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Manuscritos & Outros Papéis

---  Absolutismo & Liberalismo  (Publicações)  ---

( Atualizado em: 13/11/2024 ) 

  • Obras do Pe. José Agostinho de Macedo (1818-1828) (6) 

  • A Revolução Liberal de 1820  (5 publicações)

  • A Revolução de 1821, na ilha de S. Miguel 

  • Os Deputados das Cortes Constituintes de 1821

  • Debate em torno do Liberalismo:

    • 6 folhetos publicados durante a reunião das Cortes Constituintes (1821)

    • A Trombeta Luzitana - Anno 1822 - Nº 13, de 12 de Dezembro, com um Suplemento

    • A Trombeta Luzitana - Anno 1822 - Nº 18, de 24 de Dezembro

    • Outras publicações críticas e satíricas (6)

  • A Vilafrancada (1823):

    • 6 obras contra a Constituição de 1822 e de gáudio pelo triunfo da Vilafrancada

    • A Tripa Virada

  • Publicações Miguelistas (14)

    • A Trombeta Final (1827-1828)

    • A Besta Esfolada N.º 1 a N.º 26 (1829)

    • A Besta Esfolada - Anno 1831, por José Agostinho de Macedo

  • As Guerras Liberais:

    • Contrarrevolução do Porto, de 16 de maio de 1828

    • Publicações liberais (3)

    • Publicações da emigração liberal (16)

    • Chronica da Terceira - Nº 1 - 17 de Abril de 1830

    • Collecção de Decretos e Regulamentos - Regência do Reino estabelecida na Ilha Terceira (1 volume) 

    • Chronica Constitucional do Porto – Anno de 1832 – Nº 1, de 11 de Julho - Desembarque na praia do Mindelo do Exército Libertador

    • História do Cerco do Porto, por Simão José da Luz Soriano (2 volumes + Notas)

    • Gazeta de Lisboa Nºs 153 a 173 e Chronica Constitucional de Lisboa Nºs 1 a 135  (Volume q/ documenta a tomada de Lisboa pelos liberais)

    • Chronica Constitucional de Lisboa - Anno 1833 - Nº 29, de 28 de Agosto

    • Chronica Constitucional de Lisboa - Anno 1834 - Nº 47, de 24 de Fevereiro

    • Outras publicações (3)

  • Memórias sobre a Sucessão da Coroa de Portugal  (2 publicações)

  • A Revolução Setembrista (1836):

    • O Artilheiro - Anno 1836 - Nº 219, de 6 de Outubro 

  • Revolta da Maria da Fonte e Guerra da Patuleia (1846-1847) (5 publicações)

  • Publicações posteriores à deposição de D. Miguel (5)

    • O Portugal Velho (1839-1840) 

--- Obras de José Agostinho de Macedo  --- 

Sermão sobre a verdade da Religião Catholica. Pregado na Igreja de Nossa Senhora dos Martyres de Lisboa, na Quaresma do anno de 1817, por José Agostinho de Macedo.

Lisboa, Impressão Régia, 1818, 63 páginas.

Oração Fúnebre que nas Exéquias do Ill.mo Barão de Quintella recitou o P. José Agostinho de Macedo.

Lisboa, Impressão Régia, 1818, 43 páginas.

Sermão na Festividade da Instituição da Real Ordem de Santa Izabel, celebrada na Igreja de S. Roque, no dia 24 de Setembro de 1805, estando presente a Princeza Hoje rainha Nossa senhora, Suas Altezas, a Corte, &c. &c. &c., pregado por Jozé Agostinho de Macedo.

Lisboa, Typographia Rollandiana, 1819, 39 páginas.

Sermão contra o Filosofismo do Século XIX, pregado na Igreja de S. Julião de Lisboa na quinta dominga de Quaresma do anno de 1811, por José Agostinho de Macedo. 

Lisboa: Impressão de Eugénio Augusto, 1828.

Com um catálogo das Obras de J. A. de Macedo (6 páginas).

Sermão sobre o Espírito de Seita Dominante no século XIX. D.O.C. Ao Clero Portuguez. José agostinho de Macedo.

Lisboa, Typographia de R. J. de Carvalho, 1828, 54 páginas.

Os Frades ou Reflexões Philosophicas sobre as Corporações Regulares, por José Agostinho de Macedo.

Lisboa: Impressão Régia, 1830, 76 páginas.

---  A Revolução Liberal de 1820  ---

Apontamentos Políticos sobre os principais Abusos e Defeitos do Antigo Governo de Portugal, e meios de se emendarem: apresentados ao Ministro de S.A.R. Conde de Villa-Verde, por Francisco Vieira de Abreu, no anno de 1801. 

Lisboa: Impressão Régia, 1820, 30 páginas.

Resposta Pública à Denúncia Secreta que tem por Título; "Representação que a Sua Majestade fez António de Araújo de Azevedo, em 1810". 

Londres, Oficina R. E. A. Taylor, 1820, 79 páginas (é só a primeira parte). 

