivéssemos encostados a qualquer coisa quente; falta de ânimo para o trabalho; profunda tristeza ou excessiva alegria sem sabermos por que. Eliseu Sigonatti- A mediunidade sem lágrimas.
A mediunidade surge como sensações estranhas de presenças psíquicas ou físicas algo perturbadoras, gerando medo ou ansiedade, inquietação ou incerteza.
Muitos casos de depressão, síndrome do pânico, O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), podem estar associados ao afloramento da mediunidade, pois a aproximação de certos espíritos à pessoa causa-lhe más sensações físicas e espirituais.
O Espiritismo foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por Allan Kardec.
O prefácio de O Evangelho Segundo o Espiritismo foi transmitido pelo Espírito de Verdade, por via mediúnica, e resume o verdadeiro caráter do Espiritismo.
Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos Céus, qual imenso exército que se movimenta ao receber as ordens do seu comando, espalham-se por toda a superfície da Terra e, semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar os caminhos e abrir olhos aos cegos.
Eu vos digo, em verdade, que são chegados os tempos em que todas as coisas hão de ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.
As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associam. Nós vos convidamos, a vós homens, para o divino concerto. Tomai da lira, fazei uníssonas vossas vozes, e que, num hino sagrado, elas se estendam e repercutam de um extremo a outro do Universo.
Homens, irmãos a quem amamos, aqui estamos junto de vós. Amai-vos, também, uns aos outros e dizei do fundo do coração, fazendo as vontades do Pai, que está no Céu: Senhor!
Senhor!
...
e podereis entrar no reino dos Céus.
O ESPÍRITO DE VERDADE
O que é a Doutrina Espírita
É um conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores.
O tríplice aspecto da Espiritismo.
Gabriel Delanne, em sua obra O Fenômeno Espírita também salienta o papel científico do Espiritismo, quando diz:
O Espiritismo é uma ciência cujo fim é a demonstração experimental da existência da alma e sua imortalidade, por meio de comunicações com aqueles aos quais impropriamente têm sido chamados morto.
É uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.
Filosófico
Define as responsabilidades do Espírito – quando encarnado e também do desencarnado, o Espiritismo é Filosofia, uma regra moral de vida e comportamento para os seres da Criação, dotados de sentimento, razão e consciência.
Religioso
Procura constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual.
O Espiritismo
Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado. Eis por que simplesmente se diz: doutrina filosófica e moral
Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;
Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
Deuteronômio 18:10-11
27 "Os homens ou mulheres que, entre vocês, forem médiuns ou consultarem os espíritos, terão que ser executados. Serão apedrejados, pois merecem a morte" Levítico 20:27
Primeiro Ponto: Só se proíbe o que é possível, o que existe.
Quando entramos em contato com os “mortos” nós fazemos como está no Novo testamento na primeira carta de Pedro. Nós os evangelizamos, nós ajudamos os espíritos sofredores, nós aprendemos sobre Jesus, sobre o Evangelho, com os espíritos superiores.
Segundo Ponto: Novo Testamento, não só não condena a comunicação com os mortos, como é realizada por Jesus.
"Seis dias depois, toma Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte. E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandesceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes aparecerem Moisés e Elias, falando com ele" - (Mateus 17.1-3).
Deuteronômio 34. 5-6. Relata o sepultamento de Moisés.
Irmãos em Cristo é chegada à hora.
E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos sonharão sonhos; Atos 2:17
Multiplicam-se as más notícias.
Aumentam-se, assustadoramente, os casos de depressão, síndrome do pânico e ansiedade.
Você já se perguntou o porquê desse volume de enfermidades mentais e dores.
Quanto desamor, quanta violência, quanta maldade.
É crescente o número de divórcios, suicídios, homicídios e doenças agressivas.
Desentendimentos, e agressões familiares.
Casos de pedofilia, e transtornos sexuais de toda ordem.
Sem falar no alcoolismo e entorpecentes.
Diante disso, o Evangelho de Cristo ensina-nos:
Porque lhe dizia: Sai deste homem, espírito imundo.
E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? E lhe respondeu, dizendo: Legião é o meu nome, porque somos muitos. Marcos 5:8-9
Muitos que praticam o mal estão sobre influências de Espíritos malfeitores, pois não utilizam a armadura da Boa Nova. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Efésios 6:13
É visível a manifestação da mediunidade (intercâmbio entre espíritos e pessoas), ou ainda, de dons espirituais.
