A Parada Circense é um espetáculo circense de variedades, conduzido por mestres de cerimônia que, na figura do palhaço e pela comicidade, costuram os diferentes números de forma dinâmica, com entreatos ao longo da apresentação.
A partir de práticas como equilíbrios, acrobacias, pirâmides humanas, malabarismos, pernas de pau e técnicas aéreas, os estudantes experimentam diferentes possibilidades de criação e constroem coletivamente os números que compõem o espetáculo.
A apresentação nasce, assim, do próprio processo vivido em aula: dos exercícios às descobertas, das experiências individuais ao trabalho coletivo. A diversidade das turmas e das faixas etárias amplia essa experiência, reunindo diferentes modos de aprender, criar e estar em cena.
Viva o Circo Brasileiro na escola!
João Paulo Simão e Douglas Silva dos Reis
A partir do estudo sobre as cidades, os estudantes conheceram a produção de Alfredo Volpi, artista conhecido por suas pinturas de bandeirinhas e pelas representações de fachadas e casarios. Durante a apreciação de suas obras, observaram como o artista transformava elementos da arquitetura urbana, como casas, portas e janelas, em composições marcadas pela geometrização, pela simplicidade das formas e pelo uso de cores vibrantes. Também perceberam como Volpi organizava diferentes planos na paisagem urbana sem recorrer à representação tradicional da perspectiva.
Inspirados por esse olhar sobre a cidade, os estudantes criaram seus próprios cenários urbanos, explorando diferentes fachadas de casas, edifícios e estabelecimentos. As construções foram desenhadas a partir de formas geométricas e preenchidas com giz pastel, buscando cores vibrantes e sólidas. Nesse processo, exploraram também a profundidade a partir da sobreposição de planos na paisagem urbana.
Depois de finalizadas as produções individuais, os trabalhos foram reunidos em um grande mural coletivo. As diferentes fachadas foram organizadas lado a lado, formando uma grande paisagem inspirada na geometrização presente nas produções de Volpi.
Aprecie este grande cenário urbano, por onde podemos passear entre fachadas, formas e cores.
Murilo Mendes e Cristina Maranhão