A partir do dia 15 Maio de 2021, daremos início a coleta de assinaturas de apoio ao PCP
Indenizar todos os Brasileiros pela má gestão administrativa Federal.
Escrever uma nova constituição de forma conceitual e não petrificada.
Abrir mão de todo conceito adquirido e ultrapassado considerando o advento da Nova Economia, para que possamos enfrentar o estagio cultural do desenvolvimento humano e econômico Global.
Devolver tudo usurpado dos Estados e Municípios, principalmente a sua soberania.
Realinhar o Pacto Federativo a partir de cinco poderes autônomos e harmoniosos entre si extinguindo todos os Ministérios do nada.
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APRESENTAÇÃO
Olá, meu nome é Agenor Candido Gomes, nasci em São Paulo, cresci, sobrevivi, convivi e prosperei no Estado do Rio de Janeiro. Não me sinto um retirante, pois embora o início de vida junto a minha família tenha sido difícil, ainda assim, desde pequeno, as oportunidades foram minhas companheiras e nunca as desprezei, sempre as agarrei com todas as forças necessárias para a minha evolução como ser humano.
Aos 14 anos, fui trabalhar com duas informações e únicas herdadas de meus pais: a primeira que, “Somente o trabalho me levaria a algum lugar” e de minha mãe; “Que somente a verdade me livraria das armadilhas da vida”. Meu primeiro emprego foi como ofice boy de um homem muito educado, sueco, homem probo que não dava um passo que não tivesse outrora pensado, estudado e planejado milimetricamente. Aprendi assim, como pensa um verdadeiro empresário. Em frente, fui para a Marinha de Guerra, mais precisamente no Corpo de Fuzileiro Naval e em plena revolução descobri os calabouços e a corrupção herdada da corte portuguesa. Cumprida a tarefa obrigatória, me lancei a ter meu próprio negócio e usando o conhecimento Sueco, fui bem sucedido. Em verdade, me sinto ainda hoje um alienígena a negociar com empresários de cultura primitiva, sem nenhuma herança cultural da prática comercial. Qualquer pessoa com cultura comercial se aproveita da burocracia (ou melhor, Burrocracia) brasileira agravada pela infração. Estes dois fatos soam como samba do crioulo doido para o delírio de aculturados políticos que insistem em legislar sem saber sequer organizar suas vidas e o que dizer então de suas empresas, que precisam da viúva Nação para locupletar suas incoerências comerciais a partir de ações não republicanas. E é neste ponto, que sem curva, tomo o início do assunto aqui a ser tratado.
Antes, porém, peço a paciência para me permitir escrever um pouco de meu inicio na vida política para que o leitor tenha melhor compreensão e um dos motivos que me levaram a escrever este pequenino livro. Aos 35 anos, fui de uma forma agressiva excitado a participar de uma campanha política à prefeitura de Rio Bonito, no Estado do Rio de Janeiro. Na época, tinha uma empresa e fornecia produtos para algumas multinacionais. Desafiado a administrar uma campanha de prefeito que estava em último lugar nas pesquisas, mas como empresário, dei um passeio da administração e quase ganhamos a eleição, ficando o meu candidato em segundo lugar com apenas 46 votos de diferença. Foi feito memorável e lembrado até hoje por quem viveu aquela época. Logo percebi que a política tinha uma ligação direta com tudo que nos circunda e dela jamais saí.
Com o tempo, o meu conhecimento e minha capacidade organizacional se ampliaram e fui convidado a organizar a fundação de vários partidos: PDT, PRP, PMDB, PMN e o partido Federalista, o qual fui o primeiro Secretário Geral. Todos os partidos, no fundo, têm alguma coisa de bom, mas é difícil conviver com pessoas desprovidas de objetivos, que não passem pela sobrevivência se curvando à primeira dificuldade.
Não nasci para ser camarilha. Nesses Partidos, nunca encontrei aplicada a ideologia pregada. Trabalhei diretamente com políticos que tive orgulho de servir e aprender com eles, destacando-se meu primeiro mestre, o Prefeito Alcebiades de Moraes; Deputado Estadual Augusto Ariston, que sempre citava, "Que o interesse público está acima de qualquer coisa"; o Deputado Federal Dr Roberto Campos, homem de visão infinita, com sua obra literária A lanterna da popa, encerou a história do Brasil primitivo; Deputado Federal Dr Ademar de Barros: "Me avisou que as maiores vítimas dos maus políticos eram os novos empresários" e com o Dr PC Farias, coordenador da Campanha de Dr. Collor de Mello, que já temia o desfecho do nosso presidente, quebrando as dinastias políticas definitivamente e colocando o Brasil na direção do desenvolvimento, retirando imediatamente a reserva de mercado da informática, o que atrasou o país dezenas de anos lamentavelmente. Perdemos todos com sua cassação injusta e inocentado logo a seguir por todos os tribunais legítimos.
