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Manuscritos & Outros Papéis

---  D. Miguel I  (1828-1834)  ---

( Atualizado em: 08/10/2023 )

  • Folheto de reconhecimento do Rei D. Miguel às Cortes Geraes, 15 de julho de 1828

  • Ordem do Dia, de 25 de Agosto de 1828 - Sobre os movimentos militares, localidades, unidades e comandos no ataque às forças liberais e ao cerco do Porto 

  • Ordem do Dia, de 14 de Outubro de 1828 - Sobre organização e legislação dos Corpos de Voluntários Realistas

  • José das Neves Barbosa e José Balbino de Barbosa Araújo - 1º Barão e 1º Visconde de Telheiras

  • Licença emitida por Dom Manuel de Portugal e Castro, Capitão General dos Estados da Índia, 11 de Janeiro de 1830 

  • Ordem do Dia, de 22 de agosto de 1831 - Relato sobre a amotinação do 2º Regimento de Infantaria de Lisboa

  • Ordem do Dia, de 12 de setembro de 1831 - Declara que foram passados pelas armas 18 militares amotinados do 2º Regimento de Infantaria de Lisboa, por Sentença do Conselho de Guerra

  • Ordem do Dia, de 21 de setembro de 1831 - Extingue o 2º Regimento de Infantaria de Lisboa que se havia amotinado, e cria o Novo Regimento de Infantaria de Lisboa

  • Ordem do Dia, de 26 de setembro de 1831 - Declara que foram passados pelas armas 21 militares amotinados do extinto 2º Regimento de Infantaria de Lisboa, por Sentença do Conselho de Guerra

  • O Rei D. Miguel concede uma Bandeira às Companhias de Voluntários Realistas Urbanos - 26 de outubro de 1831

  • Decreto de 7 de fevereiro de 1832 - O Rei D. Miguel concede o perdão aos muitos Militares, que se acham nas Ilhas dos Açores debaixo das bandeiras da rebelião

  • Circular de 5 de  junho de 1832 - O Rei determina que lhe remetida uma relação acompanhada das informações Semestres dos Cadetes, Porta Bandeiras ... 

  • Decreto de 6 de junho de 1832 - O Rei D. Miguel prorroga por dois meses o prazo concedido pelo Decreto de 7 de Fevereiro de 1832

  • Ordem do Dia, de 29 de junho de 1832 - Publica e manda dar conhecimento às Autoridades encarregadas da defesa da Costa Marítima, dos dois Decretos de D. Miguel concedendo perdão aos militares, que se acham nas Ilhas dos Açores unidos aos Chefes revoltosos

  • Aos Soldados de Caçadores nº 5 de El-Rei - Resumo dos factos mais gloriosos da história do seu batalhão

  • Luís António Abreu e Lima - 1º Visconde e 1º Conde da Carreira

  • Ao ver o retrato do Senhor D. Miguel de Bragança - ODE

  • Proclamação de D. Miguel aos Portugueses - Roma, 2 de novembro de 1837

  • Mensagem a  S. M. D. Miguel II dos Legitimistas Portuguezes do Brazil 1913

135 x 191 mm, 1 pp.

Curioso e muito invulgar folheto emitido do Palácio de Nossa Senhora d’Ajuda, em 15 de julho de 1828, com o reconhecimento do Rei D. Miguel pela “pontualidade com que ellas (Cortes Geraes) concorrêraõ, do amor, lealdade e madureza com que procedêraõ”. 

Nº 52. Quartel General no Paço das Necessidades, em 25 de Agosto de 1828 - ORDEM DO DIA. 

Extensa ordem de serviço em que são abordados os movimentos militares, localidades, unidades e comandos no ataque às forças liberais e ao cerco do Porto. Outorga de bandeiras de honra a Caçadores 8 e ao Regimento de Milícias de Aveiro. Referência a Voluntários do Corpo Académico, premiando dois voluntários, etc. Com a chancela do Marquês de Tancos.

150 x 210 mm, 8 pp.

Nº 69. Quartel General no Paço das Necessidades em 14 de Outubro de 1828 - ORDEM DO DIA.

