PROJETO FRUTÁGUA: Sede: Rua Três, 4, Cocal, CEP 29105-730, Vila Velha-ES, Brasil
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Como Adquirir o Livro "Projeto 37 - Perguntas e Respostas"
O Livro tem 60 Páginas e 160 Perguntas e Respostas, sobre o Projeto Frutágua. Para adquirir e receber esse Livro, em casa, pelos Correios, no valor de R$10,00 (dez reais), a pessoa pode fazer o pedido através do E-mail sabjamil@hotmail.com , enviando o nome e endereço, completos, da pessoa que vai receber o livro, escrito no Comprovante de Depósito, ou junto dele, feito na Agência 3025 Operação 013 Conta 00002291-4 da Caixa Econômica Federal ou Casas Lotéricas, a crédito de Jamil Baptista Almeida Silveira, que é o Autor desse Livro e é Sócio Fundador do Projeto Frutágua. A Pessoa Física e Jurídica que adquire o Livro, se preferir, pode ter seu Pais, Estado, Município, Bairro, Nome, Atividade e Telefone(ou apenas os dados que tiver) divulgados na Página "Livros Adquiridos" , de seu Estado, no Brasil, do Site abaixo, onde tem um Certificado de Responsabilidade Social e Ambiental coletivo, para todos eles. Ver Livros Adquiridos, de seu Estado, no Brasil, através do Site https://sites.google.com/site/ap37frutagua/. Por enquanto esse livro está sendo impresso em papel A4, preto e branco, e encadernado em forma de Revista. Adquirindo e lendo esse livro a pessoa vai saber como a Humanidade pode contribuir para aumentar a qualidade de vida, diminuir os problemas sociais, aumentar a oferta de água e fruta, diminuir custos com energia elétrica, com saúde e alimentos, além de muitos outros benefícios, em todos os lugares do Mundo.
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Imagem 1: Pé de Laranja
REGISTRO DE DIREITOS AUTORAIS
MINISTÉRIO DA CULTURA
FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL
Escritório de Direitos Autorais
Certidão de Registro e Averbação
Número do Registro: 6l7.707 Livro: 1.185 Folha:84
Título da Obra, com 60 páginas : PROJETO 37 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Autor: Jamil Baptista Almeida Silveira
Para constar lavra-se o presente termo nesta cidade do Rio de Janeiro,
em 8 de Outubro de 2013, que vai por mim assinado.
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ABIU
REGISTRO DE DIREITOS AUTORAIS
MINISTÉRIO DA CULTURA
FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL
Escritório de Direitos Autorais
Certidão de Registro e Averbação
Número do Registro: 6l7.707 Livro: 1.185 Folha:84
Título da Obra, com 60 páginas : PROJETO 37 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Autor: Jamil Baptista Almeida Silveira
Para constar lavra-se o presente termo nesta cidade do Rio de Janeiro,
em 8 de Outubro de 2013, que vai por mim assinado.
1. O que é o Projeto 37?
R. O Projeto 37 é uma Ação Solidária, em Benefício da População, relacionada ao plantio de Árvores Frutíferas, que cuida de produzir alimento à base de fruta e água, através de um Reflorestamento Frutífero Universal em Benefício da Humanidade.
Comentário
Uma Ação Solidária significa a participação por vontade própria em um Projeto, em uma causa ou em qualquer outro movimento em favor do bem comum. Pode ser em benefício de um ou mais de um, sendo que no caso desse Projeto é para mais de um, ou seja, em benefício de todos. O Objeto relacionado é o Plantio de Árvores Frutíferas, cuja finalidade é Produzir Fruta e Água, estendendo ainda esta finalidade para além de mais benefícios, tais como a Regularidade Climática, a Conservação das Nascentes de Água, a Manutenção dos Rios, dos Lagos, das Represas e do Meio Ambiente em Geral. Tudo isso realizado por meio de um Reflorestamento Frutífero Universal em Benefício da Humanidade.
2. Quando surgiu esse Projeto?
R. No dia 30 de abril de 1984.
Comentário
3. Quais foram os seus fundadores?
R. Jamil Baptista Almeida Silveira e Aloir Pelicioni.
Comentário
Jamil e Aloir foram as pessoas que idealizaram e mobilizaram as demais pessoas, que também foram as Fundadoras da Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F. Abaixo tem a Lista Completa com os nomes de todas as pessoas Fundadoras desse Projeto, de acordo com a ordem de chegada para a Assembléia de Fundação, realizada em 30 de Abril de 2006. A Lista é a seguinte:
1 Aloir Pelicioni, 2 Iracy dos Santos Pelicioni, 3 Jamil Baptista Almeida Silveira, 4 Gabriel Pôrto Silveira, 5 Jamile Pôrto Silveira, 6 Jocélia Schroder, 7 Maria Tereza Ribeiro Silveira, 8 Anna Lúcia Pelicioni Silva, 9 Patrícia Pelicioni Silva Melotti, 10 Maria Izabel Nunes da Silva, 11 Rita de Fátima Pelicioni Mariano, 12 João Batista Pelicioni, 13 José Adhemar Benevides, 14 Rogério Demuner, 15 Helvécio Leal, 16 José Roberto Pelicioni, 17 Elizabete Pelicioni Rangel, 18 Sérgio Dias, 19 Adriana Pelicioni da Silva, 20 Edilson da Silva, 21 Ilazil do Carmo Huneida Pelicioni, 22 Maria das Graças Benevides Pelicioni, 23 Maria da Penha Silveira Pelicioni, 24 Sely Pelicioni Leal, 25 João Romero Mariano, 26 Ana Maria Avellar Moreira, 27 Juliano Almeida Pelicioni, 28 Cristiano Pedro Pelicioni, 29 Anna Baptista Bernardes, 30 Marcelo Benevides Pelicioni, 31 Rute Zorzal Bernardes, 32 Maria Helena Bernardes, 33 Hélio Alves Lazarine, 34 Paulo César Maria, 35 Leonir Paulo Zanete, 36 Camila Zorzal Bernardes, 37 Rosiane Pelicioni Leal Pícole, 38 Cristiane Pereira Pelicioni.
4. Por que foi dado o nome de Projeto 37?
R. Porque Projeto é um plano geral de um trabalho e de um empreendimento a ser realizado. 37 foi um número encontrado, através de estudos, observações e analogia, que representa a quantidade de árvores frutíferas necessárias para sustentar constantemente uma pessoa, caso ela não tenha outro meio de subsistência.
Comentário
Esse nome de Projeto 37 permaneceu por muito tempo, até que foi constituída a Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F em 2006. Quando nos veio a idéia de realizar plantio de árvores frutíferas, surgiu também a necessidade de saber quantas árvores eram necessárias ser plantadas e mantidas. E, para saber quantas árvores, era preciso uma justificativa, e uma base em algum parâmetro. Esse parâmetro é a pessoa. Nesses estudos, observações e analogias chegamos ao número 37 através de alguns cálculos, que mais a frente serão explicados com mais detalhes. O objetivo é buscar uma forma de sustentabilidade alimentar para as pessoas, ajustando as ações a fim de que todas as pessoas tenham qualidades e quantidades iguais dos meios de subsistência, independentemente do poder aquisitivo e da posse de terra. Isso se tornou um DESAFIO que até então permanece para a Associação, e para as classes sociais, em todos os países do Mundo.
5. Que estudos foram realizados, para demonstrar que 37 é a quantidade certa de árvores frutíferas, necessárias ao sustento de uma pessoa?
R. Verificamos que, em média, um quilo de alimento é suficiente para sustentar diariamente uma pessoa. Sabemos que existem pessoas capazes de consumir mais do que um quilo de alimento por dia. Mas, existem também, pessoas que consomem menos de um quilo, diariamente. Em razão disso, convencionamos ser um quilo o parâmetro ideal nesse estudo.
Comentário
Como vimos na resposta dessa pergunta, um quilo de alimento é suficiente para sustentar uma pessoa, diariamente. Hoje, um quilo de alimento custa, em média, R$30,00 nos restaurantes do Brasil, mas sendo preparado em casa, esse custo pode cair pela metade. Considerando que, se as pessoas alimentassem mais com frutas, esse custo poderá ficar pela metade da metade, no caso de ser feito em casa, levando em consideração um Reflorestamento Frutífero Sustentável, que ainda traz melhoria na saúde e na economia das pessoa. Portanto, dar apoio ao Reflorestamento Frutífero significa diminuir custos e aumentar a qualidade de vida, tanto para as Pessoas Físicas, quanto para as Pessoas Jurídicas.
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6. Mas, que relação foi estabelecida, entre 37 árvores e o consumo de um quilo de alimento por dia?
R. Podemos constatar que existem árvores frutíferas de várias espécies e em diferentes regiões. Uma parte delas é muito grande e devido às suas qualidades produzem muito. Outras, de porte menor, e, de acordo com suas características, produzem pouco. O terreno, o local, o clima e muitos outros fatores influenciam nessa relação de produtividade. E, muitas delas só produzem uma vez no ano. Assim sendo, atribuímos que, no conjunto de todas as árvores frutíferas, podemos obter em média 10 quilos, no ano, por cada uma delas.
Comentário
A relação entre 37 árvores e 1 quilo de alimento por dia foi estabelecida com base na produção, em média, de cada árvore. Sabemos que as árvores grandes produzem mais do que as árvores pequenas, mas as espécies, as regiões de plantio, o terreno, o clima e muitos outros fatores influenciam nessa relação de produtividade. Devido a isso algumas árvores produzem só uma vez no ano, enquanto outras produzem mais de uma vez por ano. Então, para achar um denominador comum, entre consumo e produção, fomos buscar um consenso de que, na média, o conjunto de todas as árvores frutíferas, pode oferecer 10 quilos de frutas por ano, por cada uma delas. Assim, essa quantidade de 37 árvores é capaz de sustentar uma pessoa, o ano inteiro, com um quilo de fruta, diariamente.
7. Que conclusão pode-se tirar disso?
R. Considerando o consumo médio de alimento, de um quilo por dia, para cada pessoa; que a média de produção entre uma árvore frutífera e outra é de dez quilos em um ano; que o ano tem 365 dias, podemos fazer os seguintes cálculos:
1 quilo de alimento por dia = 365 x 1 kg = 365 kg / ano.
10 quilos de frutas 1 vez no ano = 10 kg x 1 = 10 kg / ano.
Logo: 365/10 = 36,5 árvores, com aproximação para 37 árvores.
8. Então, para cada pessoa, seriam necessárias quantas árvores frutíferas, se ela alimentasse só com frutas?
R. 37 árvores frutíferas.
Comentário
Conforme foi demonstrado na Pergunta e Resposta 7, o número 37 foi calculado com base na quantidade de árvores necessárias para produzir 365 quilos de frutas ao longo de um ano. Também, naquela mesma Pergunta e Resposta, foi demonstrado que um quilo de alimento por dia, em média, é a quantidade que uma pessoa precisa para seu sustento diário. Então, confrontando a produção e o consumo, verificamos que 37 é o número de árvores necessárias para oferecer o alimento diário que uma pessoa necessita, na hipótese de não haver outro tipo de alimento para ela, no local em que essa pessoa reside.
9. Contudo, sabemos que a maioria das pessoas se alimenta com massas, carnes, cereais, vegetais, hortaliças, doces, bebidas e outros alimentos; e, muito pouco com frutas. Por que essa preocupação com o consumo de frutas?
R. Primeiro, porque as frutas são mais saudáveis, beneficiando melhor a saúde. Está comprovado. Todo mundo sabe disso. Segundo, porque as frutas podem chegar ao consumidor final, por um custo bem menor do que os outros alimentos. Continue na leitura deste livro para saber a razão disso. Terceiro, porque fomos criados numa sociedade, onde tudo que é necessidade básica na vida das pessoas está comandado pelo capital e pelo poder, modelo esse que faz o cidadão pagar muito para produzir, e, mais ainda para consumir. Esse Terceiro Ponto, que precisa ser mudado, depende de nossas atitudes, ou seja, depender cada vez menos do capital e do poder.
Comentário
Aqui nós deparamos com uma realidade difícil de resolver. A má alimentação afeta a saúde, que estando debilitada impede a pessoa de trabalhar, e portanto de produzir. A pergunta afirma que as pessoas se alimentam menos com frutas, do que com outros alimentos. A resposta apresenta três soluções para mudar esse cenário. Mas, o funil do problema está no Terceiro Ponto, que tem a ver com as estruturas políticas, sociais e na falta da solidariedade, que existe entre ricos e pobres. O Reflorestamento Frutífero, que pode melhorar a saúde das pessoas, dando a elas condições de trabalhar e produzir, para depender cada vez menos do capital e do poder, é a terra prometida, ou em outras palavras, sair do domínio escravizador para uma nova sociedade, onde qualidade e quantidades iguais deixem de servir apenas a alguns, para servir a todos.
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10. Como conseguir essa produtividade com frutas, se a maioria das pessoas não possui terra?
R. Realmente, a maioria das pessoas não possui terra disponível para plantio. Entretanto, este Projeto traz uma alternativa, segundo a qual é possível produzir sem ser proprietário de terra, porque nossa meta é utilizar as áreas disponíveis para plantio, que não estão sendo utilizadas, existentes no Mundo inteiro, com a autorização de seus proprietários.
Comentário
A pergunta coloca uma dúvida, afirmando que a maioria das pessoas não possuam terra, e portanto não é possível isso acontecer, ou em outras palavras, esse Projeto não é viável. E a resposta confirma que a maioria das pessoas não possuem terra para plantio. Por outro lado, vem duas alternativas que o Projeto tem, e que transforma essa dúvida numa realidade, segundo a qual as terras não utilizadas, ou seja, as terras ociosas, são aquelas em que seus proprietários não conseguem renda com elas. Considerando que a natureza é pródiga e generosa, o que está faltando é solidariedade, trabalho e ação. A solidariedade vem dos proprietários dessas terras, que ao permitir ou eles mesmos efetuarem a realização de plantio nelas, passa a obter ganho, de onde, antes, nada rendia, agora passa a render, porque vai ganhar pelo número de árvores que dessas terras podem formar Reflorestamento. Trabalho e ação é isso que esse Projeto propõe, através da mobilização da sociedade, onde a união de forças de todos os segmentos sociais pode obter resultados de grande valor e benefícios, para todos os povos e nações.
11. Mas, as terras disponíveis para plantio, que também têm dono, estão sob seu domínio. Por que não pensar em Reforma Agrária?
R. Isso é verdade. Porém, a Reforma Agrária envelheceu e não consegue assentar, com eficiência, todos os interessados em viver no campo, porque o tamanho da população diante de pequenas áreas de terra, onde o trabalhador rural pode subsistir com dignidade, indica que nunca haverá espaço disponível para atender à procura dos que desejam dedicar à agricultura, como meio de subsistência, no modelo econômico praticado em toda parte.
Comentário
Reforma Agrária é um assunto muito discutido e debatido, tanto pelos governos, quanto pela sociedade. Vimos que a resposta sobre essa Pergunta é de que nunca a reforma agrária vai resolver, em definitivo, o assentamento de todas as pessoas que interessam praticar a agricultura e viver no meio rural. Isso decorre pelo fato de que as terras são mal distribuídas entre a população, uma vez que desde os tempos antigos a posse da terra é adquirida por meio do capital. Considerando que o capital e o poder são garantidos pela Lei, a sociedade que cresceu muito em população, está dividida em Classes Sociais, ou em outras palavras, entre ricos e pobres. Então, os que podem, adquirem muitas terras, e, os que não podem, ficam sem elas. E, observando o tamanho da população, com a disponibilidade de áreas de terras, verifica-se que não haverá espaço para todos aqueles que tenham interesse pela atividade agrícola. Em vista disso, um Projeto de Reflorestamento como esse, que é proposto pela Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F, onde as pessoas possam participar, sem prejudicar ninguém e sem precisar ter a posse da terra, traz benefícios tão importantes, que mesmo com uma população com mais de 100 bilhões de pessoas teria condições de sobreviver com dignidade, sem depender do domínio do capital e do poder para subsistir bem. Para saber como chegamos ao número de mais de 100 bilhões de pessoas, clica na Página Inicial do Site https://sites.google.com/site/ap37frutagua/ e desce até o Item 10 - Motivos Para Adotar Árvores Frutíferas. Desde 1984 estamos falando disso, e hoje, a população está ficando mais consciente dessa realidade.
12. Então, mesmo havendo uma Reforma Agrária eficiente e plena, não podemos esperar produtividade e consumo ao alcance de todos. Como esse Projeto pretende solucionar essa questão?
R. Pretendemos solucionar essa questão com solidariedade, com desprendimento, com compromisso, com trabalho e com a participação de todas as pessoas.
Comentário
Aqui a Pergunta diz que, mesmo havendo uma Reforma Agrária eficiente e plena, não podemos esperar produtividade e consumo ao alcance de todos, e quer saber como esse Projeto vai resolver isso. E a resposta parece ser meio filosófica, como se fosse para falar muito e não resolver nada. Então, vamos por partes: Solucionar com Solidariedade é o Primeiro Passo, pois os Projeto Sociais só desenvolvem assim; Solucionar com Desprendimento é adotar uma atitude de abnegação e desapego, fortalecendo a solidariedade; Solucionar com Compromisso é reconhecer que a omissão ou a indiferença não podem fazer parte de uma organização que luta para o benefício de todos; Solucionar com Trabalho é pegar no arado e não olhar para trás, ou seja, espantar a ociosidade, a violência e a preguiça, para que, com o suor do rosto, todos possam ganhar o pão de cada dia, sem precisar de assaltar, roubar e subtrair dos outros, pois o mundo é generoso e dá oportunidade para todos. E por fim, Solucionar com a Participação é o mesmo que solidarizar, desprender, compromissar, trabalhar e participar com convicção, uma vez que nenhum empreendimento prospera sem o conjunto de pessoas envolvidas e com foco naquilo que é do interesse de todos.
13. Está dando para perceber que esse Projeto defende uma filosofia e não uma realidade. Fale um pouco, de como se pretende atingir os objetivos desse Projeto.
R. Concordamos que partimos de uma filosofia, mas, não esquecemos da realidade. Essa realidade nós estamos buscando na figura da Semeadora.
Comentário
Filosofia e Realidade foram colocadas nessa Pergunta como interpretação extrema, isto é, que dá para perceber que esse Projeto não vai passar das palavras, uma vez que a realidade mostra uma distância enorme entre o que se fala em realizar, e o que pode ser realizado. E pede um esclarecimento a respeito de como os objetivos desse Projeto serão atingidos. A Resposta também parece meio filosófica, porque concorda com a afirmação de que o princípio adotado como ponto de partida, deixa dúvidas e lacunas, mais para o lado negativo do que para o lado positivo. Não obstante, existe um caminho não conhecido, escondido na figura da Semeadora, aquela que Planta e Monitora o Reflorestamento, capaz de transformar as incertezas, em algo não esperado, pela maioria daqueles que não vê solução para essa proposta. Mas esse algo não esperado, que brotou no advento dos ideais desse empreendimento, hoje está mostrando sua realidade nas discussões sobre Sustentabilidade, sobre Responsabilidade Social e sobre Envolvimento, porque nenhuma ação de interesse coletivo pode subsistir por si só, mas somente com a participação de todos. Portanto, dar apoio à Semeadora é a mesma coisa que fazer um canteiro de verdura em nosso quintal.
14. O que representa a Semeadora?
R. A Semeadora representa uma substituta da sem terra, não no modelo Mercantilista, mas no processo solidário de fazer produzir, para atender a todas as pessoas. Portanto, a Semeadora é a Plantadora de Árvores Frutíferas, que é voluntária pela causa, mas profissional pelo desempenho.
Comentário
Na Resposta da Pergunta anterior tivemos a oportunidade de falar um pouco sobre a Semeadora. Agora essa Pergunta faz um questionamento a respeito da representatividade da Semeadora. E a Resposta faz uma comparação entre a Semeadora e a "Sem Terra", que ao longo de anos tem lutado para possuir um pedaço de chão, onde ela pode tirar seu sustento e viver com dignidade. Mas tem um esclarecimento, no qual o autor desse livro explicar que essa Semeadora é uma substituta da pessoa Sem Terra, não no Modelo Mercantilista, que gerencia o capital e o poder, mas no processo solidário de fazer produzir, para atender a todas as pessoas. E como todos sabem, o Mercado é solidário quando age no Sistema de Custo Benefício, ou em outras palavras, o Mercado não é solidário quando o interesse é coletivo, mas somente quando o interesse é pessoal ou de grupos. E, para finalizar a Resposta desta Pergunta fomos buscar em duas palavras a profundidade da interpretação do serviço prestado pela Semeadora, ou seja, ela é Voluntária pela Causa, pela Necessidade e pelo Interesse maior, e também, é Profissional pelo Desempenho, porque trabalha na convicção de que servir a todos pode ser difícil, mas os benefícios superam todos os esforços.
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15. Como produzir para atender a todas as pessoas?
R. De um lado, porque todas as pessoas têm necessidades de consumir o necessário para sua subsistência. O consumo sempre foi desigual, insuficiente para atender a todas as pessoas, e, muito desumano. De outro lado, porque a forma de produzir, de acordo com esse Projeto, coloca responsabilidades iguais, para quantidades iguais.
Comentário
Deus criou o Homem e a Mulher e deu-lhes o Paraíso para viver, região descrita na Bíblia como o lugar onde Deus criou um jardim para Adão e Eva. O capítulo 2 do Gênese conta que o jardim tinha lindas árvores frutíferas, a Árvore da Vida e a Árvore do Conhecimento. No princípio Adão e Eva receberam um Reflorestamento Frutífero edificado por Deus. Hoje nós Reflorestamos através das graças e das bênçãos de Deus, a fim de servir a todos. Para produzir é necessário Reflorestar, do mesmo modo que para subsistir é necessário consumir. A resposta a esta pergunta diz que o consumo sempre foi desigual, isto é, insuficiente para atender a todas as pessoas, e muito desumano, ou seja, fora da dignidade ideal para o ser humano. Por outro lado, existe outra forma de conseguir a dignidade ideal, que é o princípio da Responsabilidade Igual, para Quantidade Igual. Quer dizer: solidariedade e partilha não são atitudes só para alguns, mas para todos. Portanto, é através da Responsabilidade que o homem moderno encontra razão para praticar a solidariedade e a partilha, sendo que a generosidade do universo, a graça e a bênção de Deus é que completam as demais etapas para produzir e manter a subsistência da humanidade.
16. Demonstre o conceito de responsabilidades e quantidades iguais?
R. É simples. Ninguém é tão diferente um do outro, ao ponto de precisar consumir e desperdiçar quantidades, além dos limites de suas necessidades orgânicas. De outra forma, para satisfazer as nossas necessidades, precisamos agir com responsabilidade.