A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como lhe apraz. 1 Coríntios 12:8-11
Entretanto, muitos estão fazendo desse talento (mediunidade, dons espirituais) uma maldição, pois estão sendo usados para discórdia, por vezes exigindo remuneração, terminando por serem instrumentos do desamor, da desarmonia.
Portanto, em várias passagens o evangelho nos esclarece:
Caríssimos, não deis fé a qualquer espírito, mas examinai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se levantaram no mundo.
1 João 4:1
Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo. Marcos 13:33.
Paulo também alerta-nos:
Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; Romanos 12:11
As pessoas estão se esquecendo que elas podem ser luz.
É preciso confrontar essa situação com a parábola dos talentos, na qual cada um prestará contas do que recebeu de Deus.
Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança 1 João 4:17. (prestação de contas e não julgamento final).
Diante de tudo isso, precisamos nos perguntar:
Estamos sendo verdadeiros discípulos de Jesus, o Cristo?
Será que estamos trabalhando para os mansos herdarem a terra?
Hoje, mas do que nunca precisamos estar dispostos a buscar a Luz de Cristo, para não nos assemelharmos às virgens loucas.
Procuremos ser servos do Senhor, a exemplo do Mestre Galileu.
Para que a Boa Nova frutifique entre nós.
Preparando-nos para exercemos à mediunidade com Jesus.
Para deixar de sermos instrumentos de espíritos perversos e sermos mediadores das vozes do céu (Benfeitores Espirituais, Espírito Santo, Anjos Santos), agentes de cristo na transformação moral do mundo- E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimentais qual seja boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2- a fim de crescermos em bem-aventurança.
Paulo José de Souza 08/09/2013
Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom.
Jesus. O Espiritismo orienta-se pelas máximas de Jesus.
1 - A existência do Espírito e sua sobrevivência após a morte. Somos Seres Eternos
"Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular ao alto monte,
E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e os seus vestidos se tornaram brancos como a luz.
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele" - (Mateus 17.1-3).
O Espírito sobrevive à morte física. Portanto, ele é indestrutível e eterno. Conserva, após a morte do corpo, a sua personalidade
REENCARNAÇÃO
Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei
"Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João.
E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" - (Mateus 11.13-15).
A cada nova existência, o espírito dá um passo para diante na senda do progresso. Esse progresso espiritual depende, exclusivamente, da vontade, do conhecimento e da ação do Espírito. O Espírito pode reencarnar na Terra ou em qualquer outro mundo habitável do Universo. Isso depende apenas do seu estado evolutivo.
Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?
Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
A encarnação dos Espíritos se dá sempre na espécie humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal.
A lei de causa e efeito.
"Então Jesus disse-lhe: Enfia no seu lugar a tua espada; porque todos que lançarem mão da espada a espada morrerão" - (Mateus 26.52).
PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS
Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. João 14:2
Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo. Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós
EVOLUÇÃO
A marcha dos Espíritos é progressiva e jamais retrógrada.
Todos são criados simples e ignorantes.
Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade
A comunicação entre o mundo material e espiritual. Mediunidade.
E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus.
E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Marcos 9:4-5
Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico.
Eclesiastes 12:7, temos outra canção contra a doutrina das penas eternas.
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
O corpo volta à matéria, e o espírito regressa a Deus. Portanto, o destino todos é alcançar o Reino de Deus.
Pois foi nosso Irmão Maior e Mestre das Alturas, Jesus que proclamou:
Assim, também, não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca. Mateus 18:14
Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor. João 10:16
Para o Espiritismo, o "Juízo Final" é uma alegoria das religiões tradicionais que é equiparado ao que se chama, em Espiritismo, de Processo de Regeneração da Humanidade.
Assim, para o Espiritismo, "Juízo Final" pode ser entendido como Renovação, Regeneração e Mudança - nunca como aniquilamento da espécie humana ou condenação eterna - mas, sempre, como grande oportunidade de Deus aos seus seres de reavaliação de valores, condutas e sentimentos, com o intuito de lhes fazer progredir.