Obra atribuída a D. Domingos de Sousa Coutinho (conde do Funchal) nela defende a si e a seu irmão, o conde de Linhares, contra as acusações de António de Araújo de Azevedo. Importante para a compreensão das clivagens políticas em Portugal antes de 1820. Autor R. da C. Gouveia. 

Sentimentos de Amor, Vassalagem, e Reconhecimento ao Supremo Governo do Reino, por um Patriota.

Lisboa, Tipografia Lacerdiana, 1820, 12 páginas.

Dissertação sobre os Suffragios, vulgarmente chamados Officios pelos fallecidos, se deverem fazer nas Parochias respectivas, sem que sejão deixados em Testamento, ou mandados pelos Herdeiros.

Lisboa, Impressão Régia, 1820, 62 páginas.

O Dia 24 de Agosto do Fausto Anno de 1820,  inaugurado. E o Brilhante 15 de Setembro aplaudido. Breve Discurso sobre a Felicidade que destes dois memoráveis dias se originou à Pátria. Dedicado aos Beneméritos Authores da Nossa Regeneração Política, por A. P. F.

Lisboa, Typographia Rollandiana, 1821, 26 páginas. 

---  A Revolução de 1821, na ilha de S. Miguel  ---

História documental da Revolução de 1821 na Ilha de San Miguel para a Separação do Governo da Capitania Geral da Ilha Terceira, por Ayres Jácome Corrêa.

Ponta Delgada, Oficina D’Artes Gráficas, 1922, 202 páginas. Bem encadernado.

Raríssima separata da Revista Micaelense.

---  Os Deputados das Cortes Constituintes de 1821  ---

Galeria dos Deputados das Cortes Geraes Extraordinárias e Constituintse da Nação Portuguesa instauradas em 16 de Janeiro de 1821. Epocha I.

Lisboa, Typographia Rollandiana, 1822, 372 páginas, encadernado.

O autor foi João Damásio Roussado Gorjão. Rara obra sobre as Cortes Constituintes, com a atividade pormenorizada de todos os deputados durante a sessão de 26 de Janeiro a 4 de Julho de 1821. Da maior importância para o estudo da implantação do Liberalismo em Portugal na sua primeira fase.

Segundo Inocência Francisco da Silva (Dicionário Bibliográfico Português, Volume III, p. 358) a continuação desta obra nunca foi publicada. As opiniões do autor sobre alguns deputados foram contraditadas pelo jornal «O Censor Lusitano».

---  Debate em torno do Liberalismo  ---

( 6 folhetos muito raros publicados durante a reunião das Cortes Constituintes - 1821 )

Discurso instructivo que no Domingo da Ressurreição de Jesus Christo recitou aos seus parochianos de Carnide, e Luz o seu parocho o Prior Encommendado Paulo Francisco Gomes da Costa, dedicado ao Soberano Congresso das Cortes de Portugal.

Lisboa: Officina de António Rodrigues Galhardo, 1821, 10 páginas. 

O Dedo do Gigante apontando ao Alvo da Pública Prosperidade, a Liberdade do Commercio.

Lisboa: Imprensa Nacional, 1821, 15 páginas.

O Braz Corcunda, e o verdadeiro Constitucional, por E.J.A. de S.

Lisboa: Imprensa Nacional, 1821, 28 páginas.

O autor é Elisiário António de Sousa.

Análise Crítica e Exorcismos contra o Exorcista que esconjurou os periódicos.

Lisboa: Typografia Lacerdina, 1821, 16 páginas.

A Razão Desagravada e a Sem Razão Confundida, pelo author da Razão, e nada mais.

Lisboa: Imprensa Morandiana, 1821, 22 páginas.

O Mestre Barbeiro da aldea. Carta gratulatória correccional, addicionatoria, e apologetica, dirigida ao author das Memorias para as Cortes Lusitanas.

Lisboa: Officina de António Rodrigues Galhardo, 1821, 28 páginas.

( Outras publicações críticas e satíricas )

Memória do Folheto intitulado Memórias para as Cortes de 1821, em que são desagravados a Religião, os Religiosos, as Religiosas e os Magestrados. Por José Daniel Rodrigues da Costa.

Lisboa, Imprensa Nacional, 1821, 31 páginas.

O Liberalismo desenvolvido, ou os chamados Liberais desmascarados e conhecidos como destruidores da nossa Regeneração, o que tudo serve de resposta a huma carta que corre impressa contra o P. José Agostinho de Macedo.

Lisboa. Officina das Filhas de Lino da Silva Godinho, 1822, 38 páginas. Bem encadernado.

215 x 305 mm, 4 pp.

215 x 305 mm, 2 pp.

215 x 305 mm, 4 pp.

A TROMBETA LUZITANA - Anno 1822

- Nº 13, de 12 de Dezembro, com um Suplemento 

- Nº 18, de 24 de Dezembro 

Jornal trissemanário antiliberal, muito próximo da Rainha Carlota Joaquina (várias citações importantes), e cujos impressores e redatores estiveram ligados à chamada «Conspiração da Rua Formosa».

