O Nosso Irmão Maior deu esperança ao aflitos quando anunciou: bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Ensinando-nos a ver um Deus de misericórdia infinita, um Deus fraterno e acolhedor que nos dá nossas chances.
O Nazareno implantou uma nova religião ao ensinar que para religarmos a Deus bastava orarmos em segredo que o Pai nos ouviria, assim ele propôs a fim dos holocaustos, oferendas ou práticas exteriores. Ele também nos disse que onde houvesse dois ou três reunidos em seu nome, ele se faria presente, assim Jesus proclamou que religião simples, acessível e sem hipocrisias, pois muitos de apegam a cultuar a Deus se exibindo, entretanto precisarmos honrar a Deus por meio de uma Fé efetiva, transformadora e redentora.
O Mestre das Alturas construiu um novo testamento. Não mais a ostentação ou fé infértil.
Muitos insistem em divulgar que a salvação é graça. Que alcançaremos as bem-aventuranças gratuitamente. E se fundamentam em versículos isolados a Bíblia, dos quais podemos citar Romanos 11:6 “Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça não é graça” ou em Efésios 2:8 “ Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, e dom de Deus”. E se esquecem que Jesus não ensinou que a cada um conforme suas obras.
Assim como o Samaritano foi lembrando por suas obras, conquistarmos nosso melhor posto no mundo espiritual, vivendo uma fé efetiva, não basta crer e preciso viver.
O Cristo ampliou nossa compreensão a cerca da vida eterna, realçando a importância de buscarmos os tesouros eternos, para que possamos ser dignos do Reino de Deus, ao pronunciar em Mateus 6:33 Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.
Ele inicia um novo tempo, ele traz a Boa Nova ao nos ensinar a reconciliar com nossos adversários, ele traz esperança ao diz ao oprimidos que os aliviaria.
Do chão duro de Jerusalém, a massa inconsciente via em Jesus, o grande flagelado, mas, no madeiro da morte, o Mestre contemplava a multidão de mais alto, e compadecendo-se da escura maldade e da grande ignorância das almas, o Cristo não encontrou dentro de si mesmo outra mensagem ao povo que não fosse a do amor sublime na paciência e no perdão.
Jesus veio nos deslocar de nós mesmos. Fazermos pensarmos no bem-estar do outro. Refinar nosso senso moral.
Jesus, nosso Irmão Maior, espírito adiantado na celeste sabedoria, regressou, para ajudar no nosso processo de crescimento e de iluminação.
Jesus veio para mostrar as leis de Deus e ensinar-nos a Amar sem fronteiras.
Autor: Paulo José de Souza