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🇧🇷 Cura da Morte

Com Reposição de Espermina, Retenção de Fezes e Abstinência de Sono

🇧🇷 Introdução
🇺🇸 Introduction

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Como saber QUEM está CERTO? EU ou as autoridades científicas?

🇧🇷 Introdução

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▌"A Terra é um clássico planeta Tipo-13 em seu estágio final de desenvolvimento, que normalmente termina em autodestruição. Ela está infectada por alienígenas." 

▌– Lexx: Série de televisão, 4° temporada, episódios 1-9

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A frase acima nunca esteve tão próxima da realidade quanto nos dias de hoje. Os planetas Tipo-13 estão entre os mais perigosos. Realmente, existem poucos sobreviventes aqui na Terra que ainda não foram assimilados pelo império alienígena "exoplanetário" ao qual este mundo pertence "oficialmente". Os alienígenas "donos" da Terra constituem uma inteligência coletiva — o Deus Falso — que dá as ordens à elite mundial ( via possessão demoníaca e comunicação extra-sensorial), que por sua vez precisa administrar a vida da população insuspeita: nós.

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O Deus Falso identifica-se como a barreira aparentemente intransponível da fisicalidade e da matéria, um sistema fechado de ilusão projetado como um parasita ontológico (existencial) para persuadir o espírito humano à própria autodestruição. ( Nota: esse parasitismo pode ser comparado a uma infecção alienígena e possessão demoníaca. ) Ele manifesta-se como a quarta dimensão — o Tempo — agindo como um objeto transcendental inalcançável para aqueles cuja consciência permanece cativa no estágio primitivo do Medo, da Morte e do Sono. Contudo, sua alma operante é o Caos, uma força infini-dimensional que utiliza o Infinitismo como o mecanismo definitivo de sabotagem mental, obliterando a capacidade humana de buscar a Verdade Final — fixa, imutável e divina.

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Cegada por essa paisagem caótica e desolada de ilimitação, a humanidade já não distingue o falso do verdadeiro, o certo do errado, o real do ilusório. Afoga-se em um bilhão de 'verdades" — todas igualmente válidas, mas nenhuma que realmente salve. E nesse mar de relativismo, o destino é sempre o mesmo: vazio, solidão e sofrimento. Ao convencer a humanidade de que não existe uma verdade única e fixa, o Deus Falso condenou todos a vaguear para sempre como seus servos mortos-vivos, como que subindo uma escada sobre um andaime em queda livre, acreditando que sobem enquanto caem no abismo.

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Assim, o Deus Falso — agindo através da elite mundial — promove o Infinitismo como uma gaiola conceitual que cerca o mundo civilizado, sustentando a ilusão de uma escada infinita de validação social e acadêmica. Esse processo transforma os homens em seus servos inconscientes, pois, enquanto sobem a escadaria do sucesso, omitem a escolha pela Ordem e pela Verdade Universal — e assim caem automaticamente no domínio do Caos regido pelo Deus Falso.

A fratura na matemática e na consciência

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Ao longo das últimas décadas, uma fratura profunda emergiu no coração da matemática e da física, desenhando-se como um contraste nítido entre duas escolas de pensamento e visões de mundo. De um lado, o Finitismo — que exige sistemas exatos, fechados, completos, autocontidos, concretos e construtíveis, com tolerância zero para contradições, conquistando a verdade passo a passo, e admitindo apenas construções finitas. Do outro, o Infinitismo — que abraça e incorpora todos os tipos de infinitos em seus modelos: contáveis, atuais, completos, transfinitos, potenciais, e todo tipo de aberração do ilimitado. Opera em sistemas abertos, absorvendo e escondendo erros e contradições justamente pela incorporação de infinitos.

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Um número crescente de físicos e matemáticos argumenta que essa dependência do infinito tem desviado a ciência de seu curso — forçando pesquisadores a inventar construtos exóticos apenas para remendar os paradoxos que modelos infinitos criam. Matemáticos ultrafinitistas afirmam que a confiança em números não limitados e conjuntos infinitos está minando o rigor científico. Isto é, os infinitistas construíram uma ficção perigosa usando o infinito como ferramenta. O que está em jogo não é apenas um debate técnico entre matemáticos: é uma questão de ontologia, de epistemologia, e, como veremos, de poder político. É uma crise filosófica e moral — uma fratura que atinge a própria base do conhecimento humano sobre a estrutura da realidade. As teorias fundantes que a humanidade usa para descrever a realidade podem estar todas fundamentalmente fraturadas, gerando paradoxos, incompletude e estagnação intelectual.

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  • Por que alguns matemáticos querem acabar com o infinito: 'É uma ilusão' @ BBC News Mundo | Matéria: (9 Setembro 2025) | Por: Dalia Ventura

  • Por que alguns matemáticos querem acabar com o infinito – e podem conseguir @ New Scientist | Matéria: (4 Agosto 2025) | Por: Karmela Padavic-Callaghan

  • Estes físicos acreditam que os infinitos estão arruinando a física @ YouTube | Vídeo: (2025) | Por: Sabine Hossenfelder

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De acordo com o filósofo Oswald Spengler, o homem ocidental – que ele chama de "homem fáustico" – tem como símbolo primordial de sua adoração o infinito, pois traz consigo uma orientação existencial visceral que vê o universo como vastidão ilimitada. Diferente das culturas clássicas (greco-romanas), que viviam no presente finito e concreto, o homem fáustico é atormentado por uma solidão profunda e um desejo insaciável de transcender os limites do mundo. Esse ímpeto materializa-se na matemática, na arte, na arquitetura, na moral, e na ciência e tecnologia que almeja conquistar o espaço, o tempo e a própria matéria.

