QUÍMICA
QUÍMICA
Profa. Dra. Helga Gabriela Aleme
Possui graduação em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2005), mestrado em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008), doutorado em Ciências pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011), pós doutorado em Química pela Universidade Estadual de Campinas (2013) e pós-doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP), com a temática de Percepção Pública de Ciência e Tecnologia. É professora adjunta na Universidade Federal de São Paulo desde 2013. Tem experiência na área de percepção pública da ciência, formação de professores e experimentação no ensino de Química. Além disso, tem experiência em Química Analítica, com ênfase em Quimiometria e Instrumentação Analítica, atuando principalmente nos seguintes temas: análise por componentes principais (ACP), análise de discriminantes lineares (ADL), análises de dados multidimensional. É orientadora permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PECMA) da Universidade Federal de São Paulo - campus Diadema e participa do Laboratório de Pesquisa em Ensino de Química e Tecnologias Educativas
LINHAS DE PESQUISA:
1. A percepção pública de Ciência e Tecnologia dos ingressantes da UNIFESP Diadema e a divulgação cientifica: O presente projeto pretende tratar da percepção pública de Ciência e Tecnologia (C&T) de recém ingressantes dos cursos de Ciências Ambientais, Ciências Biológicas, Ciências - Licenciatura, Engenharia Química, Farmácia, Química e Química Industrial da Universidade Federal de São Paulo. Nós usaremos como instrumento de coleta de dados, um questionário que abarca diferentes olhares dos pesquisados sobre a ciência, como por exemplo, a autoeficácia das ciências no mundo, visão de ciências e o meio ambiente, a credibilidade dos meios que ele se informa sobre C&T, seus hábitos de leitura no tema, seus hábitos culturais, o grau de confiabilidade a determinados profissionais que são fonte de informação, qual é o nível dos mesmos no letramento científico. A partir dos dados obtidos nos questionários e em posse dos modelos estatísticos, esperamos ter uma visão ampla da percepção desses estudantes sobre C&T, bem como encontrar agrupamentos de indivíduos em um ou mais fatores. Acreditamos que essa pesquisa possa trazer contribuições nos estudos de percepção pública de ciência e tecnologia a partir do olhar de uma parcela da população que escolheu aprofundar os estudos na área de Ciências, bem como o aprimoramento do instrumento estatístico.
2. Escape room como aprendizagem ativa: o ensino de química baseado na problematização e contextualização no estudo da espectrometria de emissão atômica: A contextualização do ensino é considerada fundamental para o engajamento e aumento do interesse no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, o ensino contextualizado precisa corresponder a situações que estão presentes no cotidiano dos estudantes para que estes possam ser capazes de relacionar os assuntos abordados em sala de aula com o tema instigante proposto pelo professor (Brasil, 2000). O presente trabalho tem como objetivo utilizar o Escape Room como uma prática para promover o estudo da espectrometria que faz parte do conteúdo de química, fundamentando essa abordagem na metodologia de aprendizagem baseada em problemas. A ideia de problematizar uma situação que esteja vinculada ao cotidiano dos estudantes, valoriza os seus conhecimentos prévios, buscando a diversidade e a pluralidade presente em seus cotidianos - os quais contribuem para a construção dos conceitos científicos e, deste modo, promovem uma aprendizagem significativa; utilizar a apresentação de contexto no ensino tende a contribuir para mudanças de atitudes dos estudantes dentro da sala de aula - como aumento do interesse, motivação e a participação no ambiente escolar.
3. Experimentação investigativa no ensino de química: as macromoléculas no preparo da carne: As dificuldades no ensino de química são claras, pois exigem dos alunos conhecimentos que, na maioria das vezes, são difíceis de serem compreendidos por serem abstratos e não aproximarem a Química com o cotidiano. Muitos dos assuntos podem acabar gerando um certo desinteresse, pois as dificuldades dos alunos relacionam-se muito mais com a falta de compreensão dos conceitos envolvidos, podendo assim haver resistências no ensino e aprendizado. Com intuito de propor melhorias aos processos de ensino aprendizagem concernentes ao ensino de macromoléculas, foi proposta uma metodologia utilizando a experimentação na cozinha. Acredita-se que utilização desse ambiente pode proporcionar um contato maior do aluno com a Química e por meio da experimentação, o aluno pode propor hipóteses, permitindo desenvolvimento de pensamento e apropriação de conceitos científicos.
