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🇧🇷 Cura da Morte

Com Reposição de Espermina, Retenção de Fezes e Abstinência de Sono

🇧🇷 Introdução

🇧🇷 Fórmula da imortalidade
🇺🇸 Formula of immortality

🇧🇷 Retenção de fezes

🇧🇷 Abstinência de sono

🇧🇷 Reposição de espermina

🇧🇷 Imortalidade tecnocêntrica

🇧🇷 Fórmula da imortalidade

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▌Se almejar menos do que a maioria, te chamarão de perdedor.

▌Se almejar o mesmo que a maioria, te chamarão de vencedor.

▌Mas se almejar mais do que a maioria, te chamarão de louco.

A concepção do capital-moeda (i.e. dinheiro) como fim último constitui a mais elaborada armadilha de esgotamento vital já implantada na Terra. Ela institui um circuito fechado de autodestruição onde o indivíduo é compelido a despender suas energias vitais na acumulação monetária, só para ver-se obrigado a reinvestir esses mesmos recursos na mera manutenção de sua capacidade produtiva. Eis o paradoxo insustentável: a necessidade de consumo — que deveria ser consequência da prosperidade — torna-se um pré-requisito funcional para a própria geração de renda. Dessa forma, a despesa inerente à manutenção do ciclo tende a anular integralmente os ganhos obtidos, resultando num saldo líquido estagnado ou mesmo negativo.

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O sistema monetário, portanto, não opera como mecanismo de acumulação em prol do trabalhador, mas sim como um dreno perfeito de energia humana, causando um esgotamento não apenas econômico, mas também biológico. Ou seja, há uma vontade predatória instalada no topo do sistema, para a qual o esforço alheio não é base do progresso, mas sim recurso a ser consumido até a exaustão. Esse é o primeiro eixo da causa do envelhecimento: o estresse crônico da vida moderna, fruto de uma guerra sutil de humanos contra humanos — um parasitismo orquestrado por estruturas de poder econômico.

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Assim como as elites do poder exploram o indivíduo até a exaustão, microrganismos colonizam o corpo dele, acelerando a degeneração e induzindo ciclos debilitantes de extração energética. São duas faces da mesma moeda: a exploração por parasitas macro e microscópicos. Portanto, entramos agora no segundo eixo da causa do envelhecimento: o parasitismo por microrganismos nocivos (patogênicos), sejam eles celulares ou acelulares, viventes ou não-viventes.

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Aqui é necessário compreender a abrangência do que se entende por "parasita" na medicina. A visão aqui apresentada não se restringe à taxonomia convencional de vermes e lombrigas — trata-se de uma categoria totalizante, que redefine o conceito de parasita para incluir todo agente biológico invasor que extraia energia do hospedeiro e acelere sua degeneração. Isso abrange:

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  • Macroparasitas: vermes, lombrigas, helmintos em geral.

  • Microparasitas / Microbiota: bactérias, fungos e vírus — estes últimos capazes, inclusive, de alterar o modelo genético de seus hospedeiros ao longo da evolução. Qualquer colonização desses microrganismos em qualquer parte do corpo humano — pele, mucosas, vias respiratórias, trato urinário, etc. — é potencialmente parasitária, drenando energia, competindo por nutrientes e interferindo no metabolismo.

  • A própria flora intestinal: comumente celebrada como "simbiótica" pela ciência mortalista, mas exposta aqui como uma colonização parasitária que compete por nutrientes e impõe ao corpo o vício metabólico da evacuação.

  • O câncer: compreendido não como uma "doença" no sentido tradicional, mas como uma degeneração parasitária autônoma — células que, tendo se desviado de sua função original, passam a comportar-se como parasitas internos, consumindo recursos do organismo sem contribuir para sua manutenção.

