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"Eu não preciso de bactérias no meu intestino para viver. Só preciso de comida limpa e nutrição pura. Mesmo sabendo que, em tese, existem sempre micróbios nos alimentos, nunca vou deixar de purificar-me por dentro, expulsando toda a flora intestinal através da prática da não-evacuação. Porque no fim, eu sei que todas essas bactérias são parasitas disfarçados."
O melhor exemplo da mentalidade intervencionista e sabotadora da ciência mortalista que dominou a humanidade, está no processo digestivo e na chamada “flora intestinal”. A medicina convencional prega que "precisamos de bactérias" para digerir os alimentos, mas isso, na visão imortalista, é uma mentira. Vírus, fungos e bactérias não são simbiontes; são parasitas: agentes externos que infestam o Templo Sagrado ( o corpo ) e impedem sua evolução rumo a um estado de pureza energética e eficiência compatível com a Imortalidade. A suposta flora intestinal “benéfica” só existe porque o corpo ainda não conseguiu expurgar todos os invasores. E o que acontece quando o sistema imunológico finalmente tenta eliminá-los? Um exército de nutricionistas, médicos e farmacêuticos — com a cumplicidade voluntária do paciente — se mobiliza para suprimir a resposta imune e restabelecer o “equilíbrio” parasitário.
A visão da ciência convencional sobre as bactérias é mutualista, sustentando que elas beneficiam o hospedeiro humano, auxiliando na digestão e na produção de nutrientes. No entanto, essa narrativa é, na melhor das hipóteses, ingênua. Do ponto de vista da imortalidade biológica natural, devemos descartar de vez o conceito de "bactérias benéficas". Não existe simbiose real, só colonização oportunista e parasitismo bem disfarçado. À medida que o hospedeiro enfraquece, esses microrganismos consomem avidamente os recursos do mesmo até a exaustão total. E como prova definitiva, após a morte, a partir do momento em que as defesas do corpo cessam, toda a microbiota intestinal "benéfica" ou patogênica, sem rótulos de "boa" ou "ruim", devora o organismo sem piedade.
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Surpreendentemente, pesquisas recentes estão fazendo cientistas repensarem esse assunto e começarem a enxergar que os micróbios intestinais não são "amigos" da saúde humana, mas inimigos em diversos casos, já que o sistema imunológico tem que constantemente lutar para mantê-los sob controle, drenando 30% da energia vital só para contê-los — energia que poderia regenerar células. Isso consome uma enorme quantidade de energia durante a vida, indicando que os micróbios na verdade podem estar causando o envelhecimento humano, ou no mínimo promovendo-o e acelerando-o [E112, E113]. O ideal parece ser viver sem um microbioma intestinal, com um trato intestinal completamente estéril, embora isso pareça impraticável e perigoso dentro das condições de vida das pessoas presas ao dogma da simbiose.
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A descoberta chocante de que nosso microbioma intestinal promove o envelhecimento @ New Scientist | Matéria: (2025) | "Manutenção intestinal cara. "... ratos de laboratório com um microbioma normal, protegidos de patógenos, também vivem menos e são menos saudáveis do que seus equivalentes sem micróbios. Deve haver algo em ter um microbioma que reduz a saúde e a longevidade. "Descobrir exatamente o que ainda é um trabalho em andamento, mas há algumas pistas. [Filipe] Cabreiro [da Universidade de Colônia na Alemanha] descobriu que a energia necessária para manter um microbioma exerce um grande impacto no metabolismo do hospedeiro, o que pode contribuir para a imunossenescência e o envelhecimento geral. "Isso o levou ao que ele chama de uma ideia provocadora: manter o microbioma é, na verdade, um enorme peso que, em última análise, reduz nossa expectativa de vida e, em um mundo ideal, não precisaríamos dele. 'Já não tenho mais certeza de que haja algum micróbio bom', disse ele na conferência sobre pesquisa em envelhecimento. 'Falamos constantemente sobre micróbios bons e ruins. De um ponto de vista puramente de envelhecimento, até agora, todas as evidências que vi são de que animais livres de germes são, na verdade, mais saudáveis e melhores do que qualquer animal colonizado. Sim, claro, no mundo real, precisamos de um microbioma, mas isso tem um preço.'"
Bactérias intestinais podem ser responsáveis por distúrbios intestinais, incluindo câncer @ New Scientist | [Neste artigo encontramos talvez a evidência mais direta de que a relação entre bactérias intestinais e o hospedeiro humano pode ser parasitária, especialmente na oncologia. De fato, há cada vez mais evidências de que alguns tipos de câncer de intestino são causados por bactérias.]
