📅︎ 12 de abril de 2026
O padrão Artemis I se repetiu na II:
Foguete sobe. 30 km. 50 km. 80 km. Horizonte reto e/ou PLANO (exceto quando a lente distorce).
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Chega perto dos 100 km (Linha de Kármán — o limite convencional entre atmosfera e espaço) → CORTE ou "perda de sinal".
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Imagem volta? "Puff!" 🌍 Terra redonda. Globo. O sinal "ressuscita" geralmente ali pelos 200 km de altitude, e o que era um horizonte linear já virou magicamente uma curva acentuada de um globo perfeito.
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A transição da curvatura? Ninguém viu..
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Artemis I? Corte.
Artemis II? Corte.
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As justificativas oficiais alegam que a telemetria crítica do veículo tem prioridade sobre o vídeo devido a limitações da largura de banda. Mas será que isso é necessário? Por acaso 20 segundos contínuos filmando o horizonte entre 80 e 200 km de altitude — cruzando a Linha de Kármán até a órbita — é uma impossibilidade tecnológica pra quem foi à Lua e transmite de Marte?
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É um cenário vergonhoso porque, em pleno 2026, com tecnologias de transmissão via laser sendo testadas, a persistência desse "ponto cego" parece anacrônica. Se é uma limitação de infraestrutura espacial ou algo deliberado, o fato é que esse vácuo de 20 segundos entre a Terra "reta" e o "globo" continua sendo o combustível principal para quem desconfia da NASA. E eles, aparentemente, não se importam com isso.
📅︎ 10 de abril de 2026
A Terra é supostamente uma esfera de raio aproximado de 6.371 km. Se essa esfera fosse perfeita — sem atmosfera, sem variação de terreno, sem obstáculos, sem limites de visão — e se o observador tivesse visão perfeita, então ele NÃO VERIA um horizonte reto. Um observador sobre a superfície deveria ver, sempre, um arco de círculo como horizonte. A curvatura seria visível mesmo a 1,7 m de altitude (altura dos olhos).
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Na prática, porém, invoca-se o problema de escala ( a curvatura seria, em tese, imperceptível a olho nu ) e o fato de que obstáculos ( montanhas, edificações, ondas ), variações de relevo e condições atmosféricas ( nuvens, neblina ) limitam a visibilidade. O horizonte plano aparente seria, portanto, um artefato de visibilidade truncada, não uma linha geométrica verdadeira.
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Mas essa objeção da "escala" cai por terra quando calculamos a resolução angular do olho humano. O olho saudável tem resolução angular de até 0,02°. A 1,7 m de altitude, o ângulo de depressão do horizonte é de aproximadamente 0,045° a 0,05° — mais que o dobro do limiar de detecção. O olho humano, em tese, teria capacidade de ver a curvatura com os pés no chão. O fato de não ver se deve exclusivamente aos obstáculos ( atmosfera, terreno ) e às imperfeições da visão humana.
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Ora, deveria existir uma altitude crítica — acima de todas as nuvens, acima de qualquer relevo, acima de qualquer obstáculo atmosférico — onde subitamente a visibilidade se tornasse plena e irrestrita, transpondo inclusive qualquer limitação de escala, pois o campo de visão se tornaria abrangente.
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E nesse exato momento, o que o observador veria?
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Apenas um arco de círculo dividindo sua visão entre céu e terra. O horizonte plano teria desaparecido completamente, substituído pela curvatura inconfundível de uma esfera.
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PONTO CHAVE: A transição não seria gradual. Seria quase instantânea.
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Você passaria de uma "linha reta truncada por obstáculos" — que aparenta ser um plano infinito — para um "arco de círculo evidente" em questão de metros de altitude. Não haveria um "encurvamento progressivo". Haveria uma revelação súbita da verdadeira geometria subjacente.
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Onde está esse vídeo?
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Pilotos de caça sobem acima de 20 km. Balões meteorológicos amadores sobem acima de 30 km, 40 km. Onde está o vídeo contínuo mostrando o exato momento em que a "névoa de obstáculos" se dissipa e revela subitamente o arco de círculo?
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Resposta: Não existe.
O que vemos, consistentemente, em todas as gravações de alta altitude ( balões amadores, aeronaves, foguetes experimentais ) é:
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- O horizonte permanece plano.
- O horizonte permanece na altura dos olhos do observador.
- O céu e a terra permanecem divididos por uma linha reta que intercepta as bordas do quadro.
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Mesmo a 30 km, 40 km, 50 km de altitude — altitudes em que a curvatura de uma esfera de 6.371 km já deveria ser visualmente óbvia e onde não há mais qualquer obstáculo atmosférico ou topográfico significativo — o horizonte continua sendo uma linha plana que toca as bordas do quadro.
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Se essa transição prevista nunca foi registrada, o que sustenta visualmente o modelo oficial além de animações CGI e cortes editoriais pela NASA?