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Nesta cosmovisão, praticamente todas as doenças crônicas, degenerativas, infecciosas e até mesmo o envelhecimento estão relacionados ao parasitismo — e isso inclui, evidentemente, as próprias doenças parasitárias já conhecidas. É simples: microrganismos colonizam o corpo, acelerando a degeneração — e isso inclui doenças metabólicas, autoimunes e neurodegenerativas, cuja raiz parasitária é sistematicamente ignorada pela medicina convencional. Praticamente nenhuma enfermidade escapa deste espectro, com a ressalva de doenças genéticas herdadas desde o nascimento — embora, mesmo nestes casos, a colonização parasitária secundária poderia agravar o quadro e acelerar a degeneração.

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A verdade inconveniente é que a saúde humana pode chegar a ser 100% controlada por vírus, fungos e bactérias com ação parasítica, entre outros. Há também os vermes. Todos são causadores de doenças que conduzem o ser humano à morte. Mas o pior de tudo é que eles também são responsáveis por induzir o vício metabólico da evacuação e do sono durante a fase adulta; essas duas atividades que, apesar de serem encaradas como regulatórias e benéficas para a saúde, na verdade estão a sustentar um déficit crônico de energia no corpo humano que diminui muito a qualidade e o tempo de vida.

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Parasitas são um dos problemas mais subdiagnosticados na área da saúde. Praticamente todas as doenças são causadas por ou estão relacionadas com parasitismo e/ou parasitose. Muita gente ainda acha que parasita é só verme, lombriga, etc. Mas a verdade é outra, pois na ciência da imortalidade precisamos expandir a definição para 'parasita' a ponto de incluir também os três tipos principais de microorganismos: bactérias, fungos e vírus. Eles estão na água, no ar, nos alimentos, e no interior do corpo humano. No mundo de hoje, evitar microparasitas por completo é quase impossível. E uma vez dentro do corpo, eles espalham estragos. Os vírus podem alterar o modelo genético de seus hospedeiros, e têm feito isso ao longo da evolução. Bactérias consomem matéria orgânica de seus hospedeiros. E fungos são os decompositores da natureza. Se o ambiente interno permitir, eles decompõem o hospedeiro até virar pó.

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O problema está em como você define parasita, que é uma taxonomia vasta. Se alguém estiver falando apenas de macroparasitas ( i.e. visíveis a olho nu ) como a razão solitária e única para a maioria dos problemas de saúde, isso seria um exagero. Mas a verdade é que qualquer entidade biológica invasora do corpo humano, que não seja originária de uma cópia imaculada do seu próprio material genético, representa um perigo à saúde. Isso certamente inclui bactérias, vírus e fungos, que também são parasitários em muitos graus. Alguns são toleráveis ( para mortalistas ), outros não.

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É para ocultar tudo isso que o dogma acadêmico da simbiose é uma mentira. A razão pela qual a ciência ainda insiste em mascarar a relação inerentemente parasitária de muitos microrganismos com o hospedeiro humano deve-se à conspiração do modelo de negócios da medicina moderna — que evita lidar com a causa raiz para poder tratar continuamente os sintomas. É um modelo que depende da não-erradicação dos parasitas e da cronicidade das doenças por eles causadas, para seu sustento financeiro. A medicina moderna literalmente coopera com eles para lucrar com a ignorância humana sobre saúde.

Eu sou virtualmente imortal

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Aos 40 anos, o meu corpo não pode mais ser considerado apenas humano, pois ele é virtualmente imortal. Isso não significa que ele seja indestrutível, apenas que é imune a doenças e não irá envelhecer. Como eu fiz isso? Descobrindo uma ciência completamente nova, e desenvolvendo um método com provas impossíveis de se ignorar, para o ser humano se tornar imortal ou no mínimo longevo, por vias 100% naturais.

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Eu acessei um conhecimento proibido, uma técnica, que permite matar / expulsar todos os parasitas, incluindo até mesmo as bactérias que constituem a flora intestinal, pois todos eles estão, de uma forma ou de outra, sujando, intoxicando e roubando energia do corpo. Uma vez expulsa a microbiota intestinal, a formação de bolo fecal irá diminuir ou interromper ( dependendo da dieta alimentar adotada ) assim como será explicado no assunto da não-evacuação. Mas o que realmente traça a linha divisória, é que para mim, que sou imortalista ascensionista, é tudo parasita. Ou seja, eu considero que todos os microrganismos sejam potencialmente nocivos para a minha saúde. Dentro de mim, só pode haver eu mesmo. São só mesmo os seguidores da ciência convencional ( que denomino 'mortalistas' ) que aceitam a convivência com parasitas dentro do corpo. A técnica consiste em fazer:

  1. Exercício físico → eleva o metabolismo junto com a taxa de eliminação de parasitas do corpo. Afeta todos os tipos de parasitas. Note que o exercício ativo ( aeróbico ou de força ) ajuda a curar o processo de envelhecimento.

