Consentimento para receber o Reiki - 12/09/2016 - por: Eduardo Fonseca


Em algum momento, o praticante de Reiki poderá se deparar com situações em que não terá a permissão da pessoa para realizar o tratamento, seja nos atendimentos presenciais ou, mais comumente, nos tratamentos a distância.


Nos atendimentos presenciais, essa situação ocorre em casos de pessoas enfermas que estão impossibilitadas de comunicação, como em coma ou outras condições que comprometem a consciência. Já nos tratamentos a distância, o praticante pode encontrar essa situação ao receber solicitações para terceiros feitas por familiares ou pessoas próximas.


Quando há possibilidade de comunicação, é dever ético e moral do praticante de Reiki ser transparente e honesto. Mesmo que o Reiki possa oferecer alívio para diversos males, isso não significa que a pessoa deseja receber esse auxílio. É fundamental respeitar o livre-arbítrio.


Antes de intervir no processo de vida da pessoa, obtenha o seu consentimento. Isso é essencial para o desenvolvimento espiritual, tanto para quem recebe o Reiki quanto para quem o aplica. A pessoa tem o direito de conhecer a intenção do praticante. Esclarecer sobre o método também é importante. A pessoa precisa querer participar. Como o objetivo é a cura, é evidente que ela própria deve colaborar no processo de “reforma interior”, o que abre portas para a transformação e fortalece a essência espiritual.


Existem diferentes métodos para o tratamento a distância, sendo o mais eficaz aquele em que o solicitante e o praticante de Reiki (a partir do segundo nível) combinam o dia e horário para a sessão. Dessa forma, a pessoa fica mais receptiva às energias salutares do Reiki, permitindo uma atuação mais profunda.


Nos casos em que as pessoas enfermas estão impossibilitadas de comunicação ou com pouca clareza, escute com paz a voz do seu coração para obter a resposta sobre a necessidade ou não de aplicar Reiki.