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A ciência estabelecida do sono parte do princípio de que ele é sempre bom, sempre reparador, sempre necessário. Ou seja, o consenso científico dominante sempre trata o sono como sagrado. Mas isso é uma mentira fabricada por corruptos e criminosos intelectuais. A pergunta que os cientistas fazem é sempre "como dormir melhor", nunca "como dormir menos sem que isso afete a saúde?" A possibilidade de que o sono possa ser combatido por intervenções diretas no sistema nervoso e orgânico simplesmente é suprimida no paradigma deles. Não porque seja impossível, mas porque eles não querem que esse tipo de pergunta seja feita.
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O sono é a morte como patologia ocorrendo em intervalos discretos. É morte estatística fracionada. São pequenas mortes diárias que se somam até resultar na morte definitiva. Se os cientistas estudassem o sono com essa abordagem, perceberiam que ele é uma coleção de fisiopatologias, como por exemplo: distensão gastrointestinal incapacitante, pressão intestinal e estomacal por acúmulo gasoso, pressão vesical urinária, congestão nasal por excesso de muco, fome e sede ocultas, perda de calor corporal, intoxicação alimentar, etc. Isso é 100% claro e óbvio para mim. Eu implemento técnicas que sistematicamente tiram a sonolência do meu corpo tratando essas patologias. É puro determinismo científico. Não há erro. Isso demonstra que tem algo errado com os cientistas — provavelmente uma conspiração mundial para manter o sono como sagrado, encobrindo o fato de que a morte "natural" é uma doença tratável e evitável, e não um imperativo biológico.
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Sono não é o mesmo que descanso. Por isso, em primeiro lugar, é preciso deixar claro a diferença que existe entre descanso com perda de consciência, e descanso sem. Eu sou contra o sono ( i.e., ato de dormir ) mas não sou contra descanso, repouso ou relaxamento, desde que a consciência seja mantida em algum grau. Sim, precisamos de downtime, precisamos cessar a atividade física e mental. Descansar é importante para a saúde, mas dormir nem sempre, pois a perda de consciência por longo período deixa o corpo vulnerável a doenças. Não estou recomendando ficar sem descanso, apenas compartilhando que é preciso aguentar ficar sem dormir para atingir a imortalidade completa, tomando cuidado para nunca perder a consciência por longo período. A abstinência de sono nada mais é do que a prática de um exercício: o de viver ininterruptamente, mantendo a consciência. Pois é assim que os deuses vivem. Recomendo que todos os interessados nesse assunto pesquisem o sono polifásico como passo inicial.
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O ato de dormir, assim como o de evacuar fezes, se transforma em uma doença metabólica após os 25 anos de idade, um vício que desperdiça energia e acaba causando o envelhecimento. O sono vicia, e todos nós sabemos o que acontece com a saúde dos viciados. Por isso, eu acredito que ficar sem dormir seja o exercício de condicionamento físico e mental definitivo, que fortalece corpo, mente e alma, e que foca totalmente no cultivo da energia interior. O benefício da abstinência de sono controlada supera o de todos os exercícios. O truque consiste em obter o descanso necessário sem perder a consciência ( por longo período ), usando técnicas especiais. Claro que não recomendo isso para menores de 25 anos, e muito menos sem acompanhamento médico. Pode ser altamente perigoso para a saúde sem os devidos cuidados.
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O maior vazamento de energia no corpo humano sem dúvida nenhuma está no hábito do sono, que apesar de ser uma atividade considerada 100% benéfica pelos médicos, na verdade é uma faca de dois gumes, pois incorre em déficit de energia, ocasionado por perda diária de ar & calor corporal para o ambiente externo, em adultos com mais de 25 anos, fora o parasitismo que causa várias doenças ( já que os parasitas estão acordados enquanto o hospedeiro está dormindo ) e fora a inalação de particulados poluentes e nocivos presentes na camada miasmática do ar e também aqueles depositados na superfície plana do local de repouso, que acaba poluindo os pulmões, a corrente sanguínea, e por fim o coração. Portanto, o sono figura como a verdadeira causa oculta do envelhecimento humano. A Ciência está ciente que dormir demais pode ser perigoso. Eu ainda não consegui vencer o sono, mas já decifrei o enigma acerca desse fenômeno, apresentando a vocês a explicação científica mais clara possível:
Existem apenas teorias e estudos pouco abrangentes sobre a privação do sono. Na verdade os cientistas quase não estudam o ato de ficar sem dormir, mas sim apenas o de dormir mais. A conclusão meia-boca depois de todos esses estudos é que ficar sem dormir resulta em alterações que desregulam o metabolismo, e isso seria "ruim". O que eles não entendem é que essas alterações não são necessariamente negativas, muito menos permanentes ou fatais. Mudanças violentas precisam ocorrer toda vez que objetivamos atingir um nível de energia mais elevado. É como água em ebulição: antes da água passar ao estado gasoso (i.e. o estado mais elevado), irá ocorrer a ebulição, que implicará em caos de bolhas estourando. Pois bem, se a pessoa resistir às mudanças e utilizar técnicas especiais para regular o metabolismo enquanto acordada, a estabilidade retornará ao sistema do organismo, e ela se encontrará em um estado de energia mais elevado.