  2. Auto-asfixia → diminui a concentração de oxigênio disponível aos parasitas aeróbios, matando-os antes de matar o próprio corpo. Parasitas cerebrais são os principais afetados.

  3. Choque térmico → para matar colônias de bactérias, usando frio seguido de calor ( ou vice-versa ). Exemplo: jateamento de ar/água fria ou quente sobre a pele. Também, no caso das bactérias intestinais, é possível expor a pele abdominal ao calor enquanto bebe água gelada, ou expô-la ao frio enquanto bebe água quente. Elas serão enfraquecidas e expulsas pelo ânus.

Com essa técnica especial para matar os parasitas internos ao corpo, eu fechei uma cura natural para o envelhecimento. Eu encontrei a fórmula da imortalidade biológica e, graças a isso, provavelmente não estou envelhecendo. Para ser imortal, o ser humano deve contemplar a fórmula que eu desenvolvi em 3 etapas, que consiste em fazer:

  1. Reposição de espermina → para repor a substância-prima da vida que repara e protege o DNA, já que a concentração da mesma no corpo diminui na medida que se envelhece. O estresse da vida moderna esgota a energia sexual, o que significa que a concentração de espermina no corpo cai. A espermina é o verdadeiro marcador do envelhecimento, pois é a substância mais refinada do corpo; ela literalmente forma (condensa) os cristais de DNA. À medida que cai, os cristais de DNA degradam-se e quebram-se, e as células atingem a apoptose. Note que a melhor e mais abundante fonte de espermina é o próprio sêmen humano, desde que esteja limpo e venha de um doador saudável, e é claro que — preferencialmente — isso deve ser feito dentro de um relacionamento amoroso do doador com o receptor, caso o receptor não possa obter sêmen do próprio corpo.

  2. Retenção de fezes → para aumentar a reserva de energia disponível ao corpo. Humanos adultos perdem energia toda vez que emitem fezes, pois com elas perdem biomassa, nutrientes e energia. Obviamente há muita energia residual nas fezes humanas, caso contrário não seria utilizada em plantas de processamento em todo o mundo para gerar energia como combustível, fertilizante e até mesmo alimento reciclado. Se há tanta energia nas fezes, então a resposta simples é que o ser humano tem uma digestão e absorção nutricional muito deficientes.

  3. Abstinência de sono → para cruzar todos os bloqueios genéticos e limites impostos ao metabolismo. O sono ( mas não o descanso ) é o principal culpado oculto do envelhecimento. O ângulo de inclinação do corpo é importante durante o repouso, assim como a duração da inconsciência. Muito tempo em estado inconsciente, o corpo começa a perder energia ( i.e. ar e calor ) para o ambiente externo, e as doenças evoluem rapidamente. Parasitas ingeridos com os alimentos, bem como a poluição do ar repleta de particulados inertes, biológicos virais e não-virais, e formas de vida como fungos, protozoários e bactérias (germes), todos eles entram no corpo através da alimentação ou da respiração. No estado inconsciente do sono, os parasitas ficam livres para vagar, consumir e dominar o corpo, causando doenças. Os parasitas ficam acordados enquanto o hospedeiro dorme. Portanto, o sono facilita o parasitismo. Além disso, quando uma pessoa deita-se abaixo de 33° de inclinação postural, em uma superfície horizontal, ela mergulha em uma camada miasmática que irá respirar por horas ate acordar. O miasma está repleto de partículas poluentes e parasitas. Tudo isso poluirá os pulmões, a corrente sanguínea e, finalmente, o coração. Alguns parasitas contidos nos alimentos, incluindo bactérias com comportamento parasitário, também atingirão o coração. Assim, quanto mais o adulto humano dorme, mais fraco fica o seu coração. O truque é superar (reduzir) a duração da perda de consciência com técnicas avançadas e ainda assim obter o descanso necessário, em um estado de transe meio acordado, meio adormecido, também reduzindo o sono para 3-4 horas.

