--- GUERRA PENINSULAR ---
( Atualizado em: 27/03/2023 )
Príncipe Regente D. João - Proclamação aos Fiéis Vassalos e Habitantes do Brasil, 2 de outubro de 1807
General em Chefe Junot - Editais de 1807 e 1808
Marquês del Socorro - Ordem Geral ao Exército da Extremadura, 1807
Convençaõ de Sintra 1808 - Versão coeva
Tenente General Sir Hugh Dalrymple - Proclamação de 1808
João António Salter de Mendonça - Governador do Reino - Proclamação de 1810
Ordem da Intendência Geral de Polícia da Cidade de Lisboa, 1810
Sir Charles Stuart — Marquês de Angra
D. Miguel Pereira Forjaz - 9º Conde da Feira
Sir Warren Marmaduke Peacocke - Comandante da Guarnição de Lisboa
Sir Arthur Colley Wellesley - Duke de Wellington
Elogio ao Excelentíssimo Duque da Victoria
Marechal Soult - Duque da Dalmácia
Dom Francisco da Soledade - Cónego Regular de Santo Agostinho - Deportado da 'Amazona'
Proclamação feita por Sua Alteza Real o Príncipe Regente Nosso Senhor, ao tempo que destinava mandar S. A. Real o Príncipe da Beira para o Brasil. Dada no Palácio de Nossa Senhora da Ajuda, em 2 de outubro de 1807.
Cópia manuscrita antiga. Pertenceu ao espólio de um Oficial General do Exército Português (Séc. XIX), investigador e autor de estudos sobre História e História Militar.
156 x 217 mm - 2 pp.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe Junot, no Quartel-General d’ Alcântara, em 17.11.1807, anunciado a entrada de um Exército Francês no território de Portugal (1ª Invasão), para proteger o país dos ingleses.
Ordem geral ao Exército da Extremadura para o dia 1º de Dezembro, em português e espanhol, assinada pelo Marquês del Socorro, no Quartel-General de Badajoz, em 30.11.1807, anunciando uma importante expedição – em apoio ao exército de Junot que invadira Portugal.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe Junot, no Palácio do Quartel General em Lisboa, a 19.12.1807, decretando sobre as condições em que podiam ser vendidas mercadorias de fabrico inglês na posse dos negociantes ou mercadores.
435 x 318 mm, 1 pp.
Ordem de Junot, General em Chefe do Exército Francês em Portugal, sobre a livre circulação dos Trigos, e outros Grãos. Palácio do Quartel General, em 16 de Fevereiro de 1808.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe do Exército Francês, o Duque de Abrantes, no Quartel-General em Lisboa, em 08.04.1808, decretando a criação de um Tribunal Especial.
Edital em francês e português assinado pelo General em Chefe Junot, Duque de Abrantes, no Palácio do Quartel General em Lisboa, a 16 de Abril de 1808, nomeando o Sr. Lagarde, Intendente Geral da Polícia do Reino de Portugal, como Conselheiro de Governo. Publicado no decurso da 1ª Invasão Napoleónica, com a indicação de ser feito na “Impressão Imperial e Real", e timbrado com as armas de Napoleão que um posterior patriota cortou com três grossos traços de tinta negra.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe do Exército de Portugal, o Duque de Abrantes, no Quartel-General em Lisboa, em 27.04.1808, concedendo a oportunidade aos oficiais inferiores e soldados que abandonaram as suas Bandeiras, de regressarem aos seus Corpos.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe do Exército de Portugal, o Duque de Abrantes, no Quartel-General em Lisboa, em 11.06.1808, dando conta da insurreição do General espanhol Belestá, que retirou para a Galiza as tropas de ocupação do Porto, aprisionando o General Quesnel que governava a região, e os franceses aí residentes.
Edital em português e francês assinado pelo General em Chefe do Exército de Portugal, o Duque de Abrantes, no Quartel-General em Lisboa, em 11.06.1808, anunciando terem sido desarmados os Regimentos espanhóis, ainda sob as suas ordens, devido à conduta infame do General Belestá, no Porto, e à insurreição em diversas cidades espanholas.