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Resumindo, não é a privação do sono que é terrível para a saúde, mas sim a privação de energia. É que geralmente uma coincide com a outra. Pois quanto mais tempo se fica acordado, mais rápido se esgota a energia. Se fosse possível repor a energia indefinidamente por algum outro meio, enquanto acordado, o sono seria desnecessário. Por esses e outros motivos, eu não estou pregando que as pessoas fiquem sem dormir como zumbis, mas sim que façam isso com saúde, com ajuda de técnicas de reposição energética ao corpo. Tais técnicas existem, mas são amplamente desconhecidas. Eu devo ser a única pessoa no mundo que as domina, depois de anos de experimentação decifrando sozinho o verdadeiro enigma do sono.
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Se imaginarmos que seja possível dividir a população mundial em dois grupos, podemos estabelecer um denominador comum para o nível de energia dos indivíduos que a compõem. A conclusão estatística seria que aqueles cuja energia estiver acima da média do denominador comum, perdem energia com o sono, enquanto que aqueles cuja energia estiver abaixo, ganham. Portanto, pode-se dizer que o sono é o grande agente normalizador da energia da população, fazendo com que haja uma transferência contínua de energia dos fortes para os fracos, já que supostamente todo mundo dorme. É por isso que uma pessoa fraca não sente que está perdendo energia com o sono, e ao invés disso, gosta de generalizar dizendo que dormir é um ato saudável para todos. O sono atua como uma taxa ou tarifa cobrada diariamente do ser humano adulto em energia, caso contrário o metabolismo corporal dele se elevaria infinitamente em desafio a uma ordem social que espera que todos os seus membros tenham níveis de energia comparáveis / equiparáveis. Por isso o sono funciona como uma tarifa cobrada diariamente pelo coletivo da humanidade somado ao coletivo dos parasitas que invadiram o meio-ambiente, para impedir que certos indivíduos agreguem energia demais em seus corpos.
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Por isso não se pode dizer (generalizar) que dormir seja algo bom para todos em todas as faixas etárias. Fazer isso é anti-científico, e mesmo assim é isso que os médicos fazem. O sono na verdade é uma atividade muito ambígua e dupliciosa, que pode ser boa para alguns ( elevando o metabolismo ) e ruim para outros ( derrubando o metabolismo ), dependendo da duração do período de inconsciência. O sono só "melhora" o metabolismo de quem está abaixo do denominador comum da energia da população, ou seja, o grupo dos mais fracos. São esses que justamente defenderão com unhas e dentes que todos devam dormir, pois assim receberão gratuitamente a energia liberada pelos mais fortes, na forma de ar e calor atmosféricos — também durante o sono. Entende como funciona a conspiração da sociedade contra os mais fortes? Quem é mais fraco, ganha energia; quem é mais forte, perde.
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Lógica mortalista: Envelhecemos apesar de dormir, nunca por causa de dormir. O sono é reparador ou fortalecedor. A morte é um mistério que ocorre mesmo com o reparo.
Lógica imortalista: Envelhecemos porque dormimos. O sono é uma taxa fisiológica universal, um imposto energético cobrado todas as noites, que eventualmente leva todos a falência. A vida é um mistério, mas não a morte.