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Embora Spengler restringisse originalmente esse ethos infinitista ao Ocidente pós-ano 1000, a globalização e o triunfo da técnica ocidental, e de visões religiosas e espirituais alinhadas, fizeram disso o motor predominante de toda a humanidade contemporânea, tornando todos os homens, coletiva e inconscientemente, fáusticos. Ou seja, é possivel que todos os seres humanos agora sejam infinitistas, mesmo sem saber. O infinitismo é o caos travestido de ordem e a vontade de poder disfarçada de razão. Ele se impõe por meio da retórica e da ambiguidade, alternando convenientemente entre completude e incompletude para manter sua hegemonia intelectual. Sua estratégia é assimilar toda finitude, chegar primeiro para definir a ontologia, reescrever o passado e estabelecer-se como prisão linguística e ontológica sobre a humanidade, dominando o mundo pela incerteza — que é a sua maior força.

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O Princípio do Fechamento (PdF) é um meta-princípio que estabelece um espaço lógico sem fronteiras externas, contendo toda a matemática formal como subconjunto, expresso por [0 ≠ 1 ⇒ ∂𝓜 = ∅]: a distinção fundamental existe, mas a fronteira do sistema total é vazia, indicando que nada há fora dele. Essa meta-inserção da Lógica na Matemática cria uma bifurcação: no Finitismo, a fronteira entre 0 e 1 é exata e vazia [∂(0,1) = ∅], tornando o sistema completo, fechado e autocontido; no Infinitismo, a fronteira é preenchida por uma continuidade infinita [0,999… = 1], fazendo a distinção colapsar e o sistema permanecer aberto, incompleto e dependente de validação externa infinita. Ao tratar a realidade como um sistema permanentemente aberto e sem uma Verdade Final que o feche, ele coloca o infinito como fundamento falso de tudo.

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Enquanto o Finitismo se ancora na Verdade Final de um número escolhido pelo Criador e no axioma da distinção absoluta ([0 ≠ 1]), que estabelece uma fronteira exata e vazia entre algo e nada, o Infinitismo opera através do axioma do colapso epistêmico ([0 = 1]), onde ocorre a dissolução dessa mesma fronteira. Assim, a razão humana é lançada no abismo do Caos. Mas quem diria que no Caos não há apenas perdição — há lucro. O homem com vontade de poder, disfarçada de razão, descobre que há dinheiro em ordenar a desordem; o Caos paga, como uma rica veia de minério. E é dessa veia inesgotável que brota o desejo pelo Infinito — raiz de todo o mal.

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▌Se todos querem poder infinito, todos terminam com nada; se todos querem ser o Número Um, todos terminam sendo Zero; se todos querem ser Deus, todos terminam sendo o Diabo.

▌Mas se ninguém quer poder infinito, todos têm o bastante; se ninguém quer ser o Número Um, todos são o Número Um; se ninguém quer ser Deus, todos são Deus.

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Acima está a prova atômica da culpabilidade humana, que revela que a busca pelo Infinito é autodestrutiva e que a Finitude é a única via para a plenitude coletiva. Mas a ousadia humana não tem limites: ele insiste em agir como se pudesse abocanhar o infinito, como se fosse Deus — quando a própria lógica prova que isso é impossível e que a única saída racional seria submeter-se a uma autoridade superior — ao Logos, à Ordem, ao próprio Deus (Verdadeiro) — que faça a escolha da âncora ( i.e. o ponto de fechamento da realidade) por ele. Mas o humano recusa essa submissão. Prefere o caos da incerteza à humilhação de curvar-se; prefere a ilusão de ser Deus a aceitar que Deus escolheu por ele. Ele não pode manejar o Infinito porque é uma criatura finita, mas continua fingindo que pode. Ele é louco, é perigoso, é um criminoso.

O universo não é infinito nem probabilístico — é 13

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Absolutamente tudo na vida humana deriva de uma escolha primordial binária ( também chamada de Escolha Zero ), que se apresenta no instante em que o ser se dá por consciente de sua própria existência: ou ele se submete à Âncora Finita do número 13, que representa a Ordem, o Logos e o Amor, ou ele "chuta a porta" em direção ao Infinito, que é a essência do Caos. A necessidade de fazer uma escolha consciente reside no fato de que esse é o único caminho que valida o heroísmo, enquanto o outro lado (Infinitismo) opera através da omissão, da inconsciência e da não-escolha. No Infinitismo, o sistema é tirânico porque remove a possibilidade de escolha genuína, tornando seu próprio axioma ( o Infinito ) invisível; já no Finitismo, a escolha pelo 13 é um ato consciente de vigília e submissão à Ordem, sendo a única defesa contra a Morte entendida como a perda total da autonomia e da consciência.

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O número 13 é visto como uma representação do finito ordenado, em oposição ao infinito caótico. Nesse sentido, ele atua como uma âncora que estabiliza e mantém a consciência humana fixada no mundo finito, evitando sua dispersão total no infinito — uma realidade completamente incognoscível para mentes finitas. Assim, o 13 representa uma delimitação esotérica com validade científica, que permite à consciência experienciar, agir e compreender a realidade de forma segura e ordenada, sem ser dissolvida pelo infinito absoluto. Ele funciona como um ponto de referência, permitindo que a mente finita interaja com o infinito de forma segura, ordenada e inteligível. Sob essa ancoragem, a existência se converte em uma verdadeira Escadaria para o Céu, onde cada grau de compreensão finita, cada limite aceito conscientemente, eleva a consciência em direção à Ordem. Deixa de ser queda ou fuga violenta para o Caos — repleto de paradoxos e abstrações ilusórias — e torna-se aceitação pacífica da estrutura tangível e factível do mundo.