Edital em português assinado pelo General em Chefe Junot, Duque de Abrantes, no Palácio do Quartel General em Lisboa, a 24 de Junho de 1808, decretando o estabelecimento de uma Junta Administrativa dos Palácios, e Bens anteriormente reservados para o serviço do Príncipe, e da Família Real.
207 x 278 mm, 1 pp.
A Batalha do Vimeiro foi travada no dia 21 de Agosto de 1808, durante a primeira invasão francesa de Portugal, no âmbito da Guerra Peninsular (1807 – 1814). Nesta batalha defrontaram-se as forças anglo-lusas comandadas pelo tenente-general Sir Arthur Wellesley e as forças francesas comandadas pelo general Jean-Andoche Junot. A batalha resultou numa vitória para as forças anglo-lusas e determinou o fim da primeira invasão francesa de Portugal.
Esquema das posições e movimentos das unidades na Batalha do Vimeiro
In Wikipédia -> Batalha do Vimeiro
163 x 219 mm - 11 pp.
Convenção de Sintra 1808 – Versão coeva. Manuscrito da «Convenção Definitiva para a Evacuação de Portugal pelo Exército Francês». Cópia de época ou mesmo posterior do texto da que ficaria conhecida como «Convenção de Sintra». O presente texto difere em muitos detalhes das posteriores versões impressas do acordo. Mas tem o mesmo número de artigos e igualmente os 3 artigos adicionais – sem a ratificação por Junot que acompanha as versões impressas.
Na ratificação de Junot à Convenção, datada de 30 de agosto, que este assina como «Duque de Abrantes».
No presente manuscrito surge um nome «=A S. Delrimpel=» que poderá ter sido o autor da versão original ou da presente versão.
De todas as formas este manuscrito é uma peça muito curiosa e invulgar. Pertenceu ao espólio de um Oficial General do Exército Português (Séc. XIX), investigador e autor de estudos sobre História e História Militar.
Proclamação à Nação Portuguesa, em português e inglês, assinada pelo Tenente General Sir Hugh Dalrymple, Comandante das Forças Britânicas em Portugal, no Quartel-General do Exército Britânico no Sítio das Praias, a 18 de setembro de 1808, chamando a Lisboa os membros da Regência do Reino, para tomarem sobre si a Administração do Governo.
210 x 307 mm, 4 pp.
Proclamação contra a invasão francesa do comando de Massena, exortando os portugueses à resistência. Datada de 1 de junho de 1810, e assinada por João António Salter de Mendonça (1746-1825), membro da Regência do Reino nomeada pelo Príncipe Regente D. João, aquando da passagem da família real ao Brasil, em 1807.
215 x 308 mm - 4 pp.
200 x 293 mm - 1 pp.
Ordem da Intendência Geral de Polícia da Cidade de Lisboa, recuperando legislação de 1641 (!) para proibir que se disparassem armas de fogo à noite que «confundem os signaes estabelecidos entre as tropas britânicas».
Lisboa, 7 de junho de 1810.
(197) Carta de Ledesma, Espanha (10.09.1810), endereçada a M. Bonnel, em Camecourt, Mirecourt, Vosges, França.
Carimbo linear ‘Nº 4 – ARM. DE PORTUGAL’ aplicado na face. Carta particular, provavelmente de militar do exército francês do Marechal André Masséna, que invadiu Portugal pela região Nordeste - 3ª invasão - Guerra Peninsular.
Alvará de D. Miguel Pereira Forjaz – “Providências convenientes ao regular fornecimento dos Transportes para o serviço do Exército Combinado”. Palácio do Governo, em 28 de janeiro de 1811.
Importante e raro impresso oficial com a sentença proferida "Contra os desgraçados portuguezes que acompanhão o exército inimigo", datado de 20 de março de 1811 – Com todos os detalhes de testemunhas e as condenações extremamente cruéis das figuras de mais destaque na «Legião Lusitana» que acompanhou os exércitos de Napoleão em várias frentes – com destaque para Manuel Inácio Martins Pamplona, Fortunato José Barreiros e outros.
Guerra Peninsular - Acordão de perdão aos Marqueses de Valença e de Ponte de Lima, e ao Coronel José de Vasconcellos de Sá, datado de 31 de dezembro de 1811.