Neto de escrava e de um Alagoano descendente de índio bugre com Holandês. Meu avô alimentava a tropa de Lampião. Fui fuzileiro, casado com uma única mulher e pai de dois filhos. Não consigo olhar nos olhos dos meus netos cheios de vida e pelo menos, pensar que estes podem ter um futuro, se eu quiser, se eu tentar e ousar em acreditar que meu país tem salvação e isto certamente passa pela política. Fiquei rico duas vezes sem maracutaias e quebrei umas 14 vezes por causa única e exclusivamente da insensatez governamental. Hoje tenho um negócio estável e bem sucedido, posso dedicar os poucos anos que me restam em excitar as pessoas a pensarem e participarem da única ação transformadora, através da política. " O maior castigo para quem não gosta de política é que serão governados pelos que gostam!"
Um conceito adquirido é um conceito ultrapassado, dizia Alvin Tofler. No Brasil com S, a vida que segue é a das incoerências conceituais desatualizadas há séculos. O nome deste livro é BRAZIL FORMATADO, um esforço meu, sem nenhuma pretensão que não seja excitar o pensamento alheio e orientar diretamente as pessoas a se questionarem e uma vez isto assimilado, certamente nascerá então uma terceira verdade, que embora ainda não absoluta, mas, certamente, fruto de um novo olhar para um novo repensar. A sinergia de todos a partir deste fundamento que me parece lógico, nos empurrará para a opção de escolher pessoas de forma mais criteriosa para cargos eletivos, alinhadas a este pensamento aqui assentado para nos representar sem fraude.
Este livreto, dividido em 10 temas que nos mostram os vetores a serem seguidos: caso o povo Brasileiro queira abandonar esta falida República à deriva e nos tornarmos em uma Nação com Honra e com um norte definido.
INTRODUÇÃO
Consideremos a nulidade do conceito adquirido e petrificado. A Economia Globalizada e a Informação em tempo real como causas do efeito da Democracia Relativa.
Se quisermos salvar o Brasil de um equívoco catastrófico e sermos inseridos como parceiros da sociedade globalizada, teremos que acatar a Democracia Relativa, que pelo amor ou pela dor empreenderá uma constituição global. Uma vez acordados, com os parceiros internacionais desta nova ordem, teremos como bússola orientadora e única a economia, catalisadora, considerada como única moeda de troca para os racionais.
O Brasil totalmente desorganizado, tendo uma massa crítica com suficiência intelectual, embora atrasado, possa formatar a máquina administrativa para um modelo de produção lógica, respeitando o nosso perfil vocacional, considerando sem o sentimentalismo passional, como produto final, o Ser Humano.
Deixemos de lado a muleta das incoerências religiosas, ideológicas e a maldita misericórdia dos incompetentes. E nos debrucemos na realidade matemática sem perder a ternura e direcionemos todo o esforço para ter como melhor custo-benefício, voltado para o ser-humano, curvando-nos para a eficiência e às informações em tempo real. "Não podemos mais perder tempo".
Certamente causa espanto, quando aqui, tratarmos os seres humanos como um produto que o é, pois o mesmo nada mais é que uma máquina biológica com a garantia de funcionamento para cem anos. Esta máquina tem que ser apresentada e entregue ao mercado de trabalho com todas as suas funções aptas. Seu cérebro não pode estar corrompido, sua estrutura genética, com as oito cargas bem transferidas deve ser assegurada a manutenção preventiva. Isto representará na qualidade de vida.
O governo deve entender que cada cidadão é uma máquina que adquiriu consciência e é o acionista da Nação. O governo, uma vez empossado, age de forma irracional, sem um plano de desenvolvimento estratégico e como uma igreja, nunca acaba as obras iniciadas. Desconhecem os legisladores que no caso agiriam como conselho de acionista.
Formatar este imenso HD chamado Brazil é uma missão fácil, se considerarmos a Nação como uma empresa de gestão humana. Para isto temos que elencar os defeitos de nossas máquinas biológicas a partir da analise do histórico comportamental e vocacional. O antídoto tem que ser ministrado não para o efeito, mas nas causas futuras. Como num antivírus, identificamos o modo operante para ministrar a vacina: Cultura, Corrupção e Eficiência
Estes são os vetores que devemos monitorar constantemente e considerarmos que teremos que ser inseridos no contexto da Consciência Coletiva Global e isto é, aceitar a Democracia Relativa.