O Pao da Cruz, dedicado, e descarregado em todos os Senhores da Segunda Legislatura pelo Thesoureiro do Padre Cura d’ Aldeia.

Lisboa: Impressão da Rua Formosa Nº 42, 1824, 53 páginas.

Carta do Enxota Cães da Sé ao Thesoureiro d’ Aldeia ou amalgamento do Pao do Enxota com o Pao da Cruz.

Lisboa: Impressão da Rua Formosa Nº 42, 1824, 37 páginas.

Retornello do Pardal, com que o Anão dos Assobios dá os Parabens ao Reverendo Goibinhas nos seus Desposorios com a illustrissima D. Raquel da Palestina, na Praça de Gibraltar, actual residencia dos dois conjuges. 

Lisboa: 1825. Impressão de João Nunes Esteves, 19 páginas.

Dueto de Laberco e Taralhão, com que o Anão dos Assobios dá os Parabens a Rabi Goibinhas pelo Nascimento de seus dois filhos gémeos, que Raquel deo à luz de huma assentada no passado Setembro.

Lisboa: Nova Impressão Silviana, 1825, 16 páginas.

---  A Vilafrancada (1823)  ---

O Heroísmo do Senhor Dom Miguel, restaurando o Throno de Seu Augusto Pai o Senhor Dom João VI. E toda a Real Família; pizando o vergonhoso jugo das Facciosas Cortes: Ode Saphica offerecida ao mesmo Sereníssimo Senhor: por João António Neves Estrella.

Lisboa, Nova Impressão da Viúva Neves e Filhos, 1823, 16 páginas. 

Heroica Resolução do Sereníssimo Senhor Infante D. Miguel, e manifesto dos motivos que derão origem à regeneração do memorável dia 5 de Junho do corrente anno: No qual detalhadamente se declara a entrada triunfante de Sua Real Magestade em Lisboa; aonde foi recebido entre vivas, e aclamações, pelos bons portuguezes. Dedicado ao mesmo Sereníssimo Senhor por Joze Anastacio Falcão.

Lisboa, na Officina da Horrorosa Conspiração, 1823, 22 páginas.

A Grande Ceia e Baile que deo o Diabo mais Velho, à Excellentíssima Senhora D. Constituição; e o detalhe do que se passou dentro e fora do seu infernal palácio. Obra dedicada ao senhor José Daniel Rodrigues da Costa. 

Lisboa, Impressão de J. M. Torres, 1823, 11 páginas. Pertenceu à Livraria dos Condes e Cadaval.

A Morte da Illustríssima e Excellentíssima Senhora Constituição e Destruição do Monumento: Discurso fúnebre do Zé Goibinhas.

Lisboa, Impressão da Viúva Neves e Filhos, 1823, 8 páginas.

Testamento que fez à Hora da Morte a Illustríssima e Excellentíssima Senhora D. Constituição.

Lisboa, Officina que foi de Lino da Silva Godinho, 1823, 7 páginas.

Sermão Académico de Acção de Graças pela Feliz Restauração da Monarquia Independente, que no solemne Triduo celebrado pela Universidade de Coimbra na sua Real Capella recitou o Doutor Fr. António José da Rocha.

Coimbra, Real Imprensa da Universidade, 1824, 20 páginas. 

A TRIPA VIRADA. Periódico Semanal. Coleção completa deste periódico miguelista e antimaçónico redigido por José Agostinho de Macedo. Saúda o triunfo da Vilafrancada e termina o nº 1 com «Morra o Maçonismo.»

Lisboa: Officina da Horrorosa Conspiração, 1823. (3 números, com 12, 24 e 36 páginas) 


Tripa por huma vez. Livro Primeiro, e Último. Volume saído ainda no mesmo ano.

Lisboa: Officina da Horrorosa Conspiração, 1823, 67 páginas. Bem encadernado.

Conjunto completo, para mais com a última publicação que raramente aparece.

---  A Abrilada (1824)  ---

Processo do Tenente General Manoel de Brito Mozinho,  copiado literalmente por seu irmão o Marechal de Campo Graduado, Maximiano de Brito Mozinho, do grande processo que se formou em consequência dos acontecimentos do dia 30 de Abril de 1824.

Lisboa, Impressão Régia, 1826, 168 páginas. Encadernação da época inteira de pele com defeitos, e folhas douradas. Muito raro. Ex-Libris da Biblioteca Salema Garção.

Manuel de Brito Mouzinho, militar que se distinguiu na Guerra Peninsular e Ajudante Geral nomeado por Beresford, foi Chefe do Estado Maior de D. Miguel quando ocorreu o golpe de estado da «Abrilada». Após a derrota deste, foi então preso sob suspeita de estar implicado no mesmo. Este processo é importante para a biografia do militar e para o estudo deste golpe de Estado.

---  Publicações Miguelistas  ---

O Combate dedicado ao Sereníssimo Senhor D. Miguel, Infante de Portugal, ou a declaração e protesto das Cortes Extraordinárias, combatido por Faustino José da Madre de Deos.

