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Manuscritos & Outros Papéis

---  D. João VI  (1816-1826)  ---

( Atualizado em: 06/09/2023 )

  • Regresso a Portugal do Marechal General Marquez de Campo Maior. Ordem do Dia - 21 de setembro de 1816

  • A Revolta da Martinhada, 11 de novembro de 1820

  • Relação das Fortalezas e Trem [do Funchal] - 14 de março de 1822

  • Cartazete com a Proclamação/Carta do Infante D. Miguel a seu pai, o Rei D. João VI - 30 de abril de 1824

  • Fecho do episódio da Abrilada - Gazeta de Lisboa, 12 de maio de 1824

  • Decreto d' El-Rei D. João VI, 15 de maio de 1824

  • Ordem d' El-Rei D. João VI, 18 de maio de 1824

  • Alvará regulamentando as 3 Ordens Militares - de Cristo, Santiago de Espada e São Bento de Avis - D. João VI - Imperador e Rei

  • Aviso ao Exército emitido pelo Governo dos Reinos, participando a morte do Imperador e Rei D. João VI, em 10 de março de 1826 

  • História dos Inventários de El-Rei D. João VI e D. Carlota Joaquina de Bourbon, por D. José de Souza Coutinho

Quartel General do Pateo do Saldanha 21 de setembro de 1816. Ordem do Dia. «Sua Excelência o Senhor Marechal General Marquez de Campo Maior tem a honra, e satisfacção de communicar ao Exército a sua volta a Portugal para retomar o Commando do mesmo Exército.»

William Carr Beresford, feito Marquês de Campo Maior (17 de dezembro de 1812) e promovido a Marechal-General anuncia o seu regresso. Esta será uma Ordem do Dia que não será cumprida - A Revolução de 1820 demite das suas funções o novo Marechal-General e nem sequer lhe vai permitir que desembarque em Portugal no seu regresso do Brasil.

215 x 305 mm, 2 pp.

---  Revolta da Martinhada  ---

Golpe político-militar desencadeado a 11 de Novembro de 1820, dia de São Martinho, por uma facção composta de chefias militares, ditos os exaltados, com o apoio de vasta coligação informal de grupos políticos e sociais, contra a governação da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino.

O golpe que resultou de aliança contra-natura entre os militares mais conservadores e os burgueses mais radicais, pretendia o afastamento imediato dos liberais mais moderados, liderados por Manuel Fernandes Tomás, que então dominavam a política portuguesa, e a imediata adopção da Constituição de Cádis.

Carta de Lisboa (14.11.1820) de R. Sealy & Cº, endereçada a Newton, Gordon, Murdoch & Scott, na Madeira, onde foi recebida a 14.12.1820. Carimbo oval 'LISBOA' na face. Selo fixo de 40 réis aplicado na origem. Correio Marítimo.

(Narrando movimentação de tropas e artilharia em Lisboa, e especulando sobre o regresso do Rei.) 

 Lisbon, 14 Nov. 1820

Dear Sirs 

Last saturday morning we heard of a grand vision that was to have been of all the troops in this City - it was Packet day & I was wishing to be on liberty to see northern gentry under arms, those Botafogos as the Town neg.s call them, when a person came in & advised me not be front as the stretch were full of Soldiers, on Horse & foot, & Artillery well charged with grape in the middle of the people to serve the Man & let them be witnesses of what they were to expect in case of resistance a more barefaced thing of carrying a paint or as before this never known but in Paris where so many were (...) down - all this time the great were in consultation in the Inquisition Palace & the enclosed (...) will show what was the result - I am assured the stretch afterwards were filled with only respectable kind of gentry who stand silent & (...) as possible waiting the event of these mighty preparations, where often women & children seeing the Artillery loaded before their faces moved off in different directions not knowing what to make of it, no fearing consequences, & well they might be (...) - however it all ended well & in the afternoon the soldiers retired to their convents - (...) same great apaisonados of 24 Aug. & 12/15 Sept. were (...) of fancy same of them are not quite so delighted as they were on three days. I always thought differently of the business from the first - I have an notion of any thing being carried on the front of the Bayonne - we shall see what is next to be done - had there been any opposition the consequences might have been dreadful - however all is now as quiet as ever & I sincerely hope will remain so - The speculation now is, will is Majesty come into all this & what will be the consequence if he (...) resist altogheter ? I pretend not to judge, but much confusion may ensure - we shall not know before January at sonnest & the first (...) will mail likely be through England.