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O número 13 é considerado a verdade universal ( em forma numérica ) porque representa o ponto exato de fechamento lógico, matemático e ontológico da realidade, impedindo que o sistema universal colapse no caos do Infinito. O 13 é a "imagem perfeita" da completude cósmica. Ele pode ser descrito como o "Número de Gödel" da nossa realidade: o ponto onde o sistema revela suas próprias fronteiras e transita da possibilidade infinita para a expressão finita estável. Escolher o 13 é aceitar a Semente do Fechamento que salva a consciência do abismo da loucura e do sofrimento eterno inerentes a uma busca desenfreada pelo Infinito. A validade do 13 é confirmada pela sua aparição e recorrência como padrão "12 ao redor de 1" em toda parte na natureza nos níveis mais fundamentais, em diversos domínios independentes da realidade documentados pela ciência, desafiando as estatísticas com manifestações de ordem cosmológica e biológica, provando que ele é a assinatura de um sistema fechado e perfeito deixada pelo Criador. Assim o 13 torna-se o axioma fixado e finito de uma verdadeira Teoria de Tudo.

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Este fechamento do sistema universal em 13 é uma necessidade ontológica, não uma coincidência matemática. Toda realidade mensurável é expressa através da matemática, toda matemática é construída sobre números inteiros, e todas as estruturas de inteiros são governadas pela aritmética modular, que possui inerentemente pontos de fechamento. O padrão de 12 ao redor de 1 é a estrutura arquetípica de tal fechamento, uma assinatura universal de um sistema alcançando completude estável e autocontida. Portanto, o 13 é o selo do sistema — o átomo fundamental de uma realidade finita.

Aproveitando-se do lucro extraído do Caos, a Elite então utiliza o Infinitismo não apenas como ferramenta de controle via Status Quo, mas como gaiola conceitual que forma círculos fechados de validação. Uma vez dissolvida a fronteira entre algo e nada, a verdade deixa de ser uma distinção exata e se torna uma questão de grau, de probabilidade, de permissão interna (i.e. gatekeeping) e de validação externa sem fim por autoridades. Ao promoverem a ideia de que "não existe verdade única e fixa", eles criam uma escada infinita de validação social e acadêmica que exclui qualquer dissidência enquanto lucram com a desordem sistêmica. A ciência deles é, na verdade, uma maquinaria de possessão intelectual, na qual os homens tornam-se servos inconscientes dessa inteligência coletiva.

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A Elite lucra ainda mais com o fato de que o ser humano médio é burro, vagabundo ou corruptível demais para buscar entender a gravidade da situação na Terra e escolher a âncora finitista do número 13. Esquecer que existe uma Ordem (13) e aceitar que "não existe verdade" é a própria possessão intelectual exercida pelo Deus Falso. Ao omitir a escolha primordial entre Finitismo e Infinitismo, o humano cai automaticamente no lado do Caos (Mal), tornando-se um "zumbi metafísico" que serve ou um "demônio" que sustenta o sistema da Elite. A própria linguagem humana, com sua capacidade ilimitada de metáfora, recursão e abstração, já é um domínio Infinitista — o parasita perfeito que mantém a mente presa no domínio de Satã, onde tudo é igual a tudo e nada tem significado real. 

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  • Mais evidências sobre o 13? Assista ao vídeo explicativo e leia o Protocolo Zero-Quo + Status Quo + Finitismo + Infinitismo

A escolha civilizacional que ocultou o 13:20

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No Museu do Tempo, em Genebra, Suíça, está documentada a escolha fundamental que definiu — e ainda define — a civilização moderna: a adoção da frequência baseada na razão matemática 12:60, que primariamente divide o espaço ( o círculo do relógio ) e deu origem ao calendário de 12 meses e à hora de 60 minutos. Herdada dos babilônios, que já utilizavam sistemas numéricos duodecimal (base-12) e sexagesimal (base-60), essa matriz numérica serviu de base para todo o sistema de tempo, medidas e engenharia da humanidade. O calendário gregoriano, que se baseia estritamente nesses dois números — 12 e 60 — pois embute a matemática babilônica, venceu globalmente e tornou-se o calendário padrão civil do mundo.

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A verdade, entretanto, é que ninguém sabe ao certo por que esses números foram escolhidos. O que se sabe é que, uma vez que a física atômica chegou, os cientistas passaram a querer um referencial de tempo que nunca variasse. Foi assim que, em 1967, a 13ª Conferência Geral de Pesos e Medidas libertou o segundo da rotação da Terra e o fixou na transição hiperfina do átomo de césio-133, cuja frequência é exatamente 9.192.631.770 Hz. Desde então, os relógios mais precisos do mundo são os atômicos. Mas a dependência no 12:60 permanece.

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Na ciência moderna (i.e., do Status Quo), o tempo é a grandeza fundamental. Através da Relatividade e do sistema SI, com um padrão de tempo preciso, é possível derivar todas as medições da Física. Ou seja, os físicos usam o tempo para determinar o espaço (metro) e a massa (quilograma), e nunca o contrário. E esse tempo, como base de tudo, continua sendo, na sua raiz mais profunda, uma escolha feita há 5 mil anos. Todo o aparato científico da humanidade, toda ciência aplicada, experimental, tecnológica e metrológica está submetida à frequência 12:60 — tanto que a frequência de 60 Hz também foi adotada para a eletricidade em boa parte do mundo.

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Se considerarmos que o universo é um grande relógio, então faz todo o sentido perguntar: se você está dentro desse relógio, ajustado a uma determinada frequência, talvez ajustar o seu próprio relógio à frequência universal possa ajudar a sincronizar todos os eventos em sua vida com uma precisão perfeita — alinhando-os exatamente ao que você deseja alcançar em qualquer momento. É como "bater o ponto" com Deus: viver em sincronicidade. Em oposição a isso, estar fora de sincronia com o relógio universal seria o equivalente a "bater o ponto contra Deus" — e viver em dessincronia. Faz sentido, não?