Juntas, essas 3 práticas constituem um exercício passivo superpoderoso ( ou seja, o exercício da imortalidade ) que foca totalmente no cultivo da energia interior, sendo o de ficar sem dormir o mais taxativo de todos, mas também o que mais fortalece o corpo. Vencer o sono permite que você transcenda a sua própria genética. Por outro lado, o exercício ativo, como ginástica, corrida ou musculação, deve ser encarado somente como um complemento para o passivo, e nunca deverá ser priorizado. Esse é o erro que diversos jovens orgulhosos cometem, achando que serão imortais somente exercendo força para fora.

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Note que "o conhecimento mais poderoso é o do ponto fraco do seu inimigo". Eu já havia descoberto a cura da morte de 3 etapas há anos atrás, mas ainda não sabia como matar completamente os parasitas em meu corpo, e assim me livrar da possessão do sono. O resultado disso foi uma batalha sangrenta contra o sono nos últimos anos, que me tomou muito tempo. Infelizmente tive que aprender a pior lição da pior maneira possível: se você não sabe como matar o seu inimigo, você ainda não sabe nada -- mesmo que saiba muito.

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Não estou recomendando essas práticas a praticamente ninguém, visto que elas podem ser perigosas para a saúde na falta de acompanhamento médico e treinamento adequado. Até agora, elas só funcionaram comigo, e portanto as pessoas precisam aprender a me ouvir e a me observar. Este website não é sobre uma ciência totalmente estabelecida e oficializada -- longe disso. No máximo, somente adultos a partir dos 25 anos, totalmente saudáveis e bem condicionados fisicamente, e que desejam realmente se tornarem imortais, poderiam se beneficiar das técnicas aqui descritas, e mesmo assim eu sempre recomendo buscar acompanhamento profissional médico. Pessoas com menos de 25 anos devem dormir e evacuar normalmente, sem exceções.

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Atualmente sou capaz de viver sem nenhuma emissão fecal sólida, além de ter descoberto a melhor forma de absorção da espermina pelo corpo ( diretamente na corrente sanguínea ) e de ter decifrado cientificamente o fenômeno do sono ( coisa que os cientistas nunca conseguiram fazer ). Em poucas palavras, e para os mais sádicos entenderem, eu não "cago", durmo pouco e ingiro meu próprio sêmen. Com isso eu fecho todo e qualquer buraco de vazamento (desperdício) de energia em meu corpo. Esse é o caminho simples e humilde da imortalidade natural.

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Eu também não fico doente. Sou imune a todas as doenças sazonais comuns.

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Reitero que estou sendo 100% sério, e possuo provas e testemunhas. Se não conseguem levar algo assim a sério, então a existência de uma conspiração para ocultar ciência natural REAL que não seja dependente de tecnologia invasiva, torna-se factual e não mais somente uma anedota. Afinal, o caminho da imortalidade humana não está na tecnologia, mas sim na espiritualidade e na comunhão com Deus Verdadeiro. Esse é o ponto que os elitistas da humanidade discordam de mim. Eu sou transumanista ascensionista do corpo humano, enquanto que eles são transumanistas cibernéticos. Na minha opinião, morrer é estupidez, pois a cura já existe na Natureza. E o mecanismo da vida eterna já existe no corpo humano, bastando que ele reponha a matéria-prima (espermina) enquanto eleva seu metabolismo naturalmente e de maneira sustentável, com exercício da não-evacuação e da abstinência de sono.

