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Manuscritos & Outros Papéis

---  D. João V  (1706-1750)  ---

 ( Atualizado em:  09/04/2023 )

    • Execução a bem da Fazenda Real - Novas Minas do Cuiabá, Mato Grosso, Brasil

    • Carta de D. João V, de 2 de março de 1720, de nomeação do Provedor dos Resíduos da cidade de Lisboa

    • Carta de D. João V, de 1 de Junho de 1743,  ao Rei das Duas Sicílias

Manuscrito do séc. XVIII, sobre execução a bem da Real Fazenda pela Repartição do Concelho Ultramarino, requerida contra Agostinho Pinheiro, rematante dos Direitos Reais das Novas Minas do Cuiabá (Mato Grosso, Brasil), e seus sócios.

222 x 305 mm, 1pp.

A história de Cuiabá teve início na época colonial, no séc. XVII, com as expedições de bandeirantes na procura de índios e minas de ouro. A futura capital mato-grossense atraiu desbravadores como Manoel de Campos Bicudo e o filho António Pires de Campos, e Pascoal Moreira Cabral, que assinaria a Ata de Fundação de Cuiabá.

Entre 1670 e 1673, o bandeirante Manoel Bicudo subiu o rio Cuiabá e passou pelo atual Morro de São Jerônimo, situado em Chapada dos Guimarães, município a 65 quilómetros da capital, motivado por lendas de que existia ouro nessa localidade. Continuou até ao encontro dos Rios Cuiabá e Coxipó, local onde acampou e deu o nome de São Gonçalo.

Nos anos de 1717 e 1718, o filho de Bicudo acampou no mesmo lugar e enfrentou combates contra os índios que habitavam a região. O bandeirante levou alguns indígenas para serem vendidos como escravos em São Paulo e voltou ao território paulista, tendo antes renomeado o local como São Gonçalo Velho.

Informações de Pires de Campos sobre a existência de índios nessa região fizeram, ainda em 1718, com que Pascoal Moreira Cabral também viajasse para as terras mato-grossenses. A expedição com pouco mais de 50 pessoas, além de índios e negros que eram escravos, chegou à região do Rio Coxipó. Tendo-se separado os integrantes dessa expedição, enquanto alguns entravam em confronto com índios da região, outro grupo acabou encontrando ouro nas margens do Coxipó.

A bandeira de Pascoal uniu-se à de Fernando Dias Falcão, tendo o objetivo da missão sido alterado de procurar índios para minerar ouro. Pascoal e os bandeirantes lavraram então a Ata de Fundação de Cuiabá, em 8 de abril de 1719.

O primeiro povoamento recebeu o nome de Arraial de Nossa Senhora da Penha de França, popularmente conhecido como Arraial da Forquilha. A região mudou de nome para Arraial do Senhor Bom Jesus de Cuiabá até ser elevada à categoria de cidade, em 17 de setembro de 1818.

Carta régia de D. João V, de nomeação de Mateus Afonso Soares, no cargo de Provedor dos Resíduos da cidade de Lisboa, por três anos. Assinada e datada de Lisboa Ocidental, 2 de março de 1720. Tombada no Registo Geral das Mercês de D. João V, lv. 11, fl. 245 (ANTT). Falta selo de lacre.

Dimensões:  400 x 280 mm, 2pp.

Carta assinada pelo Rei D. João V, de Portugal, Lisboa,  1 de Junho de 1743. Endereçada ao Príncipe Dom Carlos (D. Carlos VII, Rei das Duas Sicílias, e de Jerusalém). De parabéns pelo nascimento da Princesa Maria Isabel (1743-1749), filha de D. Carlos e de Dª. Maria Amália de Saxe

Ao Mto. Alto, e Mto. Poderozo Principe Dom Carlos Rey das duas Sezilias, e de Jeruzalem meu bom Irmão. 

Muito Alto, e muito Poderozo Princepe meu bom Irmão. Eu Dom João por graça de Deus Rey de Portugal, e dos Algarves da quem, e dalem mar em Africa Senhor de Guiné e da Conquista, Navegação Commercio de Ethiopia Arabia, Persia, e da Índia que &, invio muito saudar a V. Mag.de como aquelle 'q. muito amo, e prezo. A noticia que V. Mag.de me participa do nascimento de húa nova Princeza, pelo feliz parto da Serenissima Raynha sua Espoza, me tem sido de summo contentamento, vendo multiplicada a successão na sua Real Caza. Deste sucesso dou os parabens a V. Mag.de com o mais sincero, e vivo affecto, e com hú ardente dezejo de que se repitão a V. Mag.de muitas occasiões de gosto, em que tomarei sempre aquella parte, que pede a nossa reciproca amizade, e que he mui conforme à muita estimação que faço da sua Real pessoa, e à dispozição com que sempre estou de comprazer a V. Mag.de em tudo o que for do seu agrado. Muito Alto, e muito Poderozo Princepe meu bom Irmão. Nosso Senhor conserve a V. Mag.de e a seu Real Estado em sua santa guarda. Escripta em Lisboa ao primeiro de Junho de 1743

                                                                                                            

                                                                                                        Bom Irmão de V. Mg.de

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