ASTRONOMIA
ASTRONOMIA
Profa. Dra. Nadja Simão Magalhães
Possui Bacharelado em Física pela Universidade de Brasília - UnB (1984), Mestrado em Física das Partículas Elementares pela Universidade de São Paulo - USP (1987) e Doutorado em Ciências pelo Instituto de Física da Universidade de São Paulo (1992). Realizou pós-doutoramentos na USP, na Louisiana State University (EUA), no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (São José dos Campos) e na University of Victoria (Canadá). Atualmente ocupa o cargo de Professor Associado II no Departamento de Física da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Tem experiência na área de Física, com ênfase em Gravitação e Astrofísica, atuando principalmente nos seguintes temas: teorias de gravitação, ondas gravitacionais, pulsares, detectores, fontes gravitacionais astrofísicas. Na área de Engenharia, possui experiência em análise e processamento de sinais, em modelagem matemática de sistemas e em transdutores eletromecânicos. Recentemente ela iniciou colaborações envolvendo análise e processamento de sinais em física aplicada, na temática de bioacústica de cetáceos com pesquisadores de biologia marinha. Foi membro do antigo Instituto Nacional Ciência e Tecnologia de Astrofísica (INCT-A). É membro da Sociedade Brasileira de Física, da The International Society on General Relativity and Gravitation, da International Union of Pure and Applied Physics, da Sociedade Portuguesa de Relatividade e Gravitação, da Sociedade Astronômica Brasileira e da Rede Paulista de Astronomia.
LINHAS DE PESQUISA:
1. Estudos em Temas de Fronteira em Astrofísica, Cosmologia e Gravitação: Astrofísica e Cosmologia contemplam diferentes áreas do conhecimento que vão desde a nucleossíntese de elementos químicos (baixas energias), passando pela formação de objetos compactos (altas energias: Anãs Brancas, Estrelas de Nêutrons e Buracos Negros, como resultados finais de estágios de Evolução Estelar) chegando até a formação de grandes estruturas (galáxias e aglomerados) e suas implicações na expansão do Universo (Matéria Escura e Energia Escura). São áreas de interface entre Física e Astronomia e buscam ajudar a responder perguntas como: formação de elementos químicos acima do Fe, como o evento GW170817 merger de estrelas de nêutrons que foi um multi-mensageiro: com ondas gravitacionais, espectro eletromagnético (formação de Au), astropartículas, formação de objetos compactos através de explosão de Supernovas (tipo I e II), composição interna (equação de estado, etc), mergers (que estão no âmbito das ondas gravitacionais), modelos de criação de matéria, os candidatos à matéria escura e energia escura (relação direta com a Física de Partículas), ajustes do espectro da CMB (Cosmic Microwave Background) com os modelos que envolvem taxas de criação/expansão .
2. Matéria Superdensa no Universo: Pretendemos abordar as seguintes linhas de pesquisa relevantes a matéria densa no universo: estrutura e composição das estrelas compactas em diferentes condições e sistemas, efeitos de fortes campos magnéticos, emissões de radiação eletromagnética de altas energias, e ondas gravitacionais.
3. Estudos teóricos sobre a rotação de galáxias espirais: A rotação de galáxias espirais é alvo de intensos estudos. É um movimento complexo e ainda sem explicação física satisfatória. Foi ele quem deu origem, na história recente, ao uso da hipótese da matéria escura existir. Investigamos esse fenômeno da perspectiva da relatividade geral para verificar se, no contexto dessa teoria, a hipótese da matéria escura é necessária.
Prof. Dr. Rodolfo Valentim Da Costa Lima
Possui graduação em Bacharelado em física pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (2002), Mestrado em ciências pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (2007) e doutorado em Doutorado em Ciências pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (2012). No período de 2014-2015 foi Professor Assistente Doutor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP. Atualmente Professor da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Tem experiência de pesquisa nos seguintes temas: Estrelas de Nêutrons, Supernovas, neutrinos de Supernovas, Cosmologia e Estatística Bayesiana. O pesquisador possui grande experiência em Ensino de Física, Matemática e Estatística pois, ministrou aulas nos níveis médio, técnico e superior.
