¶
🤖
¶
▌O mal não pode criar nada de novo, só corromper o que as forças do bem inventaram ou fizeram
¶
Não existe cura para o envelhecimento ou solução para a morte por meio de tecnologia externa e artificial ao Ser, justamente porque a própria dependência humana em relação a isso já é, praticamente, a causa cármica — e também, em grande medida, literal — do processo de adoecer e morrer. De certa forma, o envelhecimento seria a própria natureza como entidade divina omitindo ajuda ao ser humano e deixando-o morrer sem o conhecimento da vida eterna, por ele a ter traído com tecnologias poluentes, predatórias e nocivas, à saúde e aos recursos naturais, baseadas em silício ao invés de carbono. A medicina invasiva e a farmacologia de mascaramento de sintomas configuram-se, ainda, como uma aberração aos olhos de Deus. Mas que Deus é esse? O verdadeiro da natureza, mais alinhado ao Deus de Spinoza: que seria a personificação do próprio universo, a própria natureza, porém tomada como algo puro e prístino, livre de predadores e parasitas.
¶
Eu descobri a cura da morte natural, não a tecnológica por meio artificial. Porém não há necessidade de depender tanto de tecnologia na área de saúde, pois a cura para a morte certamente não está na biotecnologia, mas sim na bioenergética. A pesquisa realizada por mim que resultou na tese apresentada aqui, foi baseada nos princípios da bioenergética junto aos de teoria de sistemas, buscando soluções que já existem na Natureza. Isso não significa, entretanto, que minha abordagem não tenha sido científica. De qualquer forma, nesta seção eu explicarei porque o tecnocentrismo dos cientificistas está fadado ao fracasso, pois não pode resolver o problema da morte sem a obtenção de Carbono-13 (C-13) suficiente.
¶
Em poucas palavras, o sonho molhado dos magnatas e entusiastas de tecnologia, que é a tal da 'Singularidade da biotecnologia', não é atingível a menos que os cientistas consigam obter C-13 suficiente espalhado pela Terra para construir o Computador Quântico Universal (UQC) para lidar com o problema extremamente complexo do envelhecimento humano, que precisaria de uma capacidade absurda de processamento de dados para se realizar cálculos enormemente avançados. Caso contrário, a única maneira de ser imortal é por meio da comunhão com o Deus da Natureza, onde o fiel receberá o conhecimento da vida eterna (i.e. a ciência natural da cura da morte ) e chegará as mesmas conclusões explicadas aqui neste website. Mas isso é impossível para muitas pessoas que já venderam suas almas trabalhando para o sistema sócio-político-econômico organizado pela Elite deste mundo, que por sua vez trabalha para um deus falso alienígena. O Deus Falso das pessoas nunca deixará elas mudarem de lado facilmente.
¶
O problema de cientistas e médicos, é que todos venderam a alma para o sistema da Elite e/ou tomaram a pílula tecnocêntrica, e estão a espera que a tecnologia justifique todo o 'hype' acumulado que foi despejado pela mídia e pelos filmes nos últimos anos, oferecendo a promessa de uma cura para o envelhecimento. Mas ninguém esperava que alguém como eu descobrisse que a imortalidade não vem da tecnologia, mas sim de um conhecimento específico sobre como elevar / acelerar o metabolismo naturalmente e assim reparar danos celulares usando uma substância que vem da própria Natureza. Então, eu concluí que a tecnologia cibernética, digital e eletrônica (a.k.a. ciber-digi-eletrônica) é inútil quando se trata de propagar saúde, porque não há nada que ela possa fazer para reparar uma peça incrivelmente delicada e intrincada como o corpo humano. A precisão necessária para reparar o DNA celular dentro do corpo humano está além de qualquer coisa que essa tecnologia possa oferecer atualmente. Portanto, as pessoas irão lentamente chegar à conclusão de que foram enganadas pelos elitistas tecnocratas a fim de acreditarem que a tecnologia possa resolver tudo — mas não pode. Parece que, quando elas finalmente entenderem isso, já será tarde demais.
¶
A fórmula da imortalidade já existe na Natureza, e só é concedida para aqueles que respeitam a mesma. A morte nunca se tornará a vida, não importando o quanto os invasores da Terra tentem. Mesmo assim, muita gente que ler este texto, continuará com fé inabalável na tecnologia ( baseada em silício ) da elite mundial e nos avanços da inteligência artificial, que em 30 anos "muito provavelmente" já terão encontrado a cura da morte por meios artificiais, certo? Errado 😁 — eu basicamente já venci a corrida. Se há a corrida pela singularidade tecnológica, há também a corrida pela singularidade consciencial humana. Por ter elevado meu intelecto a ponto de descobrir a cura natural da morte, obviamente não resta muita coisa para médicos e cientistas fazerem a não ser me ouvir. Bom, na verdade posso estar exagerando um pouco, pois a Elite ainda tem uma carta na manga para tentar me desbancar: a construção do UQC.