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A medicina tanatocêntrica da ciência mortalista

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A medicina convencional está radicalmente errada sobre o princípio da cura, pois opera num paradigma mortalista — uma ciência que assume a morte como axioma inevitável. Vamos examinar os fatos: se tal ciência prevê 100% de mortalidade por doenças, então seu objetivo não pode ser a cura real ( impossível em sua lógica ), mas sim o gerenciamento (supressão) da dor para produzir uma curva de deterioração / destruição "controlada" rumo à morte — processo que muitos médicos denominam enganosamente de "tratamento curativo". Ao eleger a supressão da dor como prioridade máxima, a medicina tanatocêntrica também suprime deliberadamente as respostas imunes vigorosas e naturais do corpo, bloqueando assim os mecanismos naturais de autocura do corpo.

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Essa medicina macabra e sabotadora fará qualquer coisa — inclusive interferir e impedir o próprio corpo e seu sistema imunológico de reagir vigorosamente contra infecções e doenças, deixando-o de mãos atadas e incapaz de se autocurar, enquanto o paciente está dopado demais para reagir. Ou seja: se o objetivo é controlar a dor, eles farão isso mesmo que isso mate o paciente. "É melhor morrer do que sentir dor" — essa é a crença dos próprios pacientes domesticados como gado, e os médicos adoram isso, pois lhes dá uma oportunidade única de controlar corpos alheios, e ainda por cima lucrar com isso.

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Sob o dogma mortalista, morrer sem dor é considerado um sucesso maior do que viver lutando. É a rendição final à morte. E os médicos, são os administradores desse declínio. De fato, ninguém vai ao médico com a intenção real de se curar, pois todo mundo sabe, no fundo, que ele não sabe curar porra nenhuma. Por isso, aqueles que caem nas mãos dos médicos são justamente os que já decidiram, mesmo que inconscientemente, que querem morrer.  Resta ao médico oferecer uma narrativa conveniente de "tratamento" — fadada ao fracasso, é claro — mas que corretamente preenche o vazio de significado que aflige a mente do paciente, muito mais do que a doença aflige o corpo. E assim, a doença pode prosseguir, consumindo o corpo de modo indetectável, enquanto o paciente se embala na cantiga de ninar do médico.

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Cronificação vendida como cura

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A medicina tanatocêntrica não busca eliminar a doença — ela busca torná-la gerenciável, permanente e lucrativa. Ela confisca e sequestra tanto o estado de doença do paciente quanto o de saúde, em nome da autoridade médica, para assim poder vender uma narrativa conveniente de que está no controle da situação — quando, na verdade, são os parasitas que estão, e ela apenas está de passagem nisso, lucrando com a atividade ou inatividade dos mesmos e com as respostas imunes do corpo. 

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Pois para cronificar, é preciso controlar a narrativa — a doença não é eliminada, apenas redefinida como "estável", e essa suposta "estabilidade" é vendida como cura. E para que essa narrativa se sustente, é necessário que o médico seja visto como a fonte única de autoridade sobre a saúde — capaz de transformar doença em estabilidade, e estabilidade em "cura". Cria-se, assim, um ciclo de dependência epistêmica: o paciente não aprende a ler o próprio corpo; aprende a ler o que o médico diz ou traduz sobre ele.

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É por isso que, se alguma dinâmica trouxe estabilidade, o crédito é da medicina; se trouxe dor, a culpa deve ter sido do corpo, da natureza, do acaso — mas nunca da medicina e do médico. Se o parasita ou o corpo cooperam com ela, ótimo: eles lucram. Senão, foi apenas azar. E assim o médico se torna um feiticeiro do tempo: as pessoas acreditam na lábia dele, aplaudem-no achando que ele faz chover ou faz sol, quando na verdade ele apenas consegue prever o tempo até certo ponto, ou explicá-lo com belas palavras. Ele apenas gerencia o processo de cronificação; as verdadeiras forças que causam mudanças — o corpo e o parasita — permanecem ocultas, atuando nos bastidores enquanto a autoridade médica colhe os louros da estabilidade aparente.