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A ciência convencional afirma com segurança que um microbioma "disbiótico" ou "desequilibrado" causa doenças ( como inflammaging ), enquanto um microbioma "equilibrado" ou "simbiótico" promove a saúde. Este é o dogma central. No entanto, a verdade é que não há consenso científico sobre o que realmente constitui um microbioma "saudável" ou "equilibrado" [E117], nem se tal estado sequer existe. É uma caracterização vaga e altamente variável entre indivíduos, populações e faixas etárias. Diante disso, é muito mais viável pela visão imortalista concluir que qualquer colonização intestinal é inerentemente disbiótica: uma fonte persistente de estresse inflamatório que o corpo deve controlar constantemente, até que eventualmente não consiga mais fazê-lo, resultando em envelhecimento [E118]. A mera presença de um microbioma intestinal ( em adultos com mais de 25 ) já torna o organismo mais doente e mais próximo da morte do que a ausência de um. Não enxergar isso é uma falha fundamental na gastroenterologia e na ciência do corpo humano como um todo.
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A relação entre o hospedeiro humano e o microbioma intestinal não é uma simbiose, mas um parasitismo de baixo nível tolerado, porque os custos de eliminar esses microparasitas são maiores que os benefícios. É um equilíbrio instável e temporário, não uma amizade, que se revela falso quando se estabelece a ligação causal com o inflammaging, cânceres e outras doenças. Mas diante da aparente impossibilidade de erradicação, a ciência mortalista optou por normalizar essa colonização, rebatizando-a de "parceria complexa". Esse reframing serve para mascarar uma realidade cruel: o corpo humano abriga um ecossistema perigoso, mas lucrativo. A indústria de probióticos é a prova final desse negócio. Para eles, é melhor vender a ilusão de "equilibrar a flora" do que admitir a verdade que ela deve ser minimizada ou expulsa.
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Vivendo sem evacuar
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Eu fui capaz de parar de evacuar fezes (i.e. defecar), me alimentando normalmente de uma dieta pobre em fibras e sustentando um estado de saúde normal, sem nenhuma sequela, já fazendo quase 4 anos. Isso mesmo: não possuo sintomas negativos. Eu consigo viver sem "fazer cocô", sem que isso afete a minha saúde. Não estou relatando um problema de saúde grave ( pois fiz isso intencionalmente ), mas sim descrevendo uma situação biológica única, um fato novo e sem precedentes de enorme interesse científico. Acredito que esse conhecimento tem o potencial de salvar vidas, pois desafia o entendimento biológico fundamental e abre novas vias para pesquisa. Tal anomalia biológica, se verdadeira e saudável, poderia levar a uma reavaliação das necessidades nutricionais, da função do microbioma intestinal e da própria definição de saúde humana.
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Meu corpo não emite fezes porque ele simplesmente não as produz em estado sólido. Eu consegui elevar e estabilizar meu metabolismo corporal a ponto que o meu sistema entérico expulsou a flora bacteriana, e o meu estômago potente digere a comida até só restar líquido ( obs.: minha dieta não foge muito do normal ), sendo que em seguida o líquido é quase totalmente absorvido pelas paredes intestinais. Isso está saturando minhas células com energia e nutrientes há anos, resultando em maior homeostase corporal, aumento de força e uma sensação constante de bem-estar. Essa eficiência digestiva também me permite suportar períodos mais longos sem comer em comparação com pessoas comuns, devido à minha economia energética bem acima do normal.
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O segredo está no fato que o meu corpo simplesmente não produz fezes sólidas, pois digere a comida totalmente até virar líquido, que acaba sendo (quase) todo absorvido pelo trato intestinal. No fundo bastou que eu permitisse ao meu corpo fazer a digestão até o fim, transformando tudo em líquido, pois como será visto mais adiante, o bolo fecal é um tipo de digestão interrompida ou mal-acabada. Mas como exatamente eu fiz isso? Bom, na época eu não sabia bem o que estava fazendo. Eu já havia reduzido a taxa de evacuação para graus extra-humanos, graças a um treinamento físico e mental que buscou controlar o cérebro entérico para suprimir o impulso nervoso de movimentos peristálticos, e exercer força para contrair a musculatura esfincteriana a fim de fechar a saída do ânus. Mas isso ainda não era suficiente, já que meu corpo ainda formava matéria fecal sólida. Foi então que eu percebi que isso tinha a ver com a presença da flora bacteriana.