--- Sir Charles Stuart - 1º Barão Stuart de Rothesay ---
Sir Charles Stuart (2 de Janeiro de 1779 — 6 de Novembro de 1845), Barão de Rothesay, Conde de Machico e Marquês de Angra, foi um diplomata britânico que desempenhou um papel de grande relevo nas negociações que levaram ao reconhecimento por Portugal da Independência do Brasil. Ingressou no serviço diplomático britânico em 1801, tendo assumido as funções de embaixador britânico e de ministro plenipotenciário em alguns dos mais importantes postos diplomáticos da época, incluindo Paris e São Petersburgo.
Em reconhecimento do seu papel nas negociações entre Portugal e o Brasil, o rei D. João VI de Portugal concedeu-lhe, em 22 de Novembro de 1825, o título de Conde de Machico. Em 1 de Maio de 1826, recebeu no Brasil o título de Marquês de Angra, concedido pela rainha D. Maria II de Portugal. Ambos os títulos foram concedidos em vida, não sendo transmissíveis aos herdeiros. Recebeu ainda o grau de cavaleiro da Ordem da Torre e Espada.
In Wikipédia -> Biografia
Carta autografa datada de 21 de Junho de 1811, de Sir Charles Stuart, dirigida ao Almirante George Berkeley, comandante do esquadrão da Marinha Real Britânica no Tejo. Enviando cópias em português e inglês do Relatório apresentado por D. Miguel Pereira Forjaz (2), Ministro da Guerra e da Marinha da Regência Portuguesa, sobre “a distribuição de barcos no rio Tejo”, e inquirindo até onde essas disposições seriam “consistentes com o serviço público”.
Lisbon, June 21.1811
Sir
I have the Honour to enclose you the Copy of a letter I have received from the Portuguese Minister, respecting the distribution of boats on the river, & I request that, when you shall have considered the contents, you will informe me how far consistently with the public services, the proposed arrangement can take place.
I have the Honour to be Sir
Your very obedient humble servant.
To S.E.
Admiral the H.ble Ge. Berkeley
--- D. Miguel Pereira Forjaz ---
D. Miguel Pereira Forjaz (Lisboa, 1 de Novembro de 1769—6 de Novembro de 1827), 9º Conde da Feira, foi um militar e político português que se distinguiu durante a ocupação francesa de Portugal e as guerras napoleónicas.
Quando a família real saiu para o Brasil em 1807, foi nomeado secretário do governo no impedimento do conde de Sampaio, sendo após a convenção de Sintra, nomeado secretário da regência e encarregado da pasta dos negócios da guerra e estrangeiros. Reorganizou nesse cargo o exército português, adaptando-o ao serviço de campanha do exército britânico, em apoio cada vez mais crítico ao General Beresford.
Por Decreto de 13 de Maio de 1820, recebeu o título de Conde da Feira, e em 1826 foi eleito par do Reino, por ocasião da outorga da Carta Constitucional por D. Pedro IV, de Portugal.
In Wikipédia -> Biografia
(Cópia do Relatório em português)
(Relatório em inglês)
Carta autografa datada de “Lisbon, 31th July 1811”, de Sir Warren Marmaduke Peacocke, Comandante da Guarnição de Lisboa (1809-14), para o Almirante George Berkeley [1753-1818], que tinha o comando na costa de Portugal durante a Guerra Peninsular.
Lisbon, 31 July 1811
Sir. I have the had the honour of receiving your letter of this date with the extract from the Admiralty Instrutions and have the honor to aquaint that I had already directed a proportion of the drafted officers to be attached to the German recruits for the Passage to England.
Warren Peacocke
Carta autografa datada de “Belém, 3 February 1812”, de Dom Miguel Pereira Forjaz, dirigida ao Almirante George Berkeley. Referente ao aprovisionamento de biscoito às embarcações da Coroa.
Carta autografa datada de “Lisbon, 11th Jany 1813”, de Sir Warren Marmaduke Peacocke, Comandante da Guarnição de Lisboa (1809-14), dirigida a Sir Charles Stuart - 1º Barão Stuart de Rothesay, 1779-1845.