A solução é dividirmos a esfera do poder, hoje concentrada na única mão insensata da eleição direta de forma irresponsável.
A fórmula apresentada aqui é que o poder do povo será aproximado das suas realidades, a partir da máquina administrativa dividida pelos Cinco Poderes autônomos, independentes e harmoniosos entre si.
Como munícipes e naturais dos estados que somos (ninguém nasce na Federação) ainda temos que recontratar o Pacto Federativo que faliu, considerando primariamente a soberania estadual esquecida por governadores do nada.
É esta a proposta deste livro, explicar conceitualmente como isto vai funcionar. Na busca do olhar global, fica nítida esta tendência mundial, resguardando suas vocações, no cerne da racionalidade humana já atingiu esta consciência. Hoje um grupo pequeno de Nações se destaca tirando proveito econômico, um segundo grupo desesperadamente se enquadra neste formato da Democracia Relativa e por último, um grande grupo que, infelizmente, perecerá. O Brasil se encontra no meio destes dois últimos.
ÍNDICE
Apresentação
Introdução
Herança Cultural
Fundo do Poço
Desgoverno
Indenização
Contramão da Economia
Democracia
Pacto Federativo
Organograma institucional
Considerações Finais
Brazil Formatado
Os Motivos
Fotos
Agradecimentos
Orelha
HERANÇA CULTURAL
Somos herdeiros diretos de Portugal com agravante de influências de outros países, outrora impérios, hoje próximos a insolvências. Mas por que esta matriz se mantém até hoje? Simplesmente porque um conceito, uma vez adquirido, é passado de pai para filho. Se o conceito for correto, avança-se; mas se a informação ainda que passada como certa, for errada, produz eternamente estragos, onde centenas de anos são perdidos. No Brasil, esta cadeia de erros se mantém viva, pois as pessoas são acomodadas e as mudanças são dolorosas, uma vez que exige o reconhecimento do erro. Ninguém gosta de olhar para os filhos, netos, bisnetos, tataranetos e honestamente entender que perdeu uma vida inteira persistindo em um erro, sem ter a força necessária para mudar, para recomeçar. Imagino a dor dos comunistas ao abandonarem seus loucos conceitos.
Todos os impérios têm suas regras, que os levaram até certo ponto a colecionar vitórias e conquistas. O conquistador ao empreender seus conceitos, paralelamente ensina ao adversário que aprende com a derrota e desenvolve ações para a reconquista e quando não consegue, certamente e historicamente, prova-se que os derrotados e fracos unem-se e tornam-se fortes mesmos que tenham que fazer parte de outros impérios.
Portugal teve seu auge. Outras nações aqui também tiveram, ainda no Brasil colonial, deixaram-nos suas culturas enraizadas até hoje em nosso solo e observamos que lá se vão mais de quinhentos anos de desacertos. A “derrama” sempre presente não conseguiu e não conseguirá empobrecer o Brasil.
O roubo, a corrupção, a burocracia estão enraizadas em nossa cultura, ainda potencializada pela vida fácil da fartura natural que aqui abunda. Sem luta, conseguimos a independência Colonial e sem sangue nos tornamos República sem rumo. Confundimos até hoje os princípios federalistas e inconscientes, frutos da carga genética portuguesa. Aceitamos a tutela federal com normalidade irracional.
Sorrateiramente a miscigenação se deu: Índios, Brancos e Negros convivem no mesmo ambiente, embora de forma desigual. Nem a religião, aqui, teve a força dos extremos, Cristãos, Judeus, Muçulmanos, Protestantes, Espíritas e outros frequentam e convivem na paz não encontrada em nenhum lugar do mundo.
As variáveis encontradas no Brasil de hoje são frutos da sopa cultural do Brasil colonial, da falsa República e hoje da Nova Economia. O passado testemunhado, embora lento no decorrer de centenas de anos, hoje é a janela do tempo, que foi engolida pela tela do computador. As informações chegam a tempo real. Não adianta mentir, enganar, postergar, pois estas ações serão massacradas pela informação democrática e pública, através da internet e ações monitoradas pelas redes sociais resultando em empreendimentos próprios da Nova Economia.