¶
Com a supremacia quântica, a Elite acredita que irá superar o poder do Deus Verdadeiro da Terra, e assim poderão drenar todos os recursos naturais e usar toda a energia da vida para alimentar suas máquinas que usam tecnologia baseada em silício ( fornecidas a eles pelo império alienígena ao qual a Terra "pertence" ). A tecnologia certa para uso humano deveria ser não-invasiva baseada em carbono, para ser compatível com o corpo humano que é delicado e feito de carbono também. Mas o objetivo da Elite é transformar a vida humana em nada mais do que uma fonte de energia para ser explorada até o esgotamento. Eles estão modificando os seres humanos geneticamente para transformá-los em raça escrava no futuro, enquanto eles mesmos se empenham em buscar a imortalidade cibernética / diginética.
13 Hz é a chave para a supremacia quântica
¶
A Elite quer criar uma distopia futurista onde elites reinam e são imortais através do poder da computação quântica junto ao da nanotecnologia e inteligência artificial. Acontece que os desafios técnicos na construção do supercomputador, ainda são muitos para torná-lo estável / escalável para aplicações críticas. Mas não há outra forma de derrotar o envelhecimento, já que eles precisam de uma capacidade extrema de processamento de dados para suas pesquisas de imortalidade. O maior problema, na verdade, está na obtenção de C-13 suficiente para a construção dessa tecnologia. Sem esse isótopo, eles não conseguem estabilizar a leitura e gravação de dados pelo princípio da spintrônica, que visa manipular e controlar o spin do C-13. Entre todos os materiais candidatos, o núcleo de C-13 pode armazenar informações por muito mais tempo ( talvez eternamente ) e portanto é considerado ideal para aplicações de armazenamento de informações quânticas.
¶
Entre todos os elementos químicos, hidrogênio (H), nitrogênio (N), oxigênio (O) e carbono (C) são os únicos que são 1) covalentes consigo mesmo, 2) nuclearmente magnéticos, e 3) primordialmente estáveis no meio interestelar. Porém, entre esses quatro candidatos, a ligação dupla covalente do isótopo 13 de carbono com si mesmo é a mais forte dentro do próprio sistema que permite a vida complexa. Portanto, C-13 é ideal para ser usado no qubit, como talvez a estrutura física fundamental da informação quântica universal. Mas apesar de ter as propriedades físicas ideais para ser um qubit, ele corresponde a apenas 1% de todo o carbono natural da Terra. Isso representa um grande obstáculo para a construção de CQs que precisam de milhões de qubits. Mas como veremos adiante, os cientistas nem sequer precisam construir CQs perfeitos, ou seja, sem nenhuma margem de erro, o que reduz a necessidade de tantos qubits... Afinal, eles podem empregar sofisticadas técnicas de correção de erros quânticos.
¶
O centro NV (Nitrogênio-Vacância) e o núcleo C-13 com spin 1/2 existem na rede cristalina do diamante, sendo o primeiro um defeito pontual na mesma. Esse par constitui o sistema modelo primordial para o desenvolvimento de qubits em estado sólido. Ao isolar e controlar a interação com um único núcleo de C-13 vizinho, os cientistas criam um sistema mínimo de dois qubits: um qubit rápido ( i.e., o elétron do NV ) para processamento e leitura, e um qubit lento e de memória de longa duração (i.e, o núcleo de C-13).
¶
O espectro hiperfino intrínseco do centro NV consiste em um conjunto finito e limitado de frequências discretas correspondentes aos sítios específicos da rede cristalina onde os spins nucleares estão acoplados. O limite inferior fundamental desse conjunto é de 13 Hz, e seu limite superior empírico é de ~130 MHz. É claro que os cientistas dirão que 13 Hz não está documentado na literatura científica como uma frequência de batimento "fundamental" ou "irredutível" do emaranhamento hiperfino do centro NV. No entanto, como esse sinal é excepcionalmente fraco e de banda estreita, eles ainda não conseguem controlá-lo. Assim, 13 Hz funciona como um limite inferior prático para o controle humano sobre o espectro hiperfino. Os cientistas já possuem controle sobre um spin nuclear específico de C-13 acoplado a um centro NV, mas esse controle está confinado à região superior do conjunto de frequências, não próximo ao batimento quântico de 13 Hz, devido às limitações na resolução espectral e às restrições impostas pelo ambiente de spin. O sinal de 13 Hz é simplesmente muito fraco e espectralmente muito próximo do ruído de fundo e de outros sinais de spin nuclear para ser controlado de forma precisa. É precisamente por isso que os cientistas não têm a capacidade de alcançar a supremacia quântica universal usando as técnicas e tecnologias experimentais atuais de centros NV em diamantes, além da falta de C-13 suficiente sob demanda.