Lisboa, 1823. Tipografia de António Rodrigues Galhardo, 60 páginas.

Um clássico do pensamento contrarrevolucionário português Faustino José das Madre de Deus. Uma das primeiras obras a combater o liberalismo depois de 1820, de um dos mais importantes escritores miguelistas. Obra muito rara, valorizada por uma belíssima e luxuosa encadernação inteira de pele da INVICTA, do Porto.

O Século 19 explicado à vista da Bíblia, por Duarte Gorjão da Cunha Coimbra Botado.

Lisboa: Typografia Maygrense, 1824, 98 páginas.

Resposta aos Collaboradores do infame Papel, intitulado Correio Interceptado, N.º 6.º, Impresso em Londres. Autor José Agostinho de Macedo.

 Lisboa, 1826. Typografia de Bulhões, 16 páginas.

A TROMBETA FINAL (1827-1828) - Importante conjunto de um dos mais relevantes periódicos miguelistas que se publicou entre 1827 e 1832, num total de 167 números, com uma interrupção entre 23 de agosto de 1828, retomando a 23 de novembro de 1831. Foi seu redator Faustino José da Madre de Deus um dos mais destacados partidários de D. Miguel e seu propagandista.

Conjunto encadernado de 74 números da primeira série, sendo o último o nº 121, de 23 de agosto de 1828. Apesar de incompleta é uma importantíssima coleção deste periódico, de raridade evidente.

Annotações ao Artigo Communicado na Gazeta nº 103. Autor Faustino José da Madre de Deus.

Lisboa, Imprensa da Rua dos Fanqueiros, 1828, 16 páginas.

O Folheto Quem he o legítimo Rei ? Victoriosamente vendicado das frívolas impugnações de hum Portuguez residente em Londres: Confutação política. O autor é o Pe. Francisco Recreio.

Lisboa, Impressão Régia, 1828, 33 páginas. 

A Legítima Successão comprovada pela Legalidade dos Factos. Analyse Política.

Lisboa: Impressão de Eugénio Augusto, 1828, 22 páginas.

Refutação do monstruoso, e revolucionário escripto impresso em Londres intitulado Quem he o Legítimo Rei de Portugal ! Questão Portuguesa submetida ao Juízo dos homens imparciais, Londres. Impresso na Officina Portugueza.  Autor José Agostinho de Macedo.

Lisboa, Impressão Régia, 1828, 80 páginas. Muito bem encadernado.

Melpomene Agradecida: Elogio dramático, para se representar no Theatro Portuguez da Rua dos Condes, em 30 de Junho de 1829, Primeiro Anniversário do plausível dia, que será sempre grato a todos os Portuguezes, no qual O Senhor D. Miguel I., Nosso Prezadissimo Soberano, e Senhor Natural, foi servido conformar-se com a Resolução dos Tres-Estados do Reino, Declarando-se Rei.

Lisboa, Typografia de Bulhões, 1829, 19 páginas.

Repertorio das Ordens do Dia dadas ao Exercito Portuguez – Desde 15 de Março de 1809 até 5 d’Abril de 1830. Dedicado, oferecido e consagrado ao Muito Alto, e Muito Poderoso Rei, O Senhor D. Miguel I, Nosso Senhor. Pelo Major do Real Corpo d'Engenheiros, João Crisostomo do Couto e Melo.

Tipografia de Bulhões, Anno de 1830.

145 x 203 mm, 26 nums.

A BESTA ESFOLADA. N.º 1 – N.º 26, por José Agostinho de Macedo. Lisboa: Na Impressão Regia, 1829.

(Portugal: 29.04.2024 - € 55.57)

Coleção completa com o número extra referido por Inocêncio. Por norma as coleções aparecem com apenas 25 números.

¶ Inocêncio, v. 4, p. 197

155 x 211 mm, 11 pp.

A BESTA ESFOLADA, por José Agostinho de Macedo. (Número inédito, que o seu autor não chegou a concluir) – "PARIO A BESTA".

Lisboa: Na Impressão Régia. Anno 1831. Brochado em folhas soltas.

Curioso e invulgar folheto que se somaria, após a morte do autor, à série de 26 números desta publicação satírica e antiliberal.

Dissertação sobre a Amnistia pertendida a favor dos Portugueses Rebeldes e Traidores ao Rei, e à Pátria, da qual trata hum artigo da Gazeta de Lisboa número 225, de 23 de Setembro de 1831.

Lisboa, Typografia de Bulhões, 1832, 19 páginas.

A Expedição de Dom Pedro ou a Neutralidade em Disfarce, por Guilherme Walton.

Lisboa, Typografia de José Baptista Morando, 1832, 49 páginas.

Mais uma Palavra sobre os negócios de Portugal em relação aos da Europa. Imitado do Francez e ampliado em vulgar.

Lisboa: Nova Impressão Silviana, 1832, 20 páginas.

Traducção de hum artigo inserido no Periódico de Philadelphia intitulado Banner of the Constitution (Bandeira da Constituição).