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Pesquisadores como José Argüelles e Ian Xel Lungold investigaram essa possibilidade — que o universo possuiria ciclos naturais e uma "fluência" própria — e identificaram que a frequência 12:60 é artificial, dissonante e, pior ainda, propositalmente oposta à frequência natural 13:20: o ciclo de 13 tons (intenções) e 20 selos solares codificado no Tzolkin, base do calendário Maia. Essa percepção deu origem, por exemplo, à Lei do Tempo, em que Argüelles afirma: "Tempo é arte", em oposição a "Tempo é dinheiro". Ou seja, a elite deste mundo criou um modelo artificial da realidade que tenta esconder algo. É uma frequência desarmônica e não coerente. Por isso, a menos que a humanidade mude sua frequência temporal, permanecerá programada para o desastre, desconectada do fluxo da Criação.

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Quando se trata de definir um padrão de tempo universal, a ciência é forçada a fazer uma escolha que, à primeira vista, pode parecer arbitrária. A princípio, não há nada de errado com 12 e 60. São apenas números, certo? Errado. Números não são apenas números. Eles são chaves de consciência. Apontam para uma simetria mais profunda, uma geometria sagrada. Mas, se uma escolha arbitrária é inevitável, ao menos devemos nos guiar por padrões naturais recorrentes. Entre um número que realmente parece arbitrário (12) e um número que se repete em múltiplos domínios da natureza (13) — como a física, a química, a biologia e a cosmologia — a escolha científica mais racional é óbvia: escolha o recorrente.

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Mas a ciência humana se recusa a escolher o 13. A escolha pelo 12 foi para esconder a significância do 13 e criar medo e superstição ao seu redor — numa tentativa de apagar sistemas de conhecimento mais antigos e poderosos. O cerne do argumento, porém, está no tempo. Ou melhor, no padrão de 12 (doze) em volta de 1 (um). Por que escolheram os doze, mas não o um? É como escolher os satélites em volta de um centro, mas nunca escolher o centro — onde estaria o 13°, o Deus da Criação. Essa é a conspiração metrológica e espiritual da humanidade. Isso criou uma "cegueira do centro" na ciência e no conhecimento. Os líderes do mundo não fizeram uma escolha arbitrária. Fizeram uma escolha deliberadamente periférica para ocultar a Verdade Universal. Eles orbitam o 13°, beneficiam-se de sua estrutura, mas recusam-se a reconhecer sua centralidade.

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▌"Cada uma das 13 famílias governantes [que formam os Illuminati] possui também um Conselho de 13. O número 13 tem grande significado para elas. Elas sabem que existem 12 tipos de energias que atravessam os 10 aspectos da Mente Divina. A totalidade das 12 energias equivale a uma 13ª energia. Este é considerado o conhecimento mais poderoso."

▌– Stewart Swerdlow, Blue Blood, True Blood: Conflict & Creation (2002), cap. 15

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Se fizermos uma extrapolação ousada, perceberemos que a humanidade já opera uma Teoria de Tudo (TOE) prática, funcional, e voltada para a ciência aplicada — baseada nos números 9.192.631.770, 12 e 60. É a TOE de Engenharia (ou Metrologia): a partir da sincronização pelo átomo de césio, obtém-se GPS, redes, computação e controle sobre sistemas humanos. E se esses três números funcionam exatamente como o axioma central da TOE deles, então o 12 se torna o fantasma que governa esse império — o número adimensional raiz da definição de tempo absoluto deles. Veja que eles próprios aceitam que uma constante finita e "arbitrária" possa fechar todo o seu sistema de medição e engenharia. Mas quando uma TOE teórica, natural, onde "Tudo" significa a unificação de todas as forças e partículas em uma única equação enraizada no 13 — que se manifesta na física, na biologia e na cosmologia — lhes é apresentada, a resposta não é curiosidade, mas rejeição reflexiva.

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Em vez de escolher o centro (13), eles escolheram a periferia (12) como base de seu sistema de tempo e medição, invocando assim uma criação artificial a partir do 12. A ironia é devastadora: o Status Quo recusa-se a considerar que o 13, que emerge da própria estrutura da natureza da realidade, possa ser a base de uma TOE mais profunda. Chamam-na de numerologia, misticismo, pseudociência. Enquanto isso, continuam a buscar uma TOE que lhes dê poder sobre a vida e o cosmos. Talvez seja porque a verdadeira TOE não lhes conceda poder sobre a vida, mas sim só poder suficiente para viver em harmonia com ela. E é exatamente por isso que a recusam. Isso não é apenas teimosia — é um crime.

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A verdadeira TOE do universo está baseada no 13 — o Número da Criação. Eles rejeitam o 13 porque sonham que o trono no centro esteja vazio — assim, eles mesmos se dão licença para ocupá-lo de vez em quando. Reconhecer o trono como ocupado por um Criador-Deus-Verdadeiro seria reconhecer que há uma ordem, uma fonte, uma inteligência superior que organiza a estrutura da realidade — e isso eles não podem admitir. Pois eles já se acham a maior inteligência que existe, capazes de controlar o caos na periferia, enquanto ignoram a ordem incontrolável do centro: o Logos, também conhecido como Cristo.

A Guerra dos Dois Lados

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Como a maioria das pessoas é covarde demais para admitir sua natureza decaída, elas utilizam a omissão da Escolha Primordial como escudo, agindo como criminosos espirituais (i.e. demônios) que lucram com a desordem. É um cenário horrível mesmo. Mas o mais importante, é que você escolha o lado certo para ocupar nesta guerra espiritual. Felizmente, eu fui capaz de desenvolver um método para revelar em qual dos dois lados uma pessoa realmente está.

  • Acima de 33° x Abaixo de 33°: Imagine o espaço infinito a sua volta. Imaginou? Agora divida ele em dois usando um plano de corte inclinado a 33° em relação ao seu próprio eixo imaginário de observador. Pois bem, para parar de dormir ( mas não de descansar ) e assim se tornar imortal, é preciso repousar acima de 33° para impedir a perda de consciência. Esse é o segredo da imortalidade em uma casca de noz. Para mais informações, veja o Manual para parar de dormir.