Nada é mais esclarecedor que a exemplificação do dinheiro. Queiramos ou não, este é o centro catalisador do estágio cultural do desenvolvimento humano. Encontramo-nos na fronteira da transparência mundial, “Ideologias não mais a precisamos para viver”; o dinheiro e a opção pela riqueza não mais é enxergada como fruto de roubo, embora ainda existam, principalmente, nos países subdesenvolvidos. O Brasil ainda é e o será por muito tempo subdesenvolvido, se não entendermos que o dinheiro é a causa de tudo. O único fundamento que atinge a todos é o vil metal. É próprio do ser humano bestializado e despossuído, principalmente, de cultura, se agarrar a uma religião ou uma ideologia como a muleta de suas incoerências pessoais e muitas das vezes incutidas em seus maus raciocínios, como lógica pura ou verdade absoluta. O dinheiro tem que ser tratado com o merecido respeito e se este então for público, a responsabilidade de sua má gestão deve ser punida, bem próximo à pena capital. .
Somos um país mal administrado por gestores por nós escolhidos, com excesso de leis nunca cumpridas, com impostos inconsequentes, com uma educação ridícula, que remete professores mal formados, próximos ao analfabetismo e alunos com inversão de valores a um poço sem fundo do desprezo humano. Mas nem tudo está perdido, passa por nós o último vagão da cultura humana e início de uma Nova Ordem Mundial “queiramos ou não” surge o Relativismo, fruto da democracia da informação e com ela a luz da razão, para quem tem a sede do saber. Sem guerra, o garrote econômico estrangulará todas as Nações hoje ditas soberanas, até que se curvem a razão da consciência coletiva de todos os seres humanos racionais.
O Brasil tem a rara oportunidade de se inscrever na Nova Ordem Relativa. Temos Massa Crítica, temos Mercado, temos bolsões de Cultura, temos Matéria Prima, temos Tecnologia de ponta em muitos seguimentos, temos um Agronegócio invejável, só nos falta a opção pela riqueza, representada pela eficiência da gestão pública, início e fim de tudo que diz respeito à coisa pública. “É preciso banir o empresário estatal que vive sugando o dinheiro alheio, acometido da pior doença que um ser humano incompetente pode ter ou se prestar: A CORRUPÇÃO.
Eficiência então, deve ser perseguida como palavra de ordem por todos, dos bancos primários aos acadêmicos, na gestão pública, na sociedade civil organizada, no empresariado e fundamentalmente, na prática da cidadania e isto implica em pregar e praticar a transparência na exigência de nossa inscrição no cenário internacional, sem o qual será impossível Sobreviver, Conviver e Prosperar. Hoje vivemos em uma República falida e sem rumo, onde não nos fazemos respeitar, precisamos ser uma Nação-estado, membro de uma sociedade internacional racional através de uma Ordem Mundial Relativa que está sendo construída naturalmente e inconscientemente a partir dos povos sensatos cultos e consequentemente eficientes. "Observemos o esforço da Europa no MCE que acolhe os povos satélites da Rússia após a debandada do irracional regime comunista."
FUNDO DO POÇO
Como e por que o Brasil chegou ao fundo do Poço? ”Representado pelo pior índice de educação”.
Não existirá futuro sem educação, nenhum país do mundo conseguiu dar a volta por cima sem ter investido maciçamente na educação do seu povo. O Brasil, que sofre influência de várias culturas, tem que ter uma dedicação total, pois afinal, somos verdadeiramente um continente e 200.000.000 milhões de brasileiros natos.
Os equívocos são evidentes: professores mal remunerados e analfabetos ensinam o que não sabem, crianças passam de ano por força de lei, aceitam-se as cotas como conquista social, crianças com fome não conseguem pensar, disciplinas importantíssimas foram excluídas das grades de ensino para diminuir os custos, quando teríamos que no mínimo de aumentá-los; instalações ridículas, interferência federal em todos os níveis educacionais, quando que esta tarefa só diz respeito aos municípios e secundariamente aos estados, que são os únicos que podem, com precisão, identificar as demandas necessárias para a projeção de seus futuros. Alunos mal- educados acreditam que só têm direitos. É absurdo um aluno sair da faculdade que virou balcão comercial tupiniquim e ter que fazer uma prova de capacidade profissional, ”OAB” e agora se generalizando para outras cátedras.
Todas as gerações até aqui e com raríssimas excisões estão perdidas mesmo e ponto final. Professores de universidades terão que reciclar, atualizarem-se, mas na verdade, muitos terão mesmo é que reaprender praticamente tudo e outros professores, em verdade, serem alfabetizados. A inversão de conceitos, a falta de civilidade, moral e os bons costumes foram apagando desta geração de forma proposital e induzida ao erro através de ideologias ultrapassadas, além de negadas informações culturais importantíssimas para o conjunto da obra do saber. Isto é maquiavelismo de aculturados.