Lisboa, Impressão Régia, 1832, 29 páginas.

Graças à Virgem Sanctissima, Patrocinadora do Nosso Soberano, o Muito Alto, e Poderoso Rei, o Senhor D. Miguel I, pelos grandes favores que Sua Magestade tem recebido, e toda a Nação Portugueza, e pela conservação de tão distincto Senhor.

Lisboa. Impressão Régia, 1833, 23 páginas.

---  As Guerras Liberais  ---

( Contrarrevolução do Porto, de 16 de maio de 1828 )

Collecção de Listas, que contem os nomes das pessoas, que ficarão pronunciadas nas devassas, e sumários, a que mandou proceder o Governo Usurpador depois da heroica contra-revolução, que arrebentou na mui nobre, e leal Cidade do Porto em 16 de Maio de 1828, nas quais se faz menção do destino, que a Alçada, creada pelo mesmo Governo para as julgar, deu a cada uma dellas. Oferecida, e dedicada S. M. I. o Grande, e Immortal Duque de Bragança, Regente em nome de S. M. F. a Senhora D. Maria II, Rainha Reinante de Portugal, Algarves, e seus Domínios, pelo Bacharel, Pedro da Fonseca Serrão Veloso.

Porto: Typografia de Viúva Alvares Ribeiro & Filho, 1833, 235 páginas. Bem encadernado.

Precioso e raro livro, impresso no Porto quando a cidade estava cercada pelos miguelistas, com as centenas de pessoas que foram alvo de processos pela sua atividade em favor do liberalismo. Com os nomes, profissão, naturalidade, biografias prisionais. 

( Publicações liberais )

144 x 198 mm, 10,14,20,712 pp.

Ensaios Políticos de Macedo, ou Collecção do Velho Liberal do Douro, precedida de dois Discursos sobre a Influência da Religião na Política, e nos Costumes, por Inácio José de Macedo. Lisboa: Na Imprensa da Rua dos Fanqueiros, 1826-1828.

(Portugal: 29.04.2024 - € 68.87)

Encadernação inteira de pele da época; ligeiramente aparado; boas margens.

O autor nasceu no Porto, em 1774, partindo para o Brasil com oito anos de idade, só regressando a Portugal em 1823 depois da proclamação da independência na Bahia. Defensor dos ideais liberais escreveu o periódico O Velho Liberal do Douro em duas séries, a primeira aqui incluída contém 51 dos 54 números publicados, e foi antecedida por dois folhetos e um prólogo.

¶ Inocêncio, v. 3, p. 209

Questão Portugueza traduzida de um Jornal Inglez por um verdadeiro Patriota.

Lisboa, Typografia de Desidério Marques Leão, 1827, 81 páginas.

Diálogo das Disputas e dissensões que tiverão os Fidalgos Rebeldes em Londres, e da sua malograda viajem ao Porto, e a sua infeliz arribada à Corunha. Circular do Marquez de Palmella a todos os Portuguezes refugiados em Londres

Lisboa, 1828. Impressão de A. L. de Oliveira, 8 páginas.

( Publicações da emigração liberal  1828-1833 )

Breve Exame do Assento feito pelos denominados Estados do Reyno de Portugal, congregados em Lisboa aos 23 de Junho do anno de 1828, pelo Dr. Joaquim A. de Magalhães.

Londres (Holborn), R. Greenlaw, 1828, 45 páginas.

Carta do Ex-Redactor da Tezoira ao seu Amigo A. J. F.

Paris, A. Froust, 1829, 23 páginas.

Dezembarque do Conde de Saldanha, na Ilha Terceira, impedido pela Marinha Ingleza. O autor é Rodrigo Pinto Pizarro.

Brest, Imprimerie de Rozais, 1829, 42 páginas. O autor é Rodrigo Pinto Pizarro.

Report of the Portuguese School, in Plymouth.

Plymouth, Nettleton printer, 1829, 4 páginas.

Procès entre la Liberté et le Despotisme, plaidé au Tribunal de la Raison, par Joaquim Jozé Vidigal Salgado, émigré portugais.

Bruxelles, C. J. de Mat, Imprimeur-Libraire, 1830, 24 páginas.

Exposição Apologetica dos Portugueses emigrados na Bélgica, que recusaram prestar o Juramento delles exigido no dia 26 de Agosto de 1830.

Bruges, Imprensa de C. De Moor, 1830, 55 páginas.

Da autoria de António Luís Seabra – futuro visconde de Seabra, autor do Código Civil. Estes emigrados recusaram prestar juramento ao governo da Regência na Terceira, com argumentos políticos e jurídicos. 

Cópia manifestando igual disposição, por José Ferreira Borges. (muito rara)

Londres, C. S. Bingham, 1830, 4 páginas.

Algumas palavras em resposta ao que certas pessoas têm ditto e avançado à cerca do Governo Portuguez, com algumas observaçoes tanto a respeito do estado actual de Portugal e da Europa como da extravagante e inexperada conducta do Governo Inglês para com Portugal.