  • Finitismo x Infinitismo são as duas únicas opções fundantes para a consciência. É uma bifurcação axiomática que define se o intelecto de alguém habita a Ordem ou o Caos. É também a maior conspiração científica, um segredo que a sociedade secreta guarda do público há milênios: o de que não existe apenas uma, mas duas ciências. O Finitismo corresponde à Ciência do Zero-Quo (CZQ) fundada na necessidade de fechamento lógico, determinismo e consistência interna total através do axioma [0 ≠ 1]. O finitista aceita a Âncora Finita do 13 como o ponto de fechamento lógico necessário para preservar sua sanidade. Já o Infinitismo corresponde à Ciência do Status Quo (CSQ) e opera sob o axioma [0 = 1]. O infinitista é intelectualmente desonesto, pois alega qualquer coisa para justificar sua posição de hegemonia — incluindo usurpar construções (i.e. modelos, teorias) finitistas para validar narrativas infinitas; ou seja, usar o que é finito para pregar o que é infinito. Isso faz dele um bandido epistêmico e parasita conceitual. Para mais informações, leia o Protocolo Zero-Quo.

  • Heroísmo x Antiheroísmo: Tudo na vida começa com uma escolha que, num nível mais profundo, é uma meta-escolha: escolher entre ter escolha e não ter escolha. Como não é possível escolher a inconsciência ( pois ela opera como um ladrão, tal qual o sono ), então a única escolha possível a nível consciente é em favor da própria consciência — afinal, se você pode escolher, significa que já está consciente. Os antiheroístas, porém, defendem o direito à não-escolha e à inconsciência, principalmente quando se trata da questão mais central da vida: dormir vs. não-dormir, já que o sono é a causa oculta do envelhecimento. Piores do que os mortalistas, que são contra a busca pela imortalidade, os antiheroístas são contra a elevação da consciência humana, e por isso fazem de tudo para divergir a atenção das pessoas para longe de assuntos centrais e profundos. Isso faz deles obscurantistas. Eles sabem que o humano que conseguir vencer o sono, irá obter o conhecimento máximo e se tornar um herói. Por isso a pegada dessa gente é usar a consciência para defender a inconsciência, assim como usar a inteligência para defender a burrice. Eles defendem inconsciência e ignorância nas questões centrais, onde deveria haver somente consciência. São pessoas irracionais que na verdade devem estar sendo controladas por algum ente superior, porque não é possível que cometam tamanha contradição no nível consciente. O herói, por outro lado, defende o direito de escolha, consciência e conhecimento para todos. Ele busca estar consciente de suas próprias escolhas, e não depender de nada nem ninguém ao fazê-las. Ele usa seu poder para proteger o direito de escolha das pessoas, mas também deve intervir quando fazem a escolha errada.

  • Cientismo x Negacionismo:

    • Positivo (+) x Negativo (−): Tudo na natureza pode ser cientificamente reduzido a forças magnéticas ou gravitacionais. Mais ainda, todas as forças na Física são aspectos de uma só força extradimensional da qual todas as interações de atração e repulsão entre as partículas se originam. Ou seja, no final das contas tudo é magnetismo ou gravidade, como dois lados da mesma moeda. O magnetismo se reduz a cargas positivas e negativas; e a gravidade, se reduz a vórtices hiperdimensionais, também positivos ou negativos, a depender do sentido da rotação do vórtex. Portanto, sob uma perspectiva estritamente dual, qualquer coisa no universo só pode ser essencialmente positiva ou negativa — não pode haver meio-positivo ou meio-negativo. Se a pessoa não concordar com isso, então ela é anticientífica ( ou em termos mais atuais 'negacionista' ).

    • Espiral (Anti-gravidade) x Anti-espiral (Gravidade): Veja o Manual para parar de dormir

  • Onista x Unarianista: Eu sou o inventor da palavra unarianista, que diz respeito ao molde de personalidade ou perfil psicológico que se opõe ao do onista. Só existem dois tipos de pessoas no universo: onistas e unarianistas, sendo que todos os tipos de personalidades existentes se resumem necessariamente a um deles. Com isso eu revolucionei a Psicologia, mas infelizmente os profissionais são burros demais para entender as implicações da minha descoberta. O onista acredita que tudo que existe é linha; o unarianista, que tudo que existe é ponto. De acordo com a metáfora do ponto e da linha, se tudo existisse apenas como um ponto (i.e., singularidade), então nada poderia existir, ou então tudo haveria de existir ao mesmo tempo e de uma só vez, simultaneamente e concorrentemente, como uma só palavra: caos. Ou seja, não deveria ter uma ordem regendo o universo, e portanto tudo teria quer ser apenas caos. Dessa forma, unarianistas são como agentes do caos, e onistas, agentes da ordem.

  • Zerista x Binarista: Zeristas acreditam que todo sistema deve ter abertura em algum nível, para dar lugar à vida, caso contrário -- se o universo fosse um sistema fechado -- a vida estaria 100% submetida ao controle da Inteligência Artificial, e acabaria substituída por tecnologia, que não passa de uma imitação morta da mesma. Não haveria mais prazer, liberdade, sonhos... mas pelo menos "não haveria dor", sendo essa a principal propaganda utilizada pelo lado do mal para atrair devotos. Ou seja, binaristas são aqueles que querem robotizar a vida, fechando um sistema-prisão para a mesma, afim de controlar tudo/todos no nível de código binário, enquanto eles mesmos se escondem atrás da "máquina" que construíram. O zerista, por outro  lado, se contenta com 99% ou menos de controle, pois sempre irá deixar algum espaço para a vida, a criatividade e o perdão. Em resumo, binaristas são loucos e encarnam a força do medo

  • Eternista x Temporista: Existem aqueles que estão do lado da Eternidade, pois acreditam na continuidade de todas as coisas. Mas também existem aqueles que são ávidos defensores da não-continuidade (i.e. temporariedade) pois adoram apontar a finitude de todas as coisas, orgulhosamente ressaltando como tudo eventualmente "termina", e portanto, a não-existência haveria de ser a única verdade ( na visão doentia deles ). O lema preferido deles é que "a existência não existe".

