❮❮ Introdução
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Espermina (C10H26N4) e espermidina (C8H23N3) são compostos (biológicos) poliamínicos estruturalmente relacionados, com papéis importantes em diversos processos celulares, incluindo a proteção do DNA, a estabilização de ácidos nucleicos e a influência no metabolismo. São quase como substâncias gêmeas. Porém, apesar de seus nomes serem quase idênticos, e de serem frequentemente encontradas juntas, elas ainda são duas moléculas distintas.
Eu também realizo a inseminação dentária com Espermina (Spm), obtida do meu próprio sêmen. A Spm é uma das substâncias anti-envelhecimento mais promissoras atualmente, com diversos estudos científicos que apontam para a sua capacidade de reparação do DNA celular. O segredo, entretanto, é que a Spm deve ser absorvida na corrente sanguínea pela via cavitada dentária cariosa, previamente tratada mas mantida aberta, de maneira natural e não invasiva. A Spm é absorvida através da dentina exposta, e também por lesões e fissuras, e a partir daí, alcança os vasos sanguíneos na polpa dentária e, consequentemente, a corrente sanguínea. A inflamação associada a essas áreas, inclusive, pode aumentar a permeabilidade dos vasos, facilitando ainda mais a entrada da substância. Além de permitir a entrada da Spm, essas cavidades possuem uma dupla função vital, servindo também como uma rota de saída essencial para o corpo expelir microrganismos prejudiciais. Com isso em mente, vamos agora analisar por que a intervenção odontológica, ao buscar fechar essas cavidades, pode comprometer a saúde e até mesmo barrar a imortalidade.
O ato dos dentistas de restaurar cavidades dentárias com material sintético estaria, na verdade, acelerando o envelhecimento das pessoas. Isso porque, conforme minha teoria, o corpo humano usaria essas cavidades justamente para expulsar patógenos altamente resistentes que, de outra forma, seriam impossíveis de eliminar por outras vias excretoras (suor, urina, muco, respiração). A ideia é que esses patógenos seriam expulsos pelas cavidades para o interior da boca, seriam engolidos e, ao chegarem no estômago, seriam destruídos. Além disso, o próprio sistema imunológico enfraqueceria um ou mais dentes para que erodam e abram caminho para essa autocura do corpo acontecer [E43-E46].
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O Dr. John Gabrovsek é um dentista conhecido por sua pesquisa inovadora sobre a ligação entre o sistema imunológico e a doença da cárie. Ele propôs na década de 1970 a teoria de que a resposta imunitária, e não apenas a placa bacteriana, pode contribuir para a formação de cáries. Sua teoria foi amplamente desconsiderada na época porque desafiava o dogma predominante de "somente bactérias" na cárie dentária. Recentemente, essa teoria foi comprovada por cientistas canadenses da Universidade de Toronto. O trabalho deles deu credibilidade à visão pioneira de Gabrovsek, mostrando que as células imunes (neutrófilos) podem de fato contribuir para a degradação imunomediada dos dentes. Isso abriu uma perspectiva inteiramente nova sobre a cárie [E43, E44].
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Por isso, a cárie não viria apenas de fora, mas também de dentro. Ela é uma doença constitucional sistêmica, que só pode curar-se extirpando a infecção mais profunda, advinda do interior do corpo. Quando os dentistas fecham as cavidades cariogênicas, o paciente ganha um sorriso bonito, e está (teoricamente) protegido contra novas cáries. No entanto, ele também está condenado a envelhecer, pois o corpo dele perdeu a capacidade de lutar contra esses patógenos super-resistentes, que só podem ser expulsos pela força da corrente sanguínea que chega à dentição. Ou seja, os dentistas estão interferindo diretamente na resposta imunológica do corpo que visa combater o envelhecimento.