Organização e legislação sobre os Corpos de Voluntários Realistas – Quadros dos Oficiais dos Batalhões de Voluntários Realistas de Moura e de Serpa.

153 x 201 mm, 8 pp.

(120)    Carta de Lisboa (18.10.1828), de M. J. B., endereçada a José das Neves Barbosa, em casa de José Balbino de Barbosa Araújo, Londres, onde foi recebida a 28.10.1828. Carimbo Foreign Post Office 'FPO OC-28-1828' no verso. Transitada via terrestre por França. Porte de 5sh/ pago pelo destinatário.

Carta particular. Falando da esperança que de Inglaterra viesse algum exército com a Srª D. Maria II, que libertasse o país do estado de violência em que se vivia. 

"(...) Pelos dois ultimos Paquetes não tenho recebido carta sua, nos aqui estamos esperançados q/ dahi venha alg.m Exercito com a Sra. D. Mª Segª q/ nos livre do estado violento em que vivemos, se poder influir nisso veja q/ venha q.to mais milhor, e q.to a mim devem contar com hua defeza obstinada e não se inludão q/ ca há medo, porq/ não ha nemhum, antes m.ta inergia e dispozição pª. levar avante o plano adotado, não devem contar com apoyo de ca, porq/ suposto aqui ha m.ta gente Constitucional, todos são como eu de lingua, e ao prº. varulho se metem em caza como eu faço. (...)" 

 

José das Neves Barbosa - Bacharel. Foi Governador Civil dos Distritos de Castelo Branco de 25/07/1835 a 20/10/1835, de Santarém (1835-1836) e de Évora (1841-1842). 

José Balbino de Barbosa Araújo (31/03/1787—26/05/1846) - 1.º Barão e 1.º Visconde de Telheiras, do Conselho de Sua Majestade, Cavaleiro Fidalgo da Casa Real de Sua Majestade e do seu Guarda Roupa, Porteiro da Real Câmara, Comendador das Ordens de Cristo e da Conceição de Carlos III de Espanha e de Ernesto Pio da Saxónia, Oficial da Legião de Honra em França, e da de Leopoldo I na Bélgica, Secretário Geral do Ministério do Reino. 

"Alcançou a disputada distinção de levar à corte do Rio de Janeiro os despachos do conde de Funchal, comunicando a queda de Napoleão e o restabelecimento da paz geral. Ainda no Rio de Janeiro, foi nomeado oficial de secretaria, passando, tempos depois, a secretário da Legação de Londres, onde chegou a desempenhar as funções de Encarregado de Negócios junto do governo inglês."

In Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira

Lisboa / Lutas Liberais - Carta datada de 24.Out.1829, remetida em mão pelo Duque do Cadaval, para o 3.º Duque de Lafões, Brigadeiro Comandante da 2.ª Brigada de Voluntários Realistas.



Licença emitida no Quartel General no Palácio do Governo em Pangim, em 11 de Janeiro de 1830, para o Tenente do Regimento da Guarnição da Fortaleza de Dio João Maria de Magalhães Castello Branco ir a Portugal tratar-se de moléstia.

Documento com assinatura autografa de Dom Manuel de Portugal e Castro (*), Capitão General de Mar e Terra dos Estados da Índia, e selo branco, com obreia.


(*) Manuel Francisco Zacarias de Portugal e Castro (Campo Grande, Olivais, hoje em Lisboa, 5 de novembro de 1787 — Lisboa, 13 de julho de 1854) foi um miguelista, administrador colonial português. Foi Governador-Geral da Capitania de Minas Gerais, Senador de S. Tomé e Timor, Governador da Ilha da Madeira, Condestável do Reino, Governador da Índia e seu último Vice-Rei.

211 X 321 mm, 2 pp.

Nº 50. Quartel General no Paço de Queluz em 22 de agosto de 1831. ORDEM DO DIA.

Relata «...que tendo huma parte do 2º Regimento de Infantaria de Lisboa sido illudida, amotinando-se, poude sahir do Quartel ... e havendo tirado pela força as Bandeiras, e disparado tiros contra a outra parte ... encaminhou-se ao Rocio, aonde foi … atacada e aprisionada pelos outros corpos da guarnição de Lisboa...».