66. Moralmente, um juízo definitivo e sem apelação não se concilia com a bondade infinita do Criador, que Jesus nos apresenta de contínuo como um bom Pai, que deixa sempre aberta uma senda para o arrependimento e que está pronto sempre a estender os braços ao filho pródigo. Se Jesus entendesse o juízo naquele sentido, desmentiria suas próprias palavras.
Ao demais, se o juízo final houvesse de apanhar de improviso os homens, em meio de seus trabalhos ordinários, e grávidas as mulheres, caberia perguntar-se com que fim Deus, que não faz coisa alguma inútil ou injusta, faria nascessem crianças e criaria almas novas naquele momento supremo, no termo fatal da Humanidade. Seria para submetê-las a julgamento logo ao saírem do ventre materno, antes de terem consciência de si mesmas, quando, a outros, milhares de anos foram concedidos para se inteirarem do que respeita à própria individualidade?
Para que lado, direito ou esquerdo, iriam essas almas, que ainda não são nem boas nem más e para as quais, no entanto, todos os caminhos de ulterior progresso se encontrariam desde então fechados, visto que a Humanidade não mais existiria?
A Gênese, capítulo XVII — Predições do Evangelho.
63. Tendo que reinar na Terra o bem, necessário é sejam dela excluídos os Espíritos endurecidos no mal e que possam acarretar-lhe perturbações. Deus permitiu que eles aí permanecessem o tempo de que precisavam para se melhorarem; mas, chegado o momento em que, pelo progresso moral de seus habitantes, o globo terráqueo tem de ascender na hierarquia dos mundos, interdito será ele, como morada, a encarnados e desencarnados que não hajam aproveitado os ensinamentos que uns e outros se achavam em condições de aí receber. Serão exilados para mundos inferiores..., vindo substituí-los Espíritos melhores. Essa separação, a que Jesus presidirá, é que se acha figurada por estas palavras sobre o juízo final: “Os bons passarão à minha direita e os maus à minha esquerda”. A Gênese, capítulo XVII — Predições do Evangelho.
Então, passamos por eras de renovação, na qual os espíritos endurecidos no mal são conduzidos a mundos condizentes com sua moral.
Portanto, chegará o dia que somente bons espíritos habitarão na esfera terrestre. Para que se cumpra, os mansos herdarão a terra.
Segundo essa interpretação, não é exata a qualificação de juízo final, pois que os Espíritos passam por análogas fieiras a cada renovação dos mundos por eles habitados, até que atinjam certo grau de perfeição. Não há, portanto, juízo final propriamente dito, mas juízos gerais em todas as épocas de renovação parcial ou total da população dos mundos, por efeito das quais se operam as grandes emigrações e imigrações de Espíritos.
E por que daria Deus aos homens uma lei de perdão, se Ele próprio não perdoasse?
O Pai Nosso é um protesto cotidiano contra a eterna vingança de Deus.
No Pai Nosso Jesus nos ensina a dizer: - Perdoai-nos, Senhor, as nossas faltas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Pois se o culpado não devesse esperar algum perdão, inútil seria pedi-lo.
Esse perdão é, porém, incondicional? É uma remissão pura e simples da pena em que se incorre? Não; a medida desse perdão subordina-se ao modo pelo qual se haja perdoado, o que equivale dizer que não seremos perdoados desde que não perdoemos. Deus, fazendo do esquecimento das ofensas uma condição absoluta, não podia exigir do homem fraco o que Ele, onipotente, não fizesse.
A balança da justiça está desequilibrada: Como poderia 20, 30,50, 80 anos com poucos ou vários erros, sentenciar alguém a sofrimentos eternos, ou seja, na escala de milhões ou bilhões de anos.
Somado a isso, não se considera princípio jurídico da dosimetria das penas com seus atenuantes e agravantes.
Quantas pessoas nascem com deficiências e não são capazes de responder por si, quantas crianças falecem antes de terem o discernimento da vida. Uns têm pais, enquanto outros são órfãos e crescem sem ter uma referência moral.
Quando passamos a olhar um pouco mais profundo a teoria das circunstâncias, perceberemos o quanto é cruel a teologia das penas eternas. Não é proporcional, não é equânime condenar alguém a eternidade pela brevidade da vida terrena.
Salvar-se é tornar-se como Cristo. E encontrar a vida abundante.