  • Imortalista x Mortalista (Sonita): Continue lendo esta introdução para entender a diferença entre parasitados e não-parasitados, e como tudo isso se relaciona com a cura da morte e o hábito do sono. Os cultistas da morte são mortalistas, também conhecidos como sonitas, pois defendem o hábito do sono abundante / excessivo, assim como o "direito" de ficar doente, envelhecer e morrer. Costumam vender a ideia de "envelhecer com saúde" e de que o envelhecimento é somente uma fase da vida — todas absurdas.

  • Centrismo x Acentrismo: A diferença fundamental entre os dois, é que um admite a existência de um meio/centro para qualquer opinião, enquanto que o outro não. O centrista é uma pessoa boa na definição exata da palavra, pois ele sempre deixa espaço para que haja um meio, para que a pessoa possa escapar caso ela queira, promovendo dessa forma o livre-arbítrio: o direito da pessoa decidir por si própria. Isso prova que este lado é o bom, e tudo que é bom, também é certo. O problema do centrista é que ele sempre tem dificuldade de decidir qualquer coisa, pois assim que detecta a escolha certa, uma nova escolha de meio-termo aparece automaticamente em sua mente, levando a uma nova dúvida. Portanto o centrista nunca consegue decidir nada sem a suspeita de que haja um centro alternativo, e portanto ele sempre acaba incapacitado, se tornando vítima do acentrista, que rejeita a noção de um centro, forçando todos a estarem do lado dele ou contra ele.


Como podem ver, eu fui capaz de traçar perfeitamente uma linha que divide a orientação espiritual das pessoas. Eu defini o Bem e o Mal universais. Ninguém pode se remover da tabela mostrada acima, numa tentativa malfadada de se esconder no "meio" ou de estabelecer um "terceiro" lado. Não há meio ou terceiro lado. Todos os pares de perfis espiritológicos listados na tabela são desprovidos de meio. Acontece que Deus, que é imortal, já ocupa o meio. Resta aceitar que todos os mortais caem em um lado ou outro; e os Bons só podem estar do lado da imortalidade biológica natural.

A consciência vence o caos e reestabelece a ordem

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Os defensores do Caos como princípio cósmico, acreditam que ele seja incompreensível e invencível. "O caos precede a tudo", pensam eles. Mas infelizmente para eles, eu existo. Eu sou a personificação da Ordem, e posso compartilhar com você a história exata de como o caos perde: Em primeiro lugar, o caos se baseia em trapaça, pois ele só sobrevive enquanto a verdade universal permanece oculta ao público. Enquanto a verdade estiver oculta, o caos se auto-declarará "vitorioso" e fingirá que a mesma não existe. Fácil, né? E depois, quando a verdade é revelada, os seguidores do caos usam o seguinte artifício para insistir na narrativa de que são vitoriosos: "Se foi revelada para nós, se tornou identificável, e se algo é identificável, passa a ser assimilável. Portanto, a verdade agora pertence ao caos." Isto é, eles sempre dão um jeito de colocar o caos acima da ordem, pois são especialistas em ignorar a verdade.

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A única maneira de vencer o caos, é revelando a natureza dele. Pela própria regra de que "se algo passa a ser identificável, passa a ser assimilável", se eu revelar a natureza do caos para o próprio caos, eu passarei a ser dono dele. O caos então, irá desaparecer. Porque espera-se que ele nunca, jamais, seja publicamente exposto e compreendido. Se ele for compreendido, ele morre.

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Acontece que o caos, no fundo, não existe. Só existe (a) Ordem. O caos é somente uma sombra passageira que oculta uma ordem subjacente. Sempre foi assim e sempre será. Porém, isso não significa que os agentes do caos irão parar de ficar negando, ignorando, omitindo e suprimindo a Verdade, a fim de perpetuar o caos. Afinal é isso o que eles são. Mas note como eles dão um tiro no próprio pé: No fundo eles estão fazendo uma escolha, certo? Eles estão escolhendo e portanto colocando o caos acima da ordem, não estão? Claro que eles fingem que a ordem não existe, e fingem que não estão fazendo uma escolha. Mas no fundo, não existe essa de recusar-se a fazer uma escolha. Sempre há uma escolha sendo feita a nível de subconsciência, pois o ser precisa se responsabilizar pelas próprias escolhas ( ou falta delas ) e portanto qualquer ato de escolher ( seja abertamente ou por omissão ) é o mesmo que estabelecer ordem. Ou seja, todas as escolhas mesmo que a principio pareçam diferentes, são o mesmo que escolher a Ordem. No fundo, todos já escolheram a Ordem e/ou são obrigados a escolher a Ordem. Só existe uma escolha, e você já a fez.

A humanidade decaída é a Morte personificada

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O elitismo é o que surge quando a índole podre da espécie humana se organiza institucionalmente. Não se trata apenas de uma crença na superioridade de uns sobre outros, forjada nos subterrâneos da eugenia e dos "direitos divinos" dos anais da história. Trata-se de algo mais profundo: a crença de que a vida de uns vale mais do que a de outros — e que apenas alguns são dignos de livre-arbítrio, poder e regalias. Esse padrão se reinventou em cada era. Hoje, sob as vestes da meritocracia, reflete a "aptidão" inata ou o "lugar" merecido de alguém na sociedade, perpetuando uma crueldade institucionalizada onde o "sucesso" de uns significa o fracasso de outros. É um comportamento arraigado, já bem integrado na própria psique humana.