Comentário
O conceito de responsabilidade e de quantidade está relacionado com o princípio da justiça social. Responsabilidade igual e quantidade igual regulamenta as ações humanas na sociedade. As necessidades orgânicas estabelecem limites, não pela vontade da pessoa, mas pela reação do organismo, que sabe o quanto é necessário para manter as forças, e as qualificações ao nível de otimização. Tudo que ultrapassa os limites segue um caminho contrário à decência e à ordem. Em razão disso, a sociedade é convidada de forma democrática, a adotar normas de conduta uniformizadas e padronizadas, a fim de que todos tenham vez e voz, no universo das relações interpessoais. Os conceitos colocados aqui parecem dizer, não para todos, mas para alguns, que o desperdício, o consumo exagerado, a ganância, a discriminação e toda sorte de desvios de conduta, trazem desconfortos do ponto de vista moral e ético, que interferem na forma e na prática dos ideais de civilização, onde a pessoa ocupa um espaço e uma posição social por direito universal, mas que deve fazer desse espaço e dessa posição social um uso moderado, tanto para não prejudicial a si próprio, mas sobretudo para não prejudicar às demais pessoas, que como ela, fazem parte desse universo generoso, abençoado e acolhedor, que ordena e disciplina os princípios da boa convivência e da dignidade de vida para todos.
17. Como assim?
R. Significa que o consumo e o desperdício exagerados representam o egoísmo, a ganância, o individualismo e a prepotência; enquanto que a responsabilidade representa ação, partilha, solidariedade e interesse coletivo. Resumindo: Assim como ninguém deve ser dona de tudo, ninguém deve esperar que as outras pessoas façam por ela.
Comentário
Nessa Pergunta e Resposta o assunto passou para a esfera apenas da resposta, uma vez que a pergunta trouxe dúvida a respeito da Pergunta e Resposta anterior. Contudo, o foco da questão está nas palavras "Desperdício" e "Responsabilidade". O autor parece defender que o mundo ensina um tipo de solidariedade, onde não cabe monopólio, nem delegação. Analisando melhor, o monopólio aqui estaria ligado à ganância, que é uma espécie de querer tudo; ligado também ao individualismo, que só pensa em si mesmo e nada mais; ligado ainda à prepotência, que é uma forma de não respeitar direitos e deveres. Mas, tem outra face da moeda, que é representada pela responsabilidade, que reforça seus alicerces na ação, que trabalha pelo bem comum e não para o lado escolhido; na partilha, porque sabe que a necessidade vem da natureza e não da vontade; na solidariedade que é enxergar cada um como se estivesse enxergando a si mesmo, e, no interesse coletivo, porque assim como o sol, a chuva, o ar e a claridade, vem para todos, a generosidade do universo é igual para grandes e pequenos, ricos e pobres, analfabetos e letrados, brancos e pardos, de modo que ninguém é visto como melhor ou especial, pois todos são filhos e criados à imagem e semelhança de Deus. E podemos concluir que assim como ninguém deve ser dono de tudo, ninguém deve esperar que as outras pessoas façam por ela aquilo que ela mesma pode fazer e deve fazer.
18. Bem, sobre conceitos está demonstrado, mas na prática, o que o Projeto faz?
R. O Projeto 37 consegue produzir através da Semeadora, mediante o impulso dos que a apoiam.
Comentário
Observamos que o indagador parece que ficou satisfeito com a demonstração dos conceitos, sem afirmar se essa satisfação é do gosto dele ou não, melhor dizendo, os conceitos foram demonstrados com conhecimento de causa e de convencimento? Isso fica para a avaliação do leitor, pois enquanto uns pensam de um jeito, outros pensam de outro. Passando para o meio da frase podemos ver que o fazedor de perguntas direcionou sua conversa para a questão da prática. Ele quer saber se na prática as coisas são mesmo da forma que o autor defende o Projeto, ou se existe outra realidade, escondida em alguns subterfúgios que até então ninguém observou. Isso, porém, é apenas suposições. Mas continuando, ao final da pergunta o interlocutor quer saber o que o Projeto faz, na prática. E, passando para a resposta, o autor apresenta dois trunfos, que à semelhança do jogo de baralho, pode ganhar a partida e sair vencedor. Esses dois trunfos são a Semeadora e o Impulso. Quando à Semeadora o Projeto vem defendendo o tempo todo que semear é a solução para o reflorestamento, e a Semeadora é a Pessoa que toma conta disso, plantando e mantendo. Não obstante, a Semeadora não faz isso sozinha, nem por conta própria, uma vez que nenhum empreendimento desenvolve sem a participação da comunidade. E aí é que entra em ação o segundo trunfo, como se fosse um remédio que o paciente toma para esperar o resultado da melhora. Como dizíamos, esse trunfo é o Impulso, que na verdade é o mesmo que dar apoio, que é o mesmo que contribuir, que é o mesmo que ajudar, que é, enfim, o mesmo que participar. Finalizando, queremos afirmar que depois dos conceitos, da prática e da realização, o resultado é certo, e, "com certeza", como é a linguagem popular de hoje, tudo vai depender desse impulso, também chamado de decisão, porque sem ela ficamos mergulhados na ilusão, enquanto o mundo está clamando a todos para essa tomada de consciência.
19. O que significa dar apoio à Semeadora?
R. Significa contribuir com seu trabalho, isto é, custear seu tempo, sua dedicação, e sua disponibilidade, no processo de plantio das árvores frutíferas.
Comentário
Dar apoio à Semeadora tem um grande significado, que não é só de um para o outro, explico melhor: O significado vai além das aparências, pois, quando o apoio é dado a Semeadora semeia mais, não porque ela é mercantilista, mas porque ela age mais quando está bem sustentada, à semelhança de uma pessoa, que com saúde trabalha e produz. Nessa visão a saúde são os meios que ela tem. Quanto mais forem os meios, maiores sãos as condições para produzir. E, na resposta, o Autor vai colocando estas condições pela ordem de importância, começando pelo Trabalho que dignifica a pessoa quando age para garantir seu sustento; depois vem o Tempo que a Semeadora dispõe a serviço dessa causa, porque todo esforço empregado no espaço e no tempo que ela emprega, está o segredo de seu resultado, sendo que tudo isso foi Custeado pelo apoio que ela recebeu; Dando prosseguimento, vem a Dedicação, ou seja, o zelo, o cuidado e a responsabilidade em favor dessa causa; e, por fim a Disponibilidade, na qual ela colocada todas as suas forças, deixando de lado o comodismo, a inércia e o descaso, não porque sem eles ela perderia sua recompensa, mas por causa de sua convicção de saber que esta causa, além de ser nobre é necessária, é urgente e é um caminho sem volta, não para alguns, mas para todos.
20. Como isso pode ser feito?
R. Fazendo uma contribuição mensal, adotando Árvores Frutíferas, de acordo com a programação do Projeto. A pessoa que faz essa contribuição é a Patrocinadora da Parceria do Projeto que foi criada para esse fim.
Comentário
Agora o questionador pede explicação de como isso pode ser feito. Isso quer dizer a forma como a Semeadora vai receber sua recompensa pela atividade exercida. A Resposta aponta o caminho a ser percorrido, tomando como Protagonista a Pessoa da Patrocinadora, ou seja, a Pessoa Física e Jurídica que Adota Árvore através de uma contribuição mensal. Para regulamentar esta Adoção, que se mantém por meio da Contribuição Mensal, a Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F criou mecanismos que viabilizem a realização desses procedimentos. Esses mecanismos estão no Regimento Interno da Associação, que descreve detalhadamente, como as ações de cada participante faz o resultado acontecer. Um dos mecanismos que foram criados chama-se Parceria. A Parceria é composta das seguintes participantes: Associação, Representante, Patrocinadora, InstituiçãodeEnsino/Empresa/Estudante/Voluntária, Semeadora Rural e Urbana.
Associação
Administra o Projeto em todos os lugares do Mundo, por meio da Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo da Associação. Contrata Gerenciadoras e Servidoras para ajudar na Administração e no Gerenciamento desse Projeto.
Representante.
São as Pessoas Físicas e Jurídicas que contribuem para a realização desse Reflorestamento. Ver detalhes na Página do Regimento Interno deste Site https://sites.google.com/site/ap37frutagua/ , como a Associação aplica os recursos conseguidos para esse Projeto. Para contribuir a pessoa pode Depositar ou fazer outra Operação Bancária, Mensal, Semestral ou Anual, a Crédito da Associação, na Agência 3025, Operação 013, Conta 3827-6 da Caixa Econômica Federal, ou das Casas Lotéricas. Essa conta está em nome da Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F, para segurança de todos.
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21. E depois?
R. Depois, tudo começa a funcionar. A pessoa passa a ser ao mesmo tempo, Patrocinadora, e, Beneficiária pela produção de fruta. O Projeto prevê que uma Semeadora pode efetuar o plantio de até 10.000 árvores frutíferas em sua Área de Atuação, que é de 40 Hectares de Terra, e, manter essas árvores em constante produtividade, através de manutenção, ou seja, poda, outras providências quando necessárias, e plantio, em substituição, das árvores que deixarem de produzir. Como uma pessoa precisa de 37 árvores frutíferas para o seu sustento diário, na hipótese de não haver outro tipo de alimento disponível, podemos constatar que a Semeadora pode atender até 270 pessoas, como Patrocinadora / Beneficiária anonimamente, isto é, sem personalizar, separar ou determinar que estas 10.000 árvores sejam delas, mas que estas árvores existem de fato na natureza, e, que, no conjunto, satisfazem às necessidades dessas pessoas, porque a produção atenderá às necessidades do consumo.
Comentário
O que o autor parece dizer é que a Patrocinadora contribui para que todos sejam beneficiados, e mais ainda, o lugar onde as árvores são plantadas e mantidas é realizado de acordo com a programação do Projeto. Portanto, não tem como atender ao local que a Patrocinadora pede para plantar. O Projeto tem a visão universal, ou seja, plantar para todos, e não em locais específicos por interesses pessoais. Quanto a quantidade de Árvores que a Semeadora pode Plantar e Manter, conforme está na Resposta acima, temos as seguintes explicações: 1. O Projeto prevê que toda Área de Plantio é divida por 2, porque no lugar de pedras, edificações, estradas, rios, lagos e demais lugares especiais, não se planta árvores. 2. O Projeto prevê que, em média, as árvores plantadas, no gerenciamento desse Projeto, ocupam uma área de 20 metros quadrados. 3. A quantidade de 40 Hectares corresponde a, mais ou menos, 8 Alqueires de Terra de 48.000 metros quadrados cada Alqueire, uma vez que, no Brasil o Alqueire – unidade de medida de superfície agrária equivale em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás a 10.000 braças quadradas (4,84 hectares), e em São Paulo a 5.000 braças quadradas (2,42 hectares), além de outros valores em outros Estados do Brasil. Com base nos itens 1, 2 e 3 podemos demonstrar o cálculo das 10.000 árvores que a Semeadora dá conta de Plantar e Manter em sua Área de Atuação, ou seja: 40 Hectares = 40 vezes 10.000 m2 = 400.000 m2, dividido por 2 = 200.000 m2, divido por 20 = 10.000 árvores. Por outro lado, a Área de Atuação da Semeadora poderá ser maior ou menor, de acordo com as circunstâncias da localidade e do gerenciamento que a Semeadora apresentar à Associação, para cuidar de áreas maiores ou menores. O cálculo para atender até 270 pessoas equivale a 10.000 divido por 37 = 270 aproximadamente. Para completar, vamos ao início da redação da Resposta onde diz: "Depois, tudo começa a funcionar. A pessoa passa a ser ao mesmo tempo, Patrocinadora, e, Beneficiária pela produção de fruta". Esse é o objetivo que o Projeto precisa alcançar.
22. Agora está começando a clarear as coisas, mas na resposta da pergunta dezenove foram colocadas as palavras contribuir e custear. Fale delas.
R. Contribuir não é só pagar, mas, sobretudo, concorrer para a realização de um fim. Custear é satisfazer uma incumbência, ou seja, assumir um encargo.
Comentário
Aqui, a Contribuição tem mais valor do que simplesmente ajudar, uma vez que ao contribuir a Patrocinadora sabe a causa da missão que todos temos para com esse Planeta. Desse modo a contribuição serve também de modelo e de exemplo, para muitos que ainda não despertaram para a necessidade desse Reflorestamento. Custear tem a ver com a manutenção desse Projeto. Assim como o Reflorestamento precisa ser renovado periodicamente, ou seja, repor no solo as árvores que findaram seu ciclo de vida, o custeio, ou a continuidade, necessita ser renovado para que as atividades sejam mantidas. A pessoa que faz as Perguntas, considerada aqui como uma Protagonista e Coadjuvante da edição desse Livro, viu que as Respostas dadas às Perguntas, embora algumas vezes não definiu com clareza o assunto em questão, começou a dar sinais de satisfação, mas não saiu do seu caminho, ou seja, manteve suas indagações, e voltou no tempo, isto é, se reportou à Pergunta Dezenove por considerar importante um esclarecimento do ponto de vista financeiro, tendo em vista que, em qualquer empreendimento o lado financeiro sempre tem versões opostas. Se de uma parte o Gerenciador do Projeto precisa do recurso para que o Projeto desenvolva, de outra parte, a pessoa que é convidada a Patrocinar desconfia do negócio, num primeiro momento, mas depois reflete melhor e estuda o lado dos benefícios que esse Patrocínio pode trazer, tanto para ela, quanto para a sociedade. Isso não é novidade no mundo das negociações, uma vez que ninguém age por impulso, ou por misericórdia, no universo das relações interpessoais. Falando em vocabulário mais popular: Enquanto um lado tem bons propósitos e pensa no bem estar de todos, o outro lado desconfia da proposta, porque precisa de prova substancial primeiro, para depois concluir se vale a pena oferecer seus préstimos. Essa é um luta constante para todos aqueles que colocam suas vidas em favor da Humanidade. Mas, é preciso destacar que, colocar a vida em favor da Humanidade, não pode passar pelos meandros da vaidade, do interesse pessoal, ou de grupos, porque assim a hipocrisia se instala e o resultado é a corrupção. Portanto, cabe ao Gerenciador desse Projeto de Reflorestamento, manter uma postura de honestidade, de bons princípios e fazer tudo dentro dos preceitos da Lei e da Ordem. Então, repetimos sempre: Responsabilidade Social é um termo bonito e abrangente, mas não pode ficar só nas palavras, o exemplo é que fala mais forte.
23. Pelo que está colocado, parece ser suficiente o atendimento da Semeadora às 270 pessoas, recebendo delas o pagamento pelo seu trabalho. Isso satisfaz aos objetivos do Projeto?
R. Não satisfaz, porque o Projeto tem visão de conjunto, enquanto que ações isoladas excluem os demais segmentos.
Comentário
O atendimento que a Semeadora faz, na verdade não é pelo número de pessoas. Nessa Pergunta, as 270 pessoas é apenas uma referência, baseada no cálculo de que 270 pessoas que precisam de 37 árvores cada uma, equivale a 9.990 árvores, sendo esse número arredondado para 10.000. Essas 10.000 árvores que a Semeadora dá conta de Plantar e Manter em sua Área de Atuação foi objeto de um cálculo, que determinou uma área de 40 Hectares, equivalentes a 40 vezes 10.000 metros quadrados, que corresponde a 400.000 metros quadrados. Como já foi dito anteriormente, toda área disponível para plantio é dividida por 2, porque nos espaços ocupados por pedras, edificações, rios, lagos, represas, estradas, rodovias, ruas, avenidas e outros locais de igual característica, não se planta árvores. Portanto, a área de 400.000 metros quadrados dividida por 2, cai para 200.000 metros quadrados. E, considerando que, em média, cada árvore ocupa 20 metros quadrados ao seu redor, chegamos ao número de 10.000 árvores, porque 10.000 vezes 20 é igual a 200.000. Por outro lado, a Área de Atuação da Semeadora poderá ser maior ou menor, de acordo com as circunstâncias da localidade e do gerenciamento que a Semeadora apresentar à Associação, para cuidar de áreas maiores ou menores. Mas, ampliando o comentário, podemos observar que a Resposta é afirmativa, quando diz que isso não satisfaz aos objetivos do Projeto, e defende esse ponto de vista com o argumento de que o Projeto tem visão de conjunto, enquanto que ações isoladas excluem os demais segmentos. Explicando de outro modo: O Projeto não desempenha suas atividades por meio de interesses pessoais, ou de conveniências, como parece ser na formulação da Pergunta. Se assim fosse, os demais segmentos estariam mesmo numa situação de marginalidade. Por isso, o cuidado que o Projeto tem é defender sempre que suas ações visam uma visão de conjunto, de tal modo que esse Reflorestamento, tendo árvores plantadas em qualquer lugar da Terra, proporciona benefícios para todos. O que conta como solidariedade é o benefício universal e não particularidades que visam interesses específicos.
24. De que forma?
R. Porque na visão de conjunto, pensamos no todo, ou seja, não ficamos ligados só no nosso Bairro, na nossa Comunidade. É por isso que hoje classificamos os Países em primeiro mundo, em desenvolvidos, em subdesenvolvidos, em desenvolvimento, e, os demais chamados de pobres.
Comentário
Hoje em dia a Globalização tomou conta dos vários segmentos da sociedade, de modo que Bairros, Municípios, Estados, Países e Continentes estão divididos apenas sob o ponto de vista da Administração e do Gerenciamento. Os intercâmbios comerciais, culturais e de outras formas contribuem para aproximar as pessoas, de perto e de longe, em busca de objetivos comuns para as suas atividades. Em todo o mundo, as pessoas são iguais, ou seja, têm uma estrutura de formação que apenas evidencia alguma diferença na cor da pele, nos costumes e na língua. Mas do ponto de vista da sustentabilidade todas têm as mesmas necessidades. Ao longo dos tempos a população cresce em proporções variáveis, de regiões para regiões. E nesse crescimento demográfico cresceu também a devastação das florestas para dar lugar às edificações, às áreas para a agricultura e às áreas para outras ocupações, a fim de permitir acomodação para todos. Junto a essas ocupações do solo, para dar garantia de subsistência digna, surgiu o aparecimento de organizações agrárias, industriais, comerciais e de prestação de serviço que fizeram da comunidade de nações, Países que se tornaram mais competitivos no mercado internacional. Nesse contesto, a classificação dos Países em Primeiro Mundo, em Desenvolvidos, em subdesenvolvidos e em desenvolvimento foi ganhando espaço, ficando para trás os Países que não se desenvolveram suficientemente, e que nos tempos atuais são chamados de pobres. Contudo, a Globalização e a Comunidade Internacional não podem desprezar a visão de conjunto, colocada como primeira frase na resposta dessa pergunta. O desprezo à visão de conjunto sacrifica cada vez mais, não apenas os Países pobres, mas todos os demais Países, tenham eles as melhores tecnologias ou não, pois as Mudança Climáticas não escolhem lugares, nem população e nem mesmo um período para acontecer. Ela já está em nosso meio há muito tempo, mas como ela age aos poucos, parece que nem dá para perceber, e, quando damos por conta, o estrago já está batendo em nossa porta. Portanto, o Reflorestamento Frutífero não apenas contribui para regularizar as Mudanças Climáticas, mas também, para oferecer meios de subsistência, independente das dominações tecnológicas, das dominações de propriedades de terras, das organizações que controlam a força do trabalho humano e de qualquer outro segmento, uma vez que para romper com essas adversidades, no caso as Mudanças Climáticas, as únicas ferramentas são a solidariedade e a partilha, oferecendo a todos condições dignas de subsistência e de sustentabilidade.
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Comentário
Se fosse necessário explicar com detalhes, essa pergunta e essa resposta, nosso tempo seria bastante consumido, pois aqui estão incluídos os conceitos mais profundos das desigualdades sociais. Olhar para o mundo enxergando apenas as oportunidades pessoais, sem ter um olhar de partilha e fraternidade, é o mesmo que entrar em uma mata descalço e nu, onde os insetos, os bichos e o conjunto da flora e da fauna tem lá suas moradas, em outras palavras, o lugar e as oportunidades de cada um devem ser respeitados, e para isso, direitos e deveres andam juntos. Porém, a Resposta dessa Pergunta cita aspectos e situações questionáveis, tanto do ponto de vista psicológico, quanto do ponto de vista pragmático, que resolve as coisas de uma maneira rápida, que enxerga mais soluções do que impedimentos, que é mais direto no trato das coisas reais. Por outro lado, quanto do ponto de vista psicológico que sugere, com palavras, vencer na vida, como incentivo para alcançar a vitória. No entanto vencer supõe competir, e nessa competição, quando uns ganham outros deixam de ganhar. Embora esse Projeto questiona esse modelo de vida, ao mesmo tempo ele está dizendo a mesma linguagem das pessoas. Indo um pouco mais à frente, podemos observar que às vezes perder nossas regalias, e, sobretudo, o que temos em excesso, torna-se difícil e até mesmo inaceitável. Então, para fazer do mundo um lugar de todos, com generosidade, com fartura, com felicidade e quantidades iguais para para todos, não é tarefa de um ou de alguns, mas com compromisso que todos devemos cultivar para o bem comum. Educar para valorizar a competência pessoal e conquistar o poder e a fama, não é o caminho mais seguro, e nem mesmo o caminho único, pois temos outras alternativas de vida que podemos buscar, na Universidade e na Igreja. Na Universidade encontramos o saber, a ciência e a prática que podem nos habilitar ao exercício de uma atividade profissional, porém por um tempo determinado; enquanto que na Igreja encontramos a solidariedade, a fé e as obras que podemos praticar para conduzir nossa vida ao Reino de Deus, que é eterno. Portanto a realidade não é o que as circunstâncias ditam, como foi dito na Pergunta 25, mas sim, o que a obra da criação, que provém de Deus, nos proporciona nessa e na outra vida.
Abacate, Abacaxi, Abiu, Abricó, Acerola
26. Parece que dá para perceber, que esse Projeto de plantar árvores frutíferas é uma ilusão. Um governo honesto, um País cujo povo é dedicado e trabalhador, não é o caminho certo para o desenvolvimento, a paz e a felicidade das pessoas?
R. Vamos pensar um pouco. Qual é o País que atingiu esse grau de desenvolvimento? Onde tem um País sem desigualdades sociais, sem conflitos, sem miséria e todas as pessoas em paz e felizes?
Comentário
Continuando nossa conversa, vamos falar hoje sobre a Pergunta e a Resposta de número 26. O questionador sempre tem cartas escondidas na manga, e essa parece ser um trunfo de grande valor, pois foi buscar outra alternativa, ignorando todas as defesas apresentadas até então a favor do Projeto. Chegou mesmo no extremo ao dizer "parece que dá para perceber, que esse Projeto de plantar árvores frutíferas é uma ilusão. E apresentou um argumento forte, típico do Sistema Mercantilista, dando como rota de melhor proveito, um parecer dentro da normalidade no mundo do gerenciamento, apontando que um Governo Honesto e um País cujo povo é dedicado e trabalhador é o caminho certo para o desenvolvimento, a paz e a felicidade das pessoas. E tanto isso é verdade que todos os povos e nações buscam constantemente esse caminho e essa realização. Mas, a história também mostra que existe outro lado. Lado esse que tem se tornado um desafio contínuo e árduo, onde as idéias, as forças da natureza e o tempo agem de forma paralela, não para diminuir os valores que a sociedade valoriza, mas porque o universo age do seu modo e não do modo como desejamos que ele agisse. E passando para a Resposta da Pergunta o defensor acalma os ânimos, e pede para que pensemos um pouco. Então, vamos pensar qual é o País que atingiu esse grau de desenvolvimento? Onde tem um País sem desigualdades sociais, sem conflitos, sem miséria e todas as pessoas em paz e felizes? Uns dizem ser um utopia esperar isso de nós mesmos, outros dizem que leis perfeitas e o cumprimento delas é a solução, e muitos não esperam nada, não pensam em nada e não decidem nada, porque é melhor deixar o tempo passar e não se envolver com complexidades. Em outras palavras, tudo está dando a entender que o melhor caminho é entregar nas mãos de Deus, ou seja, cada um por si e Deus por todos. Não obstante, fomos gerados e criados para perpetuar. Essa perpetuação tem quatro sentidos, ou quatro áreas de interpretação, cada uma com seus próprios verbos, importantes, para que possamos avaliar, senão vejamos: Fazer durar para sempre: eternizar, imortalizar e perenizar; Fazer durar muito tempo: manter, continuar, conservar, preservar e perdurar; Manter por reprodução: multiplicar, reproduzir, gerar e procriar. Transmitir de geração em geração: propagar, passar e transmitir. Essa é a lição número 1, onde aprendemos que não podemos ficar parados. as demais lições serão dadas ao longo do caminho, e assim conduziremos a Humanidade.