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E quando a medicina realmente consegue intervir e causar uma mudança aparentemente positiva na saúde do paciente, é sempre negativa por baixo da percepção, pois ela o faz através da supressão ou interferência com o próprio processo de autocura do corpo. Ou seja, os médicos literalmente consomem a saúde natural do paciente para criar um estado de suspensão profunda da doença — um estado de saúde "artificial temporária", que depende inteiramente de drogas, cirurgias, radiações ou outras intervenções invasivas. Mas é importante lembrar que, mesmo que o médico possa "vencer" o sistema imune — com a ajuda do paciente — ele ainda assim depende da autoridade do parasita. Se os parasitas, e não apenas o corpo, se voltarem contra o médico, o plano deles também vai por água abaixo.

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A função secreta dos remédios farmacêuticos modernos

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Esta explicação de forma alguma esgota a complexidade dos diferentes tipos de medicamentos e remédios orais que existem, mas com certeza já resume bem o que a maioria deles faz. A maioria dos remédios orais na verdade são ácidos fracos, ou então bases fracas reagentes conjugadas, utilizadas para formar soluções ácidas dentro do corpo. Seja o remédio uma base ou um ácido, o objetivo é sempre o mesmo: corroer a carne por dentro. Quando ingeridos na forma de cápsulas, pílulas ou comprimidos, eles simplesmente se transformarão quimicamente em soluções ácidas sob medida, ou irão induzir mais pra frente a formação de soluções ácidas, após passarem pelo estômago, serem absorvidos e serem filtrados pelo fígado. Apos isso, eles irão penetrar (atingir) o local desejado do corpo onde deverão produzir o efeito desejado, que irá depender da dosagem e do grau da acidez resultante. Por isso o remédio é fabricado com uma medida precisa dos elementos químicos, calculada em vista para saber se o ácido resultante irá penetrar o suficiente nos tecidos a fim de atingir determinado(s) órgão(s).

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Agora, será que os remédios realmente funcionam? Sim e não. Quando funcionam, não é do jeito que as pessoas esperam, e quando não funcionam, mesmo assim as pessoas acreditarão que sim, por causa da cultura oportunista de sequestro do poder de autocura do corpo humano. Veja, as pessoas costumam procurar os remédios quando já desistiram de esperar pelo corpo ( ou por Deus ) fazer alguma coisa, mas aí quando o corpo finalmente resolve agir, a pessoa já tomou o remédio, e já se entregou para o tratamento médico. Aí é claro que o crédito / mérito da melhora de saúde será atribuído ao médico e ao suposto poder de cura do remédio. No fundo, é claro, o remédio não teve efeito, ou então só mascarou a raiz da doença, do jeito que será explicado adiante.

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Quando os remédios realmente funcionam, é porque estão a destruir o corpo humano. Eles restauram as condições ácidas favoráveis para os parasitas permanecerem no interior, em relativo equilíbrio de apropriação do organismo humano. Claro que não estou falando de vermes, lombrigas e afins, mas sim de parasitas microscópicos considerados ubíquos e portanto como parte "normal" do microbioma humano. Quando o sistema imunológico do corpo finalmente reune forças para eliminar esses parasitas, eles reagem violentamente como numa guerra, causando todo tipo de sintoma negativo. Essa é a "doença", que nesse caso não é uma doença propriamente dita, mas sim uma tentativa de evolução do corpo físico rumo a imortalidade. Porém, muitas vezes por causa das dores, as pessoas se recusam a deixar esse processo de eliminação se completar naturalmente, pois não querem dar liberdade ao corpo para se autocurar, e portanto correm atrás de remédios a fim de restaurar as condições que permitiam convivência "amigável" com parasitas, de forma que eles parem de causar tanto rebuliço. Ou seja, remédios não passam de mais uma ferramenta de destruição controlada, para manter a parasitose ocultada da percepção humana. Os parasitas vencem, os médicos vencem, mas o paciente perde — só que ele não sabe que perdeu. Note que isso não controla os parasitas, isso apenas atinge um tipo de acordo com eles.