A suprema felicidade consiste no gozo de todos os esplendores da Criação, que nenhuma linguagem humana jamais poderia descrever, que a imaginação mais fecunda não poderia conceber. Consiste também na penetração de todas as coisas, na ausência de sofrimentos físicos e morais, numa satisfação íntima numa serenidade de alma imperturbável, no amor que envolve todos os seres, por causa da ausência de atrito pelo contato dos maus, e, acima de tudo, na contemplação de Deus e na compreensão dos seus mistérios revelados aos mais dignos. A felicidade também existe nas tarefas cujo encargo nos faz felizes. Os puros Espíritos são os Messias ou mensageiros de Deus pela transmissão e execução das suas vontades. Preenchem as grandes missões, presidem à formação dos mundos e à harmonia geral do Universo, tarefa gloriosa a que se não chega senão pela perfeição. Os da ordem mais elevada são os únicos a possuírem os segredos de Deus, inspirando-se no seu pensamento, de que são diretos representantes.
13. - As atribuições dos Espíritos são proporcionadas ao seu progresso, às luzes que possuem, às suas capacidades, experiência e grau de confiança inspirada ao Senhor Soberano. Nem favores, nem privilégios que não sejam o prêmio ao mérito; tudo é medido e pesado na balança da estrita justiça.
As missões mais importantes são confiadas somente àqueles que Deus julga capazes de as cumprir e incapazes de desfalecimento ou comprometimento. E enquanto que os mais dignos compõem o supremo conselho, sob as vistas de Deus, a chefes superiores é cometida a direção de turbilhões planetários, e a outros conferida a de mundos especiais.
No espiritismo salvação é sinônimo de elevação moral ou evolução espiritual.
Quando agregamos em nós as virtudes eternas, avançamos para mundos melhores. Assim como, Jesus anunciou:
Não se turbe o vosso coração. – Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. – Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.(S. JOÃO, 14:1 a 3.)
A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos.
Embora não possa fazer dos diversos mundos uma classificação absoluta, pode-se contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que trazem, tomando por base os matizes mais salientes, dividi-los, de modo geral, como segue: mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiação e provas, onde domina o mal; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda têm o que expiar haurem novas forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes ou divinos, habitações de Espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem. A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e provas, razão porque aí vive o homem a braços com tantas misérias. ESE, Cap III, item 4
13. O homem pode suavizar ou aumentar o amargor de suas provas, conforme o modo por que encare a vida terrena. A certeza de um próximo futuro mais ditoso o sustenta e anima e, longe de se queixar, agradece ao Céu as dores que o fazem avançar.
Ora, aquele que está certo de que só é desventurado por um dia e que melhores serão os dias que hão de vir, enche-se facilmente de paciência. Só se desespera quando nenhum termo divisa para os seus sofrimentos. E que é a vida humana, com relação à eternidade, senão bem menos que um dia?
O entendimento de que não sofremos sem causa, e que as dificuldades fazem parte de nosso crescimento espiritual, dão nosso significado à vida. Estamos em busca de algo maior.
A nossa passagem pela esfera terrestre tem um objetivo.
A maneira como respondemos essa pergunta define como enfrentamos os problemas da vida.
Conforme as palavras do Mestre das Alturas, nosso Irmão Jesus: eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10.
Sabendo que Deus em sua perfeição, não faz nada de inútil e sem propósito. É comum nos questionarmos, por que Deus impõe o sofrimento às suas criaturas.
Uns vão dizer que é fruto do pecado. Outros vão dizer é para que realizarem as obras da fé. Conforme o Jesus anunciou em João 9:1-3
Ao passar, Jesus viu um cego de nascença.
Seus discípulos lhe perguntaram: "Mestre, quem pecou: este homem ou seus pais, para que ele nascesse cego?”
Disse Jesus: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele.
Entretanto, analisando as causas dos sofrimentos à luz da razão e do espiritismo, passamos a ter outra compreensão.
No capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo: Bem-aventurados os aflitos, Kardec analisa as causas dos dores neste mundo, com ajuda dos Espíritos Superiores.
Kardec inicia comentando um trecho das bem-aventuranças.
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Mateus 5:4
Nessas palavras Jesus anuncia que chegará o tempo que todas as aflições e amarguras da vida terminarão. Aqueles que passam por sofrimentos físicos e morais terão seu momento de descanso.