27. No entanto, o Mundo sempre foi assim. Por que imaginar que agora tudo vai mudar para melhor?
R. É melhor imaginar positivamente e com a convicção de que podemos mudar para melhor, do que admitir que somos fracos diante de um desafio tão grande como esse.
Comentário
O Mundo sempre muda para melhor. Isso está comprovado pela evolução da humanidade, pelos avanços da ciência, da tecnologia e do desempenho social das nações. A Pergunta parece admitir que o Mundo não é um bom lugar, pois sempre foi assim, isto é, cheio de problemas, de contradições e de dificuldades. E vai além, fazendo uma indagação crítica daqueles que imaginam que tudo vai mudar para melhor. Por outro lado temos uma defesa cheia de virtudes, de esperança e de fé, uma vez que a imaginação positiva, a convicção profunda e a humildade para encarar os desafios faz parte de uma sociedade que tem suas raízes no forte, na construção e na perseverança. Diante disso, podemos enxergar um futuro sempre promissor, de generosidade e de realizações, e, se não fosse com esses princípios teríamos fracassos, perdas e danos irreparáveis, de tal modo que as gerações presentes e futuras estariam no submundo da violência, da escassez e das incertezas. No passado, em geral, possuía-se menos de tudo, quer dizer: poucos móveis, poucas casas, roupas limitadas, calçados não suficientes para todos, alimentos extraídos da natureza através da força do trabalho humano e assim por diante. Hoje, os mercados coloca a disposição de todos, os mais variados bens de consumo e de produção, porém com uma condicionante que no mundo dos antigos não existia, ou seja, tudo é livremente adquirido mediante a troca do capital pelo bem, ou, com outras palavras, com o dinheiro consegue-se conforto, fartura, atendimento e muito mais. Esse é o conhecido sistema Mercantilista, visto por alguns como inconveniente, porque trata bem aos que têm, e, muitas vezes vira as costas para os que não têm. Então, aqui pode entrar uma lição que vem da Bíblia, onde está escrito, não só para ser lido, mas para ser praticado, senão vejamos: No Livro de Cânticos "Cantai ao Senhor" da Arquidiocese de Vitória-ES, 2ª Edição, o Cântigo 367 tem a seguinte letra: Os cristãos tinham tudo em comum. Dividiam seus bens com alegria. Deus espera que os dons de cada um se repartam com amor no dia-a-dia. Deus criou este mundo para todos: quem tem mais é chamado a repartir com os outros o pão, a instrução e o progresso: fazer o irmão sorrir. Mas, acima de alguém que tem riquezas, está o homem que cresce em seu valor, e, liberto caminha para Deus, repartindo com todos o amor.
28. Teoricamente, é muito bom defender esses conceitos. Todavia, a realidade está aí para qualquer um ver. Em razão disso, não é melhor viver o presente, do que nos sacrificar por um futuro melhor?
R. O Projeto não pede sacrifício, mas sim participação e solidariedade. Viver o presente é muito gratificante, desde que não seja egoisticamente, alheio às necessidades dos outros e apegados às coisas desse Mundo.
Comentário
Os conceitos aqui referidos não vem do pragmatismo, mas de uma convicção de sabedoria dada por Deus. A indagação afirma que é bom defender os conceitos, sob o ponto de vista teórico, contudo, por outro lado, a visão de quem faz a indagação tem suas raízes no imediato, no presente e na realidade, que tem como referência um tempo desprezível, se comparado à eternidade, que vem da obra da criação e do poder infinito de Deus. E acentua com muita propriedade que qualquer um pode ver essa realidade. Realidade que aponta um presente, talvez cheio de facilidades, de realizações e de muita felicidade. E ainda argumenta que é melhor viver o presente do que sacrificar por um futuro melhor. Dentro dessa perspectiva, o presente, embora curto e vazio por si mesmo, não vê outro caminho para dar sentido à vida, senão esse. Contudo, existem alternativas e outras realidades, quase imperceptíveis, que são capazes de oferecer oportunidades escondidas nas profundezas da sabedoria, onde o alcance parece distante, mas que através da fé, da esperança e da caridade passa de um estado para outro, mostrando que temos um força superior que nos guarda, nos sustenta e nos protege com mão forte, generosa e perene. É assim que a resposta foi buscar reforço em suas palavras, apontando que o sacrifício está descartado, mas que a participação e a solidariedade são os alicerces que constroem e garantem uma vivência digna e cheia de virtudes para o bem comum. Voltando aos termos da pergunta podemos observar que o presente gratifica a todos quando praticado com partilha, amor, respeito e tudo mais que possa enriquecer a pessoa humana ao longo dos tempos. Não obstante, alerta que a prática do egoísmo, da indiferença e do apego aos bens temporais não constroem, muito pelo contrário, são atitudes que levam para caminhos tortuosos, onde haverá choro e ranger de dentes.
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29. A violência, a corrupção e os demais transtornos sociais precisam ser combatidos com políticas fortes, repressão constante e condenação dos culpados. Como melhorar o convívio social, senão pela força, e pela reclusão, contra os que transgridem as Leis?
R. A raiz da violência vem dos conflitos, das desigualdades sociais, da ignorância e de muitos outros fatores. E estamos acostumados a combater a violência e a transgressão às Leis, através de um sistema de repressão perverso, caro, elitizado e não preparado psicologicamente e espiritualmente, do ponto de vista humanitário. Na resposta da pergunta 25, dissemos que a Igreja e a Universidade podem contribuir bastante, no sentido de educar para a vida e para o bem da sociedade. Mas, antes de educar é preciso alimentar e oferecer condições dignas de subsistência a todas as pessoas. Disso, o Projeto 37 tem conhecimento, e, está cuidando.
Comentário
Essa Pergunta e sua Resposta são por demais um chamado à reflexão. Sabemos que em todo o Mundo existem pessoas, instituições e órgãos de governo tratando disso diariamente. Leis, decretos, Regulamentos e Normas de todas as formas são ferramentas usadas para estabelecer o equilíbrio social, oferecendo à sociedade condições de vida com dignidade. Inversamente a isso está em nosso meio os desvios de conduta, sobre os quais podemos comparar a um saco com muitas laranjas, que no primeiro momento, quando ali são colocadas, estão em perfeita saúde. No entanto, com o passar dos dias, acontece que uma das laranjas apodrece, e, quando isso ocorre é preciso extrair a laranja estragada imediatamente do saco, para não contaminar as demais. Ainda assim, o saco com as demais laranjas continua precisando de cuidados, como passar as laranjas para outro recipiente, colocar na geladeira e tomar outras providências para não perder esse bem. Fazendo uma comparação, podemos ver que ao contrário a isso, está na Pergunta a afirmação de que a violência, a corrupção e os demais transtornos sociais precisam ser combatidos com políticas fortes, repressão constante e condenação dos culpados. Então a Resposta vem sinalizando que é preciso de um remédio, pois o diagnóstico já está concluído. De acordo com a ciência a Profilaxia cuida de prevenir doenças, e a Terapêutica cuida de tratar das doenças já instaladas. Embora não sendo uma doença, do ponto de vista da saúde, a Resposta a esta Pergunta vem apontando que a raiz da violência vem dos conflitos, das desigualdades sociais, da ignorância e de muitos outros fatores. E que estamos acostumados a combater a violência e a transgressão às Leis por meio de uma sistema de repressão perverso, caro, elitizado e carente de preparo psicológico para conduzir suas ações de forma humanitária. Lembramos que na Resposta da Pergunta 25 foi dito que a Igreja e a Universidade poderiam contribuir bastante, uma vez que estas instituições tem conhecimentos profundos a fim de educar para a vida e para o bem da sociedade. E, para finalizar, a Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F apresenta como contribuição de sua parte o Reflorestamento Frutífero, uma vez que, antes de educar é preciso alimentar e oferecer condições dignas de subsistência a todas as pessoas.
30. Acho melhor dar um tempo. Continue mostrando como esse Projeto pode dar certo. Onde paramos?
R. Paramos na pergunta 20. Dissemos que ao Patrocinar, a pessoa entra nessa campanha, na condição de Patrocinadora e beneficiária ao mesmo tempo, acompanhando e participando do desenvolvimento e do desempenho do Projeto.
Comentário
Depois de um longo debate sobre a dignidade humana, sobre os meios de subsistência, sobre a violência e sobre os melhores caminhos que a sociedade dispõe para dar continuidade à vida, a Pergunta agora dá uma volta ao passado, querendo saber onde paramos com a conversa, a respeito de como podemos demonstrar ser esse Projeto de grande necessidade assim, para a população, depois de considerar que a sociedade espera, é dos governos, as soluções para uma vida melhor. O Mundo sempre foi governado através de Leis, Decretos, tratados e de acordos internacionais entre as nações, para manter a ordem, o respeito e os direitos de cidadania, que a humanidade precisa para viver em paz e passar isso de gerações para gerações. Se de um lado é dessa forma que as nações se organizam, de outro lado, elas fazem isso com amparo em recursos que a própria sociedade canaliza para a consecução desses objetivos. Portanto, quando dissemos que a Pergunta dá uma volta ao passado, queremos responder com coerência, não baseados apenas em nossos argumentos, mas também, mostrando que as civilizações de todos os tempos subsistiram amparadas em recursos, porque é assim que as instituições sobrevivem e desenvolvem suas atividades. Parece-nos suficiente apontar esse cenário, para inserir nesse contexto, o pedido que a Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F faz às Pessoas Físicas e Jurídicas para apoiar esse Projeto. Contudo, se fosse só para pedir e canalizar os recursos, sem levar em conta os benefícios para a população, seria o mesmo que enganar a todos com promessas falsas. Porém, não é assim que esse Projeto trabalha. Quando ele diz que precisa dos recursos e pede a quem pode oferecer, sabe que assume a responsabilidade de mostrar transparência, bons resultados e sustentabilidade em suas ações. E, para não ficar só no comando dessas ações a Associação complementa a Resposta dessa Pergunta afirmando que a Patrocinadora entra na Campanha, ou seja, no Projeto, como Participante e Beneficiária ao mesmo tempo, participando e acompanhando o desenvolvimento e o desempenho desse Projeto, constantemente. Apenas, a título de esclarecimento, informamos que a Patrocinadora é a Pessoa Física e Jurídica que ADOTA as Árvores, contribuindo com R$0,50 (cinquenta centavos de real) por cada Árvore que deseja Adotar, mensalmente. Como parâmetro de contribuição, A Associação fez constar em seu Regimento Interno, que as Pessoas Físicas são convidadas a contribuir com R$1,00 por mês, correspondendo a adoção de 2 árvores, e, as Pessoas Jurídicas são convidadas a contribuir com R$19,00 por mês, correspondendo a adoção de 37 árvores. Dando continuidade a essas ações, sobre o desempenho desse Projeto, voltaremos nos próximos Comentários a ampliar essa matéria da melhor forma que pudermos.
31. Dá a impressão de uma atividade comercial. As pessoas podem participar desse Projeto, de outra forma?
R. Podem sim. Quem quiser plantar árvores frutíferas por conta própria, porque é proprietário de terra, é muito bom fazer. Entretanto, sabemos que nem todas as pessoas podem fazer isso. Aliás, a maioria das pessoas não faria isso. Até mesmo muitas daquelas que possuem terra.
Comentário
As Perguntas são incansáveis, sob o ponto de vista contrário às propostas desse Projeto, colocando dúvidas, incertezas e críticas, das mais variadas, sinalizando sempre outros caminhos que poderiam ser utilizados para o bem da sociedade. Tanto isso está evidente, que agora ela foi buscar um subterfúgio, ao dizer que dá a impressão de uma atividade comercial. Ora, uma atividade comercial também tem suas virtudes, seus objetivos, e sobretudo, olha para o lado do bem estar da população. Portanto, não tem nada de errado uma comparação entre um Projeto Social e um Projeto Comercial, desde que ambos trabalhem para o bem comum, e para servir à Comunidade. Vê-se, com muita clareza, a vontade de seguir outro modelo de ação, ainda que fosse para conseguir os mesmos resultados. Sem levar em conta as manifestações contrárias que as perguntas são apresentadas para esse fim, o gerenciamento desse Projeto levanta sempre sua cabeça para o alto, porque é do alto que vem a inspiração e a forma de transformar fracasso em sucesso, até porque o fracasso serve, muitas vezes, como lição; e o sucesso, às vezes corre pelo caminho do envaidecimento, quando não presta atenção às realidades que estão à sua volta. Nesse poder de transformação a Resposta a essa Pergunta está dizendo, não só que outros segmentos podem plantar árvores, como é muito bom fazer isso, para o bem dos povos e das nações. Todavia, a Direção desse Projeto quer esclarecer que, embora sendo bom e necessário cuidar do Reflorestamento, ainda que seja de forma aleatória, o Mundo precisa com urgência de uma Ação Renovadora, na recuperação das Florestas, na produção de Água e Alimento Saudável, a fim de abastecer a humanidade, que corre o risco de ver esses bens ficarem cada vez mais escassos, por conta do Desmatamento, do Aquecimento Global e dos Interesses Econômicos que só veem o número, quando olham para os dois lados da moeda. Ou, em outras palavras, o Interesse Econômico não consegue ver a extensão do tempo, porque para ele, o que tem valor é o imediato, é o momento, é o presente, de modo que as gerações futuras busquem suas próprias realizações, num universo explorado, sem vida e com uma população cada vez maior.
32. Por que imaginar que a maioria das pessoas não seria capaz de dedicar um pouco de seu tempo, plantando árvores frutíferas?
R. Pensemos um pouco. Nessa correria que as pessoas vivem, para cuidar de suas obrigações, suas famílias, seus lazeres, seus trabalhos, e ainda, sem terra, morando nas cidades, como administrar esse tempo e essa dedicação a uma campanha desse tipo?
Comentário
Agora está dando para perceber, de um lado, a inversão do questionador, colocando sua posição imaginativa no sentido de questionar as razões pelas quais a maioria das pessoas não são capazes de dedicar um pouco de seu tempo, para plantar árvores, e, de outro lado, o defensor do Projeto reconhecendo as dificuldades das pessoas para dedicar a essa causa. Aquele que só via incoerência, impossibilidade e contradição passa a vislumbrar um horizonte de esperança, realizações e confiabilidade. Da outra parte surge uma defesa, que mostrando pesos e medidas, ditadas pelas circunstâncias da vida, ampara aqueles que não podendo oferecer seus préstimos, diante de motivos fortes e razões claras, estão justificados para ficar fora desse compromisso, não em sua totalidade, uma vez que diante das necessidades que os povos e as nações já estão amargando, e que poderão se tornarem ainda piores, em um futuro não muito distante, são chamados a uma participação de forma indireta, mas que também resulta em benefício para todos. Portanto, pensando bem, ou como a Resposta a esta Pergunta declara ao conclamar a todos para pensar um pouco, no que diz respeito à correria que as pessoas vivem para manter um padrão de vida com dignidade, para dar conta de suas obrigações, cuidar de suas famílias, incentivar o lazer como parte da qualidade de vida, para criar ocupação, atividades próprias e empregos para os qualificados ao mercado de trabalho; tudo isso faz parte da subsistência que é igual para todos. E ainda existe outras razões para aqueles que não possuem terra, que moram nas cidades, muitas vezes em condições difíceis, em relação a espaço, a moradia e outros tipos de infraestrutura que nem sempre são ofertados com igualdade de condições para todos. Diante desse cenário o Gerenciador do Projeto vê como alternativa, para que esse segmento social, que representa a maior parte da população, possa contribuir com R$1,00 por mês para participar e ajudar o Projeto, tendo como complemento a participação das Pessoas Jurídicas, que conseguem gerar rendas maiores, a contribuição de R$19,00 por mês, estabelecendo assim um fiel de balança, que no conjunto das Pessoas Físicas e Jurídicas, podem dar sustentabilidade a esse Projeto em todos os lugares. Para maior flexibilização os valores apresentados podem ser maiores ou menores, para que possam ajustar às possibilidades de cada um. Assim, a Campanha desse Projeto pode se estender ao longo da história e do tempo para o bem estar de todos.
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33. Todavia, não dá para perceber que é aproveitar da situação para vender um produto?
R. Se fôssemos ver por esse lado, poderíamos questionar:
- O padeiro, porque vende o pão.
- O médico, porque cobra pela consulta.
- O governo, porque arrecada impostos.
Dessa forma, podemos observar que a sociedade vive disso, sob um regime solidário; porque quem paga adquire e quem recebe presta um serviço. Porém, com uma particularidade: tudo é direcionado ao interesse pessoal ou de grupo.
Comentário
Retornando à indagação da forma como vinha sendo colocada, o questionador das Perguntas e Respostas encontrou outra vertente, na qual ele faz menção a uma forma de aproveitar da situação para vender um produto, como se esse Projeto buscasse outro resultado, senão pela causa própria. Indiferente ao que é percebido como uma forma de tirar proveito com argumentos aparentemente fortes, o defensor do projeto tem também seus trunfos, com argumentos mais fortes ainda, em que coloca para o conhecimento de todos, que o capitalismo é solidário, dentro de um regime próprio que faz a sociedade aceitar esse modelo de intercâmbio, onde cada um pode explorar seus dons e também suas espertezas. E, colocou três segmentos, para exemplificar como a sociedade se ajusta bem com esse sistema, embora com muitas desigualdades de condições, uma vez que os critérios adotados para as inciativas próprias, têm amparo nas leis e no mercado. Desse forma poderíamos questionar, tanto a iniciativa particular, quanto a iniciativa pública, quando o padeiro vende o pão, quando o médico cobra pela consulta e quando o governo arrecada impostos. Nesses segmentos existem contrapartidas aceitáveis e solidárias, porque quem paga, paga para adquirir algo, e quem recebe, recebe porque prestou um serviço. Entretanto, está inserido nisso um artifício, no qual o que fala mais alto é o interesse pessoal ou de grupo, que tem sustentabilidade em razão de oferecer benefícios, que se não fosse dessa forma poderia desestimular a livre iniciativa. Contudo, esse é uma sistema de mercado que não atende, em plenitude, as massas da população. Então o Reflorestamento Frutífero vem como uma forma de complementar as necessidades, por considerar que o mercado agindo sem esse complemento, deixaria milhões de pessoas desamparadas e sem um futuro de sustentabilidade garantida. Portanto, o Reflorestamento, que também vende um produto, faz do resultado dessa venda uma forma de oferecer benefícios que são pulverizados, e ao alcance de todos.
34. Entendo. Ainda assim, o pão que o padeiro vende, a consulta que o médico dá e o imposto que o governo arrecada, tem razão de ser. Ninguém vive sem isso. Agora, patrocinar uma campanha desse tipo, para melhorar o padrão de vida das pessoas e consertar o Mundo, parece meio abstrato. É ou não é?
R. Depende de como é visto e de como é interpretado esse conceito. A campanha apresenta o seu argumento, seu objetivo e suas causas. Se ela convence, tem receptividade. Se não convence, perde credibilidade. Além do mais, o Projeto está embasado em comunicação, em solidariedade e em partilha, e, sobretudo, em confraternização para todos os povos.
Comentário
"Às vezes nos deixamos levar por palavras bonitas, algo meio abstrato que acaba nos transmitindo uma segurança sem tamanho. Não vem ao caso generalizar dizendo que somos bobos ou simplesmente cegos, até porque com tantos alertas transmitidos pelas pessoas próximas, não tem como se alto enganar". Fonte: Pensador/Internet. Assim, podemos iniciar nossa conversa defendendo o ponto de vista de como é visto e de como é interpretado o conceito de abstrato. Mas aqui a figura do cidadão que reconhece a importância do padeiro, do médico e do governo, tem embasamento no Sistema Mercantilista. O Projeto tenta explicar que tem argumentos, tem objetivo e vai fundo em busca das causas que precisam ser defendidas, não em favor de segmentos isolados, mas em defesa da humanidade como um todo. E esclarece: "Se esse argumento convence, ele consegue receptividade, mas se não convence sua credibilidade vaporiza e some do cenário". Por outro lado, existem outros argumentos que podem dar um embasamento melhor na defesa desse Reflorestamento, e, fomos buscar palavras fortes como Comunicação, Solidariedade e Partilha, para quê? Para atingir a confraternização a todos os povos e a todas as nações. Em razão disso, não temos como enfraquecer diante de uma causa tão sublime, sobretudo não esquecendo das necessidades que as massas da população enfrenta no quotidiano da vida, em busca dos meios de subsistência mais elementares, que são a água e os alimentos saudáveis. E, ao referirmos às massas de população, não separamos ricos de pobres, pretos de brancos, baixos de altos, empreendedores de preguiçosos, e assim por diante, pois embora sendo comparações impróprias para ser ditas, esse é o mundo da linguagem popular, mas que retrata as verdadeiras realidades, que não engloba apenas alguns desse segmentos, mas faz ver que estamos na mesma luta e necessitando dos mesmos benefícios. Então, o que nos resta é lutar por um Reflorestamento Frutífero, que ao longo dos tempos, fornece água e alimento saudável como sustentabilidade e garantia de vida.
35. Muito bem. Se for assim, vamos admitir como certo. No entanto, não é pequeno demais Patrocinar esse evento e dar condições de melhoria de vida, à sociedade como um todo?
R. Se fosse só para Patrocinar, para ajudar pela causa dos necessitados, nem tanto. Todavia, há uma visão de conjunto, que vem embutida nesse empreendimento, através da qual, é possível estabelecer igualdade de condições e de oportunidades, porque onde todos participam, todos são beneficiados e assim todos são felizes.
Comentário
Vimos que as abstrações foram comentadas e que as palavras é que nos informa as verdadeiras situações. Agora, porém, a Pergunta afrouxou um pouco o cinto, admitindo como certo os argumentos apresentados. No entanto, procurou outro atalho dizendo que é pequeno demais Patrocinar esse Projeto e dar condições de melhoria de vida, à sociedade como um todo. Aí, a Resposta ampliou sua defesa dizendo que o Patrocínio realizado pela causa dos necessitados pode ser considerado importante e muito necessário, mas que vai além disso, pois o passo maior é a visão de conjunto, na qual é possível estabelecer igualdade de condições e de oportunidades. Tanto isso é verdadeiro que está comprovado, quando todos participam, todos são beneficiados e assim todos são felizes. Assim, está demonstrado que a solidariedade, a partilha, a quantidade igual para todos e a fraternidade são os princípios básicos para que qualquer cidadão se sinta engajado nas políticas públicas e particulares, tomando parte em tudo que diz respeito ao bem estar da sociedade. Por outras palavras: o Reflorestamento tem raízes tão profundas que sua sustentabilidade se faz garantida não pelo recurso em si, mas pelo ideal que cada um põe a serviço dela. Desse modo, seguir em frente e firmar posição já não é mais uma questão de compromisso, mas sim uma questão de sobrevivência.
