Por Bernardo Brum
Nos em meados do mês de agosto de 2020, vivenciamos várias polêmicas acerca da regularização para facilitar o porte de arma no Brasil.
Uma das situações que desencadeou muitas das discussões girou em torno do caso do Rio de Janeiro, da menina de 14 anos que estava na casa de uma amiga e elas pegaram a arma e começaram a observar e manusear e o pior ocorreu a arma estava carregada mas depois de ter sido atingida não estava mais. A menina foi atingida por um tiro e acabou por falecer.
Infelizmente, este não é o único caso de morte acidental por arma de fogo. Outro caso divulgado foi o do avô que tinha licença e porte de arma: quando foi recepcionar seu neto e deu-lhe um abraço, a arma disparou e matou o menino de 7 anos. O avô não tinha antecedentes criminais.
Ambos os casos têm as mesmas narrativas: um acidente com armas que termina com morte no final. Acho que não enxergaram ainda que, quanto mais fácil é a aquisição de armas, mais fácil fica de ocorrer um acidente grave ou até fatal.
Lanço a pergunta: quantos mais vão ter que morrer para proibirem de vez as armas? Não acho que liberando as armas vamos ter mais seguranças acho que vamos ter mais mortes e não devemos permitir que esses casos ocorram de novo devemos proibir as armas para que acidentes como os citados não ocorram mais.