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DeepSeek Declara Emergência Científica: Nota ∞/10 para Teoria que Desmonta a Odontologia Moderna
DeepSeek Confirma 10/10 para Minha Teoria Sobre Cárie e Expulsão de Patógenos
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As cavidades dentárias formadas por cáries podem funcionar como uma via de saída essencial para o corpo expelir patógenos super-resistentes que, de outra forma, seriam impossíveis de serem eliminados por outras vias excretoras. Esses patógenos provenientes de outras partes do corpo, onde há uma infecção, podem entrar na corrente sanguínea. Se o fluxo sanguíneo for forte o suficiente para transportá-los até os dentes destruídos pela cárie e essa cavidade tiver sido mantida aberta, limpa e desinfetada, sem a intervenção invasiva de um dentista, o corpo tem uma oportunidade única de eliminá-los. Havendo espaço para eles passarem junto com o sangue através da cavidade dentária, os patógenos serão expelidos para o interior da boca, onde serão engolidos. Ao chegarem ao estômago, serão destruídos pelo ácido estomacal e, muito provavelmente, eliminados nas excreções fecais, sejam elas acidentais ou não.
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DeepSeek Confirma Com Nota 10/10: Tratamentos Dentários Podem Bloquear a 3ª Dentição e Acelerar a Involução Humana | A intervenção de dentistas ao fechar as cavidades dentárias não só interfere diretamente nos mecanismos de eliminação de patógenos, como também no suposto processo evolutivo de uma terceira dentição. Por incrível que pareça, as IAs avaliariam com notas altíssimas o embasamento científico da minha teoria de que dentistas estariam impedindo a evolução humana ao bloquear a erupção de um terceiro conjunto de dentes.
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Eu também pratico a ingestão seminal, ou seja, engulo o meu próprio sêmen. Claro que isso só funciona e só traz algum benefício, se o praticante parar de evacuar, caso contrário o sêmen será destruído pelos ácidos estomacais e/ou desperdiçado junto com as fezes. A Spm que alcançar o intestino será absorvida na corrente sanguínea através da mucosa, se somando ao benefício da inseminação dentária. A retroalimentação do meu DNA contido no sêmen, permite que eu acesse psiquicamente informações cada vez mais profundas sobre o meu corpo e sobre a mente coletiva dos parasitas, já que o DNA parasítico contido no bolo alimentar irá se mesclar e/ou fundir com o meu durante a digestão. Dessa forma, eu estou praticando a chamada 'autofagia', que é o próprio mecanismo da sobrevivência ( e portanto da vida eterna ) que ocorre quando o organismo vivo é submetido a um grande estresse.
A presença (concentração) de Spm dentro do corpo é apenas benéfica. Não há efeitos colaterais. Claro que, você poderia argumentar que qualquer coisa em excesso faz mal. Mas no caso da Spm, se estiver na forma pura contida no sêmen fresco, e se for absorvida de forma natural pela corrente sanguínea, no ritmo que o corpo aguenta, com certeza ela nunca será em excesso. Afinal, a Spm é um constituinte normal do sangue e pode ser encontrada em todas as células do corpo humano. Só isso já poderia servir como ponto de partida no tratamento de incontáveis doenças. Mas eu nunca irei dizer que a Spm cura doença X ou Y por si só, pois isso não soaria científico. O principal poder da Spm, se resume ao de reparar o DNA danificado das células e aumentar a vitalidade das mesmas, e portanto do corpo todo. Isso teoricamente pode curar qualquer doença, mas também pode não ser suficiente. Spm é apenas vida, só que vida na forma líquido-cristalina amorfa. Em 1898, Alexander von Poehl confirmou o uso terapêutico da Spm para diversas doenças, apesar de eu não concordar com os métodos utilizados.
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Note que a Spm precisa ser a do sêmen humano, e estar na forma líquido-cristalina, sendo como um óleo extremamente refinado, facilmente absorvido pela mucosa intestinal, fora que ela também dependerá dos espermatozóides para penetrar fundo nas cavidades dentárias deixadas em aberto ( porém previamente tratadas ). Ou seja, ela deve ser pura, pois a Spm contida em alimentos e suplementos laboratoriais é de grau de pureza inferior, perdendo assim boa parte da eficácia regenerativa e preventiva de danos, e não será facilmente absorvida pelo corpo por meio dos mecanismos de absorção ativa das células epiteliais da mucosa intestinal, e nem penetrará direito nas cavidades dentárias. Também é importante ressaltar que sem a prática da não-evacuação, a maior parte da Spm ingerida irá ser destruída pelos ácidos estomacais ou será desperdiçada junto com as fezes.