36. Isso os jornais, as revistas, a televisão, o rádio, os livros e até mesmo a Bíblia se encarregam de fazer. Por que vender esse Projeto como se fosse um produto, conforme foi dito na resposta da pergunta 33?
R. Os jornais informam, as revistas apontam, a televisão mostra, o rádio divulga, os livros demonstram e a Bíblia conforta e salva. Não obstante, a sociedade ainda não atingiu, em plenitude, suas conquistas e aspirações de bem estar e de confraternização universal. Então é preciso fazer mais. E o Projeto 37 veio para cuidar desse Reflorestamento, que na prática, é o seu produto.
Comentário
Nessa Pergunta está uma nova indagação, na qual, é levantada a suposição de que o Projeto aproveita a oportunidade de vender um produto para conseguir proveito próprio. E acentua que isso não é necessário, pois, os jornais, as revistas, a televisão, o rádio, os livros, inclusive a Bíblia, divulgam matérias e notícias que incentivam as pessoas a lutar por um mundo melhor. Na verdade, o trabalhos desses meios de comunicação são importantíssimos para as pessoas, para a comunidade, para a população e para a humanidade; que em outras palavras, é bom para todos. Porém, a resposta aponta que a sociedade ainda não atingiu, em plenitude, suas conquistas e aspirações de bem estar e de confraternização universal. Dando um passo a mais ela sinaliza que é preciso fazer o que ainda não foi feito, ou seja, agir na prática, em vez de agir no comando. A Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F vem em busca desse objetivo, sabedora que é, de que o mundo sempre foi rico em meios de subsistência, de generosidade e de riquezas naturais, que precisam da participação humana de forma solidária e com quantidades iguais para todos. Portanto, mobilizar a sociedade para utilizar as terras improdutivas, que não geram bens nem benefícios, e mobilizar a mão de obra desperdiçada, por conta de uma estrutura social que beneficia cartéis, grupos e segmentos dominadores, é o caminho que esse Projeto quer percorrer, não para fortalecer interesses pessoais, mas para buscar um modelo de vida onde as riquezas naturais das nações sejam colocadas para o bem da humanidade.
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37. Se esse Patrocínio consegue fazer tudo isso, seu valor de contribuição deve ser muito alto e fora do poder aquisitivo da maioria das pessoas. O Projeto prevê o contrário disso, porque chama todas as pessoas a participarem. Que contradição é essa?
R. Não há contradição. É que estamos acostumados a pagar muito para beneficiar poucos. Uns dormem em hotel de cinco estrelas, outros sob as marquises. Alguns viajam em aeronaves, outros, à pé. Tudo que é convencionado como bom e sofisticado é usado por poucos. Conforto e bem estar não tem sido para todos. A sociedade vive disso. Não é assim, nesse mundo em que vivemos?
Comentário
Essa pergunta e sua resposta entram aqui para questionar o Modelo de Sociedade em que vivemos. Durante todo o trajeto percorrido nas 160 perguntas e respostas desse livro, temos sinalizado que o Sistema Mercantilista governa o Mundo, sob o ponto de vista econômico, e que apesar de ser dominador, consegue estabelecer um certo equilíbrio relacionado à sobrevivência da humanidade. Considerando que, de um lado temos o domínio desse Sistema, amparado pela iniciativa de alguns, de outro lado temos a obediência, aceita pelos demais, que desde o início das civilizações, até os nossos dias, não encontraram ainda uma forma de libertação que pudesse transformar a opressão em oportunidades iguais para todos. Visualizando esse cenário, temos segmentos sociais defendendo a livre iniciativa, por considerar que aqueles que defendem a igualdade de condição e a oportunidade igual paras todos, faz as pessoas ter menos interesse nas ações empreendedoras, que na visão destes, faz crescer o olhar do benefício próprio, deixando as massas da população na dificuldade. E, para acentuar mais ainda, esse conceito de livre iniciativa, representado pelo Sistema Mercantilista, como a forma de sobrevivência mais adequada aos nossos tempos, a pergunta coloca em discussão o valor do Patrocínio que a Associação diz precisar, e vai ainda, mais além, ao afirmar que o convite para todos participarem é uma contradição. A resposta, por outro lado, mostra algumas realidades, que ninguém tem como negar: Primeiro, afirmando que não há contradição, porque estamos acostumados a pagar muito para beneficiar poucos, e, a prova disso é constatar que enquanto uns dormem em hotel de cinco estrelas, outros dormem sob as marquises, que enquanto alguns viajam em aeronaves, outros, andam à pé. E tem até uma aparência de verdade, pois tudo que é convencionado como bom e sofisticado é usado por poucos; Segundo, conforto e bem estar não tem sido para todos. A sociedade vive disso. Não é assim, nesse mundo em que vivemos? É assim mesmo. Mas não por ser assim, que não existe caminho. A Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F sabe disso, e está buscando esse caminho na figura do Reflorestamento, que pode, através de uma Sistema Primitivo, de produzir e compartilhar, dar condições às pessoas que estão à margem da sociedade, serem inseridas numa condição de vida melhor, onde todas as pessoas serão beneficiadas, sem discriminação de ninguém.
38. Não parece ser de outra forma. É a vida. No entanto, fale sobre o valor da contribuição, para Patrocinar esse Projeto. Quanto é?
R. Estamos atribuindo um percentual de 2 % (dois por cento), sobre o Salário Mínimo do Brasil, como sendo o valor ideal do Patrocínio, por mês, oferecidos pelas Pessoas Físicas e Jurídicas, para custear as despesas decorrentes da administração desse Projeto.
Comentário
Para regulamentar a forma de conseguir os recursos que a Associação precisa, a fim de gerenciar esse Projeto com sustentabilidade, fizemos contar de seu Regimento Interno, em seu Artigo 14, as bases de cálculo, conforme descrevemos abaixo, a saber:
39. A partir de 01/01/2016 o Salário Mínimo passou a valer R$ 880,00, sendo que 2% dele correspondem a R$ 17,60, arredondado para R$ 18,00, que é a base de Patrocínio, de Pessoas Físicas e Jurídicas em condições de contribuir. É possível gerenciar esse Projeto com esse recurso?
R. Acreditamos nisso. O Projeto tem conotação social e não de lucro. Seu universo é global e não direcionado.
Comentário
De acordo com o que foi dito na Pergunta e Resposta de número 38, tem mais detalhes que estão no Regimento Interno, que complementam as explicações sobre o modo de conseguir recurso para esta Associação. Portanto, dando continuidade, apresentamos o Parágrafo 2º do Artigo 14, conforme segue:
TABELA SUGERIDA PARA CONTRIBUIR ADOTANDO ÁRVORES
Planilha 1: Tabele Sugerida Para Contribuir adotando Árvores
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40. Em geral as Organizações Não Governamentais – ONG são gerenciadas com recursos públicos, isto é, recebem verbas provenientes de Convênios, Parcerias e outros tipos de contratos. Quais recursos a Associação já conseguiu do Primeiro Setor, ou seja, dos Governos?
R. Por enquanto não recebemos verba de nenhum Governo.
Comentário
Continuando com os regulamentos do Regimento Interno apresentamos abaixo o Parágrafo 3º, que trata dos cálculos orçamentários. Esta Pergunta de número 40 quer saber quais recursos a Associação já conseguiu do Primeiro Setor, ou seja, dos Governos. E a Reposta afirma que ainda não recebeu verba de nenhum Governo. Essas verbas podem vir através de Convênios, Parcerias e outros tipos de contratos, mas estão condicionadas à apresentação de Projetos, Planos de Trabalho, Orçamentos, e, posteriormente, a Prestação de Contas para quem liberou o recurso. Nesse Parágrafo 3º estão demonstradas as Fórmulas de Cálculo para Municípios, Estados, Países e o Mundo, uma vez que as liberações de recursos precisam receber as informações quanto a apresentação do local onde o recurso vai ser aplicado, qual o quantitativo da população vai ser beneficiado, que tipo de benefício vai ser oferecido, por quanto tempo a população vai receber esse benefício e qual é o custo desse evento. Como podemos observar, tudo deve ser bem planejado e bem executado para que o resultado seja de grande proveito para a população, e o recurso bem aproveitado. A seguir segue o detalhamento desse Parágrafo 3º.
Parágrafo 3º: cálculo dos Orçamentos mensais, em 2017, para Vila Velha-ES, para o Espírito Santo, para o Brasil e para o Mundo, como exemplos para outras localidades, considerando as Populações dessas localidades em números redondos para facilitar os cálculos, conforme segue:
1.Vila Velha, com a População aproximada de 400.000 habitantes vezes 37 Árvores = 14.800.000 Árvores / 240 meses = 61.666 Árvores vezes R$0,50 = R$31.000,00 por mês e R$372.000,00 por ano;
2.Espírito Santo, com a População aproximada de 4.000.000 de habitantes vezes 37 Árvores = 148.000.000 de Árvores / 240 meses = 616.666 Árvores vezes R$0,50 = R$308.000,00 por mês e R$3.696.000,00 por ano;
3.Brasil, com a População aproximada de 210.000.000 vezes 37 Árvores = 7.770.000.000 de Árvores / 240 meses = 32.375.000 Árvores vezes R$0,50 = R$16.188.000,00 por mês e R$194.256.000,00 por ano;
4.Mundo, com a População aproximada de 7.300.000.000 habitantes vezes 37 Árvores = 270.100.000.000 de Árvores / 240 meses = 1.125.400.000 Árvores vezes R$0,50 = R$562.500.000,00 por mês e R$6.750.000.000,00 por ano.
41. Mas, já foi feito algum pedido através de Orçamento ou Plano de Ação?
R. Fizemos dois Planos de Ação e encaminhamos para o Conselho Federal dos Direitos Difusos, para concorrer à liberação dos recursos que esse Conselho tem, para apoiar as Entidades que se enquadram em seus programas de gerenciamento. Mas, A Associação Projeto 37 Frutágua não foi contemplada, porque são muitos os pedidos e poucas as disponibilidades.
Comentário
Continuando com os regulamentos do Regimento Interno apresentamos abaixo o Parágrafo 4º, que trata da Aplicação dos Recursos Recebidos. Nessa Pergunta enfocamos o Orçamento e o Plano de Ação, os quais englobam o Previsto e o Realizado. Portanto, para fazer o Pedido de Recurso e ser contemplada, a Associação precisa apresentar seu planejamento, e informar como o Recurso vai ser aplicado. Nesse Parágrafo 4º estão demonstrados os percentuais de aplicação dos recursos, em conformidade com cada Área de Atuação. Vamos ver o diz esse Parágrafo:
2.Quando os recursos recebidos pela Associação forem superiores a todas as aplicações mensais, permanecerão na Conta da Associação por prazo indeterminado, para aplicações futuras, em caso de recursos insuficientes em determinadas ocasiões.
3.O valor mensal de R$19,00, com base no Orçamento, dividido por 37 corresponde a R$0,50 (cinquenta centavos) por cada Árvore Frutífera que não faz parte do Sistema Mercantilista, isto é, que tem fins lucrativos, nas Propriedades Rurais. Assim, a Patrocinadora é convidada a ADOTAR cada Árvore Frutífera, sem fins lucrativos, pelo valor de R$0,50 vezes 37 = R$18,50, arredondado para R$19,00 como valor básico e Padrão de Patrocínio de Adoção das Árvores Frutíferas, sendo R$0,40 destinados a Remuneração das Árvores, e R$0,10 destinados ao Gerenciamento do Projeto, em 2017.
4.O valor de contribuição descrito acima é orçamentário e sugerido, isto é, pode ser maior ou menor, conforme a Patrocinadora achar mais conveniente, lembrando que cada Instituição Bancária tem um Limite Mínimo de valor para as operações bancárias. Por outro lado, a Associação poderá criar Planos de Ação, com vistas a captar recursos que possam ser aplicados nas Atividades mais Urgentes e Prioritárias do Projeto, tais como Etapas de Desenvolvimento.
5.Nos Municípios onde houver Propriedades Rurais ainda não cadastradas no Projeto, parte da Aplicação dos Recursos é canalizada inicialmente para esse cadastramento, que consiste em: Conseguir a Adesão da Pessoa Proprietária da Propriedade, Seu Endereço e Sua Conta Bancária, preferencialmente uma Conta de Poupança na Caixa Econômica Federal/Casa Lotérica. Portanto, os Recursos Destinados ao Plantio e a Manutenção das Árvores são aplicados, inicialmente, no Cadastramento das Propriedades, e, depois do Cadastramento, no Plantio e na Manutenção das Árvores.
42. E das Prefeituras, dos Estados e do Governo Federal, a Associação pleiteou algum recurso?
A Associação Projeto 37 Frutágua examinou algumas formas de pleitear recursos desses governos. Algumas exigências não puderam ser resolvidas porque há uma diversidade de condições, de tal modo que o acesso a esses recursos só podem ser conseguidos mediante a redação de um Estatuto Social Específico e o enquadramento da entidade nas políticas adotadas por esses governos. Além disso, a burocracia para gerenciar a aplicação dos recursos recebidos desses segmentos é muito complexa. Diante disso, temos procurado os recursos com as Pessoas Físicas e Jurídicas, que não fazem exigências como os órgãos públicos. Todavia, estamos estruturando a Associação a fim de que ela possa conseguir e gerenciar recursos vindos de qualquer setor.
Comentário
Continuando com os regulamentos do Regimento Interno, apresentamos abaixo o Parágrafo 5º, que trata da Aplicação dos Recursos Recebidos em relação à Área de Atuação Para Remunerar a Semeadora Rural e com a Área de Atuação Para Remunerar outras Atividades da Associação, além do Parágrafo 6º, que trata da Prestação de Contas que é publicada no Site da Associação. Assim, concluímos tudo o que diz O Artigo 14 desse Regimento Interno da AP37F. Porém, a Pergunta e Resposta de número 42 refere-se ao pleito de recurso junto a Prefeituras, Estados e o Governo Federal do Brasil. Como podemos ver, a resposta explica tudo. Contudo, um novo horizonte está sendo aberto, com a Portaria de número 362/2016, de 1º de março de 2016 , do Ministério de Justiça e Segurança Pública, que facilitou bastante os trâmites burocráticos entre as OSCIP's e os Órgãos Públicos de nosso País. Vamos ver o que dizem os Parágrafos 5º e 6º:
Parágrafo 6º – A Prestação de Contas é publicada no Site da Associação.
43. Vamos em frente. Quero saber onde vamos chegar. Torno-me uma Patrocinadora que adota Árvores Frutíferas, a Semeadora planta. É só isso que vai acontecer?
R. Não é só isso. Mas, podemos dizer que isso é o fundamento para chegar aos objetivos do Projeto. Seu Patrocínio representa participação e o plantio efetuado pela Semeadora representa resultado.
Comentário
Para que esse Projeto tenha sustentabilidade a Adoção das Árvores é a forma mais prática e duradoura. A manutenção da regularidade climática e a oferta constante de alimentos são a garantia de uma qualidade de vida em todos os lugares. Podemos ver que a resposta desta pergunta tem duas palavras chaves: participação e resultado. Na participação, tanto a Pessoa Física, quanto a Pessoa Jurídica, reconhecem a necessidade de participar, não por interesse próprio, mas por interesse coletivo. Por outro lado, o resultado também não vem como benefício personalizado, isto é, com visão de interesse pessoal, mas com generosidade, partilha e sustentabilidade para todos. Nesse contexto, a figura da Patrocinadora e da Semeadora, é vista como a alavanca principal desse empreendimento, sendo que o gerenciamento que conta com o apoio da Associação, das Representantes, das Instituições de Ensino e das Voluntárias vêm como complemento e suporte para que esse Projeto atinja seu objetivo. Assim, esperamos que ir em frente, para saber onde vamos chegar, não está no caminho da incerteza, mas em uma realidade da qual todos sabem que é necessário o engajamento da sociedade, para que todos estejam com segurança e qualidade vida garantidos.
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44. Na arrecadação desses dois por cento sobre o valor do Salário Mínimo do Brasil, quanto é aplicado para custear a mão de obra da Semeadora, e quanto é aplicado para administrar o Projeto?
R. 90% são aplicados na mão de obra da Semeadora e no Banco de Sementes e Mudas de Árvores, e, 10% por cento são aplicados na Administração e no Gerenciamento do Projeto.
Comentário
Com é sabido por todos os segmentos sociais, nenhum empreendimento consegue desenvolver suas atividades sem a participação das pessoas. Isso tem base em um princípio científico de que nada tem valor se não for aceito pela sociedade. Em outras palavras, tudo que é produzido, que é inventado, que é feito deve ser canalizado para o bem comum e ter procura como forma de mercado. Como podemos observar, a arrecadação não teria sentido se fosse para ficar guardada ou sob o domínio de um ou de alguns. A arrecadação de impostos pelos governos, a venda de produtos no mercado e as transações comerciais faz crescer a oferta e a procura, numa sociedade onde a dinâmica desses movimentos é que produz a riqueza das nações. Nesse pensamento, a Associação Projeto 37 Frutágua-AP37F apresenta sua proposta, a fim de que melhorando o meio ambiente, oferecendo garantia de subsistência digna e buscando na natureza o que ela tem para oferecer, o homem moderno pode aplicar sua sabedoria, sua força e seu poder carismático de mobilizar as massas da população, para, em conjunto com todos os povos e nações, consiga criar mecanismo de intercâmbio, no sentido de que as Pessoas, de todos os lugares, tenham os mesmos benefícios e possam viver nessa sustentabilidade para sempre.
45. Efetivamente, de quanto será a remuneração das Semeadoras?
R. A remuneração das Semeadoras Rurais corresponde a 60% da arrecadação dos Patrocínios/Adoções conseguidos pelo Projeto Frutágua, e a remuneração das Semeadoras Urbanas corresponde a 20% da arrecadação dos Patrocínios/Adoções, também conseguidos pelo Projeto Frutágua, sendo que as Semeadoras Urbanas atuam também como Representantes Municipais desse Projeto, conforme consta do Termo de Parceria desta endidade.
Comentário
Usando a linguagem da gíria podemos dizer que as Semeadoras são o Carro-Chefe do Projeto Frutágua. Dado que o plantio e a manutenção das árvores são elas que realizam, a aplicação de 80% para remunerar o trabalho delas parece ser bastante razoável e convincente. Além desses 80% tem mais 10% que são aplicados nos Bancos de Sementes e Mudas de Árvores, os quais têm o gerenciamento das Semeadoras, sob a Supervisão da Associação Projeto 37 Frutágua-AP37F, de modo que esses 10% são aplicados nos Bancos de Sementes e Mudas, com a mão de obra das Semeadoras, com os investimentos e infraestrutura, e com a manutenção de suas atividades. Portanto, 90% dos recursos conseguidos pelo Projeto Frutágua são aplicados no Plantio e Manutenção das Árvores, e, os outros 10% são aplicados no gerenciamento do Projeto, de acordo com o disposto no Regimento Interno dessa Associação.
46. E, para a Administração do Projeto, os outros 10% da arrecadação dos Patrocínios, conforme consta da Parceria, são suficientes?
R. Sim. Desde que possamos contar com o apoio das pessoas físicas e jurídicas que estão em condições de Patrocinar.
Comentário
A Administração do Projeto é realizada pela Associação e as Representantes. A Associação deverá contratar servidores (as) de diversas categorias, na medida que o Reflorestamento for crescendo. Considerando que temos uma previsão de 20 anos ou de 240 meses para esse Projeto chegar na sua capacidade máxima de Plantio e Manutenção das Árvores, também haverá a contratação de forma crescente, na medida das necessidades, e de acordo com o desempenho do Projeto. Os 10% dos recursos que forem conseguidos, naturalmente serão suficientes para garantir o gerenciamento das atividades afetas à Associação e suas Representantes. Contudo, a Resposta a essa Pergunta apresenta uma ressalva, na qual está assentado que a condicionante prescreve que, desde que possamos contar com o apoio das pessoas físicas e jurídicas que estão em condições de Patrocinar. Como vemos, o Projeto depende das pessoas físicas e jurídicas para alcançar seu objetivo, até porque não poderia ser de outro modo, pois nenhum empreendimento consegue desenvolver por si só, uma vez que sem a participação da sociedade esse Projeto não teria sentido, nem necessidade de ser implantado. Mas, há ainda, uma segunda ressalva, que a Resposta a essa Pergunta coloca em evidência, ao considerar que é preciso condições favoráveis, ou com outras palavras: que as Pessoas Físicas e Jurídicas estejam em condições de Patrocinar, isto é, possam contribuir em forma de doação, a fim de que esse Reflorestamento tenha sustentabilidade.
47. Quem mais trabalha nesse Projeto?
R. Vamos precisar, também, de uma pessoa em cada Município, para gerenciar as atividades da Representação Municipal. Constam também do Projeto, as Representantes Estaduais e as Representantes de Países. Além dessas, haverá as funcionárias da Administração Geral e as funcionárias dos Escritórios das Representantes.
Comentário
O Projeto Frutágua, incluiu no seu Sistema de Gerenciamento, a figura da Representante. É chamada de a Representante, em relação à palavra Pessoa, que é um substantivo feminino. A Representante ajuda no Gerenciamento do Projeto Frutágua, em nível Municipal, Estadual e Nacional. Para a expansão de suas atividades, o Projeto Frutágua conta com a participação das Representantes, as quais recebem delegação específica, conforme o nível de atuação de suas atribuições. De acordo com a forma de Gerenciamento, a Associação Projeto 37 Frutágua-AP37F nomeia e supervisiona as Representantes de Países; As Representantes de Países nomeiam e supervisionam as Representantes Estaduais, as quais são supervisionadas, também, pela Associação, em conjunto com as Representantes de Países, em situações especiais; e, as Representantes Estaduais nomeiam e supervisionam as Representantes Municipais, as quais são supervisionadas, também, pela Associação, em conjunto com as Representantes Estaduais, em situações especiais. Tanto o Projeto Frutágua, quanto as Representantes de Países, as Representantes Estaduais e Municipais podem contratar pessoas para auxiliar no gerenciamento de suas atividades, sendo essas contratações de exclusiva responsabilidade de quem contratou.
48. E a Administração Geral do Projeto 37, como está estruturada?
R. A Administração Geral do Projeto 37 Frutágua-AP37F trabalha com pessoas que atuam em nível de Diretoria, no gerenciamento do Projeto, e com funcionárias em geral, a fim de atender às Representantes e às Semeadoras, na supervisão dos trabalhos. A remuneração da Administração está descrita no Estatuto Social da Associação Projeto 37 Frutágua, que diz o seguinte:
Art. 16 – A Associação Projeto 37 Frutágua-AP37F será administrada por:
I - Assembleia Geral;
II - Diretoria;
III - Conselho Fiscal, este, de acordo com o Art. 4º, Inciso III da Lei 9.790/99.
Parágrafo Único - A Instituição remunera seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva e aqueles que lhe prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado na região onde exerce suas atividades. De acordo com o Art. 4º, Inciso VI, da Lei 9.790/99.