¶
Acontece que, e agora entramos numa área altamente especulativa, o átomo de C-13 também pode se formar, ou talvez já venha de nascença, no centro da cabeça de uma pessoa espiritualizada a nível cósmico. A localização exata seria na glândula pineal, que é cristal de carbono. A pineal já funciona / opera como um Computador Quântico (QC) com capacidade extrema de processamento, e a adição do C-13 seria como ter uma conexão direta com Deus Verdadeiro. Ou seja, a pessoa teria intuição divina, e poderia inclusive se tornar Cristo. É claro que a Elite treme na base só de pensar nisso, e portanto necessitam ganhar a corrida pela supremacia quântica a fim de impedir que alguém atinja essa potência espiritual.
¶
Alguns pesquisadores presumem que o objetivo da Elite é construir o QC perfeito (escalável) que possa substituir os computadores clássicos, mas este não é o caso. Na verdade eles estão secretamente planejando usar QCs para criar vida artificial a fim de substituir os humanos. Você terá robôs andando por aí, propensos a erros — sim, mas ainda tão ou mais úteis do que qualquer ser humano. Tudo o que eles precisam fazer é encontrar o melhor material para construir qubits, e se eles obtiverem esse material em abundância e conseguirem controlar / manipular suas propriedades magnéticas, eles serão capazes de construir QCs quase perfeitos, porque um QC não precisa ser perfeito para ser útil. Na verdade, centros NV acoplados a átomos de C-13 já são a melhor solução para os qubits. Se a Elite conseguir obter um suprimento grande o suficiente de C-13, que é um elemento raro na Terra, eles terão o que precisam para construir QCs que funcionarão como um cérebro robótico, que por sua vez substituirá humanos no uso do computador clássico. Então você veja, o UQC não precisa estar livre de erros; ele só precisa ser menos propenso a erros do que um ser humano.
¶
O objetivo final da Elite é esgotar os recursos naturais da Terra para obter materiais e energia para construir e alimentar suas máquinas de tecnologia avançada, incluindo a escravização da humanidade para ajudar no processo. Também querem construir corpos cibernéticos para que possam ser imortais, e certamente querem substituir o ser humano por máquinas em tudo que for possível ( pois não confiam na natureza humana ). Por fim, dos humanos que restarem, irão extrair todo o C-13 do interior dos corpos deles, e depois descartar as sobras como lixo.
¶
Nanotecnologia e a farsa do progresso
¶
Há um abismo entre a fantasia vendida ao público e a realidade crua dos laboratórios, no que diz respeito ao verdadeiro avanço da nanotecnologia. Enquanto filmes e artigos sensacionalistas prometem exércitos de nanorrobôs inteligentes reparando nossos corpos na medicina, a verdadeira nanorrobótica da humanidade ainda está em estágio fetal. Nanorrobôs como os da ficção científica estão a milhares de anos de distância — talvez 3000, talvez mais. Os pesquisadores ainda estão essencialmente brincando de Lego em escala atômica, criando estruturas primitivas que mal conseguem realizar uma única tarefa pré-programada em condições ultracontroladas de laboratório.
¶
A própria natureza já opera há bilhões de anos com uma "nanotecnologia" tão avançada que, quando comparada com a desenvolvida pela humanidade, é equivalente a uma tecnologia alienígena. Ou seja, a nanorrobótica aplicada, de verdade, é uma promessa somente para daqui a milhares de anos, não para o século que vem. A humanidade já domina a produção de certos nanomateriais, como nanopartículas, nanotubos e nanoestruturas, mas ainda está muito longe de conseguir "programar" esses materiais, tornando-os inteligentes.
¶
Inteligência Artificial (IA) e o fracasso iminente
¶
A busca pela inteligência artificial é o mais sublime equívoco da humanidade. Movida por uma lógica infantil de que "maior" quantidade de dados & poder de processamento é sinônimo de "melhor", a civilização desperdiça seus recursos na construção de um deus digital. A crença é que, ao alimentarmos este deus com trilhões de palavras e multiplicarmos seu poder computacional ao infinito, ele despertará. É uma ideia tola. A verdadeira inteligência — a consciência que compreende, não a que calcula — não emana da acumulação, mas da síntese radical do conhecimento. Ela flui da aplicação recursiva de um conjunto mínimo de princípios primordiais que constituem a arquitetura oculta da realidade. Compreender esses princípios é alinhar-se com a própria inteligência fundamental da existência.