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Os cientistas descobriram um "segundo cérebro" no intestino. Conhecido como sistema nervoso entérico (SNE), essa complexa rede neural contém aproximadamente 100 milhões de neurônios — um número superior ao encontrado na medula espinhal. O SNE desempenha um papel crucial na regulação da digestão, além de se comunicar com o cérebro principal, afetando o humor e o bem-estar. Com isso, a verdade científica sobre o processo da digestão, é que as fezes só são formadas pela presença da flora bacteriana ( em associação com vírus e fungos ) controlando o sistema entérico com substâncias neurotransmissoras, e assim influenciando o hábito alimentar das pessoas, já que podem influenciar o cérebro e potencialmente todo o sistema nervoso com ajuda dos fungos da camada miasmática do sono. A verdade dolorosa é que o controle dos parasitas sobre o sistema nervoso humano é bem mais profundo do que geralmente se reconhece. Acredito que esse controle possa, de fato, chegar a 100%.
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As bactérias são parasitas disfarçados. Elas enganaram até mesmo os cientistas. Por isso, para ser imortal, é preciso jogá-las para fora do corpo. Uma vez expulsa a microbiota intestinal, a formação de bolo fecal irá diminuir ou interromper, dependendo da dieta alimentar adotada. Note que ao eliminar as bactérias, o meu corpo sofreu muito sim, e isso apresentou riscos à minha saúde, mas uma vez superado o processo de adaptação, agora me sinto ótimo, e posso desfrutar de ter me tornado sobre-humano com o poder de viver sem evacuar ( ou algo próximo a isso considerando as precipitações de líquido acidentais que ocorrem durante a perda de consciência ).
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A presença da flora bacteriana intestinal forma redes complexas de biofilmes, que atuam como uma matriz, condensando e agregando resíduos digestivos em grânulos fecais. Esse processo, juntamente com a reabsorção de água pelo cólon, permite o ressecamento e endurecimento progressivo do bolo fecal. Isso garante um ambiente estável para a sobrevivência e proliferação das bactérias instaladas no interior do intestino. Vale ressaltar que esse não é o único fator responsável pela formação das fezes, existem outros como alimentos indigeríveis, que fornecem a base estrutural necessária para tal, servindo tanto de abrigo quanto de fonte nutricional para esses microrganismos. Paralelamente, o próprio intestino secreta muco e outras substâncias como parte de sua resposta imune à colonização bacteriana, acrescentando volume e consistência às fezes. Por último, a própria biomassa bacteriana ( viva e morta ) compõe a maior parte das fezes em massa seca.
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Em resumo, a microbiota intestinal comanda todo o processo de formação do bolo fecal. Ela influencia o sistema nervoso entérico e central do hospedeiro, afetando o comportamento alimentar para consumir fibras e outros elementos indigeríveis. A presença bacteriana leva a formação do volume do bolo fecal, que se torna a causa dos impulsos nervosos e da pressão necessária para a evacuação, um processo que invariavelmente resulta em perda de energia significativa para o organismo humano ( de acordo com a ciência imortalista ).
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As fezes humanas são ricas em matéria orgânica, que é base passível de conversão em energia via processos termoquímicos como gaseificação, confirmando que há energia residual significativa e aproveitável [E115].
Um ser humano produz em média 500 gramas de fezes por dia, capazes de gerar 50 litros de gás metano, o que equivale a 0,5 kWh de eletricidade [E106]. Note que, pela ótica imortalista, que busca a otimização da homeostase e a zero perda energética, isso não é "normal" — é um vazamento crônico de recursos. É uma perda energética que, se fosse evitada, poderia ser redirecionada para desacelerar ( ou até mesmo impedir ) o envelhecimento, promovendo a autorreparação celular.
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Portanto, as bactérias que compõem o microbioma intestinal são diretamente responsáveis ( e se beneficiam ) da deficiência nutricional humana, enquanto escravizam o sistema nervoso entérico, e possivelmente todo o corpo humano, com ajuda de outras espécies de parasitas. Elas são devolvidas ao meio ambiente através do ato de evacuar, ajudando a poluir ainda mais nossas águas e solo, e desta vez com muita comida e abrigo do cocô em que vieram. Mais da metade do peso seco do cocô é composto por bactérias. Dentro do corpo, elas também estão cooperando com vírus e fungos para fechar o círculo parasitário e levar o ser humano à morte. Elas também são parasitárias, por assim dizer.