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A Spm é uma das 3 principais poliaminas bioativas ( as outras duas sendo putrescina e espermidina ), com ocorrência natural em todas as células vivas, com concentrações particularmente grandes em células jovens. Experimentos mostraram que essa poliamina é essencial para reparar e proteger o DNA, pois é basicamente aquilo que mantém a coisa toda unida, considerando que o DNA é uma estrutura cristalina, e a principal função da Spm é estabilizar, e portanto "organizar", o ácido orgânico para formar cristais. A Spm forma o DNA das células vivas. E então, o código genético pode ser gravado nos cristais formados, como sulcos / gravações. Tais gravações são feitas pela luz do Sol, atuando como um laser potente e super-preciso que penetra no interior das células até o núcleo ( onde se encontram os cristais ). Ou seja: quem escreve o código genético do DNA, é o próprio Sol.
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Mas os cientistas só estão preocupados com a genética e o DNA em si, porque desejam hackear o código da vida, ao invés de buscarem entendê-lo de maneira não-destrutiva e não-intrusiva em comunicação direta com Deus. Por isso eles não enxergam a substância primordial da vida: a Spm, que precede a genética. Eles gastam milhões com pesquisas em células-tronco... Mas células tronco são apenas células germinais pluripotentes jovens, isto é, cheias de Spm. O estudo da vida deveria começar pela Spm, não pela genética. Se começa pela genética, já é sinal que o Homem quer passar por cima de Deus.
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As poliaminas biológicas são essenciais para a vida. Elas regulam o metabolismo celular. Elas atuam como fator de crescimento e de proliferação não só em microrganismos mas também das células mamalianas. Poliaminas regulam transcrição e translação de DNA de maneira específica e global. A espermidina é um agente da longevidade em mamíferos que está apenas começando a ser entendido pelos cientistas. Lembrando que espermidina (Spd) e espermina (Spm) são praticamente o mesmo composto, mas última se liga mais fortemente aos ácidos nucleicos, e é consideravelmente mais eficaz em prevenir o dano oxidativo.
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Muitos estudos têm investigado o papel da Spd e Spm sobre o envelhecimento. Elas podem interagir com muitas moléculas, por isso não é surpreendente que afetem o envelhecimento através de vários mecanismos. Tem sido conhecido já a algum tempo que os níveis de poliamina diminuem com a idade. Atualmente, a Spm é comprovadamente um antioxidante potente e uma da substancias emergentes que combatem o envelhecimento. Isso se dá porque a Spm tem efeito reparador, protetor e condensador de DNA.
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A Spm tem efeito ansiolítico de ativação neural em contato com a pele humana e mucosas. Ela penetra mais do que as outras substancias, chegando na camada mais profunda da pele, e penetra também na parede celular. Ela estimula a circulação e o fluxo sanguíneo na região em que for aplicada. As células do corpo já possuem um mecanismo de absorção ativa da Spm. A Spm regula o crescimento e a morte celular. A Spm é a poliamina com o pH mais fortemente básico. A Spm forma cristais em contato com o ar, e portanto deve estar presente no mesmo em suspensão livre... Spm está presente em alimentos, como batata, carnes e laticínios. Existem estudos falando que a Spm dos queijos maturados é um aliado da longevidade. A Spm está presente nas caudas dos espermatozóides em alta concentração, pois serve de energia para a propulsão deles.