Se na educação fomos incompetentes em seu ministro, tornamo-nos causa para um efeito devastador. Analfabetos obrigados a votar, respondendo ao chamado de uma falsa democracia, elegem pessoas desprovidas de bom senso contemporâneo. A má gestão da causa pública, então, é reflexo direto dos aculturados do poder. Quem não tem cultura, pode hoje governar, embora não devesse.
Convencer incultos é muito fácil, basta agradá-los e agradar corresponde a dar o que não lhes pertence e pior, de uma forma não equânime, ferindo mais uma vez a falsa democracia e a constituição não legitimada que registram, “todos são iguais perante a Lei”. Mas que lei, a dos ricos ou a dos pobres? A lei que pegou ou a que não pegou? Mas que lei, se se governa por medidas provisórias, se pagamos as dividas públicas com papel podre, se as cadeias estão cheias de ladrões de galinhas e os réus do colarinho branco vão cumprir suas sentenças em casa por falta de vaga nas cadeias, se armas de guerra entram facilmente no país, se drogas cometem um genocídio invisível, se o petróleo é nosso, mas nunca recebi o meu dividendo, se navios ficam meses ao largo esperando para atracar? Isto é o custo Brasil e é este custo, que nos arremete para o fundo do poço. Se quisermos sair verdadeiramente deste ambiente, precisaremos de um projeto nacional de gestão com ênfase no educacional, resgatando valores esquecidos, e em esforço de guerra, projetar-se uma recuperação para 10 anos; e é possível, pois temos prova da capacidade de alguns Brasileiros. Educar-se não é obrigação de todos, nem pode ser uma imposição estatal, mas os que optarem para tal, democraticamente, devem receber do estado o mínimo aceitável do estágio cultural da humanidade. A educação lógica só pode ser de responsabilidade do Município.
DESGOVERNO
O Povo é herdeiro do autoritarismo revolucionário convivendo com o antídoto falso da democracia, ficando assim refém de gestores por este escolhido para gerir a coisa pública. Se a maioria do povo é analfabeto político e obrigado a votar sem o compromisso da lúcida escolha, o resultado só poderia ser a irresponsável gestão dos políticos eleitos. Um conjunto de ações e causa de tantos desmandos que culminam de forma sinérgica para a falência da debilitada Republica. Sendo estas:
Um código eleitoral ultrapassado! Precisamos banir o voto obrigatório e aprovar o voto distrital como forma de dar ao eleitor a oportunidade de julgar e cassar o mau político.
Aprovação de leis por medidas provisórias! Um governo honesto não pode governar atropelando a discussão, a aprovação, a recusa ou a modificação dos temas pelos membros do Congresso Nacional.
Calote Federal! O governo federal é incompetente para cobrar os seus créditos, pratica o calote através do saneamento de sua dívida a partir do pagamento de seus débitos, através de papel podre e pior, quando vai privatizar, prova do seu próprio veneno, aceitando como pagamento o seu falso dinheiro com deságio.
Castração dos estados! Os Estados Federados são sequestrados de seus patrimônios em nome de uma melhor distribuição da aplicação dos recursos. Ou seja, o suor de um estado é o motivo para farra de outros inconsequentemente. Educação, Saúde e Equipamentos operacionais são tomados e mal geridos como se fossem seus.
Sucateamento das Forças Armadas! Entre as prerrogativas primárias de uma Republica Federativa seria a organização de uma força militar para a defesa inconteste de seus cidadãos. Isto não acontece e se agrava uma vez que as fronteiras não são vigiadas, gerando insegurança e autorizando indiretamente o comércio entre narcotraficantes, potencializando-se o armamento de guerra de forma temerária. O resultado é a identificação das conhecidas quadrilhas organizadas como Comando Vermelho e o PCC e sem a presença e tutela do estado, o cidadão emenda o soneto com as milícias que abrigam os aloprados de plantão. Voltamos ao velho oeste que aqui nunca outrora existiu.
Ministérios do nada! O Governo Federal, cercados de incultos e incompetentes, tem como moeda de troca, para poder se manter no Poder, a compra de votos representados pela distribuição de holerites espalhadas pelos Ministérios do nada. (Os EUA têm apenas oito Ministérios, considerado um país altamente eficiente e nós, totalmente, ineficientes, nos sobram então, 32 ministérios a serem extintos.)
