Por que ainda não existe uma Teoria de Tudo (Theory of Everything - ToE) verdadeira na ciência oficial?

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A resposta mais simples é: eles já têm uma ToE prática / operacional, como explicado na seção Introdução — A escolha civilizacional que ocultou o 13:20. A ToE deles é uma colcha de retalhos que funciona ( vamos dizer 60% das vezes ), mas que não se sustenta no fundo. Pois ela carece de uma ToE complementar teórica, como a minha. A segunda resposta é a mais profunda: eles não têm interesse real em unificar tudo. Ou, pior, não sabem como fazer isso. Carecem do referencial teórico correto para saber como ela deveria ser. E como eles se regulam pelo Infinitismo ( ver Introdução — A fratura na matemática e na consciência ), acham que uma ToE pode existir sem um centro formalizado — como a teoria das cordas, que sobrevive a décadas sem previsões, sem confirmação, sem fundação clara.

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É assim, aos trancos e barrancos, que a humanidade aparenta continuar sua grande busca por uma Teoria de Tudo, mas operando sem uma definição formal e coerente do que o "Tudo" abrange. Sem um axioma central, o Tudo fica em aberto. A teoria das cordas, por exemplo, é matematicamente rica, mas carece de um princípio lógico fundamental claro que sirva de ponto de partida. Ela nunca pergunta: o que é a matemática? Qual é o seu centro? Pois sem uma fundação lógica explícita, a matemática é apenas uma ferramenta sem chão.

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Para justificar essa confusão, a própria ciência do status quo — que tem o infinito como axioma central oculto — diz que essa abertura, essa busca eterna por um centro, é a sua maior força. Ou seja, na prática, eles estão apenas tratando a busca infinita como o próprio centro. O Finitismo, entretanto, enxerga essa abertura como a maior fraqueza possível, visto que ela facilita a corrupção metodológica no meio acadêmico. Por isso, o primeiro passo para estabelecer uma ToE finitista é eliminar essa fraqueza, encontrando e estabelecendo um centro. É isso que iremos fazer aqui.

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Para que possamos construir uma ToE finitista, o primeiro passo é tirarmos uma fotografia do nascimento da Lógica. Ou seja, capturar e formalizar a própria lógica em sua forma mais pura e primitiva. Esse é o primeiro passo racional de qualquer pessoa sã e consciente. Claro que, nesse meio tempo, os acadêmicos do status quo seguirão achando que uma ciência colcha-de-retalhos — sem ToE e sem axioma central definido — é suficiente. Porque no fundo eles não querem unificar nada; só querem perpetuar a segregação.