Reiki em ascensão em instituições médicas - 14/11/2016 - por: Eduardo Fonseca
Muitas pessoas estão buscando tratamentos complementares, entre eles o método Reiki. A aceitação do Reiki não se limita apenas ao público em geral, mas também tem crescido em clínicas e hospitais em diversos países.
A aceitação do Reiki em hospitais se deve à facilidade de sua incorporação no cenário clínico, pois não requer aparelhos tecnológicos ou instrumentos especiais. Além disso, muitos praticantes oferecem seus serviços voluntariamente, o que representa uma excelente maneira de melhorar o atendimento ao paciente, reduzindo custos. Outros pontos positivos da terapia Reiki são:
Não possui efeitos colaterais;
Não está vinculada a nenhuma religião ou crença;
Por ser uma terapia complementar, não interfere em tratamentos ou medicamentos;
O paciente não precisa acreditar no Reiki, ter fé ou receber sugestões para que o tratamento seja eficaz;
As sessões são rápidas e simples, podendo ser realizadas em qualquer lugar;
Não é invasiva, não causa constrangimento e, em muitos casos, não é necessário tocar o paciente;
Melhora a qualidade de vida.
O terapeuta de Reiki, em hipótese alguma, emite diagnósticos ou opina sobre tratamentos médicos e uso de medicamentos. Existe um código de ética ensinado nos cursos, e o Usui Reiki Ryoho não se baseia nos mesmos princípios da ciência médica. Esse é mais um ponto positivo para a integração do Reiki nas clínicas e hospitais.
Desde que o método Reiki surgiu, em abril de 1922, ele vem conquistando muitos adeptos, inclusive no meio médico. Nesse contexto, enfermeiros e médicos já constataram benefícios como:
Melhora do sono e do apetite do paciente;
Redução da dor;
Diminuição de náuseas e fadiga;
Melhora das condições de ansiedade;
Redução do estresse;
Contribuição na recuperação pós-operatória;
Melhora da saúde mental e da cooperação do paciente;
Diminuição dos efeitos negativos da medicação;
Melhora do funcionamento do sistema imunológico;
Aceleração do processo de cicatrização;
Aceleração da eliminação de toxinas.
Esses benefícios foram relatados por médicos e enfermeiros de diversos hospitais que já incorporaram o Reiki, especialmente nos Estados Unidos, onde as terapias complementares são mais integradas ao sistema de saúde. Pesquisas são fundamentais para que profissionais da saúde possam obter dados quantificáveis sobre os benefícios do Reiki para pacientes com diferentes condições.
Além dos pacientes, os profissionais da saúde também têm muito a ganhar com o Reiki, especialmente em relação ao alívio do estresse, que pode ocorrer de forma quase imediata em uma sessão rápida.
Um número crescente de médicos reconhece os benefícios do Reiki, porém, a falta de regulamentação dessa terapia em ambientes hospitalares dificulta uma aceitação mais ampla.
Não é novidade que a cura envolve mais do que procedimentos e medicamentos. As terapias complementares têm beneficiado tanto pacientes quanto profissionais da saúde. Instituições médicas estão descobrindo essas terapias como ferramentas importantes para melhorar o atendimento, promovendo uma recuperação mais rápida dos pacientes. Essas informações estão amplamente disponíveis na internet, com sites que listam hospitais e clínicas que oferecem Reiki, além de depoimentos, estatísticas e metodologias. Um exemplo é o site www.centerforreikiresearch.org
Em contato com João Magalhães, mestre de Reiki e presidente da Associação Portuguesa de Reiki, fomos informados que os hospitais em Portugal que utilizam a terapia Reiki são: Hospital do Fundão (consultas de Reiki), Hospital São João (consultas para leucemia e linfoma), Hospital São Sebastião (projeto em oncologia) e Hospital de Faro (projeto em oncologia).
No Brasil, temos conhecimento de que a terapia Reiki foi utilizada ou ainda é aplicada nos seguintes hospitais: Hospital de Base - DF, Hospital Santa Isabel - BA, Hospital Público do Mandaqui - SP, Hospital Sírio Libanês - SP, Hospital Albert Einstein - SP e Hospital São Paulo.