Comentário
Como pode ser observado, a Estrutura da Associação Projeto 37 Frutágua-AP37F, está alicerçada na Assembleia Geral, na Diretoria e no Conselho Fiscal. Sem essa Estrutura esse Projeto perde suas rédeas e o Gerenciamento de suas atividades fica comprometido e sem credibilidade. Portanto, o Estatuto Social é a Coluna Central desse empreendimento, e dele emana os poderes e as delegações. Além dos Dirigentes Estatutários, O Projeto Frutágua precisa de Gerenciadores e Especialistas em diversas Áreas, para ajudar no desempenho do Objetivo e das Metas Propostas, a fim de que os resultados sejam alcançados. Para chegar aos resultados que esse Projeto vai oferecer à humanidade, tem ainda, uma Estrutura Complementar, representada pelos Recursos Financeiros, sem os quais nenhum empreendimento obtém sucesso. Assim, são necessárias boas práticas de valorização de seus servidores, ou seja, tanto dos Dirigentes Estatutários, quanto de Servidores de Carreira, que ingressam nessa Instituição. As Práticas de Valorização englobam segmento de carreira, remuneração justa e incentivo ao trabalho, com ambiente agradável e satisfação pelo que se faz. Com esses alicerces o Projeto Frutágua tem condições de avançar para as Águas Mais Profundas, isto é, envolver todos os Países do Mundo na luta por esse Reflorestamento, tendo em vista que é urgente para todos os povos e nações combater o Aquecimento Global, Regularizar o Clima, Conscientizar as Pessoas para as boas ações relativas ao Meio Ambiente, Reflorestando o Planeta por meio de um Sistema Primitivo de Plantio e Manutenção de Árvores, com a participação de todos os segmentos sociais. Pode parecer uma ilusão, mas as gerações presentes e futuras darão testemunho disso no decorrer dos tempos.
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49. Começou por pessoa, depois, por município. Nos outros estados e em outros Países, quando vai chegar a campanha sobre esse Projeto?
R. O ideal seria fazer isso concomitantemente, isto é, ao mesmo tempo, porque as necessidades das pessoas são iguais em todas as partes do Mundo, ou seja, a miséria, a fome e a desnutrição não escolhem situação e nem lugar. Portanto, quanto mais ágil for a disseminação desse Projeto, melhor será.
Comentário
O Reflorestamento Frutífero é uma necessidade urgente, mas precisamos saber que ele não consegue ser resolvido de uma noite para o dia. Uma semente de Árvore Frutífera quando é plantada, leva um certo tempo para brotar, dependendo da qualidade da árvore. Depois que brota leva mais tempo ainda para se incorporar e tornar uma árvore adulta. Só depois disso é que essa árvore começa a florescer e gerar seus frutos, observando também que a maioria das Árvores Frutíferas têm um período de produção ao longo de um ano. Na Resposta dessa Pergunta estão colocadas as palavras Miséria, Fome e Desnutrição. Segundo as estatísticas, divulgadas pela Internet, até 2017, no Mundo, existem 815 milhões de pessoas passando fome, e, 2 bilhões de pessoas vivem desnutridas e na miséria. Isso nos leva a muita preocupação, pois a fome, a desnutrição e a miséria têm um custo social enorme para a sociedade, além de produzir violência, desequilíbrio social e angústia nas pessoas que sentem esse drama em todos os lugares do mundo. Por outro lado, existe terra e mão de obra suficientes para produzir muito mais do que as necessidades básicas da vida das pessoas e dos seres vivos em geral. Terras ociosas nas Propriedades Rurais e Urbanas é o que mais podemos ver por toda parte. Pessoas sem ocupação, também, é o que mais podemos ver em todas as regiões. Portanto, se de um lado temos problema, de outro temos solução. O problema todos sabem bem quantificá-lo e conviver com ele, porém, a solução, que parece mais fácil, está escondida nos porões do individualismo, da indiferença e muitas vezes na ignorância que não deixa enxergar a realidade. Tudo isso gerado por conta de um Sistema Mercantilista, onde o interesse pessoal é maior do que o interesse coletivo, e, nesse mundo de competitividade o homem moderno nem percebe a diferença entre a solidariedade e a vida de mercenário. Por último, o Projeto Frutágua declara que não fala nesses termos para conseguir seus resultados, mas que luta para o bem de todos, pois, num mundo onde existe miséria, fome, desnutrição, escassez de água e de alimento saudável, aquecimento global e mudanças climáticas severas, ninguém escapa desses inconvenientes, razão pela qual a Responsabilidade Social não deve ser usada para apresentar ações, mas antes, deve ser entendida como um dever social, que não precisa de propaganda para ganhar mercado.
50. Na resposta da pergunta nove foi dito que as frutas podem chegar ao consumidor final, por um custo bem menor do que os outros alimentos. Hoje, o que vemos é o contrário disso. Tem fruta custando mais do que a carne de animais. Que explicação pode ser dada a isso?
R. Podemos observar que ninguém produz senão para si próprio, ou para comercializar, com retorno garantido. Esta é a realidade no mundo dos negócios. Essa restrição e individualidade fazem o custo aumentar. Contudo, aumentando a produtividade e a Semeadora recebendo sua contribuição pelo número de Árvores Frutíferas, haverá uma sustentabilidade, boa para quem produz e boa para quem consome.
Comentário
No mundo dos negócios todas as atividades convergem para uso próprio, ou para comercializar. Esse é o sistema mercantilista, do qual temos falado muito. E tem uma justificativa muito forte, pois o ato de produzir está ligado ao ato de consumir. Do ponto de vista econômico é assim que vem a prosperidade e a riqueza das nações. Embora pareça estranho uns prosperar e outros não, tem a ver com a iniciativa pessoal, onde a habilidade, a determinação e a coragem agem para o sucesso. Mas o mundo, no entanto, disponível e generoso para todos, tomou o rumo da posse, com garantias constitucionais, de modo que as terras passaram a ter donos, que através de aquisições primitivas, e também através de aquisições por meio da moeda, dominaram todos os lugares ao redor da Terra. Desse modo, a produtividade nasce por meio de um interesse mercantilista, onde o dominador é aquele que tem a posse e pode fazer com ela a melhor negociação a seu favor. Isso gera muita riqueza, mas também gera pobreza, miséria e fome, pois a força de trabalho e os meios de produzir nem sempre conseguem seus objetivos, porque a moeda e os bens estão nas mãos de poucos, contribuindo assim para uma sociedade dividida, entre ricos e pobres. Nesse cenário caminha a humanidade, e os governos e as instituições procuram gerenciar essas contradições por meio de leis e projetos sociais, para aliviar o sofrimento da pobreza e diminuir o favorecimento que o Sistema Mercantilista proporciona aos mais afortunados. O Projeto Frutágua não é contra o Sistema Mercantilista, mas reprova o mercenário e o individualista, que não se solidariza com as classes menos favorecidas. Portanto, o Reflorestamento Frutífero realizado em terras ociosas e não produtivas, faz abrir oportunidades e iniciativas, no sentido de produzir mais e colocar mais, no mercado consumidor, frutas, que são alimentos saudáveis, que podem ajudar no desenvolvimento das classes de menor poder aquisitivo e assim fazer surgir prosperidade e fartura em quantidades iguais para todos.
51. Todavia, se alguém se propusesse a agir de outra forma, seu negócio iria à falência. Além do mais, por que só alguns produzem? Todos não poderiam fazer a mesma coisa?
R. Todo negócio que não oferece retorno em lucro vai à falência. Esse é o modo de sobrevivência na atividade industrial, comercial e na prestação de serviço. Seria ótimo se todos produzissem e pudessem dispor de sua produção para o intercâmbio das trocas. Mas, sabemos que esse ponto de equilíbrio nunca acontecerá, tanto pelas variáveis de oferta, quanto pelas variáveis de procura. Esse é o mundo Mercantilista. Sem entrar no mérito da competência, da determinação e das condições favoráveis ao sucesso em qualquer empreendimento, podemos destacar que é óbvio não haver espaço, mercado e oportunidades iguais, para todos, nesse Sistema Mercantilista. Em função disso, surgiu esse modelo econômico, onde alguns conseguem privilegiar-se, enquanto os demais se distanciam dessas oportunidades.
52. De quem é a culpa: do modelo econômico, do governo ou das pessoas?
R. Não podemos atribuir culpa a nenhum deles. Precisamos encontrar soluções, a fim de que a dignidade da pessoa humana, isto é, seus direitos, seus deveres e suas aspirações possam oferecer-lhe condições dignas de sobrevivência, de paz e de felicidade.
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53. Todo mundo pensa nisso. Mas, a realidade tem sido diferente. Também, não é um estímulo à ociosidade oferecer tudo com facilidade, sem a pessoa lutar por seus objetivos?
R. São raras as pessoas que praticam a ociosidade intencionalmente. Não seria demais afirmar que todas querem trabalho e responsabilidade, para conseguir viver bem. O Projeto 37 não discrimina ninguém. Pelo contrário, chama a todos quando coloca ser necessário produzir, como condição para uma subsistência digna.
54. Foi dito que a reforma agrária não soluciona a miséria, a fome e a desnutrição. Entretanto, não parece existir melhor alternativa do que assentar o homem no campo. Por que não insistir nisso?
R. Não somos contra o assentamento do homem no campo, nem contra o empreendedor industrial, o comerciante, o prestador de serviço e os demais segmentos que geram bens de produção, bens de consumo e promovem o bem estar social. Isso é muito bom. Tem havido avanços significativos a muita prosperidade. Por outro lado, seria possível sustentar mais de 7 bilhões de pessoas em todo o Mundo, com alimentação adequada e suficiente para todos, com esse sistema de gerenciamento econômico, público e privado, onde o capital e o poder estão sempre juntos, procurando unir interesses pessoais e de grupos?
55. Pelas colocações acima, tem-se a impressão de que o modelo econômico é dominador, mas resolve, porque a população aumentou e tem como subsistir, embora para muitos haja escassez de alimento e de outros bens. Portanto, o que pode ser atribuído como errado, nesse sistema?
R. O que permanece errado são as quantidades. Enquanto uns consomem e desperdiçam muito, outros sofrem escassez e passam fome. Poucas pessoas acumulam bens e direitos, muito além de suas necessidades básicas. Isso faz com que haja escassez para as demais pessoas. O que o Projeto está pretendendo é produzir mais alimento, dando oportunidade de participação a todas as pessoas, estabelecendo um regime de partilha, para que todos possam ter as quantidades básicas de alimento, em igualdade de condições, e ter meios de conquistar outros bens para a melhoria do padrão de vida em geral.
Comentário
O modelo econônimo tornou-se dominador possivelmente pela urgência e pela necessidade de produzir. Com o crescimento acelerado da população cresceu junto a demanda por bens de consuo e bens de produção. Nos primórdios dos tempos, a civilização não possuia ferramentas e equipamentos, que facilitavam a produtividade, como acontece nos tempos modernos. Embora a produção fosse primitiva, isto é, produzir os meios de subsistência mais básicos, era o que as pessoas podiam fazer naqueles tempos. Porém, surgiram dois fatores que dividiu a civilização, sendo que um desses fatores era representado pelos Empreendedores que começaram a dominar o mercado, porque eram dedicados ao trabalho, ao interesse próprio e ao empreendimento, que dava a eles um retorno compensador, enquanto que o outro fator, conhecido como dos Acomodados, era representado por aqueles que além de não possuirem ferramentas, equipamentos, espaço e até mesmo conhecimento, não tinham animação para empreender nada, uma vez que do nada, não podiam tirar nada, resultando na ambição maldosa dos dominadores, e na falta de ambição benigna dos acomodados, que esperavam dos dominadores a inicativa, os produtos e os demais meios de subsistir, participando apenas na periferia, tornando-se assim marginalizados por conta desses fatores. Diante disso vem a indagação: de quem é a culpa, do Dominador Dedicado, que resolve, ou do Desprendido Acomodado que não tem ambição, nem se dispõe a pegar no arado? Todavia, para subsistir com dignidade é preciso ter quantidades iguais para todos, tendo em vista que a constituição física do rico e do pobre é a mesma. O Projeto Frutágua vê nisso a necessidade de intervir, não para criar conflitos nem divisões, mas para unir forças e mostrar que há caminhos bons e trilháveis, onde a solidariedade e o interesse coletivo devem ser mais prioritários. Portanto, é preciso que a sociedade disponha de Empreendedores Generosos, e de Trabalhadores Responsáveis, que unidos por esta causa comum, possam construir uma sociedade digna, fraterna e sustentável.
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56. Está parecendo uma batalha. De um lado, o Projeto defende partilha, participação, quantidades iguais e produção maior de alimento. De outro lado, vemos uma sociedade individualista, dominadora e cada vez mais buscando seus interesses particulares, em decorrência da competitividade. De que forma esse Projeto pretende atuar para estabelecer um ponto de equilíbrio entre o cidadão trabalhador, mas egoísta, e, o cidadão ocioso, sem ambição?
R. É realmente um desafio muito grande. E, a prova disso é representada por uma minoria com imensas riquezas, e, as grandes massas da população sofrendo com a miséria, com a fome e com muita escassez dos meios de subsistência. O ponto de equilíbrio é uma meta a ser conquistada, com a educação, com o esclarecimento, com a informação e com a consciência das pessoas em fazer dessa campanha, um movimento universal.
Comentário
Um movimento universal, para alguns, pode indicar que os defensores dessa ideia são uns revolucionários, no sentido de que eles podem ser perigosos à sociedade, que está acostumada com o sistema em vigor. Portanto, vai haver dois lados; um que não quer mudança, talvez por acomodação, ou porque o sistema é bom para ele, e, o outro que vê uma necessidade de mudança, mas não sabe que caminho seguir, ou tem receio de arriscar. Assim, diante desse dilema, só vai em frente aquele que, embora não sabendo com precisão, o caminho a seguir, não desiste, e procura constantemente novos caminhos e novas formas de atuar. A educação, o esclarecimento e a informação são adquiridos na Escola, enquanto que a consciência das pessoas tem raízes em muitos segmentos, tais como a família, a religião, as boas companhias, o ambiente de trabalho, as práticas esportivas e outros segmentos que lutam por uma sociedade onde o direito e o dever do cidadão são respeitados.
57. Na realidade, o que esse Projeto poderá apresentar de bom, na melhoria da qualidade de vida das pessoas?
R. Todos nós sabemos que a melhoria da qualidade de vida das pessoas consiste em usufruir de boa saúde, boa educação, ter alimento, segurança e conseguir muitas outras conquistas de natureza econômica, social e comunitária, sobretudo em paz consigo mesmas e com Deus. Este Projeto contribui com solidariedade, com produção de mais alimento e especialmente, com um novo conceito de partilha e de consumo. Essa é a meta esperada.
58. O Mundo tem ensinado às pessoas que o sucesso depende de ter, poder e comandar. Quem não conquista estes espaços é subjugado e marginalizado. Qual é a cura para esse mal?
R. Dar apoio aos menos favorecidos, condições de subsistência aos mais necessitados e esclarecimentos constantes, a todas as pessoas.
Comentário
O ensinamento do mundo não é realizado em bancos escolares. No desenvolvimento da humanidade é que vamos percebendo essas transformações. Ter, poder e comandar não vem pronto para ninguém, porém as gerações passadas tiveram a preocupação de deixar para as futuras gerações aquilo que eles receberam de outras gerações, ou que criaram por si mesmas. Isso se refere mais especificamente ao ter, mas o poder e o comandar também deixaram marcados os costumes e as formas de não abrir mão das regalias que esse sistema oferece. Percebendo que a sustentabilidade desse sistema é que poderia garantir esse modelo de vida, muitos segmentos da civilização priorizaram ainda mais esses conceitos, tanto para ter mais, quanto para poder e comandar, muitas vezes com mão de ferro, ou seja, com normas e condutas feitas para os subordinados, e não para eles, a fim de que estes produzissem o que os detentores do poder determinassem. Em razão disso, a figura dos subjugados e dos marginalizados não desapareceu do cenário mundial e das nações. Governos e Instituições bem intencionados vêm, ao longo dos tempos, criando condições melhores para os menos favorecidos, e assim podemos observar, que apesar do aumento da população, as melhorias da qualidade vida tem alcançado resultados cada vez melhores. Contudo, ainda existem milhões de pessoas que não tem dignidade de vida compatível com o ser humano, e até mesmo para os que têm um bom nível de subsistência, é reconhecido que são necessários outros empenhos das pessoas, para assegurar uma qualidade de vida saudável, tanto para as pessoas, quanto para os demais seres vivos em geral. Portanto, dar apoio aos menos favorecidos, condições de subsistência aos mais necessitados e esclarecimentos constantes, a todas as pessoas, devem ser o objeto de uma luta constante, não para alguns, mas para todos. O Reflorestamento frutífero, proposto pelo Projeto Frutágua, é a ferramenta universal para garantir que essa luta traz benefícios para todos.
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59. Além de parecer meio paternalista é também desestimulante, oferecer apoio, condições e esclarecimentos a quem não obteve sucesso. Qual é a defesa, nessa linha de pensamento?
R. Pensemos em nós mesmos. Vamos verificar se iniciamos sozinhos algum empreendimento, sem o apoio de alguém, sem as condições de agir e desprovidos de conhecimento e de instrução. Não defendemos linha de pensamento. Somos pela solidariedade, pelo acolhimento das pessoas e pelas coisas em comum.
Comentário
Pelo que podemos observar parece existir segmentos que não tem alcance das questões sociais. São severos com aqueles pouco favorecidos, porque chegaram no topo sem nenhum sacrifício. Em outras palavras, para quem alcançou sucesso, seja em que atividade for, com muito apoio e cercados de segurança, talvez não vejam a realidade da vida, em razão de ter atingido os objetivos, sem valorizar o impulso recebido. Por outro lado, ainda, esse sucesso que todos nós valorizamos e enxergamos como coisa boa, porque traz conforto, prazer, facilidade e domínio da situação, tem prazo de validade. Podemos observar, um pouco fora desse assunto, mas que tem relação com essa conversa, como é o funcionamento de uma fábrica de produtos, para uso pessoal e coletivo: as matérias primas são procuradas e vindas da natureza; depois, são processadas e armazenadas em grandes recipientes; em seguida são emboladas para o uso a que elas se destinam; nessas embalagens vem escrito o prazo de validade. Então, aqui se aplica a sentença: "o que é bom dura pouco". Assim, o conforto, o prazer, a facilidade e o domínio da situação andam com pernas curtas, isto é, também estão sujeitos a um prazo de validade, porque na vida tudo se transforma, tudo passa e nada é eterno, a não ser a salvação da alma. Portanto, a prudência ensina que a humildade, o serviço e a fé em Deus é o caminho que todos devemos seguir, enquanto que as coisas materiais são passageiras e pertencem a esse mundo.
60. Como fazer isso para uma imensidão de pessoas, uma vez que o Mundo está com mais de 7 bilhões de pessoas?
R. Esta é a maior razão para lutar por este ideal. Mas, quem vai lutar não é só a autoridade, o gerenciador e o operário. Há uma necessidade maior que é a participação de todos, sem vantagens e sem privilégios pessoais ou de grupos.
61. Entretanto, como generalizar esses trabalhos sem patrimônio, sem gerenciamento, sem reserva de mercado, sem escoamento da produção e sem a certeza de um retorno financeiro?
R. Esta pergunta traduz bem o perfil do Sistema Mercantilista. No entanto, esta não é a linguagem que estamos propondo. Precisamos rever a leitura do conteúdo apresentado até aqui. Estamos dizendo desde o começo que o Projeto 37 não trata de lucro, mas de partilha, não tem reserva de mercado nem patrimônio, mas tudo em comum; não tem gerenciamento privado e nem retorno financeiro; porque se fosse assim, seus objetivos estariam direcionados para alguns e não para todos.
62. Fica difícil imaginar, como conseguir produção sem propriedade de terra, como conseguir solidariedade sem competir e como distribuir sem ter. Mostre um ponto de partida.
R. Já foi dito, também, embora de outra forma, como este Projeto pretende conduzir essas ações. Contudo, através de alguns exemplos, podemos tirar conclusões, de como a civilização cuida dos problemas relacionados à miséria, à fome e aos meios de subsistência, da espécie humana.
63. Muito bem. O que a civilização faz?
R. A civilização faz campanha para distribuir o que já foi produzido. Mas, esta distribuição é controlada, direcionada, propagada e sem a participação universal. Donde se conclui que há uma separação entre os que oferecem e os que recebem. Portanto, existe uma marginalidade. Isso satisfaz ao modelo social, conforta aos que praticam a caridade e ameniza a situação dos necessitados. No entanto, a causa do problema permanece, porque o necessitado só recebe, mas não dá e nem participa, porque ele não faz parte do sistema e do modelo social vigente. Além do mais, o que é produzido não é suficiente para todos usar com dignidade.
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64. Então está errado promover as campanhas relacionadas à “Cesta Básica de Alimento", “Natal sem Fome", “Agasalho", “Ação Solidária", “Cidadania" e muitas outras?
R. Não está errado. É um ato necessário para a situação atual. O que estamos colocando é semelhante à doença e à saúde. Estamos acostumados a cuidar da doença, mas quanto à manutenção da saúde, fazemos pouco. Queremos acentuar que todas as campanhas mencionadas acima e outras que não foram colocadas, representam um movimento de cura, isto é, estamos cuidando do mal e não da causa. Esta é a razão da existência do Projeto 37, porque através dele vamos criar condições iguais de subsistência no que diz respeito à alimentação e os meios dignos de subsistência. No momento em que a alimentação for suficiente, adequada às condições de saúde e obtida com segurança, de forma constante, as demais necessidades básicas na vida das pessoas passarão a ser conquistadas automaticamente. Ninguém consegue trabalhar e produzir bens estando com fome, desnutrido ou mal alimentado. Esta á causa principal dos grandes conflitos sociais vividos pela humanidade. Portanto, as campanhas são válidas e necessárias para aliviar o peso de uma situação presente, que não pode esperar o triunfo de projetos, que embora sejam bem intencionados, levam tempo para solidificar e produzir resultados. Esse tempo de espera não está relacionado à burocracia do Projeto, mas sim, a uma luta constante e árdua para convencer a humanidade que precisamos pensar no todo, e não nas partes, ou em outras palavras, praticar mais a solidariedade, sem exigir retorno pessoal, mas sim, um retorno de resultados coletivos, que embora possa parecer ilusão ou sem resultados práticos, para o interesse pessoal, é a chave que vai abrir oportunidades iguais e quantidades iguais para as pessoas. Como todos sabemos, o mundo sempre lutou mais pelos interesses pessoais, do que pelos interesses coletivos, uma vez que solidariedade e partilha tem altos e baixos, porque as palavras e as intensões são boas, mas as profundezas da pessoa humana tem barreiras que ainda precisam de maquinário, para aplainar e abrir espaços, para o progresso coletivo e universal. Para atingir esse grau de desenvolvimento, a humanidade tem organismos muito bem preparados, para conduzir e canalizar essas ações em favor do bem comum. Esses organismos são as Universidades, as Igrejas e os governos, que precisam agir juntos, num sistema de Parceria, que vai abrir as portas da solidariedade, e, fechar os conflitos sociais, criando oportunidades iguais e quantidades iguais para todos.