Ordem com assinatura do 4º Marquês de Tancos, Duarte Manuel de Meneses e Noronha (1775-1833), Ajudante de Campo de El-Rei D. Miguel.

152 x 212 mm, 1 pp.

Nº 59. Quartel General no Paço de Queluz em 12 de setembro de 1831. ORDEM DO DIA.

Declara que em execução da Sentença do Conselho de Guerra, criado por Decreto de 24 de Agosto, 18 militares do 2º Regimento de Infantaria de Lisboa condenados «...forão passados pelas armas, no Campo de Ourique, no dia 10 do corrente depois das nove da manhã...», e lista os seus nomes e postos.

Ordem com a assinatura do 4º Marquês de Tancos, Duarte Manuel de Meneses e Noronha (1775-1833), Ajudante de Campo de El-Rei D. Miguel.

152 x 208 mm, 3 pp.

Nº 62. Quartel General no Paço de Queluz em 21 de setembro de 1831. ORDEM DO DIA.

Decreto que extingue o 2º Regimento de Infantaria de Lisboa que se havia amotinado e cria o Novo Regimento de Infantaria de Lisboa, indicando as novas cores do seu uniforme.

Ordem com a assinatura do 4º Marquês de Tancos, Duarte Manuel de Meneses e Noronha (1775-1833), Ajudante de Campo de El-Rei D. Miguel.

153 x 210 mm, 2 pp.

Nº 63. Quartel General no Paço de Queluz em 26 de setembro de 1831. ORDEM DO DIA.

Declara que em execução da sentença do Conselho de Guerra, criado por Decreto de 24 de agosto, 21 militares amotinados do extinto 2º Regimento de Infantaria de Lisboa condenados «... forão passados pelas armas, no Campo de Ourique, no dia 24 do corrente depois das nove da manhã...», e lista os seus nomes e postos.

Ordem com a assinatura do 4º Marquês de Tancos, Duarte Manuel de Meneses e Noronha (1775-1833), Ajudante de Campo de El-Rei D. Miguel.

152 x 208 mm, 3 pp.

213 x 305 mm, 1 pp.

Nº 12. O Rei D. Miguel concede uma Bandeira às Companhias de Voluntários Realistas Urbanos. Palácio de Queluz em 26 de Outubro de 1831.

(Dimensões: 213 x 305 mm, 1 pp.)

214 x 307 mm, 1 pp.

DECRETO. O Rei D. Miguel concede o perdão aos “… muitos dos Militares, que se achão nas Ilhas dos Açores debaixo das bandeiras da rebellião, conhecendo a illusão, a que os conduzirão, e em que os tem conservado os seus Chefes, desejão voltar às fileiras da Lealdade, e do Dever …”, desde soldados até sargentos, "... se dentro do prazo de quatro mezes ... tornarem á obediência, que Me he devida.” 

Palácio de Queluz em 7 de Fevereiro de 1832.

150 x 210 mm, 1 pp.

CIRCULAR. O Rei determina que lhe remetida “… huma relação acompanhada das competentes informações Semestres dos Cadetes, Porta Bandeiras, Porta Estandartes, Sargentos Ajudantes, Sargentos Quarteis Mestres, e Primeiros Sargentos, que passárão a ter qualquer dos referidos exercicios no Corpo do seu Commando …”

Quartel General no Paço de Samora Corrêa em 5 de Junho de 1832

214 x 307 mm, 1 pp.

DECRETO. O Rei D. Miguel prorroga por dois meses o prazo concedido pelo Decreto de 7 de Fevereiro de 1832, de perdão aos “… Militares, que se achão nas Ilhas dos Açores debaixo das bandeiras da rebelião ..."

Paço de Cachias em 6 de Junho de 1832

215 x 310 mm, 1 pp.

Nº 37. Quartel General no Paço de Cachías em 29 de Junho de 1832. ORDEM DO DIA.

Publica e manda dar conhecimento às Autoridades encarregadas da defesa da Costa Marítima, dos dois Decretos de D. Miguel concedendo perdão «Aos Militares, que se achão nas Ilhas dos Açores desde soldados até sargentos inclusivamente, unidos aos Chefes revoltosos ...».