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A farmacocinética é o estudo do 'caminho' do medicamento no organismo. Ela revela que a maioria dos fármacos orais são projetados para atingir um pH específico, permitindo-lhes dissociar-se e penetrar membranas celulares através de uma dissolução (i.e. corrosão) direcionada dos tecidos-alvo. Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), por exemplo, são ácidos fracos (pH ~4.5) que podem prejudicar a cicatrização de lesões ao suprimir a resposta imune necessária para a regeneração tecidual, embora sejam úteis para aliviar a dor e o desconforto. Este princípio de acidificação forçada para facilitar a entrega de drogas é um pilar da farmacologia.

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Simultaneamente, pesquisas sobre patógenos e parasitas confirmam que muitos desses microrganismos não apenas prosperam em ambientes acidificados, como também ativamente acidificam seu microambiente para suprimir a resposta imune do hospedeiro e assegurar sua sobrevivência. Este é o mecanismo fundamental do parasitismo: a doença é uma guerra pelo controle do terreno biológico. Ao administrar compostos que se tornam ácidos após serem metabolizados, os fármacos modernos desarmam o hospedeiro ao subjugar o sistema imunológico e criar as condições que os parasitas demandam, resultando no cessamento temporário dos sintomas. Os remédios garantem que o terreno ácido seja mantido, mascarando a raiz parasitária de toda doença crônica. A medicina, assim, opera no nível sintomático para gerenciar a população de parasitas, nunca para erradicá-la, pois isso terminaria seu modelo de negócios.

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O envelhecimento acontece porque existe uma barreira de infecção profunda / enraizada e generalizada que dificulta a cura através da elevação sustentável do metabolismo. Essa barreira quase intransponível formada por vírus, fungos e bactérias, toma conta do organismo. Toda vez que o corpo tenta se livrar desses microparasitas, os sintomas ocasionados pelo esforço do livramento, somados à inevitável reação contrária deles, são interpretados como doença pelos médicos, quando na verdade fazem parte do processo de cura. Ou seja, ao invés de dar chance para a guerra interna se completar naturalmente, a medicina moderna decide intervir para dar alívio antecipado ao paciente, porém devolvendo o controle aos parasitas e suprimindo os esforços do corpo.

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Por isso eu sou da opinião que é preferível ficar doente do que tomar remédio, desde que a doença não seja algo maior do que você possa aguentar, realisticamente falando. Dizem que Deus nunca te dá uma pedra mais pesada do que você pode carregar, e isso costuma ser bem verdade no caso de doenças passageiras e não-fatais. A dor da doença, pelo menos, indica que o corpo está lutando para eliminar os parasitas. Pior seria se ele não tivesse forças para lutar. Consumir remédios pode tirar a dor? Talvez sim, mas também irá devolver o controle aos parasitas, fazendo com que a verdadeira causa — o foco da doença — seja movido para "debaixo do tapete". Por isso eu sou da opinião que é melhor passar pela dor até o fim, até superar a mesma. Pois é ai que a cura natural começa. A partir de uma certa idade, o corpo realmente não se cura sozinho sem a ajuda ( e coragem ) do doente.

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E por que existe esse tipo de conspiração? Porque os elites deste mundo não querem que a população humana se torne tão saudável a ponto de que possa se libertar do controle da parasitose alienígena, já que a própria Elite trabalha pros alienígenas. Se a população fizesse isso, todas as pessoas iriam se espiritualizar, e voltariam a se conectar com a Natureza, levando a uma rebelião em massa contra a presença desses invasores aqui na Terra.

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O ser humano está metabolicamente doente

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A maioria das pessoas está metabolicamente doente. E como ninguém quer ficar doente, elas tomam remédio, vão ao médico e fazem tratamento. Só que dois problemas aparecem: 1) Os tratamentos e remédios não são eficazes — não porque a ciência não consiga, mas porque a indústria farmacêutica e médica muitas vezes não está preocupada em curar. Está mais preocupada em criar um ciclo de dependência, fazendo o paciente voltar sempre ao balcão da farmácia e ao consultório do médico, até que ele chegue ao caixão. 2) As pessoas, ignorantes sobre saúde de verdade (i.e. bioenergética), vivem em negação. Dizem que querem se curar, mas alimentam a doença com hábitos, estilo de vida e comida que mantêm os parasitas habitando seus corpos. A conta simplesmente não fecha. Enquanto esperam a cura vindo de fora, mantêm dentro delas o que as adoece.