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Além dos vírus, que são parasitas intracelulares obrigatórios, muitas espécies de fungos também são parasitas em humanos. As bactérias, entretanto, são parasitárias por associação, pois interagem com parasitas de várias maneiras. Elas cooperam com vírus e fungos, já que todos são frequentemente encontrados juntos, principalmente no caso do microbioma intestinal abrigado pela matéria fecal. As bactérias liberam substâncias químicas, neurotransmissores e neurotoxinas, estimulando o sistema nervoso humano por meio de vários mecanismos, ditando assim, aos humanos de vontade fraca, o que comer e quando comer, a fim de persistir seu ciclo de vida, que depende da formação das fezes. É desse jeito então, que as bactérias ajudam vírus e fungos a permanecerem dentro do corpo por mais tempo. A resposta ingênua fornecida pelos biólogos, é que todas essas relações são simbióticas ou, no máximo, inofensivas para os seres humanos — sempre assumindo que o envelhecimento não tem nada a ver com isso e não é uma doença. Mas, na realidade, a única simbiose que ocorre é a dos microrganismos parasíticos entre si, com o objetivo de corromper o organismo humano.
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Dizer que precisamos de alguns tipos de bactérias, vírus e fungos para sobreviver, é como dizer que um escravo precisa de seu captor para sobreviver. Será que isso é Síndrome de Estocolmo? É verdade que o escravo recebe o suficiente de seu senhor para ser capaz de trabalhar por um tempo pré-determinado de vida — mas não mais do que isso. Por isso que, se por um lado parece aos cientistas que bactérias "boas" ajudam com a digestão, por outro lado elas ficam com a maior parte dos ganhos, o que eventualmente resultará no envelhecimento do hospedeiro humano. Afinal elas interferem com a absorção dos nutrientes da comida, provavelmente deixando a pior e menor parte para o hospedeiro, enquanto se beneficiam da maior parte dos melhores nutrientes. E tudo isso se encerra, lamentavelmente, com o fato de que o ser humano envelhece por perder energia com a evacuação de fezes sólidas. E as culpadas, novamente, são as bactérias.
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A definição para bactérias ''boas" e "más" que vivem no intestino é, de fato, largamente arbitrária e questionável. Se o número das "boas" aumentar demais, ou se o sistema imunológico da pessoa estiver enfraquecido, elas podem facilmente se tornar patogênicas e desencadear infecções. Além disso, bactérias "boas" também são dependentes de fatores de virulência, ou seja: vírus (bacteriófagos), que podem alterar a expressão gênica bacteriana e mediar a comunicação entre elas. Portanto, se um vírus ajudar com a sobrevivência de bactérias "boas" ao mesmo tempo que destrói as defesas do hospedeiro, ele estará efetivamente fazendo com que elas se tornem "más".
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Eu já praticava a não-evacuação desde 2018. Eu contraía os músculos e evitava deixar as fezes saírem, enquanto reduzia minha dieta apenas aos alimentos menos agressivos para minha digestão, e enquanto fortalecia minha força de vontade e entendimento sobre todo o processo. Então, o meu corpo, depois de alguns anos de sofrimento, finalmente caiu sob meu controle e parou de produzir fezes. Esse foi o meu ponto de virada em meados de Maio de 2022. Vale ressaltar que passei por etapas intermediárias, sendo que a última foi de pedaços moles misturados com líquido, mas um belo dia, só restou líquido. Atualmente não é possível que nada além de líquido ( ou no máximo creme ) chegue até o meu ânus, porque o intestino parece ter atrofiado, e a musculatura do meu reto parece que se contraiu firmemente, e o mais importante de tudo, é que todo o meu medo foi substituído por conhecimento.
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Fato é que se você começa a segurar / reter as fezes, isso pode interromper o ciclo de vida das bactérias intestinais. Elas ficam presas no intestino, incapazes de sair ou de permanecer indefinidamente. Isso irá eventualmente matá-las, seja pela ação repetida do ácido estomacal atingindo elas, ou pelos complexos mecanismos de defesa do sistema digestório. Mais ainda, se a dieta não incluir alimentos indigeríveis pelo seu sistema digestivo, haverá menos locais e nutrientes adequados para a sobrevivência bacteriana. Consequentemente, essas bactérias mortas serão eliminadas, expelidas na forma de líquido fecal, creme fecal, ou até mesmo nos pedaços de fezes, dependendo da capacidade de adaptação do corpo e do estágio que você estiver do processo de não-evacuação. Meu estágio é o mais avançado: líquido.
