Quando falamos sobre higiene, a primeira mensagem que vem em nossas mentes é limpeza. E não está incorreto. No entanto, a equipe da CIPA ampliou esse contexto e, durante todo o mês de outubro, oferecerá aos colaboradores e clientes reflexões, estudos e atividades que acrescentarão informações e conhecimentos na rotina de trabalho, estudos e lazer, e que colaborarão com o desenvolvimento pessoal e profissional de todos que estiverem dispostos e crescer e melhorar como pessoas e profissionais.
O tema Higiene é saúde será dividido em 5 (cinco) subtemas:
Higiene e saúde socioambiental
Higiene e saúde mental
Higiene e saúde física
Higiene e saúde profissional
Higiene e saúde social
O primeiro assunto, Higiene e saúde socioambiental, trata dos nossos comportamentos em grupo, dos lugares compartilhados e de como devemos nos comportar para viver adequadamente em sociedade. Apresenta também os cuidados que precisamos ter com o meio ambiente, e como o descuido dos recursos naturais podem afetar nossos recursos financeiros.
O tema Higiene e saúde mental garante a nós bons resultados em diversas áreas, proporcionando boa convivência e eficiência nas relações profissionais, pessoais e no desenvolvimento das atividades laborais e de lazer.
Higiene e saúde física nos possibilita uma vida ativa, nos dá disposição e energia.
Higiene e saúde profissional nos ensina a organizar e a compor nossa vida profissional, no aspecto intelectual, interpessoal e comportamental.
Higiene e saúde social nos aproxima da comunidade. É a faxina da alma! Por meio dela cuidamos do próximo de forma empática e solidária.
Neste outubro da higiene, repense velhos hábitos, recuse velhas manias, reveja o que é de praxe, exclua os vícios destrutivos, compartilhe novos costumes, pratique bons hábitos!
Higiene é saúde!
Boa saúde começa com bons hábitos!
O Brasil tem cerca de 1,4 milhão de professores em atuação no ensino fundamental, de acordo com o Censo Escolar da Educação Básica de 2019. A preocupação com a saúde desses profissionais relata que a principal queixa da categoria diz respeito à voz, ou à falta dela.
Tese defendida no Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que um em cada três professores relata limitação no trabalho por distúrbios vocais.
A pesquisa usa como referência o estudo Educatel Brasil: análise dos condicionantes de saúde e situação do absenteísmo-doença em professores da educação básica no Brasil, desenvolvido em 2015 e 2016 pelo Núcleo de Estudos Saúde e Trabalho (Nest).
Com base em amostra de 6.510 professores, a fonoaudióloga e autora da tese, Bárbara Antunes Rezende, constatou que os educadores brasileiros estão expostos a condições de trabalho inapropriadas. Um terço dos entrevistados relatou prevalência de ruído elevado nas escolas no Brasil.
De acordo com Rezende, a percepção de limitação das atividades docentes devido ao distúrbio da voz foi mais frequente entre professores que usavam medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos, que perdiam o sono por preocupações ou que relataram alta exigência no trabalho e violência verbal praticada pelos alunos.
A predominância de ruído intenso nas escolas brasileiras também foi muito mencionada pelos professores, principalmente os de escolas localizadas na região urbana e onde os alunos eram mais de 30 por sala. Profissionais que atuavam em mais de um segmento de ensino e que relataram piores condições organizacionais do trabalho também se disseram prejudicados.
A pesquisadora acredita que os achados de seu estudo podem contribuir para a elaboração de políticas públicas sobre o tema. Ela lembra, ainda, que o Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho (DVRT) foi incluído, neste ano, na lista de doenças ocupacionais. “Trata-se de um avanço, porque o professor que adoece devido a condições desfavoráveis no ambiente de trabalho passa a ter respaldo legal”, diz.
Estratégias
Segundo ela, existem projetos focados na saúde do professor, com estratégias individuais, como a capacitação para cuidados com a voz, e coletivas para evitar o adoecimento.