Empresário Chapa Branca! Como bernes, estes empresários chapa branca, infestam o corpo debilitado da viúva República de forma avassaladora, sem nenhum escrúpulo moral ou patriota. Chama-me a atenção a sua postura, aqui, em nosso solo, uma vez que no exterior, estes mesmos empresários são de uma lisura elogiável pelos países que prestam os mesmos serviços daqui. Seria então, a questão mais uma vez de má gestão pública!
Funcionários Públicos como párias! Em todo mundo, o funcionalismo público é tomado como um sentimento de dever cívico que ainda é remunerado, mas quando a sua competência é reprovada, ele é despedido e devolvido à sociedade como um mau elemento. No Brasil, a maioria das pessoas buscam no serviço público uma muleta para a falta de capacidade, exigência mínima da iniciativa privada e a estabilidade de que não vão ser demitidos, mesmo que estes sejam desprovidos de qualquer capacidade mental. Consideremos ainda que algumas pessoas, também sem caráter, entrem no sistema funcional público apenas pré-determinados a roubar. É uma realidade que nos atormenta. Sem poder serem demitidos, nivelam os bons funcionários com os ruins, como iguais. Isso tem que mudar. Se não aprovarmos uma lei complementar para que possamos demitir estes párias, não teremos a eficiência desejada!
CONTRAMÃO DA ECONOMIA
As políticas econômicas são uma verdadeira colcha de retalhos e as regras mudam a todo instante com o jogo sendo jogado, isto é, terrorismo empresarial. Não podemos controlar a infração a partir de uma política canibal junto com a Petrobras. Temos que ter a opção pela riqueza sem mentiras. É muito fácil, sempre que se aproxima as eleições, prometerem 1 milhão de empregos e logo à frente, muda-se na maior cara de pau os rumos da aceleração, calando o povo faminto, que agora já são 40.000.000 de mendigos estatais, que recebem o Bolsa Família sem nenhuma expectativa de mudar essa opção. Não podemos iludir o povo!
A Infração tem que ser controlada, mesmo que tenhamos que cortar a própria carne. Mesmo para se cortar a própria carne é necessário o mínimo de razão empresarial. Os empresários sempre investirão, se sentirem credibilidade governamental, o que lamentavelmente não existe. O dinheiro pesado não tem mais fronteiras e nossas multinacionais podem e devem investir onde o lucro é real, mesmo que isto não ocorra dentro dos limites territoriais nossos. Se o governo inspira confiança, credibilidade e estabilidade social, empresários Nacionais e Internacionais aportarão aqui seus bem-vindos dólares.
Não se acelera nada sem planejamento a longo prazo, não se constrói usinas de energia em um estalar de dedos, não se constrói ferrovias da noite para o dia, não temos aeroportos para a demanda interna, não temos portos que possam escoar nossa safra e nem receber o que compramos, navios ficam até três meses à deriva nas baías ,em fila indiana, esperando e aumentando o custo Brasil.
Não é, e nem será, um guerrilheiro chapa branca, que tenha optado por uma seita que coíba punho cerrado e achar que irá pôr esta nação no rumo certo, isto é missão para Patriotas possuídos de razão e visão empresarial. É preciso um mutirão de sábios de todos os segmentos da sociedade civil organizada e nós os temos, embora hoje ,envergonhados, de tanta ignorância e honrados, não se misturam com a camarilha de plantão.
Os equívocos se avolumam de forma torrencial, é preciso dar um basta. Ao invés de se matar o carrapato, sistematicamente, mata-se a pobre vaca. Mas isto só acontecerá se chamarmos uma constituição sem as “palhaçadas” que nelas hoje constam a iniciar-se pelo juro explicitamente engessado. O Brasil é o único país do mundo que tabelou o judô em sua constituição e serve de chacota para o resto do mundo e como se já não bastasse discute-se uma nova estatal que cuidará da energia solar. A famigerada “SOLARBRÁS” não dá para levar este país a sério.
Fazer a opção pela riqueza é começarmos a planejar a longo prazo, a buscar a eficiência em todas as áreas, é privatizarmos tudo, é manter a inflação em números suportados de forma real, é não manipularmos os dados do IBGE e fundamentalmente, cuidarmos da educação de nossos tataranetos, pois filhos, netos já perderam a oportunidade de viver dignamente sem o risco de ter suas vidas ceifadas por uma bala encontrada em seus corpos caídos.
Precisamos entender que se queremos um país com oportunidades iguais é preciso gerar riquezas, cobrarmos impostos e geri-los com transparência e eficiência.