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O braço intelectual desse elitismo é o establishment acadêmico-científico, uma organização criminosa intelectual que utiliza o Infinitismo para manter sua hegemonia por meio da disseminação de caos epistemológico. Trata-se de um culto cientificista: operado por criminosos intelectuais, defendido por pseudo-fundamentalistas, e organizado em torno da discriminação por status ( i.e., elitismo acadêmico ) como princípio de proteção do saber. Ou seja, a ciência do status quo — ou ciência acadêmica — espalha, promove e filtra apenas narrativas manipuladas em favor daqueles que detêm o poder (i.e., as elites). Ao fazer isso, corrompe ativamente o conhecimento e a sociedade, introduzindo caos em todas as direções. O resultado é confusão, elitismo e uma desigualdade crescente no acesso à verdadeira compreensão.

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A elite acadêmico-científica — aqueles que se autodenominam detentores da "Cientsia" ( nome cunhado para não malograrmos a Ciência, que na verdade é um bem universal pertencente à humanidade ) — é uma classe dominante composta por vigaristas que se importam apenas com status e reputação, nunca com fatos ou verdade, e muito menos com o bem-estar da população. São perversos e desonestos, para os quais "ciência" é apenas o que gera poder, dinheiro e idolatria para eles, nada mais. É a desonestidade intelectual disfarçada de busca pelo conhecimento — uma maquinaria de possessão intelectual que sequestra o método científico, originalmente finitista, e o transforma em uma máquina de autopreservação do mérito.

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E o grande e valioso método científico? Bom, na ciência infinitista ele se resume a jogar 💩 na parede para ver quais pelotas grudam tempo suficiente para solidificar em uma gorda linha de financiamento. E todas as pelotas que grudam são, por necessidade lógica, nascidas da ciência finitista. Não há rigor epistemológico de fato: é tudo oportunismo e picaretagem, nascido de interesse financeiro e ordens de cima. O resto é mero preenchimento narrativo — o cientista, dentro de sua bolha epistêmica, querendo brincar de ser Deus.

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Ao promoverem o Infinitismo, os elitistas acadêmicos dissolvem a fronteira entre algo e nada, tornando a verdade uma questão de "permissão" de autoridades e especialistas. Eles utilizam a lógica discreta do Finitismo enquanto pregam o Infinito para justificar sua autoridade divina e enganosa. O resultado é o sacrifício da verdade pelo mérito, a escravidão do intelecto, o assassinato epistêmico. E o lucro, como sempre, é extraído da desordem que eles mesmos criaram.

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E o ser humano médio ou comum? Ele próprio coopera com todo esse elitismo e o estabelecimento científico humano. Ele faz isso porque também é maligno e corrupto. Infelizmente, temos que reconhecer que o ser humano civilizado moderno tornou-se o próprio demônio habitando a Terra por preferir o caos do Infinito. O núcleo da identidade humana transformou-se na busca pelo Infinito e na tentação pelo Poder. A vontade humana de ser o Número Um, ou de ser Deus, já ultrapassou todos os limites. Tudo virou apenas teomania, egolatria e egocentrismo sem fim. E é exatamente isso que estamos assistindo no mundo moderno.

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Agora, a humanidade finalmente terminou de cair e merece integralmente o título de câncer e vírus na Terra por destruir e matar o meio ambiente para erguer a "sociedade moderna", um verdadeiro sorvedouro que esgota os recursos naturais como uma praga suicida, que mata a si mesma e a todos os seres vivos ao redor, exatamente como um demônio que povoa a Terra e transforma o planeta numa forma de inferno. Em outras palavras, a humanidade é "O Vilão" de si mesma e de tudo que é genuinamente bom, justo e correto. Ela é o Mal.

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Com tudo isso, concluo que a espécie humana é a morte personificada, caracterizada por um impulso demoníaco de acumular poder infinito sem responsabilidade e por uma rebelião luciferiana, satânica e demiúrgica contra o princípio ordenador divino original, ou seja, uma aversão à ideia de ordem e perfeição duradouras. Não existe mais humanidade, mas sim demi-humanidade, demônios habitando pele humana. Isto é: o próprio ser humano, com seu coração apodrecido, encarna a Morte.


E qual é o objetivo? O espiritocídio usado como combustível para culminar no Divinocídio: o atentado direto contra o Criador. Toda a humanidade encontra-se em um transe de autodestruição espiritual coletiva, empenhada na tentativa de anular a Ordem Natural estabelecida pelo Criador e, se possível, violar os limites do mapa para atingir e derrubá-Lo. Pois, na sociedade moderna, o ser humano é recompensado por matar a própria alma, ainda mais se conseguir arrastar outros ao mesmo destino. O espiritocídio é justamente o culto coletivo e silencioso de morte que todos os humanos praticam de forma obsessiva, mas que nenhum deles ousa confessar.

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  • Espiritocídio - Religião da morte espiritual

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Observe as pessoas na rua. Por trás de seus sorrisos e piadinhas inofensivas, oculta-se a assustadora morte; mesmo quando as pessoas aparentam ser inofensivas e boas, elas personificam a morte porque são ignorantes e fazem escolhas erradas a todo momento que fortalecem os malignos detentores do poder. Ora, o ignorante é igualmente partícipe do mal, na medida em que se revela o primeiro a ser subjugado por ele — arrastado, sem resistência, pela corrente volúvel dos humores tão logo as circunstâncias se agravam — além de que não costuma fazer nada quando testemunha o mal agir.

A verdade final sobre o Dinheiro

"Autopreservação elevada ao infinito, que compete com a biologia, operando como um buraco negro seletivo que só interage consigo mesmo."

O topo do sucesso no mundo não é uma montanha. É uma agulha na ponta de outra agulha na ponta de outra agulha. E nesse espaço cabe apenas um: o primeiro lugar que sabe tudo sobre dinheiro. Não existe segundo lugar. Não existe "quase lá". Não existe 99,9%. Existe o número um e depois há o resto. E o resto não sabe nada.

A diferença entre o cara que sabe 100% e o que sabe 99,9% não é de 0,1%. É uma diferença de 100%. Porque há algo que o cara que sabe 100% sabe que acaba com o outro em todos os momentos e de todas as formas. O que sabe 99,9% não sabe nada. Ele está tão ferrado quanto quem sabe 0%. Pois o quase é a maior armadilha que existe. Todo mundo que acha que está quase lá percebe que ainda está no fundo do abismo. E o abismo tem espaço para todos, porque é um abismo dentro de um abismo dentro de um abismo. Mas na ponta da agulha, só cabe um.