" Sir... I have the honour to transmit to your Excellency a list of the British General Officers at present in Lisbon.
I beg also to mention that there are also two Colonels on the staff on duty in this Garrison, whose functions are those of a General Officer, Colonels Brooke and Inglis ... Warren Peacocke"
Elogio ao Excelentíssimo Duque da Victoria General em Chefe dos Exércitos da Gram-Bretanha, Portugal e Hespanha
Lisboa, Na Impressão Regia. Anno 1813. Com licença.
(5) Carta de Londres (26.02.1816), de Thomas Coutts & Cª, banqueiros londrinos, endereçada a Henrique Teixeira Sampayo, comerciante e banqueiro em Lisboa.
Porte de 2sh/6d pago na origem, e de 280 réis no destino. Carimbos circulares London Foreign Branch (F16 - 202) e (F16 - 141) aplicados no verso. Correio Marítimo.
Quantia de 4 mil £ esterlinas a ser lançada na conta do Duke de Wellington.
--- Henrique Teixeira de Sampayo ---
Henrique Teixeira de Sampaio (Angra, 30 de Outubro de 1774 — Lisboa, 27 de Março de 1833), 1.º senhor de Sampaio, 1.º barão de Teixeira e 1.º conde da Póvoa, foi um grande comerciante, rico capitalista e político português que teve uma fortíssima influência, como principal credor do Estado, na condução da política financeira da última fase do reinado de D. João VI de Portugal. Exerceu as funções de Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda entre 1823 e 1825. Foi o maior accionista do Banco de Lisboa, antecessor do actual Banco de Portugal.
In Wikipédia -> Biografia
--- Duque de Wellington ---
Enviado a Portugal em 1808, derrotou as tropas invasoras de Napoleão Bonaparte e, no ano seguinte (1809), expulsou os franceses do país e recebeu o título de visconde. Na aldeia da Freineda, a casa onde habitou enquanto ajudava à defesa da Praça-forte de Almeida, invadida pelos franceses, foi cuidadosamente preservada e constitui-se na melhor testemunha da passagem do Duque de Wellington por Portugal. Obteve o triunfo final na Península Ibérica em Vitória, Espanha, em 1814, o que lhe valeu o título de 1º Duque de Wellington.
Figura de destaque ligada à História de Portugal no domínio político, militar e cultural, ser-lhe-iam atribuídos os títulos de Conde de Vimeiro, Marquês de Torres Vedras e Duque da Vitória.
In Wikipédia -> Biografia
--- Marechal Soult - Duque da Dalmácia ---
Nicolas Jean-de-Dieu Soult (29 de Março de 1769, Tarn — 26 de Novembro de 1851) foi um general e estadista francês, nomeado Marechal do Império em 1804 e muitas vezes chamado de Marechal Soult. Soult foi um dos únicos seis oficiais na história francesa a receber a distinção de Marechal Geral da França. O duque também serviu três vezes como presidente do Conselho de Ministros, ou primeiro-ministro da França.
Soult desempenhou um papel fundamental como comandante de corpo em muitas das campanhas de Napoleão, principalmente em Austerlitz, onde seu corpo fez o ataque decisivo que venceu a batalha. Mais tarde, as intrigas de Soult na Guerra Peninsular enquanto ocupava Portugal valeram-lhe o apelido de "Rei Nicolau", e enquanto era governador militar de Napoleão da Andaluzia, Soult saqueou 1,5 milhão de francos em arte. Um historiador o chamou de "um saqueador de classe mundial". Ele foi derrotado em suas últimas ofensivas na Espanha na Batalha dos Pirenéus (Sorauren) e pelos espanhóis de Freire em San Marcial. Soult acabou sendo perseguido fora da Espanha e em solo francês, onde foi manobrado para fora de várias posições em Nivelle, Nive e Orthez, antes da Batalha de Toulouse.
Soult também foi responsável pela criação da Legião Estrangeira Francesa em 9 de março de 1831.
Gravura inglesa - 163 x 214 mm.
--- Dom Francisco da Soledade ---
Cónego regular de Santo Agostinho, e professor de Filosofia Racional, nas Reais escolas de S. Vicente de Fora, em Lisboa, Oliveira Marques confirma-o como tal, e como pertencendo a loja maçónica não identificada.
