Por Pedro Alfama
Educação é uma coisa complicada, ainda mais com o que está acontecendo hoje. O país está vivendo uma das maiores pandemias da história, assim como o restante do mundo. Com todas as escolas fechadas, estas se adaptaram, fazendo aula online por meio de aplicativos e entregando atividades por lá e algumas entregando as atividades nas escolas para fazer em casa.
Numa pesquisa divulgada pelo site do Senado Federal, vi que o Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, vendo assim que além de estar na maior pandemia de todos os tempos ainda tem crianças que nem está na escola . Além deste dado alarmante, o analfabetismo de pessoas entre 15 e 64 anos foi de 28% no ano de 2009 segundo dados do IBGE; 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler, de acordo com o Programa Todos pela Educação, e 20% dos jovens que concluem o Ensino Fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita. Além disso tudo, os professores ganham menos que o piso salarial.
Pelo que eu vi, o Brasil tem que melhorar e muito referente a professores de escola pública que é o maior problema, pois eles recebendo pouco; vários vão ter que desistir da profissão ou nem vão chegar a fazê-la, porque a maioria deles tem filhos pra criar e tem que botar comida em casa.