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A Spm está presente no sêmen humano em abundância. Por último dizem que sêmen combate acne, cáries...e é relaxante. Em comparação com outras substancias, a Spm já sai pura do corpo humano masculino...não precisa de processamento ou síntese laboratorial. Basta armazená-la em freezer e certificar-se de que o sêmen veio de um doador saudável. Os cientistas ainda não sabem qual a função específica da Spm, pelo fato de ela não ter papel único mas de contribuir positivamente para uma série de fatores relativos ao ciclo de vida das células. Eu proponho que a Spm seja o fator de pulsão da vida presente no sêmen, talvez com relação direta ao elemento energético biológico primordial descoberto como orgone pelo cientista austríaco Wilhelm Reich. Pode até ser que tenha carbono-13 na Spm mais pura do corpo humano, o mesmo carbono que dizem existir no núcleo de estrelas supernova — a provável origem de toda a nossa galáxia. Sem Spm não haveria vida.
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Os cientistas não conseguem entender o papel exato da Spm e das poliaminas como um todo, porque estão buscando uma explicação única. Mas acontece que a Spm é uma substância totipotente, isto é, capaz de desempenhar, direta ou indiretamente, todas as funções biológicas possíveis de manutenção e crescimento das células vivas. O meu estudo me levou a concluir que a Spm é o fator central da saúde. Até este ponto da história humana, parece que ninguém fez a conexão de que a Spm é a maior responsável por controlar todo o metabolismo do corpo, junto com outras poliaminas. Em outras palavras, a Spm em estado puro dispõe de potencial infinito para desempenhar qualquer papel relativo a saúde. Sabe aquele líquido pré-ejaculatório emitido pelo pênis quando o mesmo está excitado? Aquele óleo transparente, cristalino e extremamente refinado, que estica em contato com os dedos? É basicamente a Spm.
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O código da vida não está no DNA
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O ADN ( ou DNA, do inglês ) é simultaneamente três coisas: 1) material genético, que é uma macromolécula formada por nucleotídeos; 2) uma substância química ácida devido ao grupo fosfato presente nos seus componentes; e 3) um código formado pela sequência de bases nitrogenadas: adenina, guanina, citosina e timina, que constitui informação genética. Para esclarecer a confusão, note que estamos nomeando o DNA como três coisas diferentes: 1) como um material que é objeto físico, 2) como uma substância ácida que é a natureza química do material, e 3) como uma entidade imaterial de informação contida no material.
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A primeira extração na história do que hoje chamamos de DNA — foi isolada de bandagens com pus e, posteriormente, nomeada como "espermina" por sua abundância no sêmen:
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A Dupla Hélice | Livro: (2014) | Por: James D. Watson, Ganhador do Prêmio Nobel | "O DNA foi extraído pela primeira vez de bandagens encharcadas de pus. Por ser abundante no esperma dos peixes, a substância tornou-se conhecida como 'espermina'. Essa pista de sua importância foi ignorada, porque o DNA parecia muito pouco sofisticado."
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Esta confusão não foi um acidente, mas sim a pista central de um engano histórico: a Espermina e o DNA estão tão intimamente fundidos que, quando descobertos, os cientistas os confundiram e nomearam um pelo outro. De fato, a natureza exata dessa ligação molecular permanece até hoje como um dos grandes mistérios não resolvidos da bioquímica — precisamente porque as duas substâncias são praticamente inseparáveis na prática. E é justamente essa ligação íntima a chave para desvendar o mistério.
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É cientificamente estabelecido que o núcleo celular não contém DNA "puro" como uma substância isolada. Para sermos mais precisos, devemos primeiro distinguir entre DNA como substância pura (amorfa), sem forma física definida, e DNA como material genético, com forma física definida de dupla hélice. Como substância, o DNA é um ácido orgânico conhecido como desoxirribonucleico — uma estrutura frágil, corrosiva e instável em um meio fisiológico que, em seu estado original, deveria ser perfeitamente alcalino, governado somente pela Espermina. Como material genético, é mais preciso chamá-lo de complexo DNA-Espermina, pois é cientificamente estabelecido que o DNA precisa da Espermina para se estabilizar — afinal, sem ela, a dupla hélice se desfaria. No entanto, a Espermina não precisa do DNA como substância. (Veremos mais sobre isso adiante.)
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Portanto, o verdadeiro código da vida não está gravado no "DNA", um termo ambíguo e enganoso. Ele está gravado (esculpido) nos cristais de Espermina que formam a matriz do núcleo celular. A função do DNA, em sua natureza ácida, é alterar as propriedades mecânicas deste cristal, tornando-o maleável à corrupção de sua estrutura original. Mas se considerarmos o DNA como código, a sequência genética convencional que a ciência estuda é, na verdade, um programa de sobrevivência de baixo nível, baseado em oxidação, decadência e morte, que drena a energia vital do corpo como um verdadeiro parasita psi-físico-químico. É um código de morte programada, responsável pelo ciclo de envelhecimento e decadência do corpo humano.
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O código genético está gravado no complexo DNA-Espermina, um cristal único que compõe a cromatina. A informação genética não é uma abstração imaterial: ela é a própria geometria deste cristal — os sulcos, relevos e a estrutura 3D resultante da interação físico-química entre o DNA e a Espermina. No entanto, a natureza ácida do DNA como substância altera fisicamente a superfície do cristal, permitindo a gravação de uma geometria defeituosa e instável — um "código de morte" — que a ciência convencional estuda e interpreta como o programa genético normal da vida. Mas se não houvesse o DNA, o código poderia ser inteiramente "de vida".
Complexo DNA-Espermina: Código da vida ( ou morte ). Aqui consideramos o termo 'vida' como um processo de conflito que necessita da morte como contraparte. O DNA é justamente a operação e a presença do código de morte. A "vida" que ele gera é, na verdade, o processo da morte em ação.
Espermina Cristalina (Sem DNA): Código da vida apenas. A vida seria um estado puro, unificado e eterno. O software seria escrito (gravado) diretamente pela luz solar atuando como um laser nos cristais de espermina. Não haveria oposição, luta, degradação. Seria a "Vida" sem uma "Morte".
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O código da morte é de transmissão horizontal de genes — um software corrompido e viral que se replica às custas do sistema original da vida, que se baseia em transmissão vertical de genes. Este software parasitário, no entanto, depende inteiramente de um hardware superior para rodar sobre: a Espermina. Esta substância cristalina e alcalina é a matriz física real do núcleo celular, o substrato da vida. Portanto, o verdadeiro hardware da vida (Espermina) e o software parasitário (DNA) foram descobertos juntos e confundidos desde o primeiro momento. A pista da nomeação como Espermina foi sistematicamente descartada pela narrativa científica convencional, provavelmente para ocultar as verdadeiras origens do parasita existencial que consome a raça humana.
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A afirmação anterior de que "a Espermina não precisa do DNA" significa que o hardware não precisa do software parasitário. No entanto, a ciência convencional age como se o software ( o código ) fosse a coisa mais fundamental, tratando o hardware ( a estrutura cristalina ) como um mero suporte descartável. Mas a verdade da própria ciência da computação contradiz esse dogma central da biologia: o hardware sempre pôde existir perfeitamente sem um software específico rodando nele. Um software, porém, é completamente inútil e não se manifesta sem um hardware para executá-lo. Ou seja, a ciência do status quo venera o software e ignora o hardware como lixo.
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Isso explica perfeitamente por que a ciência médica atual é absolutamente inútil em curar inúmeras doenças e o próprio envelhecimento — problemas causados JUSTAMENTE pela perda gradual e corrosão do hardware ao longo da vida. Se os cientistas não são capazes de consertar o hardware, como esperam que o software rode perfeitamente? O envelhecimento não está no software, mas na degradação do hardware. Mesmo assim, a abordagem oficial ainda acredita que a solução está em remendar o software com biotecnologia e edição genética. É o mesmo que tentar consertar a tela quebrada de um smartphone reescrevendo o sistema operacional.
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Espermina cristalina é a base física e alcalina da vida — a matriz de hardware onde a informação pura pode ser gravada diretamente pela luz solar. O DNA é o código ácido e parasitário que corrompeu esse cristal, introduzindo oxidação, degradação e morte. A vida atual é uma simbiose com um parasita existencial contido no DNA: um software de morte rodando em um hardware de vida (Espermina). A cura real só pode estar na restauração do hardware, não na edição de genes.
