Por Arthur Chocho
Os jogos eletrônicos só começaram a ser projetados e fabricados nos anos de 1951-58, mas eles só ficaram populares a partir das décadas de 1970 e 1980, através dos arcades. Estes consoles e jogos de computador, como o famoso Atari 2600 e o arcade Pong de 1972, deram início à lucrativa indústria dos jogos eletrônicos, mas que infelizmente após o grande número de cópias dos jogos acabaram falindo anos depois da sua criação.
Chamados aqui no Brasil de videogames, os jogos nos quais as pessoas conseguem, a partir de periféricos como teclado e mouse ou controles, interagir e se comunicar com o aparelho conectados, são muitos populares. Tudo gira em torno de sistemas eletrônicos, mais conhecidos como plataformas, são eles os consoles, arcades, celulares e computadores.
Até então, os jogos virtuais só têm sido apontados, na maioria das vezes apenas pelos seus pontos negativos. A grande parte das pessoas não fazem a mínima ideia do quão importante eles são nesse período de pandemia. Os jogos, neste cenário, têm sido um dos maiores meios de socialização e diversão entre jovens e adultos, trazendo experiências e sentimentos que infelizmente ficaram de lado em um momento em que a população está impedida de praticar esportes coletivos ou confraternizar entre si.
Alguns estudos têm mostrado que participar de interações através de jogos online, produz alterações a nível cerebral, proporcionando prazer, satisfação, acolhimento, enfim, tornando os dias de reclusão da pandemia mais leves, funcionando como uma válvula de escape.
Contudo, vale lembrar que o uso excessivo dessa tecnologia pode trazer malefícios a saúde física e mental das das pessoas uma vez que na maioria do jogos o usuário fica imóvel, podendo trazer menor controle emocional/cognitivo e obesidade, entre outros.