1950 – Alan Turing publica “Computing Machinery and Intelligence”, propondo o famoso Teste de Turing.
1956 – Conferência de Dartmouth: o termo “Inteligência Artificial” é usado pela primeira vez.
Primeiros programas de IA: jogavam damas e resolviam problemas matemáticos simples.
IA focada em lógica, álgebra e jogos.
ELIZA (1966) – programa que simulava um psicoterapeuta (primeiro chatbot famoso).
Grandes expectativas de que “máquinas inteligentes” logo seriam realidade.
Dificuldades técnicas e falta de poder computacional.
Cortes de financiamento reduzem o ritmo de pesquisas.
Porém surgem os sistemas especialistas iniciais, projetados para resolver problemas em domínios específicos.
IA volta a crescer com sistemas especialistas (programas que simulam o conhecimento de um especialista humano).
Aplicações em empresas e indústrias.
Criação de linguagens como Prolog e Lisp voltadas para IA.
O Japão lança o Projeto Quinta Geração para computadores inteligentes.
Avanços na aprendizagem de máquina (machine learning).
1997 – O supercomputador Deep Blue da IBM vence o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov.
A IA começa a aparecer em softwares comerciais e jogos de videogame.
O crescimento da internet gera enormes quantidades de dados para treinar sistemas.
Avanços em redes neurais e algoritmos de busca.
IA aplicada em recomendações (Amazon, Netflix) e assistentes iniciais (Clippy, do Office, por exemplo).
2012 – Revolução com o deep learning (redes neurais profundas).
Reconhecimento de imagens e voz atinge precisão impressionante.
Surgem assistentes virtuais como Siri, Alexa e Google Assistant.
2016 – AlphaGo da DeepMind vence campeões de Go, um marco pela complexidade do jogo.
IA se expande para carros autônomos, diagnósticos médicos e chatbots mais inteligentes.
Popularização dos modelos de linguagem gigantes (LLMs), como GPT, BERT, LLaMA.
Capacidade de gerar textos, programar, traduzir e até criar imagens e música.
Integração em ferramentas do dia a dia (copilotos, tradutores, editores de código).
Cresce a discussão sobre ética, regulação e uso responsável da IA.
Avanços também em IA aplicada à robótica, saúde e análise de dados complexos.
1950-1970 → Sonho e primeiros passos (IA simbólica, lógica).
1980 → Sistemas especialistas (inteligência limitada, mas prática).
1990-2000 → IA começa a mostrar resultados reais (xadrez, internet, dados).
2010 → Explosão do deep learning, visão computacional e voz.
2020 → IA generativa, linguagem natural, uso massivo no cotidiano.