                                                                   

                                                                                                                           Believe me to be Yrs. (...)

Relação das peças montadas nas fortalezas, fortes e baterias que defendem a marinha da cidade [do Funchal], incluindo a fortaleza do Pico, em 14 de Março de 1822. Assinado por Alexandre Florentino Martins Pestana (?), Inspector. 

200 x 317 mm, 1pp. 

Forte do Pico  (Funchal, 02.04.1901 - circulado p/ Marseille, França)

---  Abrilada  ---

Revolta político-militar, de caráter absolutista, que teve lugar em Abril de 1824. Sucedeu a Vilafrancada (1823) e prenunciou a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834). Foi encabeçada pelo Infante D. Miguel e colimava o afastamento do rei, da família real e do reino do liberalismo.

No dia 30 de Abril de 1824, o Infante D. Miguel, que havia sido nomeado generalíssimo do Exército Português, fez deter, nos calabouços do Castelo de São Jorge e nos da Torre de Belém, importantes personalidades civis e militares do país. Entre elas destacavam-se as figuras do Intendente-geral da Polícia, barão de Rendufe, o duque de Palmela (então no governo em coligação com o conde de Subserra) e o visconde de Santa Marta. D. Miguel, que contava com o apoio de sua mãe Carlota Joaquina, considerava-os culpados de serem partidários do liberalismo e de conspirarem contra o pai, D. João VI.

Na chamada «Proclamação da Abrilada», proferida nesta ocasião, D. Miguel diz ainda ser sua intenção acabar com o que denominava de "pestilenta cáfila de pedreiros-livres", numa referência à Maçonaria liberal e constitucional.

“ Soldados! se o dia 27 de Maio de 1823 raiou sobremaneira maravilhoso, não será menos o de 30 de Abril de 1824; antes hum e outro irão tomar distincto lugar nas paginas da história Lusitana; naquelle deixei a Capital para derribar huma Facção desorganizadora, salvando o Throno, e o Excelso Rei, a Real Família, e a Nação inteira, dando mais hum exemplo de virtude á Sagrada Religião, que professamos, como verdadeiro sustentaculo da Realeza, e da Justiça; e neste farei triumfar a grande obra começada, dando-lhe segura estabilidade, esmagando de huma vez a pestilente cáfila dos Pedreiros Livres, que aleivosamente projectava alçar a mortifera fouce para àcabar, e de todo extinguir a Reinante Casa de Bragança.

Soldados! foi para este fim que vos chamei ás armas, plenamente convencido da firmeza do vosso caracter, da vossa lealdade, e do decidido amor pela Causa do Rei.

Soldados! sejais dignos de Mim, que o Infante D. Miguel, Vosso Commandante em Chefe, o será de vós. Viva ElRrei Nosso Senhor, Viva a Religião Catholica Romana, Viva a Rainha Fidelíssima, Viva a Real Família, Viva o Briozo Exercito Portuguez, Viva a Nação, Morram os malvados Pedreiros Livres.

Palacio da Bemposta 30 de Abril de 1824.

Infante C. em C. ”

Enviou, então, diversos corpos militares ao antigo Palácio dos Estaus (onde se situa hoje o Teatro Nacional D. Maria II), no Rossio, em Lisboa, aí instalando o seu quartel-general. Deu ordens ainda para que se impusesse cerco ao Palácio da Bemposta, onde estava o rei, acompanhado do seu conselheiro inglês, o general William Carr Beresford.

Para a resolução deste conflito foi determinante o apoio do corpo diplomático em Portugal, nomeadamente a ação do embaixador francês Hyde de Neuville. Numa tentativa de apaziguamento, aquele diplomata conseguiu entrar no palácio e convencer o rei a chamar o filho. Alcançou-se, desse modo, um acordo que fez regressar as tropas aos quartéis, mas que mantinha os detidos encerrados, com excepção de Palmela, que se refugiou num navio inglês, prosseguindo assim a situação de instabilidade política e militar.