Ordem com a assinatura do 4º Marquês de Tancos, Duarte Manuel de Meneses e Noronha (1775-1833), Ajudante de Campo de El-Rei D. Miguel.

Desembarque do exército liberal em Pampelido, 8 de Julho de 1832

O Cerco do Porto contado por uma Testemunha - o Coronel Owen, por Hugh Owen.

Porto, Renascença Portuguesa («Biblioteca Histórica, I»), 1915 - pp.147-160.

110 x 159 mm, 62 pp.

O Batalhão de Caçadores n.º 5 (BC5) MHL foi uma unidade do Exército Português, criada aquando da Primeira Invasão Francesa como Legião Transtagana formada em Beja para guarnição da Praça de Campo-Maior. Teve participação relevante em múltiplas eventos da história militar portuguesa, com destaque para as campanhas da Guerra Peninsular e nos acontecimentos que levaram à constituição da Regência de Angra e ao Desembarque do Mindelo. A unidade foi extinta em 1988. A 25 de abril de 2000, o Batalhão de Caçadores n.º 5 foi feito membro-honorário da Ordem da Liberdade.

 

Aos Soldados de Caçadores nº 5 de El-Rei – Resumo dos factos mais gloriosos da história do seu batalhão. Edição da Typographia Universal, Lisboa, 1908. Capitão Pacheco Simões. Tenente Satúrio Pires. Alferes Gonçalves Amaro.

História  >  Wikipédia

---  Luís António Abreu e Lima  -  1º Visconde e 1º Conde da Carreira  ---

Luís António Abreu e Lima (Viana do Castelo, 18.10.1787 + Lisboa, 18.02.1871) - Político liberal, recebeu o título de 1º Visconde da Carreira, criado pela Rainha D. Maria II de Portugal, por decreto de 1 de Dezembro de 1834, e confirmado por carta de 10 de Fevereiro de 1835, e que em 1862 seria elevado a 1º Conde da Carreira, por D. Luís I. 

Militar e embaixador foi nomeado Secretário da Embaixada de Paris e Ministro em Berlim e na Holanda. Quando em 1828 D. Miguel assumiu a realeza, demitiu-o do seu cargo. Conferenciando em Londres com o Marquês de Palmela decidiu continuar no seu posto explicando ao governo holandês o carácter intruso de D. Miguel, daqui resultando vantagens para a causa constitucional. O rei D. Pedro IV (D. Pedro I do Brasil) nomeou-o interinamente substituto de Palmela no Conselho de Regência. Em 1830 foi nomeado pela Regência na Ilha Terceira como Ministro plenipotenciário da Rainha D. Maria II em Londres, cargo que exerceu em condições particularmente difíceis e com o maior sucesso diplomático até Fevereiro de 1834. Em Maio desse ano foi nomeado Ministro em Paris onde ficou até 1840. 



Palácio dos Viscondes da Carreira ou Palácio dos Távoras. Viana do Castelo.

Carta de Lisboa datada de 05/10/1833, endereçada a Luís António Abreu e Lima, em 36 Baker Street, Partizan Square, Londres, onde foi recebida a 14/10/1833.

Apresenta na face o carimbo linear 'LISBON' do agente da Royal Navy, em Lisboa, e no verso London Foreign Branch 'FPO OC.14/1833', a preto. Porte de 2sh/6d pago no destino. Correio Marítimo.

(Carta particular, dando conta do estado deplorável da Administração em Portugal, e aludindo a revolução que há de vir ...)