LINHAS DE PESQUISA:
1. Astrofísica, Cosmologia e Gravitação: Astrofísica e Cosmologia contemplam diferentes áreas do conhecimento que vão desde da nucleossíntese de elementos químicos (baixas energias), passando pela formação de objetos compactos (altas energias: Anãs Brancas, Estrelas de Nêutrons e Buracos Negros, como resultados finais de estágios de Evolução Estelar) chegando até a formação de grandes estruturas (galáxias e aglomerados) e suas implicações na expansão do Universo (Matéria Escura e Energia Escura). São áreas de interface entre Física e Astronomia e buscam ajudar a responder perguntas como: formação de elementos químicos acima do Fe, como o evento GW170817 merger de estrelas de nêutrons que foi um multi-mensageiro: com ondas gravitacionais, espectro eletromagnético (formação de Au), astropartículas, formação de objetos compactos através de explosão de Supernovas (tipo I e II), composição interna (equação de estado, etc), mergers (que estão no âmbito das ondas gravitacionais), modelos de criação de matéria, os candidatos à matéria escura e energia escura (relação direta com a Física de Partículas), ajustes do espectro da CMB (Cosmic Microwave Background) com os modelos que envolvem taxas de criação/expansão.
2. Populações de Estrelas de Nêutrons: ferramentas estatísticas bayesianas: Estrelas de Nêutrons (ENs) são os estágios finais da "vida" de estrelas com massas iniciais distintas, o conhecimento das populações de ENs é essencial para compreender caminhos evolutivos das estrelas progenitoras, modelos de equações de estado e informações sobre matéria em regimes extremos de densidade e temperatura. Para ENs, a massa é o principal parâmetro observado que pode ser inferido por diferentes métodos: Shapiro Delay e Função de Massa (Terceira Lei de Kepler). Através de Inferência Bayesiana e usando parametrizações gaussianas é possível inferir massas ?canônicas? para os grupos de ENs. Usando a base de dados http://stellarcollapse.org/nsmasses disponível na rede (figura 2), que cont ́em as massas e os desvios medidos com diferentes métodos e publicadas por diversos autores, a an ́alise permite inferir estes caminhos e estimar as massas características e outros parâmetros relevantes (densidade central, por exemplo). O projeto propõe estudar a distribuição de massas das ENs a partir de dados de domínio público, inferir a escalas de massas e a existência de um valor máximo para ENs.
Prof. Dr. Ronaldo Savarino Levenhagen
Bacharelado, Mestrado e Doutorado pela Universidade de São Paulo - USP (1997, 2000 e 2004). Professor Associado II da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Possui experiência nas áreas de Astrofísica Estelar, Ensino de Ciências e Tecnologia de Informação. Pesquisador do CNPq de 2009 a 2012 e de 2012 a 2015. Foi Vice-Chefe do Departamento de Física na gestão 2017/2020 e é atualmente coordenador das disciplinas de graduação Tecnologias Educacionais e Ensino de Astronomia na Unifesp. Possui interesse nos seguintes temas de pesquisa: síntese espectral LTE / NLTE em estrelas B e anãs brancas, obscurecimento gravitacional, obscurecimento centro-bordo, abundâncias químicas e dinâmica orbital de estrelas na Galáxia.
LINHAS DE PESQUISA:
1. Estudos em Temas de Fronteira em Astrofísica, Cosmologia e Gravitação: Astrofísica e Cosmologia contemplam diferentes áreas do conhecimento que vão desde a nucleossíntese de elementos químicos (baixas energias), passando pela formação de objetos compactos (altas energias: Anãs Brancas, Estrelas de Nêutrons e Buracos Negros, como resultados finais de estágios de Evolução Estelar) chegando até a formação de grandes estruturas (galáxias e aglomerados) e suas implicações na expansão do Universo (Matéria Escura e Energia Escura). São áreas de interface entre Física e Astronomia e buscam ajudar a responder perguntas como: formação de elementos químicos acima do Fe, como o evento GW170817 merger de estrelas de nêutrons que foi um multi-mensageiro: com ondas gravitacionais, espectro eletromagnético (formação de Au), astropartículas, formação de objetos compactos através de explosão de Supernovas (tipo I e II), composição interna (equação de estado, etc), mergers (que estão no âmbito das ondas gravitacionais), modelos de criação de matéria, os candidatos à matéria escura e energia escura (relação direta com a Física de Partículas), ajustes do espectro da CMB (Cosmic Microwave Background) com os modelos que envolvem taxas de criação/expansão.