Londres: Typografia de G. Schulze, 13, Poland Street. 1831, 80 páginas. Encadernação inteira, da época, em chagrin. 

O autor anónimo é Heliodoro Jacinto de Araújo Carneiro, crítico do duque de Palmela que é duramente atacado nos seus escritos. 1ª edição não referida por Inocêncio, que só cita a 2ª edição, em 1832, no mesmo local e editor.

Manifesto dos Direitos de Sua Majestade Fidelíssima, a Senhora Dona Maria Segunda; e Exposição da Questão Portugueza. 

Rennes: Impresso por J. M. Vatar, 1831, 333 páginas. Excelente exemplar, por aparar, conservando as capas e brochura. Muito boa encadernação.

Obra capital com a argumentação dos liberais que apoiavam os direitos de D. Maria II ao trono, contra D. Miguel. Publicada anónima, foram seus autores José António Guerreiro, que se encarregou da parte legal e o marquês de Palmela, com a parte histórica. Esta é, talvez, a edição mais rara, mais do que a 1ª, que é de 1829, em Londres.

A Carta e as Cortes de 1826: Dissertaçam critico-politica, na qual esta Assembleia é julgada em presença da Constituiçam.. e se demnstra a maneira d'evitar para o futuro que os representantes da Naçam faltem a seus deveres, ou atraiçoem novamente a Pátria. Offerecida aos membros das Assembleias Eleitorais, por José Pinto Rebello.

Bayonna, Typographia de Lamaignere, 1832, 55 páginas.

Investigaçoens Politicas de Mr. D’Albemireau, postas em vulgar com várias ampliaçoens pelo autor. O autor é Abreu e Lima, que utiliza no título o seu anagrama. Publicação rara.

Londres, Impresso por L. Thompson, 1832, 59 páginas.

Da formação de hum Ministerio Constitucional, e da natureza e extensão do direito de mandar e da obrigação de obedecer: precedido de hua introducção historico-politica sobre Portugal, por Custódio Rebelo de Carvalho. Foi presidente do Parlamento. Inocêncio considera que esta publicação é muito rara.

Londres: Impresso por Richard Taylor, 1832, 40 páginas.

O Innominado para escapar aos Chocalheiros, opúsculo destinado a completar as assinaturas do Portuguez Constitucional em Londres.

Londres, Impresso por R. Greenlaw, 1832, 33 páginas.

Raríssima publicação anónima, cujo autor foi Paulo Midosi, responsável pela edição de O Constitucional Português, em Londres. Este periódico foi publicado naquela cidade por emigrados liberais portugueses em 1832 (13 números).

Obrigado a suspender a publicação por pressão das autoridades, Paulo Misodi publicou O Inominado para completar a assinatura do jornal e para explicar o processo que levou ao seu fim. Naturalmente da maior raridade e importante para a história da emigração liberal em Inglaterra. 

Reflexoens de hum Constitucional. (posterior à entrada de D. Pedro nos Açores, em 1832)

Paris, Impressão de Louis Colas, s/ data, 8 páginas. 

Das eleições em Inglaterra segundo o novo Acto da Reforma, comparadas com as eleições feitas em Portugal segundo a Lei de 1826, e accompanhadas de alguas observações sobre o Poder Eleitoral e modo de o exercer nos dous paizes, por Custódio Rebello de Carvalho.

Londres, Impresso por Richard Taylor, 1833, 11 páginas.

Os Portuguezes e os Factos, exposição historico-chronologica dedicada aos corações justos, e generosos, por hum Portuguez.

Londres, L. Thompson, 1833, 250 páginas. Bem encadernado. 

O autor anónimo é João Damásio Roussado Gorjão. Liberal e maçon, foi demitido por D. Miguel em 1829. Viveu exilado em Inglaterra. 

Muito rara publicação. Com ex-Libris da biblioteca de Sttau Monteiro.

( Outras publicações  1830-1835 )

196 x 315 mm, 4 pp.

CHRONICA DA TERCEIRA - Nº 1 - 17 de Abril de 1830. Edição comemorativa do 175º aniversário. Direção Regional da Cultura, 2005.

Collecção de Decretos e Regulamentos - Regência do Reino estabelecida na Ilha Terceira:

Primeira série - Collecção de Decretos e Regulamentos Publicados durante o Governo da Regência do Reino estabelecida na Ilha Terceira. De 2 de Junho de 1830 a 27 de Fevereiro de 1832 (112 páginas);

Segunda série - Colecção de Decretos e Regulamentos mandados publicar por Sua Majestade Imperial o Regente do Reino desde que assumiu a Regência até à sua entrada em Lisboa (I-VIII, 276 páginas);

Terceira Série - Colecção de Decretos e Regulamentos mandados publicar por Sua Majestade Imperial o Regente do Reino desde a sua Entrada em Lisboa até à Instalação das Câmaras Legislativas (III-XXIII, 367 páginas);

Appendice à Terceira Série (82 páginas);

Collecção de Legislação, publicada em 1834, depois da abertura das Cortes Geraes e Extraordinárias da Nação Portuguez em 15 de Agosto (27 páginas);

Collecção de Legislação, promulgada em 1835 - 1º caderno (57 páginas);

Collecção de Legislação, promulgada em 1835 - 2º semestre de 1835 (55 páginas);

Diversos documentos de Rodrigo da Fonseca Magalhães e outros (1835) (47 páginas).