“Os resultados da tese ampliaram os esclarecimentos sobre as condições de trabalho e as limitações que os problemas de voz podem acarretar na prática docente. O adoecimento não deve ser analisado apenas no aspecto individual. É necessário olhar para o contexto social e do trabalho e elaborar estratégias para redução do ruído nas escolas e na construção ou reforma das unidades de ensino que levem em conta esse aspecto”, afirma Rezende.
Além disso, ainda que o estudo Educatel revele condições de trabalho baseadas em dados coletados em 2015 e 2016, a pesquisadora diz que a literatura sobre o tema não tem indicado avanços ao longo do tempo. Pelo contrário, os profissionais estão enfrentando novos desafios, como lidar com problemas familiares de alunos e as próprias mudanças do ensino presencial para a modalidade remota devido à pandemia da Covid-19.
“O professor não está dentro da escola, mas é obrigado a enfrentar situações novas, como as aulas virtuais e a preocupação com o processo de aprendizagem dos alunos. E nenhum professor se preparou para isso. Mesmo que não estejam expostos a ruídos no ambiente de trabalho, possivelmente enfrentam sobrecarga de tarefas. Daqui a algum tempo, as pesquisas vão apresentar os efeitos desse contexto de aulas virtuais”, diz.
Fonte: revistacipa.com.br
Você já parou para analisar quantas vezes tem sorrido no trabalho?
Não? Pois deveria.
O sorriso aproxima, e antes de tudo, abre portas. Quando sorrimos estamos indiretamente dizendo, de acordo com Garcia Huete, perito em relações interpessoais: “Estou à vontade e seguro das minhas ações”.
O sorriso é uma ferramenta importante que pode e deve ser usada no dia a dia, pois demonstra interação e boa capacidade de relacionamento com seus interlocutores. Além disso, sorrir é uma característica de pessoas inteligentes, pois assinala segurança do ponto de vista técnico e emocional. E mais: é contagiante!
Muitas vezes nivelamos o nosso humor pelo número de atividades que temos de dar conta no dia a dia ou com a responsabilidade do cargo que ocupamos. Entretanto, pense como é bom estar pronto para a vida e disposto para um dia de trabalho (e não importa se é segunda-feira!).
O colunista José Dornelas descreve que o sorriso pode inclusive aumentar o rendimento das equipes durante as reuniões de trabalho.
De acordo com Dornelas, em artigo publicado no site Uol, o aumento da performance nas reuniões foi constatado por pesquisadores da Universidade de Nebraska, ao analisarem 54 equipes em duas organizações industriais da Alemanha. Eles chegaram à conclusão de que times de pessoas ao experimentaram interações humorísticas durante reuniões, tais como uma brincadeira, seguida de risadas que levaram a outra brincadeira, tiveram aumento da performance quanto ao atingimento de objetivos. A razão aparente é que as interações humorísticas desencadeiam comportamentos de resolução de problemas importantes, inclusive estimulando os membros das equipes a discutir sobre novas ideias.
O sorriso também é eficiente na comunicação escrita. Um e-mail informal pode ser formulado com dois pontos e parênteses, para rematar uma frase e suavizar uma opinião ou, simplesmente, mostrar que você está em sintonia com o seu interlocutor.
O sorriso tem de ser verdadeiro!
Sabe aquele sorriso entre os dentes ou mesmo aquele em que se mostra toda a arcada dentária, mas você não sente energia? Esse é o sorriso amarelo. Evite-o!
O sorriso verdadeiro transmite felicidade e isso pode ser sentido pelos seus interlocutores. Saber sentir o momento e ter espontaneidade é fundamental.
Mesmo que o seu perfil não seja de uma pessoa extrovertida, tente relaxar e usufruir dos benefícios do bom humor para a sua rotina. Você estará criando laços positivos e contagiando outras pessoas com boas energias. Afinal, pessoas felizes produzem mais e melhor.
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