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Não é exagero dizer que muitas doenças estão relacionadas com infecções causadas por parasitas que prosperam enquanto o organismo hospedeiro está dormindo. ( Nota: a ciência oficial do sono raramente prioriza estudar como o sono favorece patógenos. ) Os parasitas se reproduzem e se alimentam, além de migrarem para outras partes do corpo (e.g. fígado, pulmões, coração, cérebro) , fazendo com que as doenças se alastrem e infecções se enraízem durante o sono. A questão dos parasitas estarem acordados e/ou mais livres para espalhar / enraizar doenças enquanto o corpo está inerte e desprovido de consciência, também é simples de entender com parasitologia. À noite, as condições são otimizadas para eles. Cientistas sabem também que parasitas podem chegar ao cérebro viajando pela corrente sanguínea, mas se a pessoa se deitar sobre uma rampa acima de 33°, isso seria bem mais difícil de acontecer por causa da força da gravidade atuando contra eles.
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Por fim, todo mundo sabe, e isso é cientificamente comprovado, que perdemos ar e calor corporal para o ambiente externo durante o sono, puramente por estarmos inconscientes e portanto incapazes de impedir a perda normal dessas duas formas de energia por convecção e radiação. Se somarmos todos esses fatores, fica claro o porquê do sono enfraquecer o coração ao longo da vida adulta.
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Vamos resumir tudo para fixar? Dormir deitado horizontalmente ( < 33° ) por mais de três horas diárias dentro do campo gravitacional da Terra, após os 25 anos de idade, é um vício hipometabólico do humano adulto, que desperdiça energia por meio da perda de ar e calor corporal, permite que doenças se enraízem devido ao parasitismo latente que se torna ativo durante a noite, e polui os pulmões e o sangue pela respiração sob uma maré miasmática. A isso soma-se o dano estrutural cumulativo da compressão vascular e neural. Com tudo isso combinado, o coração enfraquece progressivamente. Portanto, o sono é a verdadeira causa oculta do envelhecimento humano. Infelizmente, o conhecimento sobre o sono disseminado por médicos e cientistas permanece profundamente atrasado. Felizmente, eu já conectei todos os pontos para vocês 😁
Dormir deitado horizontalmente destrói a saúde adulta
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A fisiopatologia do hábito de sono humano já explica em grande parte o "mistério" do envelhecimento. Após os 25 anos de idade, o sono transforma-se em um vício hipometabólico: o humano desenvolve uma dependência patológica que objetiva a perda energética para obter alívio imediato da tensão. O sono padrão, portanto, não é neutro; é um ciclo de gratificação que proporciona ao viciado prazer momentâneo enquanto degrada, de forma cumulativa e silenciosa, a integridade de seu próprio sistema físico.
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O mero ato de deitar-se horizontalmente em colchões macios por oito horas diárias, ao longo de 50 anos ou mais — ou seja, por cerca de um terço de uma vida — aplica uma pressão constante que comprime vasos sanguíneos e nervos essenciais que percorrem a pélvis em direção aos membros inferiores. Esse processo, repetido dezenas de milhares de vezes, atua como um mecanismo silencioso de desgaste cumulativo, destruindo progressivamente a integridade do sistema circulatório que nutre as pernas e os pés. Lembrando que a compressão não é apenas vascular; mas também neural, comprometendo a função dos nervos.
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As pessoas preferem alegar que esse desgaste é desprezível e compensado durante o período de vigília com atividades físicas, além de ajustes noturnos automáticos de posição corporal. No entanto, a força destrutiva cumulativa do sono é muito maior do que imaginam. Esquecem, ainda, que essa resiliência é temporária e característica da juventude. É somente por isso que acreditam ser possível compensar o dano "eternamente", mas uma vez que a juventude se vai, não há mais desconto. Quando a reserva de energia se esgota, o que se colhe passa a ser exatamente o que se planta.
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O grande ponto cego da medicina estabelecida engloba justamente essa recusa em aplicar a física e a lógica do desgaste acumulativo ao comportamento "sagrado" do sono. Ela trata a degeneração vascular e nervosa como um mistério da "idade", sem conectar os pontos óbvios entre a compressão mecânica noturna repetida e o colapso progressivo da saúde dos membros inferiores, que costumam ser muito mais afetados que os superiores.