4. O uso de vídeo-experimentação no ensino de química analítica: A Química, por ser uma ciência abstrata, desperta dificuldades nos estudantes em visualizar os fenômenos, transpondo-os do sistema macro para o micro. Assim, o ensino de química apresenta limitações que podem estar relacionadas às dificuldades na elaboração e compreensão de modelos científicos e o surgimento de concepções alternativas. Esse ensino encontra diversas barreiras para se difundir no meio educacional, seja por falta de instrumentos para o ensino, por falta de laboratório ou pelo fato dos alunos considerarem esse tipo de ensino extremamente difícil, com um pré-conceito formado, acreditando que não possuem capacidade para aprender. Desse modo, uma alternativa para transpor a falta de laboratório no ensino de química propomos o uso do vídeo- experimentação. Em especial escolhemos a área de Química Analítica, para a produção de vídeos de titulação de complexação e precipitação.
Profa. Dra. Simone Alves De Assis Martorano
Possui graduação em engenharia química pela Faculdade de Engenharia Industrial (FEI)(1992), graduação em licenciatura em química - Faculdades Oswaldo Cruz (2002), mestrado em Ensino de Ciências (Modalidade Química) pela Universidade de São Paulo (2007) e doutorado em Ensino de Ciências (Modalidades Química) pela Universidade de São Paulo (2012). Atualmente é e professor Adjunto II da Universidade Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Química, com ênfase em ENSINO DE QUIMICA, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de quimica, historia e filosofia da quimica, ensino médio, livro didatico e ensino contextualizado. É orientadora permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PECMA) da Universidade Federal de São Paulo - campus Diadema.
LINHAS DE PESQUISA:
1. Programa Biota-Fapesp: O programa Biota-Fapesp, considerado um dos maiores programas de pesquisa relacionados à conservação da biodiversidade no Brasil, têm gerado um banco de dados extenso, que subsidia ações relacionadas ao manejo e conservação de áreas específicas do estado. Ações direcionadas ao uso e divulgação dos dados gerados pelo programa Biota em escolas de educação básica pode se constituir uma alternativa para que os resultados do projeto alcancem não apenas as áreas de conservação, mas também as pessoas que nelas vivem, e muitas outras. Este projeto de pesquisa tem como proposta a utilização do banco de dados do programa Biota como base para confecção de material didático destinado à discussão da biodiversidade e sua conservação, explorando possibilidades de inserção curricular na educação básica, tendo como ensejo as novas demandas educativas promotoras de um futuro sustentável.
2. A história das ciências na educação em ciências e matemática: Investigando aspectos relevantes para a formação de professores: Objetiva-se identificar elementos relevantes para fundamentar a prática profissional do professor para os usos da HFC como recurso didático-metodológico visando o aprendizado de conteúdos das ciências, epistemológicos e sociocientíficos. Os dados oriundos para a análise são provenientes de processos de inserção de elementos da história e filosofia das ciências (HFC) na formação de professores, associando ações desenvolvidas atualmente na sua formação inicial (graduação), continuada (programa de extensão), bem como em processos de orientação de estudantes de iniciação científica (IC), de iniciação à docência (PIBID-2012/2013) e na pós-graduação. A preparação do professor para a autonomia no desenvolvimento de estratégias envolvendo a HFC pauta-se em resultados e desdobramentos de uma pesquisa realizada anteriormente, para o doutoramento, com apoio FAPESP (2006/57181-3). A metodologia qualitativa é tomada como base teórico-metodológica para o planejamento das diferentes ações, a tomada de dados e sua análise. Desse modo, esta pesquisa analisa a integração da docência, pesquisa e extensão , fundamentando uma prática reflexiva da pesquisadora nas ações que vem sendo desenvolvidas para a formação inicial e continuada de professores, e na orientação de pesquisas. Os dados são coletados nas aulas de cursos da graduação da UNIFESP-Diadema, no projeto de extensão para professores da rede pública, na orientação de estudantes de iniciação científica e de pós-graduação.
3. Avaliação sobre o entendimento do estudante da importância do estágio supervisionado na formação de professores de Ciências: Uma das finalidades do estágio é a de propiciar ao licenciando uma aproximação da realidade na qual ele atuará depois que concluir seu curso. O estágio, portanto, se afasta da ideia até então aceita de que seria a parte prática do curso. Dessa forma, a disciplina de estágio supervisionado seria o espaço onde o estudante teria a oportunidade de fazer uma reflexão sobre a realidade escola. A partir desta constatação, o objetivo deste projeto é o de avaliar a percepção que os estudantes da disciplina de Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Ciências da Universidade Federal de São Paulo, Campus Diadema, possuem sobre a importância do estágio na sua formação.
Todas as informações foram coletadas da Plataforma Lattes, última atualização em 05/10/2021.
Caso encontre alguma informação errada, entre em contato por: projetos.casm@gmail.com