Lisboa, 5 Out. 1833 

[…] Não dou a Vm. novas de seu mano porque elle lhe escreverá, e porque reciprocamente nos temos nestes últimos dias desencontrado — Creio que Mendizabal partirá, e elle informará a Vm. de muita cousa, porem acho que elle agora vê tudo côr de rosa, por isso que voltou a estar em perfeita e íntima ligação com Carvº Agostinho — estes dous, com Mendizabal Rodrigo, e com hum Thesouro todo da sua parcialidade, arranjarão largamente, e continuarão a arranjar aquillo que os porá a coberto da possibilidade d’ huã outra revolução, que mui naturalmente hade vir a destruir toda a cadêa de iniquidades e de loucuras que formão especialmente o quadro da administração em Lisboa. Eu tenho procurado desviar-me de tudo, e tratado de colher algum proveito real, sem figurar, athe para me não sujar com os figuroens que estão invadindo tudo quanto restava d’alguma respeitabilidade, e tudo quanto de novo elles tem organizado: debaixo pois de semilhante plano não quis entrar no Thesouro, athe porq/ he impossível de que huãs cortes, quaiq/, não tornem amovíveis semilhantes lugares; e por isso simplifiquei e mesmo sugeri a obter o meu assentamento de 2. contos de Rs. para ser pago conjuntamente, e pela folha dos caricatos Cons.ºs do actual Thesouro, e vou arranjando outros negócios de Família, porq/ com o borda d ’ágoa nada se pode, e elle he ainda pior e pende mais p/ o [...] de 20 do que os outros se possível he — no meio pois d’hum clamor geral contra a administração, e contra o Rui Barbosa, este vai arranjando offícios, benefícios para si e para os seus, vai comprando imóveis dos sequestrados pelas avaliaçoens ... Dispensando q/ se faça leilão, e p/ ser encontrado tudo nos seus ordenados atrasados - e aquella administração vai-se mantendo, e manter-se-há athe q/ hajão Câmaras, e foi reservado, p/ cada hum dos 3, hum lugar no Consº d’ Estado, devendo publicar-se o Decreto quando melhor convier — o M. de Loulé que no Rio de Janrº, em Inglaterra, França, Terceira e Porto, era menino querido - agora com os ares de Lisboa ja não merece as boas graças do borda d’agoa .. elle está demethido, e não houve consideração com elle—em todo o caso esse fica […] rindo de tudo, e de todos—M.de Palmella continua na mesma nullidade, mas os seus concorrentes tinhão-lhe tomado o pulso, e consequentemente nada o temem — as cousas da guerra vão estacionadas como d’antes, esperam que faça-mos alguã cousa, mas não sei quando. […]

                                                                                                                                       [ass. ilegível] 

Carta de Londres datada de 09/08/1845, de J. Ward Sellers, endereçada ao Visconde da Carreira, Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário de Sua Magestada a Rainha de Portugal, 34 Rue St. Lazare, Paris. Apresenta no verso carimbo de Lombard Street 'L.S. 9.AU.9 /1845', e na face 'BOULOG.S 11.AOUT.45'. Porte de '10' centimes pago no destino. Correio Marítimo.

(Assuntos financeiros.)

Ao ver o retrato do Senhor D. Miguel de Bragança - ODE

Raríssima proclamação de D. Miguel aos Portugueses, datada de Roma, 2 de novembro de 1837, com 4 páginas, impressa em Modena, quando se encontrava no exílio após a sua deposição. Escrita em português e italiano. Da maior raridade.

198 x 250 mm, 4 pp.

«MENSAGEM A S. M. D. MIGUEL II DOS LEGITIMISTAS PORTUGUEZES DO BRAZIL 1913». Manuscrito guardado em pasta de tecido e veludo bordados.

D. Miguel II de Bragança (nome completo Miguel Maria Carlos Egídio Constantino Gabriel Rafael Gonzaga Francisco de Paula e de Assis Januário de Bragança), nasceu em Kleinheubach, a 19 de setembro de 1853. Veio a falecer em Seebenstern, a 11 de outubro de 1927.

Foi o único filho varão de D. Miguel I e de sua consorte, Adelaide de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, e último pretendente ao trono português da linha de D. Miguel. Renunciaria em favor do seu filho mais novo, D. Duarte Nuno de Bragança, em Bronnbach, a 30 de julho de 1920, a pedido de uma comissão de monárquicos, representante do Partido Legitimista e da Junta Central do Integralismo Lusitano. Com a morte do último Rei de Portugal, D. Manuel II (derradeiro descendente de D. Maria II), o diferendo entre liberais e legitimistas findaria naturalmente com a prevalência da linhagem de D. Miguel na sucessão ao Trono de Portugal.

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