Em Maio, os diplomatas ajudaram D. João VI a refugiar-se no navio britânico "HMS Windsor Castle", de onde tomou uma série de medidas: demitiu D. Miguel do seu cargo no Exército, ordenou a libertação dos presos políticos e a captura dos apoiantes do filho, que foi intimado a vir a bordo. Assim retido, D. Miguel foi obrigado a embarcar com destino à França na fragata Pérola, pondo-se fim à sublevação dos miguelistas. O infante foi dali deportado para Viena, e Dona Carlota Joaquina foi internada no Palácio de Queluz.

In Wikipédia

Cartazete com a Proclamação/Carta do Infante D. Miguel a seu pai, o Rei D. João VI. Emitida no Palácio da Bemposta, a 30 de abril de 1824.

Documento curioso, onde extensamente se acusa a Maçonaria e as Associações Maçónicas do movimento que ficaria para a História como «Abrilada».

Este tipo de cartazete, produzido na Impressão Régia, destinava-se a ser rapidamente divulgado entre a população e/ou colado em lojas e lugares públicos. O seu caráter efémero torna raros os exemplares sobreviventes.

213 x 304 mm, 1pp.

2º SUPPLEMENTO ao NUMERO 112 DA GAZETA DE LISBOA, Quarta Feira 12 de maio de 1824.

Fecho do episódio da Abrilada: Reproduz a carta de D. Miguel que pede «Licença para viajar por algum tempo pela Europa» e a resposta do Rei D. João VI em que se «Obriga a esquecer os vossos (de D. Miguel) involuntários erros» e concedendo «A licença que me pedis para viajar por algum tempo na Europa». Ambas as cartas escritas a bordo do navio inglês “Windsor Castle”. Assim parte D. Miguel para o seu primeiro exílio.

221 x 310 mm, 1pp. 

Nº 53. Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, em 15 de maio de 1824. El-Rei D. João VI - «Tendo em Consideraçaõ aos poucos annos, e falta de experiencia dos negocios publicos do Infante D. Miguel, Meu muito Amado e Prezado Filho, que o tem levado a obrar em sentido contrário do que lhe cumpria, arrastado pelos conselhos de homens ambiciosos e turbulentos, e sinistras inspirações ...», reforça o perdão já dado.

153 x 215 mm, 1 pp.

Nº 54. Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra, em 18 de maio de 1824. El-Rei D. João VI - «... Ordena que sejaõ consideradas nullas todas as ordens, que desde o dia em que rebentou a rebellião de 30 de Abril próximo passado até ao dia 9 do corrente mez de Maio, que este Paiz foi governado anarquicamente, forão expedidas pelo intruso Chefe do Estado Maior General, o Tenente General Manoel de Brito Mozinho; ...».

150 x 215 mm, 1 pp.

Alvará de D. João VI – Imperador e Rei, datado do Palácio de Mafra, em 10 de dezembro de 1825, regulamentando as três Ordens Militares – de Cristo, Santiago de Espada e São Bento de Avis. 

208 x 315 mm - 4 pp. 

---  Dª Isabel Maria, de Bragança - Infanta Regente  -  Nomeada por D. João VI, a 6 de março de 1826  ---  

  • 1º Aviso ao Exército, publicado pela Secretaria d’ Estado dos Negócios da Guerra, em 11 de março de 1826 – Participa a morte a 10 de março do Imperador e Rei D. João VI – Ordem emitida pelo Governo dos Reinos, presidido pela Infanta D. Isabel Maria. 

  • 2º Licenças concedidas por motivo de moléstia.

155 x 215 mm, 1pp.

---  Outros documentos relacionados  ---

História dos Inventários de El-Rei D. João VI e D. Carlota Joaquina de Bourbon, ou a Moralidade Governativa em Portugal, em duas partes, por D. José de Souza Coutinho (Bisneto dos Reais Inventariados - 1905.

Folheto publicitário de muito grandes dimensões - Raro.

350 x 482 mm, 1pp.

--- Í n d i c e ---

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