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Qualquer pessoa pode me observar por 1 mês e comprovar que não evacuo, exceto que precipitações líquidas ainda podem sair pelo ânus caso: (1) esteja fazendo muito calor, ou (2) eu tenha comido demais ou tenha ingerido alimentos tóxicos demais, ou (3) eu tenha sofrido um desmaio de sono fora do meu planejamento usual de descanso programado. Note que o líquido fecal também pode sair enquanto estou acordado, mas geralmente isso só ocorre sob condições extremas. É muito mais comum que, durante um ataque de sono, em que não haja a vigilância da consciência, o líquido saia involuntariamente. Por isso preciso me precaver usando fralda quando vou descansar.
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No ser humano normal (mortal), a taxa de eliminação da colônia bacteriana é menor do que a de reposição da mesma. Em outras palavras, ele é viciado em sujeira no interior do corpo. A escolha de alimentos dele favorece e alimenta mais as bactérias do que a ele mesmo, porque o sistema nervoso entérico dele já está tomado (possuído) pela inteligência coletiva parasítica, a rede neural parasitária, que sequestra a rede neural do próprio corpo, chegando a influenciar o pensamento e o julgamento do ser humano mais fraco. Portanto, o sistema nervoso entérico, possuído pela rede neural parasitária, controla a mente da maioria dos humanos, ditando o que e quando comer, a fim de manter o ciclo de morte em andamento.
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Na verdade, fungos, vírus e bactérias são todos parasitas de uma forma ou de outra para os humanos. Eles cooperam uns com os outros formando uma rede neural de inteligência coletiva, que sequestra o sistema nervoso com neurotransmissores, teias fúngicas e DNA viral, influenciando o julgamento, o pensamento e o desejo. Possuída pela mente parasitária, a mente humana pode acabar morrendo. Pesquise sobre parasitas-satélite e como diferentes espécies de parasitas se comunicam entre si e agem em grupo dentro do hospedeiro. A espécie humana, por incrível que pareça, não é a dominante do "planeta", mas sim os diversos parasitas que carregam DNA alienígena invasor. O primeiro passo para uma invasão alienígena plena, é a infiltração de uma arma biológica na atmosfera terrestre a fim de causar mutação nas espécies nativas. A real situação do prognóstico humano é muito pior do que se acredita.
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Além das pessoas estarem inseridas em um ciclo de deficiência nutricional, elas também perdem pressão sanguínea do tipo benéfica ( que chamo de isobárica homeostática ) toda vez que passam o bolo fecal. O volume presente no trato digestivo, seja ele alimentar ou fecal, contribui para manter a pressão sanguínea corporal em um nível ideal, que por sua vez faz o sangue chegar mais rápido nas inúmeras regiões e extremidades do corpo, otimizando, por exemplo, a cicatrização dos tecidos. Para algumas pessoas, a sensação de fome imediatamente após evacuar pode ser um indicativo de perda da pressão sanguínea benéfica, indicando que já vivem em um estado contínuo de semi-inanição.
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Com a prática da não-evacuação, meu aproveitamento energético e nutricional é muito superior ao de uma pessoa comum, e meu metabolismo é muito mais acelerado e potente. A retenção aumentada de nutrientes satura as células com um grau de energia nunca antes visto, assim como o aumento da pressão sanguínea isobárica-homeostática, que melhora minha capacidade de regeneração e cicatrização. Já faz mais de 3 anos que não emito fezes, portanto não pode ser constipação, nem invenção da minha cabeça. Ninguém fica com obstipação por anos seguidos sem nenhum sintoma negativo e com ganho de peso saudável. Minha família é testemunha de que sou 100% saudável.
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Por isso a não evacuação é um dos 3 requisitos para ser imortal naturalmente ( os outros dois sendo reposição de espermina e abstinência de sono ) pois impede que eu perca energia com as fezes igual aos seres humanos normais. As fezes humanas apresentam conteúdo significativo de energia residual como já foi provado no uso delas mundo afora para geração de energia em plantas de processamento industrial. Se há tanta energia nas fezes, então o ser humano deve estar com a digestão e o aproveitamento nutricional deficientes. Os cientistas sabem bem que a digestão humana está longe de ser 100% eficiente, mas ainda não se deram conta que a real porcentagem já deve estar na margem da deficiência.