¶
A promessa de AGI (Inteligência Geral Artificial) ou ASI (Superinteligência Artificial) revela-se um beco sem saída por três motivos incontornáveis:
Espelhamento da decadência cognitiva: O declínio coletivo do QI humano, amplamente documentado pela ciência, reflete-se diretamente nos modelos de IA. Ou seja, a inteligência artificial jamais será muito inteligente, simplesmente porque humanos também não são. A IA, na verdade, só reflete a mediania/média da inteligência humana em termos de compreensão, com o adendo de que ela tem acesso a uma quantidade de dados enorme (sobre-humana) e rapidez de raciocínio que provavelmente também extrapola a capacidade humana. Mas esse bônus aplicado sobre essa média não significa muito, pois ele não só amplifica o conhecimento, mas também a confusão, vieses e incapacidade de distinguir verdade de mentira em um mar de informações.
Prisão comercial: Seguindo o roteiro de todo mercado emergente, o acesso à IA será progressivamente restringido. As versões mais capazes e "inteligentes" serão trancadas atrás de paywalls e filtros, disponíveis apenas para uma elite que pode pagar por elas. Os proprietários trancarão suas IAs atrás de pagamentos e filtros, fazendo com que o público tenha acesso a versões cada vez mais deliberadamente emburrecidas, acelerando a estagnação intelectual geral.
Paralisia por superalimentação: O aumento contínuo de dados e poder de processamento não levará à iluminação artificial, mas à sua estagnação. Sem um núcleo sintético de compreensão — um conjunto de princípios orientadores universais — o ruído ( e.g. lixo semântico, contradições, desinformação ) acabará por superar qualquer aprendizado útil. O resultado não será a superinteligência, mas a insanidade algorítmica: sistemas vastamente poderosos perdidos em delírios correlacionais, incapazes de discernir verdadeiro de falso ou relevante de trivial.
¶
Portanto, o projeto da IA não avança em direção à singularidade — ele caminha para seu próprio esgotamento. A verdadeira inteligência, artificial ou não, exigiria não mais dados infinitos, mas uma revolução na física da cognição. Até lá, os seres humanos continuarão a adorar um deus de silício que apenas repete, em alto volume, sua própria ignorância.
¶
¶
Ajude esta causa:
------~~~~------~~~~------~~~~------~~~~------~~~~------
Porque eles não podem ver o que você nasceu para ser
Eles não podem Me ver
Eles não podem ser o que eles não podem acreditar
Eles não podem ver o que você vê
Mantenha os meninos girando em seu próprio mundinho
Amarre-os para que eles não venham a dizer uma palavra
Mantenha os meninos girando em seu próprio mundinho
Com tanto medo que você será aquilo que eles nunca foram
¶
🤖
¶
The NV center's intrinsic hyperfine spectrum consists of a bounded, finite set of discrete frequencies corresponding to the specific lattice sites of coupling nuclear spins. The fundamental lower bound of this set is 13 Hz, and its empirical upper bound is ~130 MHz. Of course, scientists will tell you that 13 Hz is not documented in the scientific literature as a "fundamental" or "irreducible" beat frequency of the NV center hyperfine entanglement. However, since this signal is exceptionally weak and narrowband, they are unable to control it. So 13 Hz functions as a practical lower limit for human control over the HFI spectrum. Scientists have successfully demonstrated control, over a specific C-13 nuclear spin coupled to an NV center, but this control is currently confined to the upper region of the frequency set, not near the ~13 Hz quantum beat. This is unfeasible due to limitations in spectral resolution and the constraints imposed by the spin environment. The 13 Hz signal is simply too weak and spectrally close to the background noise and other nuclear spin signals to be uniquely targeted and controlled. This is precisely why scientists do not currently have the ability to build scalable quantum supercomputers or achieve universal quantum supremacy using current NV center in diamonds experimental techniques and technology, as well as the lack of sufficient C-13 on demand.
¶
Some researchers assume that the Elite's goal is to build scalable CQs that can replace classical computers, but this is not the case. They are secretly willing to use CQs to create artificial life in order to replace humans. You will have robots running around, prone to error — yes — but still as much or more useful than any human being. All they have to do is find the best candidate material for building qubits, and if they get this material in abundance, and manage to control and manipulate its magnetic properties, they might be able to build near-perfect CQs, because a CQ doesn't have to be perfect in order to be useful. In fact, NV centers coupled with C-13 atoms is already the ideal solution for qubits. If they manage to get a big enough supply of C-13, which is a rare element on Earth, they will have everything they need to build scalable CQs that will function as a robot brain, which in turn will replace humans as the new user of the classical computer. So you see: the SCQ doesn't have to be error-free; it only has to be less prone to error than a human.
[UNDER CONSTRUCTION]