INDENIZAÇÃO
Falar em indenização da forma que reivindico e convoco a todos os patrícios a se juntarem a apoiar esta proposta que certamente talvez seja a mais polêmica. Mas analisemos os fatos: Não é verdade quando compramos um equipamento eletrônico ou qualquer outro tipo de produto e este vem com defeito, temos direito do conserto ou o dinheiro de volta? Parece que é unânime a resposta. Por que então o governo ao longo de toda a minha existência não me indeniza pelos seus serviços não prestados! E encontramos os desmandos em todos os segmentos em que é de sua responsabilidade. Não adianta postergar que no próximo mandato a coisa vai melhorar, vai atingir a meta estamos cansados disto. A incompetência é tão grande que mesmo uma simples obra como transposição do Rio São Francisco sonho de todo Nordestino e que deveria um retirante honrá-lo ainda assim não o fez e pior a conta é paga 4 vezes a mais por todos nós.
Não temos Saúde, não temos Educação, não temos Transporte, não temos Aeroportos, não temos Energia, não temos Qualidade de Vida, não temos Futuro não temos, não temos Internet, não temos mais orgulho de sermos Brasileiros!
Se o governo falha, é promiscuo, corrupto, incapaz de cobrar impostos, mau gestor do nosso dinheiro, é preciso tirar dele uma indenização, pois todos os governos até a data de hoje não cumpriram com o seu papel, portanto devemos exigir que uma indenização seja paga a todos os brasileiros vivos e a nascer nos próximos vinte anos. Pode parecer ficção, mas não o é, (Outros países já praticaram tal ação). Analisemos então o valor a ser pago considerando uma expectativa de vida de 100 anos (Conforme na introdução todo ser humano é uma maquina biológica com a garantia do governo que tem a obrigação de garantir a qualidade de vida para o bom “modus operantes” destas máquinas no caso, Brasileiros. Cito desta forma para que seja mais fácil compreender não querendo comparar o ser humano com máquinas (Jamais perderei a ternura sem ser cubano), mas infelizmente esta comparação para estes cálculos devem ser consideradas.
Mas como pagar se o governo vive dizendo que não tem dinheiro, contudo gera de forma sistemática despesas por nós conhecidas por "Cabides de emprego", não se enche uma caixa d'água com dezenas de furos, cada furo é representado por um Ministério do nada ou por uma autarquia ultrapassada. Ninguém de bom juízo consegue entender como um caixa do Banco do Brasil chega a ganhar R$ 6.000,00 mês contra R$ 900,00 de um Banco privado. Será que o dinheiro a ser contado pelo banco do Brasil é de Ouro! Não na verdade é a farra do erário.
Será que nunca faremos uma auditoria na Petrobrás, será que todo petróleo extraído chega a seu destino via receita oficial. Será que a carne comprada para a tropa das forças armadas chegam a mesa dos seus soldados ou são conduzidas para ambientes mais sofisticados? Será que todo o imposto cobrado de fato é real ou os auditores a exemplo de São Paulo os reduzem e a partilha chega a seus comparsas para compra de iates. Enfim é muito furo que não daria aqui para elencá-los.
Dinheiro existe, falta é vergonha na cara e uma decisão patriota de por o trem nos trilhos. Vamos vender tudo que não temos competência de gerir. Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, INSS, Docas, DNER, Universidades, Hospitais, Presídios, Estatais, Autarquias e extinguir todos os Ministérios do Nada. Todo o dinheiro arrecadado irá para um fundo a ser criado de Indenização. Dividiremos em três partes considerando sempre o numero da população. 1/3 ira proporcionalmente para os estados, 1/3 para o fundo de pensão federal e o restante será pago ao cidadão. "Sem cabides de emprego o governo deixara de ser pesadão não terá o que barganhar, e terá que gerir apenas o que captar de impostos".
Ainda na parte do cidadão teremos que aplicar o seguinte critério: Da cota resultante da partilha que será dividida por cem (Expectativa de vida do ser humano) a idade vencida com vida será multiplicada pelo números de anos vividos e pagos a vista e o restante anualmente até o final de seus dias. Caso morra antes o dinheiro estornará para o Fundo Indenizatório. Menores só receberão quando completarem a maior idade. Tutelados receberão mensalmente.
Pelos cálculos realizados o valor da indenização chega a de R$ 100.000,00 reais por Brasileiro nato. Aquecerá a economia, aumentará a autoestima das pessoas, norteará investimento e certamente o Brasil passará a ser respeitado Internacionalmente. Certamente existirá e é normal, que pessoas incrédulas irão logo fazer as contas que já fiz e bradarão, é impossível, e eu insisto em dizer e provar que é possível, mas as pessoas a me questionarem antes terão que aprender CIÊNCIAS FRACTUAIS APLICADAS.