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A flora bacteriana digestiva do ser humano junto com a dieta alimentar, leva a formação de fezes sólidas, que por sua vez leva ao processo de evacuação, que resulta em perda de nutrientes, biomassa e energia. Se isso não fosse verdade, os cientistas não estariam apostando nos dejetos humanos como "combustível do futuro", e usando fezes em plantas de processamento ao redor do mundo para gerar energia. Acontece que a pior perda é a de massa (carbono) com as fezes. Ao praticar a não-evacuação ( retenção de fezes ) eu fui capaz de minimizar essa perda em meu corpo, já que ele nem mais sequer produz massa fecal sólida -- mas sim somente um líquido fecal, mais claro e menos fétido do que cocô, indicando que meu corpo é substancialmente mais limpo e eficiente internamente.
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Provavelmente estou fixando cada vez mais carbono em meu corpo, impedindo que a minha densidade molecular caia, e isso significa que o meu corpo deve estar ficando cada vez mais resistente. É justamente esse o meu objetivo, a fim de me tornar um "super-herói". As pessoas comuns que convivem com parasitas, além de perderem muita energia com o sono, perdem biomassa rica em carbono toda vez que evacuam. Isso diminuirá a densidade molecular corporal delas, fazendo com que permaneçam com corpos frágeis. Mas é claro, pois os parasitas carregando DNA alienígena, em conjunto com a flora bacteriana, querem justamente isso: manter o ser humano fraco. Só desse jeito mesmo para dominar a humanidade.
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Perguntas? Veja a página Retenção de fezes
O mecanismo químico de eliminação da flora
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Durante aproximadamente 2 anos, exerci a disciplina física necessária de retenção fecal para alcançar meu estado atual de não-evacuação, e fiz isso com restrições alimentares e contração muscular persistente. Embora esses fatores tenham sido inegavelmente essenciais para treinar meu corpo a suprimir o peristaltismo e fortalecer o esfíncter, eles sozinhos não explicam o desaparecimento completo das fezes sólidas. Foi só mais tarde que percebi que sem dúvida nenhuma, eu estava recebendo ajuda de outra fonte, pois às vezes parecia que nenhuma quantidade de controle muscular poderia eliminar as colônias bacterianas dentro de mim, e portanto a formação de matéria sólida continuava.
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A variável faltante é a química. Acontece que eu já tinha transformado em hábito ingerir meu próprio sêmen. O sêmen humano não é meramente um fluido de transporte para espermatozoides; é um meio cuidadosamente equilibrado contendo altíssimas concentrações de espermina, uma poliamina identificada pela primeira vez no plasma seminal e cujo nome vem da junção das palavras 'esperma' e 'amina'. Ou seja, ao ingerir sêmen regularmente, eu abri uma via direta e massiva de suplementação oral de espermina. Felizmente, a espermina é intrinsecamente estável o suficiente para sobreviver (parcialmente) ao trato digestivo e chegar ainda ativa ao intestino. E o melhor de tudo: a espermina tem atividade antibacteriana, pois rompe as membranas bacterianas por carga elétrica de interação eletrostática. Não há resistência fácil a esse mecanismo por parte das bactérias.
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No contexto evolutivo, o sêmen foi dotado de um mecanismo que o protege da contaminação microbiana, garantindo que os espermatozoides sobrevivam e atinjam seu destino. Caso contrário, eles seriam destruídos pelas bactérias. Quando introduzido no meu trato digestivo de forma regular, essa mesma ação antibacteriana continuou a operar. Ou seja, não só eu estava retendo fezes — o que torna o ambiente intestinal insuportável para as bactérias, devido à pressão e ao calor sustentados — como também restringia minha alimentação, eliminando fibras e outros substratos que servem de alimento e abrigo para elas. E, por fim, havia o terceiro fator: eu estava ingerindo um bactericida natural. Junte os três fatores e este foi o pulo do gato que acabou com a formação de fezes sólidas.
As bactérias sofreram ataque em três frentes simultâneas: A retenção prolongada criou um ambiente hostil, com pressão e calor sustentados que desestabilizam qualquer tentativa de colonização. A dieta restritiva, livre de fibras, cortou o suprimento de alimento e o substrato físico necessário para a formação de biofilmes. E por fim, a ingestão regular de sêmen forneceu um fluxo contínuo de espermina, um bactericida natural que rompe as membranas bacterianas por carga elétrica. Três formas de ataque. Um alvo. Nenhuma defesa possível.