Deportado para os Açores em Setembro de 1810, por ofício de 10 de Março de 1811 dirigido ao Coronel de Milícias da ilha de S. Jorge, o Capitão General comunica autorização para que o recluso seja transferido para a ilha de S. Jorge e, daí, para a cidade de Angra juntamente com o padre Portelli que se encontrava na mesma situação.
No requerimento de passaporte, de 11 de Abril de 1815, identifica-se como cónego regrante residente em Angra e informa que “em consequência das Ordens de SAR precisa recolher-se à Cidade de Lisboa na primeira embarcação”
Marques identifica-o com a alcunha de O Chanfana e refere que, após o degredo na Terceira, regressa a Lisboa em 1815 tendo-lhe sido fixada residência em Vieira do Minho onde virá a falecer em 1837 ou 38. Parece corresponder-lhe o pseudónimo “Veritas” com que assina alguns textos.
Mencionado numa “Relação dos Habitantes da Villa de Serpa, que offereceram donativos para o fornecimento do Exercito” enviada pelo Juiz de Fora daquela vila e a que o rei responde por Aviso da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça por ter doado de pessoas a que o rei louvou, em 1832, por doar 5 alqueires de trigo. In Gazeta de Lisboa, n.º 253, de 26 de Outubro de 1832, pág. 1226
MEDALHA COMEMORATIVA DAS BATALHAS TRAVADAS PELO DUQUE DE WELLINGTON
CONTRA NAPOLEÃO BONAPARTE DURANTE A GUERRA PENINSULAR
Emissão de 1812 - Bronze - Diâmetro: 27 mm - Peso: 8.2 gr
A: HISPANIAM ET LVSITANIAM RESTITVIT WELLINGTON
R: VIMIERA Aug.21.1808 - TALAVERA July.28.1809 - ALMEIDA May.5.1811
CIUDAD RODRIGO Jan.19.1812 - BADAJOZ April.2.1812 - SALAMANCA July.22.1812 &c. &c. &c
MEDALHA COMEMORATIVA DOS 200 ANOS DA BATALHA DO BUSSACO
NUMISMÁTICA PORTUGUESA COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO DA GUERRA PENINSULAR
500 RÉIS - 1910
( Lei de 3 de Agosto de 1908 - Emissão: 200,000 ex. - Prata - Diâmetro: 31 mm - Peso: 12.5 gr )
A: EMANVEL II - PORTVG: ET ALGARB: REX *1910*
R: 500 RÉIS - CENTENÁRIO DA GUERRA PENINSULAR 1807 - 1814
1000 RÉIS - 1910
( Lei de 3 de Agosto de 1908 - Emissão: 200,000 ex. - Prata - Diâmetro: 35 mm - Peso: 25.0 gr )
A: EMANVEL II - PORTVG: ET ALGARB: REX *1910*
R: 1000 RÉIS - CENTENÁRIO DA GUERRA PENINSULAR 1807 - 1814
BILHETE POSTAL - MONUMENTO AOS HERÓIS DA GUERRA PENINSULAR (LISBOA)
(G & P 5)
Monumento situado na Praça de Entrecampos, em Lisboa, construído com a finalidade de homenagear os heróis que morreram durante as Invasões Francesas (1807 a 1814).
O projecto para a sua construção foi ganho pelos irmãos Francisco de Oliveira Ferreira (arquitecto) e José Oliveira Ferreira (escultor), em concurso efectuado em 1908.
Foi inaugurado em 8 de Janeiro de 1933 com a presença do Presidente da República, General Carmona, tendo a primeira pedra sido colocada em 15 de Setembro de 1908, e a sua construção terminado em 29 de Novembro de 1932.
In Wikipédia
FILATELIA DE PORTUGAL COMEMORATIVA DOS 200 ANOS DA GUERRA PENINSULAR
Série comemorativa dos 200 anos da Guerra Peninsular (1810-2010)
Bloco comemorativo dos 200 anos da Guerra Peninsular (1810-2010)
Sobrescritos de Primeiro Dia comemorativos dos 200 anos da Guerra Peninsular (1810-2010)