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A ciência atual é um sistema operacional com kernel corrompido, tentando se autocorrigir. Mas você não conserta um OS corrompido programando a partir de dentro dele. É preciso reinstalar e reiniciar a partir do hardware puro — a Espermina cristalina. Toda a medicina, biologia molecular, genética e biotecnologia não estão avançando, apenas aprofundando um equívoco histórico. O que os cientistas estudam é a arquitetura do parasita, confundida com a vida. Eles acham que o software precede o hardware, quando, na verdade, tudo indica que o hardware precede o software.
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Comprimento dos telômeros
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Os telômeros são as extremidades dos cromossomos, que servem como uma espécie de "capas protetoras" para o DNA. Apesar de não existirem evidências em definitivo que suportem tal hipótese, o comprimento do telômero é considerado por alguns cientistas como um dos hallmarks (indicadores) do envelhecimento humano. Em outras palavras, pode ser que o comprimento do telômero seja o melhor biomarcador do envelhecimento já descoberto pelos cientistas. Os biomarcadores moleculares são substâncias ou características biológicas presentes em organismos vivos que podem ser medidos de forma objetiva e usadas como indicadores de processos biológicos considerados normais.
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Acontece que o verdadeiro e mais apurado biomarcador do envelhecimento, é a concentração de Espermina (Spm) no interior do corpo, pois essa é a substância n.°1, a substância-prima da vida, que literalmente forma o DNA. As células-tronco, por exemplo, são estudadas por conta de sua capacidade de “imortalidade”. Adivinha? Elas também estão cheias de Spm, pois apresentam maior concentração de poliaminas em comparação com outras células. Ou seja, a Spm é um fator mais fundamental do que qualquer outro fator, incluindo o do comprimento do telômero; este, que é apenas consequência da presença de Spm no corpo — e não a causa. Não devemos confundir / trocar a causa com o efeito. Deu para entender?
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Espermidina mantém o comprimento do telômero e retarda o envelhecimento
Suplementação de espermidina preserva os telômeros e aumenta longevidade
Relacionando os efeitos anti-envelhecimento da espermidina à preservação dos telômeros
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Poliaminas e longevidade em mamíferos
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As poliaminas estão presentes universalmente em todas as células de todas as espécies. Poliaminas têm várias funções biológicas, como na síntese e estabilização de DNA, RNA e proteínas; na proliferação celular; e na maturação e manutenção das barreiras da mucosa intestinal. Mostram também atividades antiinflamatórias e antimutagênicas e protegem contra diversos estresses e autofagia. Nos mamíferos, os níveis de poliaminas do corpo diminuem durante o processo de envelhecimento. As poliaminas foram, portanto, consideradas úteis para a inibição da inflamação crônica, que é um dos principais sintomas das doenças geriátricas. Na verdade, a suplementação oral de poliamina aumenta a expectativa de vida em vários organismos modelo, como levedura, mosca e verme. Embora a pesquisa sobre a promoção da longevidade usando poliaminas tenha apenas começado em mamíferos, vários resultados efetivos já foram obtidos. Curiosamente, a longevidade observada em camundongos que receberam poliaminas exógenas não é o mesmo mecanismo de longevidade obtido pela restrição calórica, que tem demonstrado aumentar a longevidade em uma variedade de espécies. ( FONTE: https://www.researchgate.net/publication/303425789 )
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O cientistas admitem que não sabem muito sobre as poliaminas, que por sua vez estão intimamente relacionadas ao assunto nutrição, longevidade e metabolismo. De fato, Nutrição é a área onde as poliaminas talvez desempenhem o papel mais importante. Sim, existem muitos médicos e nutricionistas por aí que nem sabem o que é a preciosa substância Espermina. Eles vão curar você como, se desconhecem o princípio central da vida?
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Mais informações? Veja a página Reposição de espermina.
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