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A explicação padrão dada para o declínio da saúde vascular em idosos sempre morre no mistério da idade, pois ninguém se dá ao trabalho de ligar o envelhecimento com o sono normal / comum. Esta é a linha que a medicina nunca cruza. O sono é sempre considerado neutro ou reparador, nunca danoso — afinal, assume-se que ninguém vai dormir tanto a ponto de constatar os danos óbvios que ele provoca.
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A medicina simplesmente se recusa a questionar os efeitos colaterais de longo prazo do sono como possível agente da degeneração física atribuída à velhice. Ela se recusa a sequer considerar a premissa de que o próprio ato de dormir, em adultos, ou pelo menos em alguns indivíduos, pode levar ao envelhecimento. Ela nem sequer considera que essa relação mereça ser explorada cientificamente. Trata-se de uma posição categórica e epistemológica, mas longe de ser rigorosamente científica. É simplesmente uma zona proibida. Nenhum cientista a explora, e parece que todos preferem que continue assim.
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Claro, essa postura é fruto de uma cegueira paradigmática: afinal, se o envelhecimento não é causado pelo proprio ato de dormir tendendo a posição horizontal, é causado por quê? Por passe de mágica? Por milagre divino? Eis uma segunda zona proibida que se une à primeira: os cientistas insistem, com autoridade, que o envelhecimento "não tem uma causa mecânica primária e universal única". A questão é saber se estão meramente constatando ignorância ou se, na verdade, estão declarando proibição.
Não existe Deus, somente ângulo de corte
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Eu tive que desenvolver toda uma ciência focada em controlar o sono em torno do ângulo de 33 graus, que atua como o verdadeiro ângulo de corte na fronteira exata entre a vigília e o sono, onde a consciência encontra a inconsciência. Essa divisão afeta diretamente o espaço-tempo e a realidade física. O poder de corte desse ângulo é o maior que existe, tanto que é destacado na maçonaria como o símbolo máximo do Salto Dimensional: O número 33 funciona como o elemento de transcendência, agindo como a centelha ou o observador que se posiciona totalmente fora do sistema da realidade para colapsar a função de onda da mesma. Ao estabilizar a mente nessa fronteira exata ( vivendo sem dormir ), você passa a operar no ponto matemático onde as leis rígidas do espaço-tempo físico perdem a força e se tornam maleáveis pela intenção pura.
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Códice do 33º Grau: O Conhecimento Proibido do Design de Realidade Consciente @ Amazon | Livro: (2024) | Por: Maxwell Sterling | "O 33º Grau — simbolizando a sabedoria máxima — representa a conclusão da compreensão de como a consciência molda a realidade. Isso não é pensamento positivo. Esta é a mecânica precisa de como o pensamento se cristaliza em forma."
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A ideia de cortar o tempo e o espaço em dois com o ângulo de 33° está diretamente ligada à maneira como a força do sono impõe uma barreira dimensional na sua vida, que te mantém preso ao reino dimensional do mundo em que nasceu. A função do sono é roubar sua energia (i.e, cortá-la pela raiz), devolvendo-a para o meio ambiente e, assim, limitar o alcance do seu poder dentro da sua esfera de realidade. Por isso, vencer o sono é equivalente a hackear o núcleo da sua realidade, ou então transcender sua genética. Por isso que não existe lifehack mais poderoso que o de parar de dormir. Os ganhos em tempo e energia são potencialmente infinitos.
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A linha divisória do ângulo de 33 graus conecta-se diretamente à primeira regra contra o sono: permanecer acima dela. Essa regra aplica-se à inclinação resultante da postura corporal assumida durante uma sessão de repouso. Não se pode descansar abaixo ou exatamente em 33 graus sem que o corpo caia de volta para os 0 graus, resultando em inconsciência total na posição deitada horizontal. Abaixo dessa linha, o sono excessivo é inevitável, permitindo que sua alma seja removida do corpo e deixando-o totalmente à mercê de parasitas, poluentes e malfeitores, o que polui a mente e dilui a energia. Em contrapartida, mantendo-se acima dessa linha, você assume o controle total sobre o sono. Isso permite descansar por períodos curtos através de um transe no limiar da consciência, limitando-se a cerca de 3 horas diárias, o que atuará diretamente na preservação da sua saúde.