65. Sobre teses, conceitos e realidades falamos muito. Ninguém nega a necessidade de ser melhorado o nível de qualidade de vida, para o bem das pessoas, de modo geral, em todas as partes do Mundo. Gostaríamos que fosse dado um roteiro mais direto, de como este Projeto vai atuar para atingir seus objetivos. Quais são esses passos?
67. E em nível de cargo?
R. Em nível de cargo, tanto na Administração Geral, quanto nas demais funções, serão criados os cargos na medida das necessidades.
68. Quem já está atuando?
R. No momento, só a Administração Geral.
69. E antes, como funcionou?
R. Funcionou pouco. Nomeamos algumas Representantes, mas não conseguimos dar prosseguimento.
70. O que aconteceu?
R. Falta de recursos, falta de pessoal na Administração Geral e pouca circulação das publicações sobre o Projeto.
71. Onde fica a Administração Geral?
R. A Administração Geral iniciou este Projeto no Município de Cariacica, Espírito Santo, Brasil. Depois, foi transferida para o Município de Vila Velha, também no Espírito Santo, à Rua Três, nº 4, Cocal, CEP 29105-730.
72. E as Representantes, onde ficam?
R. As Representantes podem estar em diversos lugares, tais como países, estados e municípios.
73. Foram descritas as atividades das pessoas que prestam serviço ao Projeto. Como são descritas as atividades das pessoas que dão apoio ao Projeto?
R. No Organograma, que está na página 28, podemos ver as pessoas que dão apoio ao Projeto 37, como é o caso das Patrocinadoras, das Instituições de Ensino, das Estudantes, das Proprietárias de Terras, das Voluntárias e das Semeadoras. Por fim, no Organograma está inserida a População, que recebe os Benefícios desse Projeto.
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74. A última da relação, das que dão apoio ao Projeto, é a Semeadora. Por que o Projeto não começa logo com ela?
R. Como acontece em toda Organização, é necessário um grupo de pessoas atuando em conjunto, mas direcionadas por uma escala hierárquica de funções e de cargos, a fim de manter a ordem, os planos e os objetivos, em constante vigilância, possibilitando o sucesso do empreendimento. A Semeadora figura como uma combatente, em linha de frente, mas na tarefa de plantar e manter em produção as árvores frutíferas. Entretanto, para que ela atue bem, torna-se necessária a existência de uma equipe de preparação, que vem antes, para que todos estejam unidos nos mesmos ideais a serem atingidos.
75. Quanto a locais de atuação, hierarquia, cargos e funções estão explicados. Como é, na prática, a descrição das atividades?
R. A descrição das atividades está inserida no Organograma da Página 28. As atividades estão resumidas lá, mas é de fácil percepção.
76. O Projeto tem alguma estatística para mostrar?
R. Quando foi editada a Primeira Edição do “Projeto 37“, em 16 de março de 1993, apresentamos na página 7 daquela edição um Quadro Dimensional, que foi o começo das previsões para este Projeto. Agora, nesta Segunda Edição ampliamos bastante as informações estatísticas.
77. Foi dito na pergunta número 2 que este Projeto surgiu em 30 de abril de 1984. Por que só em 1993 foi escrito o primeiro trabalho sobre o assunto?
R. Em 1993 foi publicado um livro com 33 páginas, procurando enfocar os principais artigos que já haviam sido publicados ao longo desse tempo. Essa foi a Primeira Edição do Projeto 37, em livro. Contudo, a qualidade da edição ficou muito ruim e não divulgamos esse Livro.
78. Como foram publicados esses artigos?
R. Foram publicados em forma de folhetos, que depois passaram a ser denominados de Revista.
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79. Em quantos exemplares?
R. Variou muito. Houve períodos de maior e menor tiragem.
80. Com que frequência?
R. Também não teve uma frequência uniforme. Foi tudo muito improvisado. Faltava tempo, dedicação e recursos.
81. Quantas edições dessa Revista chegaram a ser publicadas?
R. Até janeiro de 1997, chegamos a publicar 59 edições.
82. Como eram elaboradas essas Revistas?
R. No início, fizemos em mimeógrafo, depois, em Xerox. Somente em janeiro de 1997, exatamente no número 59, foi que conseguimos reproduzir o primeiro deles em gráfica, pelo sistema offset, com 1.000 exemplares.
83. Por que só foi editado um exemplar em gráfica?
R. Porque faltaram recursos, patrocínio e divulgação. Apesar dessas dificuldades, dessas paralisações e da falta de apoio de outras pessoas, para ajudar nessa campanha, estamos procurando constantemente novas alternativas de desenvolvimento.
84. Como está o acompanhamento dessa campanha?
R. Depois do número 59, editado em offset, voltamos a editar, em Xerox, do número 60 até o número 69, abrangendo o período de fevereiro/97, até dezembro de 1999. Depois passamos a imprimir através de impressoras de computador. A partir de 2012, a revista que já era conhecida pelo nome de Revista Frutágua, passou a ser divulgada pelo Site da Associação Projeto 37 Frutágua.
85. As explicações estão enfocando muito as publicações, mas o que se espera do Projeto é a produção de frutas. Qual é o resultado dessa produção?
R. Reconhecemos que o resultado foi muito pequeno até agora. Apenas nos municípios de Cariacica, Vila Velha, Vitória, Serra, Alegre, Mimoso do Sul e Muqui, no Espírito Santo, e, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, conseguimos fazer a divulgação desse Projeto e obter alguns resultados com plantio. Temos até um dado interessante para contar: Em Muqui-ES, na propriedade de Jatir de Almeida, este plantou mais de 100 pés de frutas, ao longo da estrada. Depois de certo tempo só foi encontrado um vivo. Os demais foram danificados por animais e pessoas. Esta é a razão porque temos que lutar muito pela educação ambiental, ecológica e solidária.
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86.Diante dessas notícias, não dá para desanimar?
R. Não. Como desanimar por uma causa dessa? Seria o mesmo que admitir a fome como um mal crônico, sem solução e que a sobrevivência da humanidade dependerá do grau de esperteza de cada um. Isso representa falta de fé, desamor ao próximo e muito egoísmo.
87. Argumento é o que não falta. Mas, temos percebido que o Projeto não colocou nenhuma Semeadora em atividade. Quando isso vai acontecer?
R. De fato, nenhuma Semeadora foi contratada para participar desse Projeto. E olha que a previsão é de uma para cada 40 Hectares de terra, como Área de Atuação da Semeadora. Portanto, tomando-se por base a Área da Terra de acordo com o Regimento Interno desse Projeto, aplicamos a Fórmula: 149 Trihões de M2 / 2 Metade da Terra / 20 M2 Área Ocupada por Cada Árvore Frutífera / 40 Hectare,ou 400.000 m2 = 149.000.000.000.000/2/20/400.000 = 9.312.500 de Semeadoras, o que equivale a mais de 9 milhões de novas ocupações, equiparadas a emprego, em todo o Mundo.
88. Como previsão, o número é maravilhoso. O que fazer para começar a preencher essas vagas?
R. Conforme foi dito, tivemos avanços apenas na parte de literatura. Na prática, porém, estamos iniciando. Nossa esperança, agora, é a campanha do Patrocínio Indicado, no qual uma Patrocinadora Indica outra, e, o lançamento dessa Segunda Edição do Livro “Projeto 37- Perguntas e Respostas”.
89. Como vai ser essa campanha?
R. No primeiro momento, acreditamos que a leitura deste livro poderá esclarecer melhor ao leitor a respeito do Projeto e seus objetivos, razão pela qual esperamos contar com o patrocínio de todas as pessoas que fizerem a leitura desse livro. No segundo momento, a campanha do Patrocínio Indicado será importantíssima para o desenvolvimento desse Projeto.
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90. Como funcionará a campanha do Patrocínio Indicado?
R. A Representante faz contato com as pessoas físicas e com as pessoas jurídicas, pedindo-as para Patrocinarem o Projeto. Uma vez que essas pessoas passam a Patrocinadoras, elas apresentam alguém de seu conhecimento para entrar também nessa campanha. Isso gera um crescimento geométrico devido à comunicação.
91. Acreditamos que antes da Semeadora iniciar o seu trabalho, a Representante, em conjunto com a Administração Geral do Projeto, deverá obter a autorização da Proprietária ou da Administradora da Terra, para que a Semeadora efetue o plantio das árvores frutíferas. É assim mesmo?
R. É sim. A Administração Geral do Projeto, através das Representantes, tomará as providências no sentido de legalizar a atuação da Semeadora junto à Proprietária ou à Administradora da Terra, que será feita através de um documento denominado Contrato de Parceria, no qual serão estabelecidas as cláusulas e as condições de uma forma democrática, solidária e sem comprometimento de posse, sem vínculo empregatício, e sem direitos de qualquer natureza, por parte da Administração Geral do Projeto 37 e de qualquer de suas colaboradoras.
92. Significa que nem a Administração Geral, nem a Semeadora, terão direito a nada, sobre as árvores frutíferas plantadas e seus frutos, produzidos nessa propriedade. Confirma isso?
R. Confirmamos sim. Essa é uma declaração pública, para que toda a sociedade fique sabendo que, mesmo não havendo Contrato de Parceria, a Proprietária da Terra é a única dona de tudo que nela tem ou que venha ter, antes e depois dessas benfeitorias, isto é, do Reflorestamento.
93. Então a Proprietária da Terra não paga nada à Semeadora e nem à Administração Geral do Projeto 37, por ser realizada essa benfeitoria, podendo utilizá-la como quiser?
R. É exatamente assim. A Proprietária poderá vender, doar e utilizar os frutos da forma como melhor lhe convier. No entanto, como a Proprietária da Terra conhece os objetivos do Projeto, naturalmente vai fazer o melhor.
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94. E as despesas com agrotóxicos, limpeza, poda etc., para manter as árvores produzindo sempre, quem vai pagar?
R. Ninguém vai pagar nada. Com agrotóxicos não teremos despesas. Um dos objetivos desse plantio é não utilizar defensivos agrícolas. Precisamos de frutas naturais e não contaminadas. Quanto à limpeza e à poda também não haverá quase nada a gastar, e, se isso for necessário, a Comunidade faz.
95. Como a Comunidade faz?
R. De tempos em tempos pode ser feito um mutirão de voluntários que limparão a área e podarão as partes necessárias das árvores, sob a supervisão da Semeadora, da Representante Local e da Proprietária da Terra.
96. Mas, podemos esperar que a Comunidade faça isso de graça?
R. Faz sim. A Comunidade vai receber os frutos de graça ou muito barato, porque a produção vai ser tanta e em todos os lugares, que mesmo a Proprietária da Terra querendo vender de forma comercial, não vai conseguir fazer disso um negócio muito lucrativo, e, a Comunidade, como beneficiária desses frutos não se negará em dar uma ajuda, em dias de mutirão.
97. E a colheita, quem faz? Isso tem custo?
R. Naturalmente, a Proprietária da Terra vai permitir a colheita às vizinhas e às que fizerem parte do mutirão. Nisso poderá haver um acordo de negociação entre elas, colocando os produtos em feiras livres, em mercearias, em bares, em supermercados, em padaria, em açougue, e, em outros segmentos de mercado que oferecem gêneros alimentícios à população. Portanto, não tem custo nenhum essa colheita. Mas a distribuição poderá ter.
98. Então vai ter preço de comercialização para distribuir?
R. Vai ter para aquelas pessoas que preferirem receber os produtos em casa, ou buscá-los perto de suas casas: frescos, sadios e nas quantidades que elas precisarem, mas, mesmo assim, com preço muito aquém daqueles praticados nos mercados tradicionais de hoje, porque mesmo com grande procura, haverá suprimento para todos.
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99. Como isso vai ser feito, na cidade e no campo?
R. Observamos que na cidade está o maior número de pessoas. No campo, a maior quantidade de terra em disponibilidade para plantar. Donde se conclui que no campo haverá de ter mais plantio. Devido a isso, entrará no custo dos produtos destinados à cidade, uma parcela maior de frete, mas é só isso. Os demais procedimentos permanecem iguais.
100. Cite alguns locais de plantio na cidade:
R. - Nos quintais de residências.
- Nas Chácaras.
- Nas ruas, avenidas e praças.
- Nas margens dos lagos, rios e mares.
- Nos condomínios, nos parques, nas áreas de empresas e nos morros.
- Nos demais lugares, ociosos, onde uma árvore frutífera puder crescer e frutificar, sem prejudicar a Proprietária da Terra e suas vizinhas.
101. Cite alguns locais de plantio no campo:
R. - Nas margens dos rios, dos lagos e dos mares.
- Nas margens dos caminhos, das estradas vicinais e das rodovias.
- Nas várzeas, nos planaltos, nas encostas e nos altos dos morros.
- Nas chácaras, nos pomares e nas hortas.
- Nas pastagens, no meio das lavouras e nos demais lugares, ociosos, sem prejudicar outras utilizações do terreno.
102. Quais são os tipos de árvores frutíferas a serem plantadas?
R.
Planilha com Nomes de Árvores
Plailha 2: Planilha com Nomes de Árvores
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103. Como deve ser realizado o plantio?
R. Através de sementes, mudas, galhos, raízes etc., de acordo com a qualidade da fruta. Em alguns casos planta-se no local definitivo, onde a árvore possa desenvolver e produzir. Em outros casos, planta-se em viveiros, para replantar posteriormente em outro lugar. No plantio definitivo, o espaçamento deve ser observado de acordo com a qualidade da árvore. Copas pequenas, espaço menor; copas grandes, espaço maior. Copa é o volume ocupado pelos galhos e as folhas. O ideal é que as copas não se entrelacem ou se misturem a fim de circular a ventilação e o sol. As covas para mudas devem ter pelo menos 30 centímetros de profundidade e 20 centímetros de largura, devendo ficar uns 10 centímetros da cova, vazio, para acomodar a irrigação, o esterco e proteção. Cova é o buraco, no qual se faz o plantio. O esterco deve ser natural, sem mistura de produto químico. Aguar enquanto a planta estiver pequena, só em época de sol. No plantio de Semente usar apenas uma cavadeira, plantando à semelhança do plantio de milho. Essas são orientações superficiais. O certo é consultar o Engenheiro Agrônomo, ou o Técnico agrícola, para cada planta, em particular.
104. Quando este Projeto estiver funcionando a pleno vapor, a produção de frutas vai ser tanta que a miséria, a fome e a desnutrição terão seus dias contados. Que mudança haverá nos hábitos alimentares?
R. Vamos ter dois momentos: Antes e Depois da fartura. Antes, é o tempo que estamos vivendo hoje. Na pergunta nove foi colocado que somos acostumados com o uso de massas, carnes, laticínios, cereais, vegetais, hortaliças, doces, bebidas e outros alimentos. Depois, vem o tempo das frutas, e com isso, uma mudança nos hábitos alimentares das pessoas, em função da fartura. É sabido que em todo o Mundo, o que mais se gasta é com a doença, que na maioria dos casos, tem origem na alimentação errada, porque as pessoas não têm como se educar para a saúde, devido à escassez de alimentos saudáveis.
105. No entanto, cereais, vegetais e hortaliças são alimentos de uso constante. Então eles não resolvem?
R. Essas três categorias de alimento são essenciais à população, que muito bem fazem à saúde, na forma de saladas cruas, como alimento vivo, porque o nosso organismo é vivo. Todavia, a oferta deles é por demais escassa e muito contaminada, sob diversas formas, uma vez que a maioria das pessoas não tem espaço para cultivá-los. Esse é o modelo de vida que a população enfrenta, gerando algumas civilizações:
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106. Quais são essas civilizações?
R. A civilização dos bem dotados: aqueles que têm bastantes recursos financeiros. A civilização dos remediados: Aqueles que têm renda constante. A civilização dos sacrificados: Aqueles que passam por períodos de turbulência. A civilização dos marginalizados: Aqueles que passam fome, estão desnutridos, e vivem na miséria
107. Cereais, vegetais e hortaliças são chamadas, também, de grãos, verduras e legumes. Dá para relacionar alguns deles?
R. Apresentamos abaixo uma relação, segundo o nosso conhecimento. Se algum nome estiver mal classificado, pedimos desculpas
Planilha com Nomes de Grãos, Verduras e Legumes
Planilha 3: Planilha com Nomes de Grãos, Verduras e Legumes
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108. Como aproveitar as áreas e os espaços disponíveis, ou vazios, em todos os lugares, com o plantio de árvores frutíferas?
R. Com exceção das Reservas Florestais, da Mata Atlântica e de outras áreas ambientalistas de preservação da natureza, no Brasil, todos os demais lugares podem ser utilizados com o plantio de árvores frutíferas. São as terras que nem a Reforma Agrária, nem o MST e nem mesmo as Proprietárias dessas Terras têm interesse em utilizá-las.
109. Além da produção de fruta e de água, o que mais podemos obter com esse Reflorestamento Frutífero?
R. Podemos obter muito mais do que isso. As árvores frutíferas também formam uma floresta, beneficiando o controle da camada de Ozônio na Atmosfera, o nível pluviométrico, a temperatura da terra, a renovação do ar, o equilíbrio das águas; fazendo com que a vida em nosso planeta seja cada vez mais enriquecida de prazer, não só para a humanidade, mas também para os seres vivos em geral, tais como os animais, as aves, os insetos, as plantas, a flora, a fauna e até mesmo os mares. Será o advento de um novo tempo.
110. Se desse pelo menos para amenizar as filas nas unidades de saúde, nos hospitais, baixar os valores dos planos de saúde, e o povo se livrar mais das doenças, seria realmente uma felicidade geral. Qual é o passo de mágica para conseguir isso?
R. Em primeiro lugar está nas mãos de Deus. Só Ele sabe qual é o destino da humanidade. Em segundo lugar está nas mãos de todas as pessoas, porque sabemos que a paz é boa, que o amor é bom e que a felicidade nos enriquece e nos anima. Para isso temos que usar algumas ferramentas de ação, colocando-as em prática. A essas ferramentas damos o nome de solidariedade, partilha, humildade, perdão, misericórdia, desprendimento, trabalho e tudo mais que for bom para todos, e, não só para alguns.
111. Como a solidariedade, a partilha e o trabalho podem acontecer, em função desse Projeto?
R. Com a participação das pessoas em partes iguais, em quantidades iguais e em direitos e deveres iguais. Para melhor entendimento, elaboramos uma Carta Convite, que segue nas próximas quatro páginas.
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AP37F – ASSOCIAÇÃO PROJETO 37 FRUTÁGUA
CARTA CONVITE
Reflorestamento Frutífero Universal em Benefício da Humanidade
A Associação Projeto 37 Frutágua desenvolve um Projeto de Reflorestamento Frutífero com previsão de plantar e manter 37 Árvores Frutíferas, por cada pessoa, em todo o Mundo, disponibilizando assim, um quilo de fruta, em média, por dia, por cada habitante de nosso Planeta. Ver o site https://sites.google.com/site/ap37frutagua/ , para conhecer o Projeto.
SISTEMA DE PARCERIA
O Sistema de Parceria foi criado com o objetivo de envolver a participação de todos os segmentos sociais nesse Projeto.
O tratamento está no feminino, em relação à Palavra Pessoa.
PLANILHA COM ORGANOGRAMA DO PROJETO 37 FRUTÁGUA
Planilha 4: Planilha com Organograma do Projeto Frutágua
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REFLORESTAMENTO
Esse Reflorestamento é Promovido pela Associação e Autorizado pela Proprietária de Terra, e só esta é que administra a produtividade dos frutos da forma como melhor adotar. A Associação não tem propriedade de terra, mas através da Parceria com as Proprietárias de Terras Rurais e Urbanas promove o Reflorestamento por meio de suas Associadas, Patrocinadoras, Instituições de Ensino, Estudantes, Semeadoras e Voluntárias, beneficiando a população.
LOCAL DE PLANTIO
Áreas Rurais
Nos altos das montanhas, no meio das pastagens, nas margens dos rios e dos lagos, nas margens das estradas vicinais e das rodovias, na orla marítima, no meio das lavouras, nas encostas de morros, e, nos demais lugares ociosos e possíveis, das propriedades.
Áreas Urbanas
Quintais de residências, áreas de empresas e instituições, ruas, avenidas, praças e locais diversos, margens dos rios, dos lagos e da orla marítima, e, nos demais lugares ociosos e possíveis, das propriedades.
RESPONSABILIDADE SOCIAL
Todos nós sabemos que apesar dos esforços dos governos, das instituições, dos segmentos econômicos e sociais, e das pessoas em geral, a Pobreza, a Violência, o Meio Ambiente, o Desemprego, a Escassez de Água Doce e de Alimentos Saudáveis, e, sobretudo a Doença, têm sido um desafio para a Humanidade.
Valores incalculáveis são gastos para minimizar esses problemas em todas as partes do mundo. Hoje, sobretudo, vivemos em risco de estiagens, inundações, terremotos, altas e baixas temperaturas, derretimento de geleiras, escassez de água potável e de alimentos saudáveis, e outros riscos de menores proporções, embora a ciência e a tecnologia tenham avançado muito. Grande parte desses riscos está ligada ao Desmatamento e à falta de Reflorestamento.
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CUSTOS A CARGO DA POPULAÇÃO
Quando é o governo que paga os custos desses riscos, ele está pagando com nossos recursos, pois os dinheiros do governo provem da produtividade das pessoas. Por isso, de uma forma, ou de outra, sempre gastamos nossos recursos com esses riscos. Assim, ao participar de uma entidade que promove Reflorestamento Frutífero estamos diminuindo nossos custos e aumentando nossa qualidade de vida.
Cuidar da Saúde e da Educação é prioridade em todos os lugares, contudo, Clínicas, Unidades de Saúde e Hospitais são cada vez mais procurados, por causa de alimentação errada ou mesmo pela escassez de alimento, pois, as Frutas, consideradas de maior benefício para a saúde, não estão ao alcance de todos. Portanto, cabe a cada um de nós participarmos desse Reflorestamento Frutífero, que não tem dono individual, mas tem donos coletivos.
A fome, a pobreza e a violência têm suas raízes nas profundezas das desigualdades sociais, e o Mundo com mais de 7 bilhões de pessoas e com terras ociosas precisa da solidariedade das pessoas, para criar oportunidades através de fruta e água em quantidades iguais para todos.
Na medida em que esse Reflorestamento Frutífero for crescendo em todos os lugares, teremos sustentabilidade e melhoria na qualidade de vida da população.
Não podemos prever como vai ser o futuro da humanidade, mas podemos deixar esse Patrimônio de Reflorestamento, que por certo irá contribuir para as gerações presentes e futuras como um bem comum, onde todos serão beneficiados em tempo de paz e também em tempo de crise.
Com a permissão de Deus e a participação das pessoas, esperamos que esse Reflorestamento possa trazer grandes benefícios para a humanidade.
Evangelho de Lucas, Capítulo 11: 9 Portanto, eu lhes digo: peçam, e lhes será dado! Procurem, e encontrarão! Batam, e abrirão a porta para vocês! 10 Pois, todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta será aberta.
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PEDIDO
Pedimos Vossa Senhoria para participar desse Projeto como Patrocinadora, adotando Árvores Frutíferas, pelo valor de R$0,50 (cinquenta centavos de real) por cada Árvore Frutífera.
As contribuições são efetuadas através de Transferência ou Depósito Bancário na CEF – Caixa Econômica Federal, Agência 3025, Conta 013 3827-6 ou Casas Lotéricas, em nome da Associação Projeto 37 Frutágua.
