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Por Isadora Daltoé e Isadora Dalmolin
Hoje, vamos falar um pouco sobre um tema tão presente no nosso dia a dia, a tecnologia! Em meio à pandemia do Coronavírus, um aplicativo utilizado principalmente para reproduzir dancinhas curtas vem conquistando muitas pessoas mundo afora, sejam elas crianças, adolescentes, adultos, sejam até idosos: todo mundo vem se encantando com a magia dos vídeos criados no aplicativo TikTok (ou ticoteco, para os íntimos). Em seu primeiro lançamento, era chamado de Musical.ly, mas, em 2018, foi comprado por US$1 bilhão pela ByteDance e os antigos usuários,migrados automaticamente para essa nova rede.
O Tiktok, hoje, está disponível em 39 idiomas e em cerca de 154 países. É incrível que, em menos de dois anos, ele já tenha se tornado tão popular. O app é majoritariamente utilizado em Androids, baixado em mais de 90% deles. Atualmente, a conta mais seguida do TikTok é a da Charli D’Amelio, uma adolescente de 16 anos, norte-americana, que ficou famosa ano passado após postar um vídeo dançando. Atualmente ela possui 87,5 milhões de seguidores!
Desde a época do seu lançamento, o aplicativo já era bem conhecido no mundo digital, com muitos usuários, downloads e muitas dancinhas feitas todo dia… Com a pandemia e, consequentemente, a quarentena, as pessoas ficaram muito entediadas em casa e este aplicativo ganhou - em massa - o coração do povo! No primeiro trimestre de 2020, o TikTok chegou a marca de 2 bilhões de downloads no mundo inteiro e, em abril, foram divulgados mais números: o TikTok atingirá a marca de 800 milhões de usuários ativos no mundo! Atualmente, o aplicativo é um dos mais baixados, tendo superado plataformas de peso, como o Instagram e o Facebook.
TikTok, também conhecido como Douyin, na China, é um aplicativo de mídia para criar e compartilhar vídeos curtos que tenham entre 15 e 60 segundos. Mas ele não serve só para dancinhas: também há vídeo de dublagens, de atuação, receitas, DIYs, vlogs, contação de histórias, além de lives entre muitos outros! A plataforma possui duas abas, numa das quais você consegue ver os vídeos das pessoas que você segue e, a outra, chamada “foryou”, os vídeos que o sistema de algoritmo te recomenda, baseando-se nos conteúdos e tiktokers (são chamados assim as pessoas que gravam vídeos para o TikTok) que você mais está vendo.
O líder da indústria de música para a América Latina do TikTok, Henrique Fares Leite, deu uma entrevista para o site Terra, onde respondeu a seguinte pergunta: “Qual o diferencial entre os valores do TikTok e das demais plataformas sociais?”. Henrique respondeu: “As pessoas abrem aplicativos para receber emoções específicas. O nosso usuário, dentro do TikTok, vai receber conteúdos de seu interesse e que são leves. Dificilmente você vai ver uma pessoa extremamente com raiva dentro da plataforma. É um ambiente de muita leveza e criatividade. O aplicativo não é sobre uma vigilância da própria vida como outras redes sociais, é sobre contar histórias que te inspiram e estimulam o seu “eu criativo”.
O TikTok, de fato, tem seu diferencial, mas há outras plataformas sendo criadas para “roubar” seu lugar. O Instagram, vendo o grande salto do TikTok nesses últimos meses, fez uma atualização, na qual desenvolveu uma aba chamada REELS. Lá, podemos criar também vídeos curtos, usando a criatividade… Muitas pessoas gostaram da ideia e começaram a criar seus vídeos, mas o nosso TikTok não saiu da disputa…
Outro aplicativo que vem tentando achar seu espaço é o Triller, basicamente uma imitação do TikTok, o qual, ainda, não faz muito sucesso, mas pretende bombar nos próximos meses. Entretanto, cá entre nós, ninguém irá roubar o espaço já tomado no coração de muitos pelo nosso querido e amado TikTok, não é mesmo?
Esperamos que não, mas uma coisa é certa: ele está ajudando a matar o tédio de muitos durante este momento difícil que estamos vivendo.
Por Daniel Kepler
A tecnologia está em todos os lugares hoje, nos ajudando desde a hora que acordamos até a hora de dormir. Com ela conseguimos fazer coisas muito divertidas e interessantes que podem tomar horas do nosso dia. Todos os dias criam novas tecnologias que nos ajudam no dia a dia e é importante e divertido conhecê-las.
Uma destas inovações é o ELF emmit, que oferece cinco programas para impulsionar o seu cérebro, aprofundando a meditação, reduzindo o esforço, melhorando o sono e ajudando nos estudos. Este produto foi descontinuado e substituído pelo Bellabee. Há vários outros produtos e equipamentos que podem nos ajudar, como o Foodini, Dyson Hot, camisas e camisetas threadsmiths, hub by ekko.
Essas tecnologias podem ajudar muito, mas, infelizmente, muitas pessoas não têm acesso eletricidade e nem internet no Brasil. Estima-se que cerca de dois milhões de brasileiros ainda não tem acesso à energia elétrica para poder utilizar qualquer tecnologia. Este valor é calculado a partir de dados das distribuidoras de energia.
O instituto de energia e meio ambiente (IEMA) está buscando calcular quantos desses estão na Amazônia, e ainda fica pior, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 45,9 milhões de brasileiros ainda não tinham acesso à internet em 2018, pois uma boa parte das tecnologias precisam de internet para utilizar algumas ferramentas. Este número corresponde a 25,3% da população com 10 anos ou mais de idade.
Portanto, é imprescindível relacionar a tecnologia à acessibilidade a ela urgentemente em nosso país para que, de fato, possamos melhorar o desenvolvimento da nossa nação.
Referências: