The European press and publishers find in the year 2014, and in the symbolism that people attribute to round-number celebration dates, a good pretext to publish an abundance of documents, texts, and opinions about the First World War.
They have in common the reporting of national heroism in what was a deadly international tragedy.
(I decided to translate this text and publish it again, twelve years later, because it seems very topical to me)
(continues on blog on line or PDF)
De Europese pers en uitgevers zien in het jaar 2014, en in de symboliek die men toekent aan jubileumdata met rond getal, een goed excuus om een overvloed aan documenten, teksten en meningen over de Eerste Wereldoorlog te publiceren.
Ze hebben gemeen te berichten over nationaal heldendom in wat een dodelijke internationale tragedie was.
(Ik besloot deze tekst te vertalen en terug te publiceren, twaalf jaar later, omdat hij me ontzettend actueel schijnt)
(vervolg in blog on line of in pdf)
Sinds ik op deze planeet aanspoelde is de definitie voor het begrip “gewone omgang” tussen mensen enigszins geëvolueerd. Behalve in kleine gemeenschappen zeg je geen goeiedag meer tegen onbekenden, je zou kunnen beticht worden van ongepast gedrag. Een knuffel kan een gevaarlijke bijbedoeling hebben, dus best geen knuffels geven. Een grapje maken kan gevaarlijk zijn, de andere weet de context niet. Voorstellen om iets samen te doen, of gewoon een helpende hand uitsteken kan als het even niet meezit als stalking beschouwd worden.
Toeval? (vervolg in blog on line of in pdf)
A imprensa e as editoras europeias encontram no ano de 2014, e no simbolismo que as pessoas atribuem às datas comemorativas de número redondo, um bom pretexto para publicar uma abundância de documentos, textos e opiniões sobre a Primeira Guerra Mundial.
Elas têm em comum a cobertura jornalística do heroísmo nacional no que foi uma mortífera tragédia internacional.
(Recuperei este texto porque ele me parece estranhamente atual passado doze anos. Pascal Paulus)
(continua em blog on line ou em versão pdf)
A vida é feita de pequenos acasos.
Nessa sexta-feira, o multibanco recusou-me manifestamente a compra do título de passe para o próximo mês que se anuncia no início da próxima semana. Depois de ter percorrido sem êxito todas as máquinas disponíveis no Centro Comercial à distância à pé da minha casa, optei por antecipar um pouco o almoço. Assim apanhava o autocarro até a estação de metro. Ia tentar a minha sorte numa das máquinas dedicadas à compra e atualização de títulos. Se o problema for do meu cartão, ainda pensei, poderei contactar um funcionário no local para mais explicações. (continua em blog on line ou em versão pdf)
Vê-se em quase todas as séries policiais hoje em dia. Os detetives não gostam de coincidências ocasionais. Mesmo sabendo de dois acontecimentos separados por uma distância considerável, pensam não se tratar de acasos. E talvez isto não seja verdade apenas para aquelas circunstâncias peculiares inventadas por argumentistas para ocupar esses detetives quando investiguem. Talvez os detetives da “vida real” sintam o mesmo ... (continua em blog on line ou em versão pdf)