2. Formação continuada de professores da rede pública estadual de ensino de São Paulo: Este projeto visa desenvolver um processo de formação continuada a partir dos conteúdos do Currículo da SEE-SP, articulando-os com diferentes estratégias de ensino e aprendizagem, incluindo as TIC's e atividades laboratoriais, e propiciando o aprimoramento das práticas pedagógicas de professores de Ciências da Natureza.
3. Estudo químico-cinemático de estrelas b em altas latitudes galácticas: Este Projeto visa o estudo das propriedades químico-cinemáticas de estrelas de tipo espectral B situadas em altas latitudes galácticas. A existência de tais objetos em altas latitudes é um fato conhecido desde 1947, entretanto a caracterização de suas propriedades físicas e químicas é ainda uma tarefa atual e complexa da qual dependem as teorias de evolução química da Galáxia. Existem atualmente três possíveis explicações para a ocorrência de estrelas B em latitudes galácticas elevadas: (1) Seriam estrelas normais de População I ejetadas do disco; (2) Objetos evoluídos, como estrelas azuis do ramo horizontal ou ainda gigantes do ramo pós assintótico; (3) Estrelas massivas jovens formadas no próprio halo. Neste projeto, avaliaremos, através de um estudo espectroscópico detalhado, os parâmetros de temperatura efetiva, gravidade superficial, velocidade de rotação projetada e abundâncias de elementos químicos individuais, o que permitirá classificar os objetos observados dentro de uma das três classes supramencionadas, as quais ocupam regiões no diagrama HR que se interceptam. Adotando-se potenciais gravitacionais representativos da Galáxia e parâmetros astrométricos adequados da literatura para esses objetos, realizaremos a determinação das prováveis órbitas desses objetos, o que permitirá inferir as localizações de seus berços de formação estelar.
Profa. Dra. Rose Clívia Santos
Professora Doutora de Física da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, Associado I. Pós-doutorado no IAG-USP, com bolsa do CNPq (2007-2008) e FAPESP (2008-2010). Doutorado em Física-Cosmologia (2007) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, Mestrado em Física-Cosmologia (2002) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, Graduação em Física Bacharelado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN (2000), e Física Licenciatura pela UFRN (2004). Professora substituta de graduação da UFRN (2006.2 - 2007.1). Tem experiência na área de Relatividade Geral e Cosmologia, com ênfase, principalmente nos testes cosmológicos associados a diferentes fenomenologias, dentre eles: a distância de luminosidade, o diâmetro angular de objetos distantes, emissão em Raios-X dos aglomerados de galáxias e a idade de objetos velhos em altos redshifts.
LINHAS DE PESQUISA:
1. INCT-A: Instituto Nacional de Ciencia e Tecnologia em Astrofísica - uma rede de 144 pesquisadores. A missão do INCT-A é inserir a astronomia brasileira no futuro da astronomia mundial.
2. Energia Escura e Objetos Velhos em Altos Redshifts: A energia escura parece ser a responsável pela aceleração do universo presente. Observáveis do Universo próximo (redshifts menores do 2) permitem testar alguns cenários de energia escura, com o de constante cosmológica e de quintessência. Contudo, uma investigação mais ampla de possibilidades de energia escura exige observáveis a altos redshifts. Com o auxílio de um modelo quimiodinâmico para evolução de galáxias procuramos determinar idades e prever estruturas a altos redshifts, que constituem vínculos importantes para a natureza da energia escura.
Todas as informações foram coletadas da Plataforma Lattes, última atualização em 05/10/2021.
Caso encontre alguma informação errada, entre em contato por: projetos.casm@gmail.com