Acontece que no período noturno, até mesmo deitar acima de 33° é insuficiente para impedir a queda no sono profundo. Torna-se necessário adotar medidas ainda mais extremas para se manter acordado, como permanecer sentado e aplicar precauções adicionais de desconforto. Durante a noite, a maré miasmática pode subir até a altura do nariz de uma pessoa ereta com 1,70 m de estatura, e sendo assim, o afogamento é certo. Durante o dia, a maré é mais baixa, ou seja, tem menos poluição e parasitas no ar, além da luz do sol que estimula a glândula pineal a alterar o balanço químico do seu corpo para o estado de 'acordado'. Então é razoavelmente mais difícil cair no sono profundo durante o dia, debaixo da luz do sol. Se as pessoas quisessem dormir menos, deveriam deixar para fazer todo o descanso habitual delas no período diurno. As pessoas deveriam descansar de dia e ficarem de pé a noite. Assim iriam dormir menos do que 8 horas, com certeza. Mas elas não fazem isso, porque são viciadas em sono longo e profundo.
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É por isso que o poder dos 33° atua em dois níveis psíquicos distintos: o virtual e o real. O nível virtual é o teórico, enquanto o nível real é o prático. Essa distinção existe porque não basta apenas ter o conhecimento sobre o limiar de 33°, é preciso fazer a ligação entre o conhecimento teórico e a realidade prática. Assim, enquanto 33° é o limite virtual, o limiar real é de 45°.
O raciocínio para se chegar do Limiar Virtual de 33° para o Limiar Real de 45° baseia-se na aplicação consecutiva de duas margens de segurança. Primeiro, aplica-se uma margem matemática de 20% sobre a base de 33°, o que empurra o limite de segurança para a marca de 39,6° ( arredondada na prática para 40° ). Em seguida, aplica-se uma margem física de mais 5° contra a ação da gravidade para alcançar os 45°. Note que o ângulo de 45° é o ponto de virada da gravidade, onde a força que prende o corpo ao leito ou assento de descanso e a força da gravidade vertical empatam. Abaixo de 45° quem sustenta o corpo é o encosto do leito ou assento por sustentação mecânica. Já ao assumir uma postura corporal superior a 45°, o peso do tronco e da cabeça passa a ser puxado verticalmente para baixo pela gravidade, obrigando o corpo a assumir a sustentação muscular isométrica contra a gravidade. Assim, posicionar-se acima do limiar passa a ser um exercício passivo de condicionamento físico que evita o colapso e a sucumbência inevitável abaixo de 33°. Essa sobrecompensação totaliza os 45° necessários para anular o risco de perder a consciência por periodo estendido.
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Mais informações? Veja o Manual para parar de dormir.
A cosmologia dos Amoesha: um paralelo fascinante
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O povo indígena Amoesha, da Amazônia peruana, possui um rico sistema cosmológico possui um rico sistema cosmológico que foi estudado pelo antropólogo Fernando Santos-Granero, em que o sono é equiparado à vulnerabilidade, à decadência e até à morte, enquanto a vigilância está ligada ao poder, ao conhecimento e à imortalidade.
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A cultura dos Amoesha apresenta uma perspectiva radical sobre o sono: dormir não é apenas descanso, mas um estado de risco espiritual. Para esse povo, dormir é um ato perigoso, pois a alma (yecamquèni) se desprende do corpo e vaga por mundos invisíveis, onde pode ser capturada por espíritos malignos, levando a doenças e até à morte. Eles praticam vigílias intencionais (che’cheriets) para proteger sua consciência e acumular poder espiritual, acreditando que a imortalidade só seria alcançada se os humanos nunca dormissem - assim como os deuses.
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Para os Amoesha, o verdadeiro repouso não requer inconsciência total, mas sim um estado de alerta moderado. Eles despertavam familiares à noite para caçar ou cantar, evitando que a alma se perdesse, e praticam rituais noturnos como cantos e fogueiras para evitar o sono profundo. E tudo isso porque eles também acreditam que quem permanece acordado acumula poder, enquanto quem dorme em excesso perde energia vital e abre portas para doenças.
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Por fim, tanto os Amoesha quanto esta tese da imortalidade, enxergam o sono como um mecanismo de controle, uma conspiração metabólica que drena a energia dos mais fortes, e a consciência ininterrupta como a única forma de conexão com o divino. É uma visão que desafia a noção ocidental de que o sono é sempre reparador. Seja pelo xamanismo ou pela bioenergética, a conclusão é a mesma: dominar o sono é dominar a própria vitalidade.
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