Lisboa: Na Imprensa Nacional, 1834-1835.

Valioso conjunto da maior importância para a História do Liberalismo em Portugal.

CHRONICA CONSTITUCIONAL DO PORTO – Anno de 1832 – Nº 1, de 11 de Julho. (Cópia digitalizada das páginas 1 a 4)

Notícia oficial da chegada da Esquadra de D. Pedro, Duque de Bragança, e desembarque na praia do Mindelo do Exército Libertador, e da entrada daquele Senhor na cidade do Porto.

História do Cerco do Porto, precedida de uma extensa notícia sobre as differentes phases politicas da Monarchia desde os mais antigos tempos até ao anno de 1820, e deste mesmo anno até ao começo do sobredito cerco, por Simão José da Luz Soriano.

Lisboa: Imprensa Nacional, 1846-1849, 2 volumes com IV-583-I e IV-XVI-615-I páginas. Encadernações da época.

1ª edição, a mais rara, desta obra, que apresenta ainda no 2º volume uma folha desdobrável com a carta topográfica das Linhas do Porto.

Segunda Série de Notas, Accrescentamentos, Substituições, e Emendas feitas ao 1º Volume da História do Cerco do Porto, por Simão José da Luz Soriano.

Pequena brochura (por abrir, 56 páginas) com algumas notas e emendas aos textos do primeiro volume da História do Cerco do Porto. Raro.

GAZETA DE LISBOA - CHRONICA CONSTITUCIONAL DE LISBOA – Volume que documenta a tomada de Lisboa pelos liberais, em 24 de agosto de 1833. 

Compreende os últimos números da Gazeta de Lisboa miguelista (nº 153, de 1 de julho, a nº 173, de 24 de julho de 1833, seguindo-se a Crónica Constitucional de Lisboa, nº 1, de 25 de julho, ao nº 135, de 31 de dezembro de 1833). Encadernação da época. 

Do maior interesse histórico sobre a mudança política em Lisboa.

210 x 310 mm, 2 pp. impressas, apenas o rosto e segunda página desta edição

CHRONICA CONSTITUCIONAL DE LISBOA - Anno 1833 - Nº 29, de 28 de Agosto. 

Entre os assuntos de interesse são de realçar: 

O Decreto de D. Pedro, Duque de Bragança, outorgando a Grã-Cruz da Torre e Espada ao Conde de Saldanha;

Nomeação, pelo mesmo Senhor, da Marquesa de Ficalho como Camareira Mór da Senhora D. Maria II;

Definição do uniforme das damas e criadas ao serviço da mesma Senhora.

262 x 395 mm, 4 pp.

CHRONICA CONSTITUCIONAL DE LISBOA - Anno 1834 - Nº 47, de 24 de Fevereiro.

Refere no usual comentário à vida na corte, a doença «De Sua Magestade Imperial O Duque de Bragança» - Que viria a morrer 7 meses depois.

Importante neste jornal o relatório sobre a batalha de Almoster, de 18 de Fevereiro.  Relatório extenso e detalhado do Conde de Saldanha - Na quarta e última folha publica-se um importante mapa do «Exército Libertador em Operações» com os mortos, feridos e extraviados nessa batalha. Assinado pelo Marquês de Tancos.

Reflexões de hum Letrado sobre o Protesto de Nove Pares do Reino.

Lisboa, 1833. Imprensa Nacional, 7 páginas.

Fiel Exposição dos Sacrifícios, Padecimentos, Segredo e Prizões de Pedro Nolasco da Silva Nogueira, tolerados com innabalavel prezença de espirito, nos calamitozos tempos do Governo da Usurpação.

Lisboa: Typographia de Desidério Marques Leão, 1834, 88 páginas, brochado. 

Raríssimo livro de um dos implicados na falhada revolta do regimento de Infantaria nº 4, em 5 de Setembro de 1830. Preso nesse dia, deu entrada no Forte de S. Julião da Barra, em 25 de maio de 1831. Foi condenado a degredo perpétuo e confisco dos bens, foi libertado com a entrada dos liberais em Lisboa, em 24 de Julho de 1833. Tomou depois parte na defesa de Lisboa contra os ataques miguelistas. São muito raros os depoimentos de memórias sobre as guerras liberais.

Os Inimigos do ministério debellados ou a Carta de D. Francisco d’Almeida e algumas observações a ella. Lisboa na Imprensa Nacional, 1834.

Sketches in Portugal, during The Civil War of 1834. Por James Edward Alexander.

K.L.S. London, 1835.

---  Memórias sobre a Sucessão da Coroa de Portugal  ---

Memória sobre a Sucessão da Coroa de Portugal no caso de não haver descendentes de S. M. F. a Rainha D. Maria 2ª (Escripta em 20 de Maio de 1835).