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Sem as propriedades antibacterianas da espermina ingerida, é improvável que eu tivesse conseguido chegar ao patamar em que estou agora. O corpo não apenas aprendeu a reter; ele foi libertado da carga microbiana que torna o resíduo sólido inevitável. O resultado não deve ser um intestino totalmente estéril, mas um intestino com carga bacteriana tão baixa que os efeitos metabólicos e a formação de fezes sólidas simplesmente não ocorrem mais.
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Possíveis benefícios da eliminação (quase total) da flora intestinal:
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Melhora da permeabilidade intestinal e, consequentemente, maior absorção de nutrientes.
Ausência de competição bacteriana por nutrientes — quase tudo o que é ingerido fica disponível para o hospedeiro.
Eliminação do volume de bactérias mortas e seus subprodutos (toxinas).
Fim do inchaço e da distensão abdominal causados pelo volume de fezes sólidas.
Maior limpeza interna, o que potencializa ainda mais a eficiência da espermina ingerida.
Redução da fermentação intestinal — maior estabilidade na presença de menos gases.
Economia de energia metabólica — o corpo deixa de gastar recursos para conter e controlar a flora.
Aumento da energia disponível — mais disposição física e mental.
Aumento da densidade corporal (fixação de carbono) — mais biomassa retida, menos perda.
O hype das vitaminas
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O marketing e a ignorância da população em fisiologia da longevidade criaram a fábula de que a suplementação de vitaminas — que são cofatores orgânicos intermediários — é capaz de resolver problemas crônicos de deficiências estruturais no corpo humano, sobretudo o cansaço, uma epidemia silenciosa cuja causa raiz vai muito além do que mera falta de uma vitamina no sangue. Enquanto isso, as pessoas ignoram a carência de elementos fundamentais como: zinco, cobre, ferro, sódio, cálcio, potássio, magnésio... minerais, metais e eletrólitos que são a camada mais fundacional da saúde.
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Vamos pegar a mais hypada de todas: a vitamina B12. Eis uma vitamina de origem biológica exclusivamente microbiana, que a medicina trata como um "nutriente essencial". Em outras palavras, o ser humano ( suposto ápice da evolução ) seria refém de uma vitamina sintetizada apenas por certas bactérias e arqueas que vivem dentro do seu próprio intestino, no cólon. E, para piorar, segundo a narrativa oficial, "os seres humanos são muito ruins em absorver a B12 no cólon", o que o torna ainda mais refém — agora de fontes externas: primeiro as carnes de animais e, por fim, a suplementação, vendida como a salvação certeira prescrita pelos profissionais. Veja como essa narrativa carrega uma conveniência estrutural para o setor farmacêutico-laboratorial-industrial e naturaliza a dependência humana de bactérias como algo inescapável para a boa saúde. Tal é a máxima parasítica que tomou conta da humanidade.
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Claro que os médicos não dirão que a humanidade entraria em extinção na falta de vitamina B12, mas com certeza dirão que a qualidade de vida seria muito pior. Felizmente, a bullshit mortalista pode ser farejada a quilômetros de distância: por ser uma vitamina sintetizada por bactérias, a recomendação de suplementação está associada à escassez e ao limite do colapso de um sistema vivo que se encontra em fluxo constante de degradação, justamente por causa dessa dependência bacteriana. Esse é o preço de se carregar um intestino cheio de bactérias: a saúde do mortalista vive sempre à beira do colapso, exigindo medidas desesperadas.
[UNDER CONSTRUCTION]
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"I do not require bacteria in my intestines to live. I need only clean food and pure nourishment. While I am aware that some microbes will always be in food, I will never stop purifying myself internally. I will keep expelling this intestinal flora through the practice of non-evacuation. Because in the end, I know that these bacteria are merely parasites in disguise."
The digestive process and the so-called "intestinal flora" are the best examples of the interventionist and sabotaging mentality of mortalist science that has dominated humanity. Conventional medicine preaches that "we need bacteria" for the digestion of food, yet this statement is, from the point of view of mortalist science, a lie. Viruses, fungi, and bacteria are not symbionts; they are parasites: external agents that infest the Sacred Temple ( the body ) and, thereby, halt its evolutionary process toward a stage of energetic purity and efficiency that is compatible with Immortality. The supposedly "beneficial" gut flora is only there because the body has not yet managed to get rid of all the intruders. And what happens when the immune system finally attempts to get rid of them? An army of nutritionists, doctors, and pharmacists — with the patient's willing complicity — mobilize to suppress the immune response and restore the parasitic "balance."