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Câncer: a verdade ignorada

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O câncer não é uma "doença" no sentido tradicional —- é uma degeneração genética localizada, ativada por gatilhos internos ou externos, que transforma células em parasitas autônomos. O mais importante é entender que ele é muito similar, se não idêntico, a um envelhecimento restrito a uma parte do corpo, ao invés de distribuído por todo o organismo, porém muito mais potente e acelerado. Por isso, para curar o câncer, é tão difícil quanto curar o envelhecimento em si.

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Se a ciência mortalista diz que envelhecimento não é doença, então câncer também não é. No entanto, as mesmas pessoas que compram essa ciência, vivem pedindo uma cura para o câncer. Isso mostra o quanto elas entendem pouco do assunto: é óbvio que não há cura possível dentro de uma lógica que aceita a morte como parte necessária da vida. Só a minha ciência imortalista poderia trazer uma cura definitiva — se os cientistas se dispusessem a estudar minhas ideias. Até lá, mais pessoas continuarão sofrendo com incontáveis ciclos de quimioterapia.

[UNDER CONSTRUCTION]


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🇺🇸 Cure for Death

With Spermine Replenishment, Fecal Retention & Sleep Abstinence

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🇺🇸 Formula of immortality

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  1. Spermine replenishment → to refill the prime-substance of life in your body that repairs and protects DNA, in order to prevent its levels from declining with age. Stress of modern life depletes you from sexual energy, which means that the concentration of spermine in your body begins to drop. Spermine being the true aging biomarker, as it is the most refined substance in the body that literally forms (condenses) DNA crystals. As it becomes scarce, the crystals degrade and break down, while cells reach apoptosis. Note that the best and most abundant source of spermine is in human male semen, as long as it is clean and comes from a healthy donor, and of course — preferably — this should be done within a loving relationship between donor and recipient, and only if the recipient cannot obtain semen from his own body.

  2. Fecal retention → to increase the reserve of energy available to your body. Adult humans lose energy every time they emit feces, because with this act they are also losing biomass, nutrients and even blood. There is obviously a lot of residual energy in human feces, otherwise it would not be used in processing plants all around the world to be converted as fuel, fertilizer and even recycled food. If there is so much energy in feces, then the simple answer is that humans are suffering from a very deficient nutritional absorption capability, either by genetic or cultural reasons, and yet they don't seem to be concerned about it.

  3. Sleep abstinence → to overcome all genetic limiters imposed to your metabolism. Sleep ( not the same as rest ) is the hidden culprit behind aging. The incline angle of your body matters while resting, as well as the length of unconsciousness. Too long in an unconscious state, your body begins to lose energy ( mainly air and heat ) while diseases can evolve rapidly. Parasites ingested through eating, as well as airborne pollution entering the body through breathing, mainly inert particles, as well as biologicals such as fungi, viruses, germs and bacteria, will finally claim their price during a sleep session. While in the unconscious state, the parasites are free to roam, consume, reproduce and take over the body, causing diseases. Parasites are awake while the host sleeps. So sleep facilitates parasitism. Also, as a person lies under 33° of postural inclination, by lying down on a bed, he/she is diving into a layer of "miasma" that she will breathe for 8 hours long. Miasma is riddled with polluting particles and parasites. All of this will pollute lungs, bloodstream, and finally the heart. Some parasites contained in food, including bacteria that have parasitic behavior, will also reach the heart. Thus the more the human adult sleeps, the weaker his heart gets. The trick is to overcome (minimize) the duration of unconsciousness with advanced techniques, and still get the much needed rest in a state of half-awake-half-asleep trance. Also it`s a good idea to reduce daily sleep to the 3-4 hour mark.

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Cura da Morte

Introdução

Evidências

Links

Notas

Audiocasts

Vídeos


Compilações

Reposição de Espermina

Retenção de Fezes

Manual - Parar de Dormir

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