Lisboa: Typografia de Eugénio Augusto, 1836, 20 páginas.

Importante peça, nas duas edições publicadas, sobre a questão da sucessão de D. Maria II. Tendo casado por procuração com o príncipe Augusto de Beauharnais em 1 de Dezembro de 1834, e em pessoa em Lisboa em 26 de janeiro de 1835, este viria a morrer, em 28 de Março de 1835, de difteria. Casou de novo em Coburgo por procuração em 1 de Janeiro de 1836 e, em Lisboa, em pessoa, em 9 de Abril de 1836, com Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, que passou a Rei Consorte, como Fernando II, em 16 de setembro de 1837, após o nascimento de um filho varão. Este texto foi escrito após a morte de D. Augusto e antes do segundo casamento da rainha.

Memória sobre a Soccessão da Coroa de Portugal, no caso de não haver descendentes de Sua Magestade Fidelissima a Rainha D. Maria II. 

S.l. (Paris?), Typographa de Firmin Didot, s.d., 36 páginas.

---  A Revolução Setembrista (1836)  ---

 223 x 280 mm, 4 pp.

O ARTILHEIRO – Anno 1836 – Nº 219, de 6 de Outubro. 

Raro jornal Setembrista, editado no Porto. Número que inclui um edital sobre os 3 Batalhões da Guarda Nacional do Porto, e referência à Carta 9ª, do Literato José Agostinho de Macedo, ao seu amigo Lopes, impressa em 3 de agosto de 1827, na Imprensa Régia.

---  Revolta da Maria da Fonte e Guerra da Patuleia (1846-1847)  ---

Memorandum de Chaves relativo aos acontecimentos do mez de Maio de 1846, por Ignácio Pizarro de M. Sarmento.

Porto, Typographia Commercial, 1846, 80 páginas. 

Raríssima obra sobre a Revolta da Maria da Fonte (Chaves). Conserva as capas de brochura. Considerada como uma das fontes coevas mais importantes sobre a revolta contra Costa Cabral, chamada da Maria da Fonte publicada no ano dessa mesma revolta. O autor Inácio Pizarro de Morais Sarmento, natural de Bóbeda, Chaves, foi escritor e poeta, deputado às Cortes por Bragança. Pertenceu à Sociedade Patriótica Lisbonense e à Maçonaria.

Documentos Históricos. Relativos aos últimos acontecimentos políticos de Portugal. Que não veem mencionados no Livro Azul.

Lisboa, Typographia de Borges, 1848, 338 páginas. Encadernação da época.

Importante para a História da Guerra da Patuleia.

Os Dous Dias d'Outubro ou a História da Prerrogativa, por D. João d'Azevedo.

Porto, Typographia Commercial, 1848, 142 páginas.

O Nove de Outubro, ou Breves Considerações sobre a última Guerra Civil. Por um Liberal.

Porto, Typographia da Revista, 1849, 196 páginas. Encadernação da época.

Cartas Transtaganas ou Traços de História desde 1846.

Lisboa, Typographia da Empreza do Estandarte, 1850, 177 páginas. Brochado. 

O autor é António Oliva Sousa Sequeira.

---  Publicações posteriores à deposição de D. Miguel  ---

Proclama ai Portoghesi di S. M. Fidelissima D. Michele I. Re di Portogallo.

Proclamação de D. Miguel aos Portugueses, datada de Roma, 2 de novembro de 1837, quando se encontrava no exílio após a sua deposição. Escrita em português e italiano.

Impressa em Modena. Da maior raridade.

O PORTUGAL VELHO – Periódico Político e d’Instrução.

Jornal miguelista após a deposição de D. Miguel. Começou a ser publicado em 1838, tendo como redator principal Albino de Abranches Freire e Figueiredo.

Importante conjunto seguido deste raríssimo jornal legitimista – nº 127, de 21 de setembro de 1839 a nº 241, de 30 de junho de 1840. Dois volumes, encadernações da época.

Synchronismos do Reinado de Maria Segunda. Por um perseguido.

Lisboa: 1848, 72 páginas.

Sem a indicação da tipografia onde foi impresso, certamente por razões de segurança. O autor foi Joaquim António Nogueira. Muito crítico em relação a Costa Cabral e à Rainha. Raro.

Emprestimo feito ao Governo de D. Miguel I em 1833.

Lisboa, Typographia Progressista de P. A Borges, 1876, 38 páginas. Brochado.

D. Miguel. A sua Realeza e o seu Empréstimo Outrequin & Jauge. Estudo crítico, histórico e jurídico por um deputado da nação portuguesa. O autor é Tomás Ribeiro.

Lisboa, Typographia Universal, 1880, 311 páginas, encadernação da época.

A Questão das Joias (Impropriamente chamadas) de D. Miguel. Por D. José de Souza Coutinho.

Lisboa, Imprensa Lucas, 1908, 106 páginas. Bem encadernado.

--- Í n d i c e ---

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