A depositante Patrocinadora envia através do e-mail ap37frutagua@gmail.com , uma cópia do recibo do depósito, contendo o seu nome e endereço, para inserir no Site da Associação, se optar pela divulgação. Se não optar o nome dela é substituído por Voluntária.
A Associação Projeto 37 Frutágua não tem nenhuma pessoa credenciada, nem autorizada, para receber valores de Patrocínios, sendo que toda doação, apoio, patrocínio e qualquer outro valor oferecido à Associação, só pode ser efetuado através do Sistema Bancário, para segurança de todos.
Atenciosamente
Associação Projeto 37 Frutágua - AP37F
Aloir Pelicioni
Presidente em Exercício
Jamil Baptista Almeida Silveira
Vice-Presidente
Sede da Associação: Rua Três, nº4, CEP 29105-730, Cocal, Vila Velha-ES, Brasil
Telefone 27 3042-5901, 3114-3738, 99653-0338
CNPJ 08.100.040/0001-17
E-mail : ap37frutagua@gmail.com
Site: https://sites.google.com/site/ap37frutagua/
Site Frutágua Brasil: https://sites.google.com/site/ap37frutaguabrasil/
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112. Por que não deixar que algum segmento religioso, algum partido político ou alguma instituição beneficente cuide desse Projeto?
R. Isso não é da competência do Projeto. Respeitando as leis, pessoas e instituições agem da forma como quiserem. O Projeto 37 Frutágua defende uma participação universal, porque a necessidade de subsistência é igual para todos. No entanto, se algum segmento religioso, algum partido político ou alguma instituição beneficente pretender realizar ações desse tipo melhor será para a população, levando-se em conta a universalidade desse Reflorestamento.
113. Então, o que significa essa universalidade?
R. Significa uma qualidade ou caráter do que é universal. Na lógica, quer dizer a totalidade. Assim sendo, ações desse tipo beneficia a todos, convida a todos para participar, e, mesmo não participando, recebe os benefícios.
114. Como o Projeto 37 tem caráter universal e totalitário?
R. Tem porque ele cuida de produzir alimento para todos, e, o alimento é usado por todos. Como não é direcionado a interesses particulares, todos podem participar: contribuindo, produzindo ou utilizando a produção. Tem caráter universal porque não exclui ninguém, convida e aceita a todos, compartilha com todos e seu objetivo é do interesse público.
115. Se for de interesse público, tem que estar registrado e reconhecido como tal. Como está a situação do Projeto com relação a registro e reconhecimento?
R. O Projeto 37 foi registrado, como livro, pela Fundação Biblioteca Nacional, em 1993, através do Registro número 82.296. Agora, isto é, em 2006 foi criada a Associação Projeto 37 Frutágua que é uma entidade civil de interesse público, sem fins lucrativos, e com finalidade ambiental. Por último, foi realizado o registro da Segunda Edição desse Projeto, em 2013, com o nome de "Projeto 37 - Perguntas e Respostas", conforme segue:
REGISTRO DE DIREITOS AUTORAIS
MINISTÉRIO DA CULTURA
FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL
Escritório de Direitos Autorais
Certidão de Registro e Averbação
Número do Registro: 6l7.707 Livro: 1.185 Folha:84
Título da Obra, com 60 páginas : PROJETO 37 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Autor: Jamil Baptista Almeida Silveira
Para constar lavra-se o presente termo nesta cidade do Rio de Janeiro,
em 8 de Outubro de 2013, que vai por mim assinado.
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116. A opção por árvores frutíferas está relacionada ao tempo de vida útil delas?
R. Sim. A opção por árvores frutíferas vem de um consenso universal, como meio de subsistência, assim como os cereais, os vegetais e as hortaliças são considerados como alimentos indispensáveis à saúde das pessoas. Mas, há uma consideração importante a ser feita: A obtenção de cereais, vegetais e hortaliças dependem de técnicas especiais de cultivo, colheita e armazenamento, acarretando custos elevados com investimentos de apoio, uma vez que são alimentos obtidos através de plantio, manutenção e colheita, para cada safra, com mercado direcionado, capital de giro e retorno financeiro. Por outro lado, as árvores frutíferas, uma vez plantadas, produzem regularmente, pelo menos uma vez no ano e durante muitos anos. Nossa estimativa é de que as árvores frutíferas duram, em média, 12 anos.
117. Foi feita alguma pesquisa de opinião, ou de mercado, para saber se todas as pessoas irão participar desse Projeto?
R. Não fizemos pesquisa. Esse Projeto nasceu de um sentimento de mobilização pela causa dos necessitados. Porém, temos visto que os necessitados têm aumentado cada vez mais. Na verdade, os necessitados são todas as pessoas, porque a subsistência depende de uma boa alimentação, água e clima estável. Diante dessas conclusões, acreditamos que a Patrocinadora entra nessa campanha, não só para ajudar, mas, sobretudo, para compartilhar.
118. Então, cite alguma razão mais convincente, porque as pessoas irão patrocinar e dar apoio a esse Projeto?
R. Primeiro, porque o Projeto vem colocando isso como meta principal para o seu desenvolvimento. Segundo, porque a forma de patrocinar é acessível a qualquer pessoa, pois se ela não patrocina contribuindo monetariamente, participa fazendo o trabalho de plantio e manutenção das árvores frutíferas, ou ajudando de outras formas. Terceiro, porque todos os projetos sociais existentes no Mundo são direcionados para alguns, comandados por alguns e jurisdicionados a algumas regiões, enquanto o Projeto 37 está aberto para que todas as pessoas possam participar, não como clientes, mas como parte integrante desse empreendimento, em qualquer lugar.
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119. Na Bíblia, podemos encontrar em São Mateus, capítulo 13, a “Parábola do Semeador”. Não é um Semeador de semente de frutas, nem um Plantador de Árvores Frutíferas. O Senhor fala do Reino do Evangelho nesta parábola. Nela tem alguma passagem sobre as árvores frutíferas?
R. Tem sim. No Livro de Gênesis, capítulo I, versículo 11, Deus disse: “A terra faça brotar vegetação: plantas, que deem semente, e árvores frutíferas, que deem fruto sobre a terra, tendo em si a semente de sua espécie”. E assim se fez. Foi no terceiro dia da criação do Mundo.
120. Conforme pode ser observado, esse Projeto tem muito a ver com dados estatísticos, porque leva em conta o atendimento global da população. Há como apresentar um banco de dados que contemple todos os passos desse Projeto?
R. Esse banco de dados pode ser apresentado por meio de uma descrição, que passa por alguns cálculos, mostrando as quantidades.
121. Para iniciar esse banco de dados, queremos saber como foi considerada a população do Mundo. Quantas pessoas havia em 31.12.2015? E em 31.12.2016 quantos seremos?
R. Temos informações de que, em média, a população do Mundo cresce na proporção de 1,2 % ao ano. Como não dispomos de uma estatística oficial, atribuímos que em 31.12.2015, segundo os mais recentes noticiários, a população mundial estava aproximando de 7.200.000.000 de pessoas. Para 31.12.2016 esperamos ter uma população em torno de 7,3 bilhões.
122. Então, quantas árvores frutíferas seriam necessárias, para sustentar essa população, na hipótese de não existir outros meios de alimentar as pessoas?
R. Considerando serem necessárias 37 árvores frutíferas para sustentar constantemente uma pessoa, podemos concluir que seriam necessárias 270.100.000.000, ou seja 7.300.000.000 x 37.
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123. Desse montante, quantas árvores frutíferas já foram plantadas e estão produzindo, e, os percentuais das Árvores que já existem, e das Árvores que faltam ser plantadas para produzir ?
R. De acordo com o Sistema Agrícola existente, que chamamos de Sistema Mercantilista, hoje, em todo o Mundo, temos em média, 4 árvores frutíferas por pessoa, correspondendo a 29.200.000.000 de árvores frutíferas para toda a população mundial, ou seja: 7,3 Bilhões x 37; ou (37-4=33);(4/37=10,81%);(33/37=89,19%) do previsto por esse Projeto.
124. Então, a diferença a ser alcançada é de quantas árvores?
R. 240.900.000.000 de árvores, (270.100.000.000-29.200.000.000), ou 89,19 % para completar o plantio.
125. Quantas Semeadoras seriam necessárias para plantar as 270.100.000.000 de árvores frutíferas, se ainda não tivesse nada plantado?
R. Quando editamos essa 2ª Edição do Livro atribuímos ser necessário 10 % da população aplicando sua força de trabalho no plantio de árvores frutíferas. Como a população foi calculada em 7 bilhões de pessoas, seriam necessárias 700 milhões de Semeadoras, para efetuar esse plantio, em todo o Mundo. Porém, em 2016 refizemos os cálculos aplicando a Fórmula AM/2/20/400.000, onde AM = Área do Mundo = 149.000.000 de Km2, ou 149.000.000.000.000 m2, /2 = dividida pela metade, /20 = dividida por 20 m2, /400.000 = dividida por 40 hectares = 40 x 10.000 = 400.000. Logo 149.000.000.000.000/2/20/400.000 = 9.312.500 de Semeadoras. Portanto esse é o número atual.
126. Mas, segundo o que foi dito na resposta da pergunta 123, já temos 10,81 % da população dedicando-se a essa atividade, no Sistema Mercantilista. Então, para as 89,19 % que faltam, quantas pessoas correspondem?
R. Correspondem a 8.305.819 de Semeadoras, ou seja (9.312.500 x 89,19 % = 8.305.819); (9.312.500 10,81 % = 1.006.681); (9.312.500 - 1.006.681 = 8.305.819).
127. E, para o pessoal de Administração e as Representantes, quantas seriam necessárias para ajudar no gerenciamento do Projeto?
R. Em 2016 atribuímos ser necessário aplicar os percentuais que seguem, para encontrar um número inicial perto da realidade, da seguinte forma: Pessoal de Administração 0,00028 % da População do Mundo de 7.300.000.000 = 20.440, e, Representantes 0,0028 % da População do Mundo de 7.300.000.000 = 204.400.
128. Quantas pessoas já estão trabalhando no gerenciamento desse Projeto?
R. Até 31.12.2015 só as pessoas que fazem parte da Associação Projeto 37 Frutágua dedicaram-se ao Projeto. Outras pessoas, também, ajudaram no gerenciamento e em outras ações, que compreende a parte de preparação de documentos e a parte de outras atividades. Até mesmo algumas Semeadoras, Apoiadoras, Patrocinadoras, Representantes e Voluntárias. Ao todo, estimamos em 100 pessoas.
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129. Para Representantes, quantos serão necessárias?
R. Em 2016, o total de pessoas atuando como Representante é de 204.400, conforme está na resposta de Pergunta 127.
130. Para as Servidoras, isto é, as que prestam serviço como Pessoal Técnico e da Administração, quantas são necessárias?
R. Em 2016, o total de pessoas atuando como servidoras nas áreas técnicas e de administração é de 20.440, conforme está na resposta de Pergunta 127.
131. Para as Voluntárias, Proprietárias de Terras, Patrocinadoras e Apoiadoras, quais são os números de pessoas envolvidas?
R. Essas são as pessoas que dão sustentabilidade ao Projeto, pois, as Servidoras, as Representantes e as Semeadoras só podem agir mediante o apoio dado pelas Promotoras da Organização que são as Voluntárias, as Proprietárias de Terras, as Patrocinadoras e as Apoiadoras. Os números estão na Resposta da Pergunta 132.
132. Poderia fazer um resumo do Banco de Dados, como foi dito na Pergunta 120?
R. Nesta Planilha podemos visualizar os números que o Projeto 37 pretende alcançar.
PLANILHA DAS OCUPAÇÕES E DAS PROMOTORAS
Planilha 5: Planilha das Ocupações e das Promotoras
133. Dentre as Proprietárias de Terra, qual é a relação entre as proprietárias e as quantidades de terras?
R. Relacionamos da seguinte forma:
I. Poucas são as latifundiárias, mas ocupam a maior parte das terras, em todo o Mundo.
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II. Um pouco maior do que as latifundiárias são as fazendeiras, que também ocupam uma grande parte das terras, no Mundo inteiro.
III. Em terceiro lugar, vêm as proprietárias rurais, ou donas de sítios, que embora somem um número muito maior do que as latifundiárias e as fazendeiras, não chegam a possuir o mesmo volume de terras destas.
IV. Em quarto lugar, é que vem o maior número de Proprietárias de Terras, representadas pelas donas de quintais de residências, pelas donas de chácaras, pelos condomínios e loteamentos, pelas áreas das empresas, dos governos, das instituições, e, pelas reservas florestais em geral.
134. Das 9.312.500 Proprietárias de Terras, quantas tem as 4 árvores frutíferas plantadas e mantidas, por cada pessoa?
R. Considerando que as 4 árvores é um número atribuído, mas bem próximo da realidade, concluímos que todas as Proprietárias de Terras têm as 4 árvores plantadas e mantidas.
135. Como surgiram esses percentuais de 10,8l % e 89,19 %?
R. Atribuímos que deva existir, em nossos tempos, 4 árvores frutíferas, em média, por cada pessoa, em todo o Mundo, enquanto que a meta do Projeto 37 é chegar a 37. Portanto, 37 árvores representam 100 % da meta do Projeto, enquanto que 4 árvores representam apenas 10, 8l % dessa meta. Os cálculos abaixo evidenciam os números: (4/37 = 10,8l %). O que falta para o Projeto atingir seu objetivo é representado pela diferença entre 100 % e 10,8l%, que é de 89,19 %.
136. Qual é a capacidade de atendimento de uma Semeadora de Árvores Frutíferas?
R. Como a Área de Atuação de uma Semeadora Rural é de 40 hectares, ou 400.000 m2, temos que utilizar a Formula de Cálculo: 400.000/2/20 = 10.000. Portanto, a capacidade de atendimento, ou do plantio, que a Semeadora pode fazer é de 10.000 Árvores Frutíferas, em sua Área de Atuação.
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137. Quanto tempo a Semeadora vai precisar para concluir esse Trabalho?
R. O Projeto prevê que a Semeadora trabalhando 1 hora por dia, plantando 50 Sementes de Árvores Frutíferas, necessitará de 200 dias para plantar as 10.000 árvores, e, depois é só cuidar da manutenção delas, isto é, replantando outras no lugar das que morrem.
138. Não é um tempo muito longo?
R. São 10 meses, considerando o trabalho de 20 dias no mês. Não é considerado um tempo muito longo, comparado com outros projetos. O que vai ser mais longo é a colocação de todas as Semeadoras em atividade, porque vamos precisar da conscientização das pessoas, da divulgação mais acentuada do Projeto e da captação dos recursos.
139. E a capacidade de atendimento de uma Representante de Bairro/Comunidade, como é?
R. A Representante de Bairro ou de Comunidade é a pessoa que ajuda a Representante Municipal. Portanto, não é uma Representante de Fato, mas uma Auxiliar da Representante Municipal. Trabalha onde ela reside, fazendo a inscrição das Patrocinadoras, além de cuidar, também, junto com a Representante Municipal e a Semeadora, da captação dos locais para plantio, obtendo as autorizações das Proprietárias de Terras ou de suas Representantes legais, para efetuar o plantio das árvores. Trabalhando 4 horas por dia, 20 dias no mês, ela conseguirá a realização de suas atividades, com folga.
140. E as demais Representantes, como é a capacidade de atendimento de cada uma delas?
R. Como o Projeto foi estruturado para atender a todas as pessoas, concluímos que o trabalho das Representantes Municipais, Estaduais e de Países não estabelece quantidades específicas, como capacidade de atendimento, para cada um delas. Desse modo, essas Representantes terão a incumbência de conseguir atender a todas as pessoas dos municípios, dos estados e dos países, uma vez que o objetivo do Projeto não é para a parte, mas sim para o todo.
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141. Foi dito na pergunta 45 que a remuneração mensal da Semeadora está especificada no Termo de Parceria do Projeto. Para as demais funções, de quanto vai ser a remuneração?
R. Para termos um ponto de partida e um referencial de cálculo, atribuímos, provisoriamente, a seguinte tabela de percentuais de remuneração, para os cargos em geral, tomando como base o percentual de 2 % do Salário Mínimo do Brasil, e de acordo com o Termo de Parceria do Projeto. A partir de 2016, as remunerações estão regulamentadas no Regimento Interno da Associação, em seu Capítulo 14. Portanto, a Tabela abaixo está de acordo com o Regimento Interno.
Planilha de Remuneração de Servidores do Projeto Frutágua
Planilha 6: Planilha de Remuneração de Servidores do Projeto Frutágua
Observação: Esta tabela será atualizada conforme a necessidade.
142. A atualização das remunerações vai acontecer de que forma?
R. Na aplicação dos percentuais sobre o valor do Salário Mínimo do Brasil, de modo que as remunerações permaneçam estáveis, ou seja, acompanhando as variações, segundo os valores praticados pelo mercado, na região correspondente a sua área de atuação,e, de acordo com o Regimento Interno da Associação.
143. O Projeto apresenta uma linguagem, não tradicional, em relação à mão de obra, dizendo ocupações equiparadas a emprego. Como explicar isso?
R. Devido a sua magnitude, sua extensão e sua diversidade, em relação aos povos e às nações, seria inoportuno e inviável, para o Projeto, criar vínculo empregatício para todas as funções, em razão das repercussões burocráticas, e, sobretudo, em relação aos fins sociais a serem atingidos. Assim, as Semeadoras e as Representantes, exercerão suas atividades na categoria de Autônomas, como Prestadoras de Serviço. Poderão ter vínculo empregatício, as que exercerem atividades fixas, no Escritório da Administração Geral, e, nos escritórios das Representantes. Para todos os casos, entretanto, deverá ser examinada a legalidade dessas funções, perante as leis de cada localidade.
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144. Então, como será a remuneração das Pessoas que trabalham como auxiliares da Representante Municipal?
R. A Associação Projeto 37 Frutágua ao criar o Termo de Parceria, atribuiu um percentual de remuneração para as Representantes, pela alíquota de 25% dos recursos provenientes das Patrocinadoras. Para remunerar adequadamente cada uma das Representantes, distribuiu essa alíquota de 25% entre elas, sendo 20% para a Representante Municipal, 4% para a Representante Estadual e 1% para a Representante de País. A remuneração das Pessoas que auxiliam a Representante Municipal é negociada entre elas.
145.A remuneração da Representante Municipal, também conhecida pelo nome de Representante Três, se refere a que serviço?
R. Vai ser do mesmo jeito com as demais Representantes.
147. Para a Representante Estadual, também conhecida como Representante Dois, como vai ser a Remuneração?
R. Pela tabela de percentuais de remuneração, a Representante Estadual recebe um percentual de 4 % sobre o valor dos Patrocínios conseguidos em sua Área de Atuação. A Representante Estadual coordena as atividades das Representantes Municipais, no seu Estado, e deverá, com essa remuneração, possuir escritório próprio, com toda infraestrutura e pessoal de apoio administrativo, por sua conta, e a seu critério, além de ter condições de efetuar visitas periódicas às Representantes Municipais, para acompanhar o desempenho das atividades, e elaborar o Relatório de Progresso, mensal, sobre o desenvolvimento do Projeto, para encaminhá-lo a Administração Geral, através da Representante de País.
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148. Por último, vem a Represente de País, também conhecida como Representante Um. Qual é sua remuneração?
R. Pela tabela de percentuais de remuneração, a Representante de País recebe um percentual de 1 % sobre o valor dos Patrocínios conseguidos em sua Área de Atuação. A Representante de País coordena as atividades da Representante Estadual, da mesma forma que a Representante Estadual coordena as atividades da Representante Municipal, tanto no Brasil, como em países estrangeiros.
Com essa remuneração, a Representante de País deverá possuir escritório próprio, com toda infraestrutura e pessoal de apoio administrativo, por sua conta, e a seu critério, além de ter condições de efetuar visitas periódicas as Representante Estaduais, para acompanhar o desempenho das atividades e elaborar o Relatório de Progresso, mensal, sobre o desenvolvimento do Projeto, para ser encaminhado à Administração Geral, no Brasil.
Há um limite de remuneração sobre os Patrocínios, nas áreas de atuação das Representantes de País, de Estado e de Município, estabelecido de acordo com o Regimento Interno da Associação, em seu Artigo 14.
As Representantes Estaduais e Municipais, situadas em países estrangeiros, deverão encaminhar os seus Relatórios de Progresso às Representantes de seus Países, não havendo, portanto, necessidade de encaminhá-los à Administração Geral, como é feito no Brasil.
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149. E a remuneração do Pessoal Técnico e Administrativo, com vínculo empregatício, em tempo integral de trabalho, como vai ser?
R. São as pessoas que atuam nos escritórios da Sede da Associação Projeto 37 Frutágua, e nos escritórios das Representantes municipais, estaduais e de países, exercendo atividades burocráticas, de acordo com o Cargo e a Função de cada uma, levando-se em conta os valores praticados no mercado. No Regimento Interno da Associação tem as normas gerais dessas remunerações.
150. E para o pessoal da Administração Geral, que exercem funções de gerenciamento, e, de diretoria, que têm uma verba de representação, quais são os valores? Há possibilidade de resumir essas remunerações em uma Planilha?
R. Alguns desses cargos são remunerados nas funções de supervisores, de gerentes e de assessores. Outros cargos são representados pelos Diretores e pelos Membros do Conselho Fiscal, e, alguns outros, de acordo com as necessidades. Relativamente à remuneração específica, não temos como quantificar, devido à criação que ainda vai ser feita para esses cargos e funções. Contudo, podemos atribuir que são valores compatíveis com as demais instituições existentes, levando-se sempre em conta os objetivos sociais e não os interesses pessoais. Quanto à possibilidade de resumir essas remunerações apresentamos a Planilha abaixo.
PLANILHA DETALHADA DE REMUNERAÇÃO
Planilha 7: Planilha Detalhada de Remuneração
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151. Admitimos que todas as indagações possíveis, sobre esse Projeto, já foram feitas. Mas, a imaginação sempre encontra questões novas. Dentre essas, perguntamos: Qual é a certeza que o Projeto tem, de que as Proprietárias de Terras irão permitir o plantio e colaborar na utilização dos frutos produzidos?
R. Todas as pessoas sabem e reconhecem que é necessário existir um esforço maior, por todos os segmentos sociais, no sentido de amenizar os sofrimentos da humanidade em relação ao clima, à doença, à fome, à desnutrição, à pobreza e à violência, que crescem na mesma proporção que a população mundial. Portanto, conscientemente cada pessoa carrega consigo esse desejo de participar e de colaborar com as causas sociais, porque esse é o seu próprio patrimônio.
Muitos Projetos têm sido implantados em todo o Mundo, tanto pelos governos, como também, pela sociedade civil em geral. Recursos e mobilizações de pessoas não têm faltado. Entretanto, o que está faltando é a participação de todos: no gerenciamento, na produção e no consumo, especialmente no alimento, mas também de tudo que tem serventia para a pessoa humana e os demais seres vivos em geral.
O Projeto 37 está apresentando um tipo de ação acessível ao intelectual, ao analfabeto, ao especialista, ao técnico e todas as demais pessoas, ao mesmo tempo, não só porque todos eles podem participar, mas porque necessitam de participar, uma vez que apesar de todos os avanços da ciência, o homem continua necessitando de alimento saudável, de água potável, de paz interior, de modo que só através da solidariedade é possível haver ação e partilha em quantidades iguais para todos.
