A versão S&P do Birkat Hamazon (graças depois das refeições) é quase identica a maioria dos textos sefaradi, com algumas interessantes adições.
Uma vez que uma dessas adições ocorre logo no começo da primeira benção, e outra logo no final do birkat hamazon, elas tendem a dar a impressão de que no geral o texto é mais distinto do que realmente é.
As quatro principais diferenças serão mostradas abaixo:
1) Na primeira bênção eu destaquei o texto adicionado:
2) Na terceira bênção está destacado o texto adicionado ("e que não tenhamos que confiar nas mãos dos homens [onde os presentes são pequenos e a vergonha grande], mas apenas na sua mão cheia e generosa ..."):
3) As palavras "Vetivneh Yerushalayim..." ditas pela maioria das versões sefaradim e ashkenazim imediatamente ditas no fechamento da terceira bênção, não são ditas na versão S&P.
4) Nas palavras de encerramento do Birkat Hamazon adicionamos o texto destacado:
Nota: As palavras "Oseh Shalom..." não são estritamente parte do Birkat Hamazon S&P, mas foram adicionadas por muitas pessoas nos ultimos anos. A explicação sugerida para isto pode ser encontrada aqui.
Embora não seja especificamente um minhag de londres, este elegante e ritmada versão encurtada do birkat hamazon foi incluída na publicação "Enciclopédia Hebraica-Espanhola Meah Brachot", publicada em Amsterdam em 1687 (com a aprovação do Rabbi Isaac Aboab da Fonseca, Rabino chefe da comunidade hispano portuguesa de Amsterdam), e é, portanto, de suma relevância para a comunidade S&P.
Embora seja apresentada sem nenhum contexto halachico (quando o seu uso pode ser autorizado no lugar da tradicional, versão completa e quando não), Esta versão encurtada do birkat Hamazon, segue imediatamente depois da versão S&P regular, é aparentemente
Although it is presented without any halakhic context (when its use would be allowed instead of the traditional, longer form, and when not), this short version of Birkat Hamazon, following immediately after the regular S&P version. Aparentemente é destinada a momentos em que a versão usual não pode ser recitada, como no caso dos anousim ou outros não familiarizados com o Hebraico, ou doentes. Outras aplicações podem ser para pessoas que trabalham em ambientes muito estressantes, ou que por motivos de saúde precisam comer pequenas refeições(com pão) ao longo do dia.
Quando Meah Berachot foi reimpresso em Frankfurt em 1800s, o nome desta seção foi modificado pelo editor para "Birkat Hamazon para Crianças"!
Variante da versão encurtada
Em minha variação, eu incorporei algumas versões alternadas do texto, e tomei liberdade para fazer duas pequenas modificações na terceira bênção, trocando a bastante estranha frase, e removendo a linha redundante e então a estrutura do verso encaixa com as outras.
A curta e poética fórmula "Ya Comimos" parece que foi criada para substituir o Birkat Hamazon for aqueles que são incapazes de dizer o original (mulheres, crianças, anussim... apenas um podemos supor). Contudo, diferente da versão encurtada do birkat Hamazon acima, este não combina com a estrutura do Birkat Hamazon, a não ser pela primeira bênção. Eu não creio que alguém saiba o quão antiga está canção é, e se possui algum tipo de linhagem autêntica pré-expulsão.
Esta é dificilmente conhecida em Londres,no entanto, está incluído aqui, como é conhecido em muitas outras comunidades de S&P, incluindo Nova Iorque, onde foi algumas vezes dita por mulheres no lugar do Birkat Hamazon. Hoje em dia se dito, é dito logo após a versão convencional do Birkat Hamazon.
Eu ouvi "Ya Comimos" pela primeira vez na Inglaterra alguns anos atrás, entoadas solenemente em estilo forte remanescente do canto Gregoriano.
Eu ouvi de hispano falantes da República Dominicana cantarem de uma maneira muito diferente, altamente rítmica e latina. Interestingly the latter have replaced the rather strange original phrase "we are small souls", with the more self-assured "we are a holy people".
se esse é realmente um texto marrano genuíno, a frase "sin pecado" (sem pecado) foi presumivelmente incluída como uma reação contra a teologia católica romana à qual eles haviam sido expostos na Espanha e em Portugal.