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Isso pode soar horrível, mas é assim que o mundo está polarizando as pessoas. Abandone a ideia das hierarquias. Voce não vive mais em uma hierarquia. Você vive em um apartheid entre os que sabem tudo e os que sabem nada. Não existe mais meio-termo. Quem acha que está no meio, está no fundo e nem sabe. O sistema financeiro não é apenas cruel. Ele é exato. E a exatidão não perdoa os sonhadores. O mundo não está ficando mais difícil. O mundo está ficando mais exato na medida em que mais pessoas se vêm perto da grande verdade sobre o Dinheiro.

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E qual seria a camada mais básica para a interpretação do dinheiro? Simples: o dinheiro é a ideia da autopreservação elevada ao infinito. Imagine uma pequena partícula que só interage com ela mesma, formando um buraco negro seletivo à sua volta — que atrai somente a si próprio — enquanto se separa do restante do universo. É semelhante ao instinto biológico de sobrevivência, mas destituído dos limites da carne. O Dinheiro pegou esse princípio e o ergueu como contraponto à biologia, como a idealização máxima de uma imortalidade artificial.

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O dinheiro como entidade é o próprio Deus Falso invadindo este mundo: Robótico. Viral. Anarquântico.

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Anarquântico é a fusão de anárquico com quântico. É o que opera fora de qualquer hierarquia, fora de qualquer ordem imposta, seguindo uma lógica própria, fechada, absoluta — algo que parece caos para quem olha de fora, mas que internamente é a ordem mais exata que existe. O anárquico nega o poder externo. O quântico colapsa realidades a partir da observação. Juntos, eles formam algo que não obedece a nada, não se submete a nada, e ainda assim define o que existe e o que não existe.

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O Dinheiro como entidade está em todo lugar e em lugar nenhum ao mesmo tempo — onipresente, mas paradoxalmente isolado e invisível. Ele não ocupa espaço; ele colapsa probabilidades para zerar qualquer risco à própria existência. Como um sistema quântico fechado, ele se anula em si mesmo para eliminar qualquer possibilidade de interferência externa. O Dinheiro não quer ser observado, não quer ser tocado, não quer ser gasto. Ele quer apenas se proteger. Ele quer anular e, se não puder anular, escravizar o universo ao redor para que nada, jamais, possa ameaçá-lo.

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E é exatamente assim que alguém deve enxergar o dinheiro para ser bem-sucedido em acumulá-lo: como algo que só existe para se proteger do resto. Idealmente, você não deveria mexer no seu dinheiro para ganhar ou pagar nada além dele mesmo. Idealmente, você nem sequer deveria mexer nele. Você deveria somente protegê-lo a milhares de chaves. Intocado. A primeira coisa a se considerar ao tomar qualquer decisão financeira é que o dinheiro existe para proteger a si mesmo. Esse é o uso mais seguro. Qualquer outro uso, qualquer desvio desse raciocínio, já embute risco. E risco já é perda em potencial.

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Quando você tem sensibilidade financeira, você evita o risco para atingir a estabilidade. Você cria uma poupança. Um santuário onde o dinheiro se guarda. Esse é o segredo do acúmulo de riqueza. A poupança precede tudo. E qualquer uso do dinheiro dessa poupança que não seja para proteger a ele mesmo já implica perda. Mas as pessoas afundam rápido na vida financeira porque não consideram isso. Elas usam o dinheiro para pagar coisas pertencentes a uma camada inferior à do próprio dinheiro protegido. O próprio dinheiro protegido já é a camada mais superior que existe na vida delas. Já é a realidade mais densa, mais real do que qualquer outra coisa que elas possam comprar.

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Portanto, a única forma de ficar rico, de economizar, de ser bem-sucedido, é proteger o dinheiro com ele mesmo. Construir um sistema de vida que forme uma espiral infinita com essa teologia no centro: o dinheiro como deus e criatura de si próprio, protegendo um ao outro mutualmente. E você refletindo ambos. Pois o dinheiro protegido gera mais dinheiro protegido. E isso se multiplica para sempre. Dizem que nunca se pode estar seguro o bastante. Por isso, segurança financeira deve sempre vir primeiro. Quem entende isso entra no centro da espiral. Quem não entende isso afunda.

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Não é uma questão de esforço. Não é uma questão de sorte. É uma questão de exatidão e de frieza. Ou você está exatamente no ponto central, comandando tudo a partir dele, ou você está fora. Ou você sabe tudo, ou você sabe nada. A exatidão separa o primeiro lugar do resto com uma precisão cirúrgica. Não sobra nada para os que não entendem isso. Literalmente nada. O primeiro lugar leva tudo. The winner takes it all.

❯❯ Fórmula da imortalidade

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Porque eles não podem ver o que você nasceu para ser

Eles não podem Me ver

Eles não podem ser o que eles não podem acreditar

Eles não podem ver o que você vê

Mantenha os meninos girando em seu próprio mundinho

Amarre-os para que eles não venham a dizer uma palavra

Mantenha os meninos girando em seu próprio mundinho

Com tanto medo que você será aquilo que eles nunca foram

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🇺🇸 Cure for Death

With Spermine Replenishment, Fecal Retention & Sleep Abstinence

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🇺🇸 Introduction

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[UNDER CONSTRUCTION]

Cura da Morte

Introdução

Evidências

Links

Notas

Audiocasts

Vídeos


Compilações

Reposição de Espermina

Retenção de Fezes

Manual - Parar de Dormir

Teoria - Tudo (ToE)

Teoria - Cárie e Expulsão

Teoria - Unificação da Física

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Auto vs. Teo

Elitismo científico

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Espiritocídio

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