Em razão disso, a Proprietária de Terra será a primeira a oferecer seus préstimos, como exemplo e testemunho, para todas as demais pessoas. A ideia do Projeto é aproveitar a mão de obra existente, as terras disponíveis e a boa vontade das pessoas, que sendo praticado com educação, respeito e sem interesse pessoal, podem representar muita felicidade para qualquer civilização.
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152. As Proprietárias de Terras também precisarão de uma certeza de que o Projeto vai beneficiar e não prejudicar. Como seria dada essa certeza a elas?
R. Essa certeza virá, em plenitude, com o tempo, mas para segurança jurídica, elaboramos uma Declaração Pública, na qual a Proprietária de Terra terá suas garantias, senão vejamos:
DECLARAÇÃO PÚBLICA
A Associação Projeto 37 Frutágua Declara Publicamente, perante a humanidade, que realiza um trabalho de plantio de Árvores Frutíferas, em terras disponíveis, existentes em todos os lugares, e com a devida autorização de suas Proprietárias, sem vínculo de qualquer natureza, sem pagamento à Associação, por parte da Proprietária da Terra, e sem direito, da parte de Associação, a nenhum tipo de colheita; cujo objetivo é a produção de frutas e o aumento do volume de água doce, na natureza, não podendo, a Associação, pleitear posse de nenhum bem e de nenhuma produção da propriedade, nem cobrar pelo plantio efetuado, uma vez que recebe recursos para esse fim, das pessoas físicas e das pessoas jurídicas, que dão apoio a esse Projeto. Declara, ainda, que a produção dos frutos proveniente desse Reflorestamento pertence unicamente à Proprietária da Terra e só ela tem a autonomia para utilizar e dispor dos frutos produzidos como melhor lhe convier. Vila Velha-ES, 01 de Janeiro de 2016.
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153. As demais participantes do Projeto 37, ou seja, as que a ele prestam serviços, e as que também participam de outras formas, podem confiar na sua estrutura de organização e desempenho?
R. Podem sim. O Projeto 37 está cada vez mais demonstrando que seu objetivo, sua meta e, sobretudo, sua conduta de funcionamento, estão trilhando pelos caminhos certos. Desde 1984, quando ele foi idealizado, até hoje, 2016, sua razão de existir e sua necessidade para todos os segmentos sociais, têm sido confirmada tanto nos noticiários nacionais, quanto nos internacionais. No começo de seu surgimento, o Projeto 37 apontava para esse tipo de Reflorestamento, dizendo que as gerações presentes e futuras só poderiam encontrar pleno desenvolvimento, na medida em que as pessoas tivessem acesso à produtividade frutífera. Os tempos passaram, e hoje, 32 anos após seu advento, estamos vendo cada vez mais os países envolvidos no Desenvolvimento Sustentável, no Reflorestamento, na Biodiversidade e em todos os demais projetos e programas que visam o bem estar das gerações presentes e futuras. Mas, tudo isso, com muita cautela por parte dos governantes que defendem o desenvolvimento de seus países com base no Sistema Mercantilista. Por outro lado, pessoas físicas e jurídicas de todos os segmentos sociais têm levantado suas bandeiras em busca de um desenvolvimento sustentável, que gere renda e bem estar, sem agressão à natureza. E assim, nessa luta constante de sobrevivência, com a população aumentando dia após dia, e a terra permanecendo do mesmo tamanho, o Projeto 37 está mostrando que a utilização dos espaços de terras disponíveis, mas não utilizados, podem representar a Pedra Angular, aquela que os Pedreiros rejeitaram, segundo a Bíblia, nessa busca pelos meios de subsistência, a fim de encontrar uma terra onde corra leite e mel, também mencionados na Sagrada Escritura. Estamos vendo que o caminho é estreito, e por ele todos terão que passar, sem levar em conta a raça, a cor, a posição social, os bens possuídos e outros atributos que diferenciam pessoas de pessoas, nesse mundo movido pelas contradições, entre a vaidade e o sofrimento, a alegria e a tristeza, a exploração e o trabalho, a riqueza e a pobreza e a vida e a morte. Contudo, não devemos temer o futuro, pois temos Deus que nos liberta, nos livras de todos os perigos e nos concede a vida eterna.
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154. Para resumir tudo que foi dito, do ponto de vista filosófico e do ponto de vista prático, é possível apresentar uma Síntese desse Projeto, de forma clara e objetiva?
R. SÍNTESE DO PROJETO 37 FRUTÁGUA
INTRODUÇÃO
O Projeto 37 foi idealizado em 30/04/1984 e começou a evoluir a partir desta data. Publicamos a Primeira Edição desse livro em 1993 e já elaboramos muitas publicações relacionadas a esse empreendimento. Em resumo, este Projeto tem a seguinte apresentação:
1. Definição
O Projeto 37 é uma Ação Solidária em Benefício da Humanidade, que cuida de produzir alimento e água, com a participação das pessoas, através de um Reflorestamento Frutífero Universal, utilizando as terras disponíveis, existentes em todos os lugares, com a devida autorização de suas proprietárias.
2. Objetivo
Promover a participação de todas as pessoas neste Projeto, seja efetuando plantio de árvores frutíferas, na proporção de 37 Árvores Frutíferas, por cada Pessoa, em todo o Mundo, seja oferecendo contribuição financeira, e utilizando os frutos, que devido à grande produtividade em todos os lugares, poderão ser adquiridos a preço barato, quase de graça e de graça, de acordo com a conveniência de cada pessoa.
3. Meta
Manter uma proporção de 37 Árvores Frutíferas produzindo, por cada pessoa, em todo o Mundo, uma vez que ela é uma fonte renovável de produção de alimento, com duração em longo prazo, além de fazer aumentar o volume de água doce e contribuir para a melhoria do meio ambiente. Esta é a razão porque foi dado o nome a essa entidade de Associação Projeto 37 Frutágua.
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4. Forma de Conquista
Incrementar uma campanha de conscientização junto às pessoas, no sentido de mostrar os benefícios que o Projeto pode oferecer à humanidade, nas áreas de nutrição, saúde e meio ambiente; no combate à fome, à desnutrição e à pobreza; na criação de ocupações equiparadas a emprego e na partilha de quantidades iguais para todos.
5. Estrutura de Organização
A Associação Projeto 37 Frutágua tem a seguinte estrutura de organização:
- Administração Geral
Com sede à Rua Três, número 4, Cocal, CEP 29105-730, Vila Velha-ES, Brasil. Promove o gerenciamento do Projeto em todos os lugares.
- Representantes
Participam do gerenciamento do Projeto, sob a supervisão da Administração Geral em nível de país, estado e município.
- Semeadoras
São as Plantadoras de Árvores Frutíferas que cuidam do plantio e da manutenção dessas árvores, sob a supervisão da Associação, das Representantes e das Proprietárias de Terras, numa proporção de uma Semeadora para cada grupo de 784 Patrocinadoras (7.300.000.000 / 9.312.500 = 784).
6. Recursos
Os recursos são obtidos através de Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas, com base no percentual de 2 % ao mês, sobre o valor do Salário Mínimo do Brasil, atualizado anualmente, por meio de Patrocínios, de acordo com o Termo de Parceria. Por outro lado, as Pessoas Físicas e Jurídicas poderão contribuir com outros valores, de acordo com suas decisões.
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7. Administração dos Recursos
Os recursos são utilizados na mão de obra do pessoal que presta serviço para o Projeto, e, nas demais despesas, tais como: na produção de sementes, mudas, pesquisa, captação de locais para plantio, investimentos em infraestrutura de organização e outras despesas.
8. Alcance Social
Esse Projeto está estruturado para realizar o mesmo tipo de ação em todo o Mundo, uma vez que o alimento e a água são a base de sobrevivência da humanidade. Portanto, trata-se de um empreendimento para todas as classes sociais e a forma de participação é igual para todos: patrocinar, plantar, produzir, manter e compartilhar as frutas e a água. Sabemos que a população do Mundo está caminhando para mais de 7,3 bilhões de pessoas, sendo que o alimento saudável, a água cristalina, o ar puro e o reflorestamento são fundamentais para a vida e para a conservação das espécies. De acordo com as previsões desse Projeto, poderão ser criadas inúmeras ocupações, de acordo com a Resposta da Pergunta 132, que está na Página 36 desse Livro. Outras ocupações indiretas surgirão também, devido à movimentação da colheita, do transporte e da utilização desses frutos em todos os lugares.
9. Terras Disponíveis
As terras disponíveis para plantio são encontradas em quintais de residências, chácaras, sítios e fazendas; marginais de ruas, praças, jardins e avenidas; rodovias, estradas vicinais e caminhos; orla marítima, margens dos rios e dos lagos; encostas de morros, nos altos das montanhas, nas pastagens, no meio de outras culturas, e, em qualquer outro local, onde possa ser desenvolvida uma árvore frutífera, sem prejudicar outras partes da propriedade, isto é, as terras disponíveis são aquelas que nem a Reforma Agrária, nem o Movimento dos Sem Terra - MST, e, nem mesmo as Proprietárias de Terras estão utilizando-as, e nunca terão interesse em utilizá-las, porque estas terras não produzem renda, mas podem produzir frutas alimentícias e água, podem produzir solidariedade, podem produzir partilha e quantidades iguais para todas as pessoas.
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10. Desenvolvimento
O Projeto 37 trabalha com esse nome, porque 37 representa a quantidade de árvores frutíferas diversificadas, necessárias para sustentar uma pessoa, na hipótese de não haver outro tipo de alimento disponível para ela. Consideramos que cada árvore produz, pelo menos, 10 quilos de frutas por ano, de modo que as 37 árvores poderão oferecer 370 quilos por ano ou aproximadamente 1 quilo por dia, que geralmente é a quantidade de alimento que necessitamos diariamente. Na Planilha abaixo, apresentamos as previsões de desenvolvimento do Projeto, para avaliação e acompanhamento. Ver Pergunta 132, Página 36 desse Livro.
PLANILHA DE PREVISÕES E DESENVOLVIMENTO
Planilha 8: Planilha de Previsões e Desenvolvimento
11. Conclusão
Todos nós sabemos que apesar dos esforços dos governos, das instituições e das pessoas em geral, a violência, a pobreza e a doença têm sido um desafio para a humanidade. Valores incalculáveis são gastos para minimizar esses problemas em todas as partes do mundo. Um projeto que oferece igualdade de condições, oportunidade e quantidades iguais para todos, sem prejudicar ninguém, e, sem privilegiar interesses pessoais e de grupos, pode contribuir para as conquistas sociais, na medida em que for recebendo apoio das pessoas e das instituições, em geral.
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155. Acreditamos que conseguimos tocar em quase todos os pontos relacionados a esse Projeto. Para finalizar, seria possível enumerar os principais benefícios que ele poderá trazer para a humanidade?
R. Muitos dos benefícios virão gradativamente, e com o passar do tempo, dentre os quais, destacamos:
1. Maior produtividade de alimento, em frutas.
2. Melhor qualidade de frutas, em oferta, junto à população.
3. Menor custo e maior oferta.
4. Mudança gradativa de novos costumes, na alimentação.
5. Geração de maior volume de água doce, na natureza.
6. Aproveitamento de espaços, em terras disponíveis para plantio.
7. Maior índice pluviométrico em todos os lugares.
8. Mais pessoas ocupadas em projetos sociais.
9. Aumento da oferta de emprego.
10. Melhoramento na qualidade de vida.
11. Quantidades iguais para todos.
12. Revitalização da saúde das pessoas.
13. Menos exploração por parte dos aproveitadores de ocasiões e tempos difíceis.
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16. Incentivo à força de trabalho.
17. Participação maior da população no PIB = Produto Interno Bruto.
18. Menor custo com o sistema de segurança do País.
19. Aumento da solidariedade.
20. Menor consumo de refrigerantes, bebidas alcoólicas e similares.
21. Maior consumo de sucos naturais.
22. Diminuição das altas taxas de colesterol ruim, nas pessoas.
23. Oferta de frutas em bares, padarias, supermercados, lanchonetes e demais estabelecimentos que oferecem produtos alimentícios à população.
24. Maior produção de adubo orgânico.
25. Oferta homogênea, em todos os lugares, de alimentação para os pássaros e outros animais.
26. Aumento da camada de ozônio na atmosfera.
27. Maior consumo de alimentos naturais e frescos.
28. Fartura em todos os lugares.
29. Preços baixos e ofertas constantes.
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32. Menor oferta de alimentos industrializados.
33. Maior oferta de alimentos naturais.
34. Aumento de poupança interna do País.
35. Superávit na Balança Comercial.
36. Acomodação Agrária em substituição à Reforma Agrária.
37. Menos exploração e mais honestidade, mais educação e mais alfabetizados, mais sabedoria e menos esperteza, menos ódio e mais amor.
Esses são alguns dos benefícios que foram enumerados, mas acreditamos que um reflorestamento como esse, pode contribuir muito mais, porque as terras disponíveis para plantio, que foram relacionadas neste livro, nunca foram aproveitadas, da forma como esse Projeto está planejado.
E, como essas terras têm maior quantidade do que aquelas que estão sendo utilizadas atualmente, em todos os lugares, podemos imaginar o que elas poderão gerar em produtividade, em melhoria no meio ambiente e em oportunidade de trabalho, em todos os lugares do mundo.
A economia tem dito que a terra já foi um dos melhores investimentos, que depois cedeu lugar ao parque industrial, e, que atualmente, os melhores investimentos estão na comunicação e na informação.
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Apesar dessas evoluções, a terra continua sendo para a humanidade, não só o meio de sustentação econômica, mas, sobretudo, o meio de manutenção dos seres vivos em geral, e, quanto mais ela estiver reflorestada, melhor será seu desempenho para a produção de alimento, para a produção de água e para suportar o grande crescimento demográfico da população mundial.
Outro destaque é diversificar a população do mundo, de modo que, tanto na área urbana, quanto na área rural, as pessoas possam encontrar motivos para estabelecer moradia.
A seguir, podemos ver a cidade e o campo, onde as pessoas podem morar.
Cidade
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Campo
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156. Como desenvolver o Projeto 37 sem o gerenciamento e a participação dos órgãos governamentais?
R. Muitas pessoas e até muitas instituições têm questionado, como pode um projeto que cuida da preservação do meio ambiente, que cuida de produzir alimento e de aumentar o volume de água na natureza, e ainda, que cuida de promover a criação de ocupações equiparadas a emprego, pode pretender o seu desenvolvimento, sem o gerenciamento e a participação dos órgãos governamentais.
Essas colocações têm motivado muitas dúvidas sobre a condução do Projeto 37 que ao sentir a necessidade de trabalhar com um Reflorestamento Frutífero Universal, em benefício da humanidade, está buscando nas pessoas o seu ponto de apoio.
Na verdade, temos o compromisso de informar que este Projeto espera a participação de todos, ou seja, tanto das pessoas físicas, quanto das pessoas jurídicas.
Participar não significa gerenciar, mas não impede que a participação possa ser efetiva e acompanhada.
Todos nós sabemos que os governos têm seu gerenciamento mais concentrado nas áreas de educação, saúde e segurança, que envolvem grandes estratégias para dar conta dessas obrigações.
Em razão disso, seria por demais inconveniente a qualquer organização governamental, assumir o compromisso de gerenciar um Projeto Universal, como esse, estando atrelado ao seu partido político, à sua região, às suas leis e à sua cultura.
157. Então, de que forma a sociedade pode assumir esse gerenciamento e essa participação?
Baseados nos princípios já formulados ao longo dessas perguntas e respostas, podemos constatar a razão porque a sociedade como um todo precisa assumir esse compromisso, e, não atribuir ou esperar a ação dos governantes, para resgatar esta dívida social para com a humanidade. Atribuir, muito menos; esperar, pior ainda, porque esta é uma dívida da sociedade para com ela mesma, e a única forma de resgatá-la é cada um fazendo a sua parte.
O Projeto 37 tem a preocupação de pedir o apoio de todos não só para construir, mas para conservar também. Pouco adianta, se uns plantam e outros rancam.
É necessária uma conscientização universal, e a única forma de conseguir isso, é através de uma instituição desvinculada do lucro, do interesse pessoal ou de grupos, do sistema mercantilista, dos partidos em geral, das crenças em geral, e, enfim de tudo que tem caráter de proteger um lado, sacrificando o outro.
Nenhum projeto adquire caráter universal senão pelo acolhimento e pela participação de todos, sem qualquer tipo de discriminação.
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158. Qual a fórmula encontrada por esse Projeto para chegar ao número de 37 árvores por habitante?
R. Na demonstração a seguir, ilustramos para a sociedade, alguns dados importantes sobre a população, o consumo médio de alimento, a capacidade de produção da árvore frutífera, a quantidade de árvore necessária ao sustento da pessoa, e, a relação de árvore por habitante do Brasil.
Para que todos possam avaliar a dimensão desse Projeto, segue abaixo, a dedução da fórmula para chegar às 37 árvores frutíferas por pessoa, tendo o Brasil como um País de referência:
1. População do Brasil em 1985 = 130.000.000 de habitantes.
2. Um habitante consome diariamente um quilo e meio de alimento, aproximadamente.
3. Para ter boa saúde, digamos que um quilo seja de fruta e meio quilo seja de outros alimentos.
4. Então o consumo médio, diário de frutas, seria de 130.000.000 x 1 = 130.000.000 kg.
5. Em um ano seria 130.000.000 kg x 365 dias, que é igual a 47.450.000.000 kg.
6. A média de produção das árvores frutíferas é de mais ou menos 10 kg por ano.
7. Assim, a quantidade de árvores frutíferas necessárias para produzir o que a população consome ou deveria consumir, por ano, é calculada pela seguinte fórmula:
Q A F = kg a c / kg a p
Donde:
Q A F = Quantidade de Árvore Frutífera
kg a c = quilograma ano consumo
kg a p = quilograma ano produção
Portanto:
Q A F = 47.450.000.000 / 10 = 4.745.000.000 de Árvores.
8. A relação árvore / habitante brasileiro seria, portanto:
A H B = 4.745.000.000 / 130.000.000 = 37 árvores por habitante.
159. Como cuidar da qualidade das frutas, da sua distribuição e incentivar as pessoas para produzir e consumir mais frutas?
R. Hoje, no Brasil, as melhores frutas produzidas são exportadas, e, as que sobram para o consumo interno, em sua maior parte, estragam antes de chegar ao consumidor, porque o seu preço é muito alto em comparação com o poder aquisitivo das pessoas.
Além disso, não dispomos de meios de transportes adequados e não temos infraestrutura de armazenamento em condições ideais a estes produtos. O mal maior ainda não é este. O que impera efetivamente é a figura do intermediário e do lucro exorbitante. Isso ocorre porque o interesse pelo capital é maior do que o interesse pelo trabalho e pelo social.
No momento em que nós todos nos conscientizarmos de que podemos modificar esse quadro, plantando, cada pessoa 37 árvores frutíferas, passaremos a consumir todos juntos, o fruto do nosso trabalho, visto que o lucro desaparecerá, a produção será muito maior e o consumo substituirá o desperdício.
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160. Qual a mensagem final que esse Livro pode apresentar, para convencer a todos que esse Projeto é um incentivo à Partilha, à Solidariedade e ao Convencimento, de que cada pessoa pode dar o seu testemunho de amor pela humanidade, e, sobretudo, por Deus?
R. Esta foi uma das perguntas mais difíceis que tivemos de enfrentar, mas para que ela não ficasse em branco, fomos buscar fora, um auxílio de alguém que talvez fosse muito pequeno na aparência, mas grande na inspiração. Trata-se de um autor anônimo. É bom ler o que ele diz.
O ÚNICO BEM VERDADEIRAMENTE MEU
“No meio da participação urbana, lembre-se de que a paz talvez se encontre no silêncio. Faça um esforço honesto e contínuo, para se dar bem com todos. Fale a verdade claramente, mas com brandura. E ouça os outros, mesmo os ignorantes e sem brilho. Eles terão igualmente as suas histórias para contar. Evite as pessoas agressivas, que falam alto, porque trazem constrangimento no espírito. Se você se comparar aos demais, poderá tornar-se vaidoso ou amargo, pois existirão sempre os que estão piores, ou melhores, que você na vida. Saiba apreciar as suas próprias realizações, seus planos. Tome gosto pela sua carreira, por mais humilde que ela seja: é o único e verdadeiramente bem que é seu. Trate de seus negócios com muito cuidado. Mas não endureça seu coração e saiba descobrir o lado bom das pessoas. Ainda há idealista neste mundo e por toda parte encontramos os atos de heroísmo. Seja você mesmo, sobretudo, não finja amizade, nem ponha cinismo no amor. Apesar de tudo o que se diz por aí “o amor ainda existe e é eterno”. Aceite com doçura os conselhos dos anos e saiba renunciar aos hábitos próprios da juventude. Mantenha o espírito galvanizado para aguentar as surpresas da vida, mas não se aflija com as imaginações. O medo nasce do cansaço e da solidão. Acima de qualquer autodisciplina, seja generoso com você mesmo. Afinal você é filho do universo tanto quanto as árvores e as estrelas, e tem todo direito de estar aqui. Embora isso não lhe pareça muito claro o certo é que o velho universo está se desdobrando por sua causa. Portanto, esteja em paz com Deus. E, por mais agitadas e extenuantes que sejam suas atividades neste planeta, entre barulhentas confusões e aspirações de vida, procure conservar a paz de espírito. Porque apesar de tudo o que anda acontecendo por aí afora, este nosso mundo ainda é ótimo. Você só precisa ter cuidado e fazer o seu esforço diário para ser feliz”.
(Mensagem encontrada numa igreja de Baltimore, Inglaterra, em 1852, de autor anônimo).
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CARTA ÀS PROPRIETÁRIAS DE TERRAS
Fazemos um apelo às pessoas Proprietárias de Terras no sentido de permitirem o plantio das Árvores Frutíferas em suas propriedades, uma vez que não haverá nenhum custo para elas na realização desse trabalho.
Além disso, existe uma Declaração Pública, expressa nesse livro, na página 45, para conhecimento da população em geral, de que nem o Projeto 37, bem como, nenhum de seus membros ou colaboradores, irão solicitar direitos de efetuar colheitas das árvores frutíferas, plantadas em suas propriedades, nem para uso próprio e nem para qualquer outra finalidade, uma vez que essas Proprietárias de Terras saberão comercializar e partilhar a produção das frutas, em quantidades iguais e em oportunidades iguais, para todas as pessoas.
Conforme já foi amplamente debatido na parte de Perguntas e Respostas, nesse livro, toda a produção pertence à Proprietária da Terra e só a ela caberá a decisão de usar a colheita, de acordo com sua conveniência.
REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL
PROJETO 37
Reservado a
Jamil Baptista Almeida Silveira
Rua Três, nº 04, Cocal, Vila Velha-ES, CEP 29105-730
Fundação Biblioteca Nacional
Registro número 82.296
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ALGUMAS ÁRVORES FRUTÍFERAS
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AGRADECIMENTO
Somos honrados pela atenção que recebemos, e agradecemos, em nome da população, pelo apoio dado a esse Projeto.
As gerações presentes e futuras agradecerão muito pelos benefícios gerados através desse Reflorestamento.
COQUEIRO
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