Parte usada: folhas e flores.
Nome popular: alfavaca, manjericão-brasileiro, alfavaca-comum.
Nome científico: Ocimum basilicum L.
Espaçamento entre mudas: 0,30 x 0,30 m.
Temperatura de secagem: secagem à sombra em local ventilado ou em estufa a 35–40°C por 24 a 36 horas.
Indicação terapêutica:
Ação digestiva, carminativa e antiflatulenta.
Auxilia em cólicas leves, gases, indigestão e náuseas.
Possui efeito calmante leve, ajudando em ansiedade e insônia leves.
Uso culinário como tempero aromático em molhos, sopas, saladas e chás.
Via de administração: oral.
Posologia / modo de preparo:
Chá (infusão): 2–4 g de folhas e flores em 150 ml de água, até 2–3 vezes/dia.
Uso culinário: folhas frescas ou secas em molhos, sopas, saladas e temperos diversos.
Tempo de uso: até 14 dias em uso medicinal; uso contínuo na culinária.
Reações adversas: em excesso pode causar náuseas, dores de cabeça ou reações alérgicas leves.
Contraindicações: gestantes e lactantes devem usar com cautela; indivíduos com pressão baixa ou em uso de anticoagulantes devem consultar profissional de saúde antes do uso medicinal.
Interações com outras plantas medicinais: potencializa efeito de plantas calmantes e digestivas, como melissa, camomila e erva-doce.
Curiosidade:
Além do uso medicinal e culinário, a alfavaca é tradicionalmente usada em rituais populares no Brasil, especialmente na proteção e purificação de ambientes. Suas folhas e flores podem ser colocadas em sachês ou queimadas para aromatizar casas e afastar insetos.