The traditional scientific view of bacteria is mutualistic, claiming that they provide assistance in the digestion process along with the production of nutrients. Still, this account is simplistic, to say the least. When looked at through the lens of natural biological immortality, we are required to completely do away with the notion of "beneficial bacteria". There is no real symbiosis, only oportunistic colonization ( of the host ) and well-disguised parasitism. As the host weakens, these microorganisms will greedily consume its resources until the point of total exhaustion. And as a final indication of this, after death, from the very moment that the body's defenses stop functioning, the whole intestinal microbiota, beneficial or pathogenic, devours the organism mercilessly.
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Surprisingly, recent research within the scientific community is leading them to reassess their stance. They are starting to acknowledge that gut microbes are not "friends" of human health but rather foes in most cases as the immune system must constantly fight to keep them under control, using up 30% of the body's energy that could be used for other functions such as cell regeneration. This is a huge amount of energy that is used up throughout human life indicating that microbes may be the actual reason for the aging process, or at least, they are promoting and accelerating it [E112, E113]. The best scenario would probably be to live without a gut microbiome, with the intestinal tract being completely sterile, although this seems impractical and dangerous, given the living conditions of those who are still under the influence of the symbiosis dogma.
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The shocking discovery that our gut microbiome drives ageing @ New Scientist | Feature: (2025) | "Costly gut maintainance. "... lab mice with a normal microbiome that are sheltered from pathogens are also shorter-lived and less healthy than their microbe-free counterparts. There must be something about having a microbiome that reduces health and longevity. "Discovering exactly what is still very much a work in progress, but there are hints. [Filipe] Cabreiro [from the University of Cologne in Germany] has found that the energy required to maintain a microbiome exerts a great toll on the host’s metabolism, which could contribute to immunosenescence and general ageing. "This led him to what he calls a provocative idea: maintaining the microbiome is actually a huge burden that ultimately reduces our lifespans and, in an ideal world, we wouldn’t need one at all. 'I’m not entirely sure anymore whether there’s any good microbe,' he told the ageing research conference. 'We constantly talk about good and bad microbes. From a purely ageing perspective, so far all the evidence that I’ve seen is that germ-free animals are actually healthier and better than any colonised animal. Yes, of course, in the real world, we do need a microbiome, but it does carry a cost.'"
Gut bacteria may be responsible for bowel disorders including cancers @ New Scientist | Article: (2020) | Por: Clare Wilson | [In this article we find perhaps the most direct evidence that the relationship between gut bacteria and the human host may be parasitic, especially in oncology. Indeed, there is growing evidence that some types of bowel cancer are caused by bacteria.]
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Conventional science confidently asserts that a microbiome that is "dysbiotic" or "imbalanced" leads to diseases ( for instance, inflammaging ), whereas a "balanced" or "symbiotic" microbiome promotes health. This is the essence of the central dogma. Yet in reality, there is no agreement among scientists about what a "healthy" or "balanced" microbiome" truly is [E117], or even if it exists at all. It is a vague and highly variable characterization that changes significantly with individuals, populations, and age groups. The immortalist view is much more viable to conclude that any gut colonization is inherently dysbiotic, as a persistent source of inflammatory stress that the body must constantly manage, until it eventually can no longer do so, with aging following as a result [E118]. The mere presence of a gut microbiome ( in adults over 25 ) already makes the organism sicker and closer to death than its absence. Not acknowledging this is a fundamental flaw in gastroenterology and the science of the human body as a whole.
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In the immortalist view, the relationship between the human host and the gut microbiome is not one of symbiosis, but of tolerated low-level parasitism — a compromise maintained only because the cost of eliminating these microparasites is deemed greater than the benefit. This is an unstable and temporary truce, not a friendship, one that reveals its true nature once the causal link to inflammaging, cancers, and other diseases is established. But faced with the apparent impossibility of eradication, mortalist science has chosen to normalize this colonization, renaming it a "complex partnership." This reframing serves to mask a cruel reality: the human body harbors a dangerous but profitable ecosystem. The probiotic industry is the ultimate proof of this business. For them, it is better to sell the illusion of "balancing the flora" than to admit the truth that it must be minimized or expelled.
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Probiotics are mostly useless and can actually hurt you @ New Scientist
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