Isto sim é justiça social pois atinge a todos de forma equânime!
DEMOCRACIA
Democracia é o império das Leis....... Pregar e praticar um peso e uma medida para todos os Brasileiros..... Quanto menos governo melhor.......
PACTO FEDERATIVO
A Federação faliu. O estrago foi tão grande que estamos a beira de esquecermos que os estados têm as suas próprias culturas e não nos unimos na federação para sermos roubados, mas sim integrar uma Nação que hoje não existe.
Prosperou a desonra, consolida-se, conforme cita Rui Barbosa "temos vergonha de sermos honestos". Analisemos então porque enquanto os estados europeus lutam desesperadamente para integrar a comunidade européia nós aqui anestesiados nos mantemos passivos de uma gestão federativa inconsequente. Será que os estados não têm homens de verdade com coragem de se insurgir. Não será que deliberadamente e sorrateiramente patrícios do nordeste e do norte se uniram e através de senadores sugam o suor do sul em detrimento ao sorriso nas redes de balanço dos que "sofrem da seca proposital, " Não vejo nenhuma ação ou um ser que queira efetivamente reverter o status de sempre.
Uma Federação forte não socorre os necessitados mas os acolhe integrando a sociedade organizada, afastando-se da misericórdia hoje conhecida, incentivada e glorificada como tábua de salvação intitulada de Bolsa Família. Banalizou-se o individuo despossuído materialmente, promovendo-o como mendigo estatal e maquiavelicamente arrancou-se deste a última força que ainda e até aqui os mantinham vivos o seu pensar. Agora bestializados politicamente através de uma publicidade mentirosa estatal, fica impossível repensar com estas panças mal alimentadas. Mais de 40.000.000 milhões de famintos votam em quem apenas os alimenta, mesmo que estes sejam inconsequentes.
Somente uma mobilização nacional poderá expulsar os guerrilheiros chapa branca junto com os coronéis que infestam a Federação. Não me parece justo que o critério de votação de nossas leis, pois simplesmente os senadores do Norte e do Nordeste em numero de 51 votam contra 24 senadores do centro sul. Em um critério proporcional apenas o estado de São Paulo deveria ter no minimo mais de 40 senadores. Não é racional Roraima com 500.000 habitantes tenha uma representatividade igual a de São Paulo. Certamente alguns leitores irão dizer, mas as Leis Federais são aprovadas no Congresso Nacional e é verdade, a proporcionalidade ali nivela apenas um pouco, como também é verdade que antes da aprovação destas leis que já chegam do Senado Federal prostituídas, a manipulação, postergação e a barganha não só do Senado pelos senadores do Norte e Nordeste em benefícios próprios regionais. Como se não bastasse ainda tem o dedo cancerígeno da Presidência da República e seus vassalos. Isto não é democracia é democratismo.
ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL
A eficiência somente se dará se enxugarmos a máquina olhando única e exclusivamente a questão custo-benefício, operacionalidade e transparência. Dentro deste pensamento a maioria das instituições federais terá que fundir-se ou até mesmo ser extinta por que simplesmente não ter nenhuma serventia racional.
Privatização de toda a atividade econômica inclusive aquelas que os incultos acham que são “Áreas de Segurança Nacional”, Encerramento da maioria de autarquias inúteis tendo então uma matriz administrativa enxuta, moderna e voltada para o desafio do século. Dividindo a esfera Federal em cinco não ministérios, mas sim, cinco Poderes autônomos e harmoniosos entre si a saber:
Poder Social
Secretaria de Defesa Humana
Secretária de Profissionais
Secretária das Associações Sem Fins
Secretária Eleitoral
Secretária do Ministério Público
Fundo Nacional de Indenizações e Previdência Social
Poder Legislativo
Senado Federal
Câmara dos Deputados Federais
Assembleias Legislativas Estaduais
Assembleias Legislativas Municipais
Poder Econômico
Banco Central
Bolsas de Valores
Secretária de Pesquisa e Estatística
Secretária de Negócios do Exterior
Secretária de Negócios Internos
Secretária de Controle de Jogos, Armas e Drogas
Secretária da Produção Cultural
INPI
Academia Nacional de Combate a Incêndio
Poder Judiciário
Supremo Tribunal Constitucional
Tribunais Federais
Tribunais Arbitrais
Cartórios Federais
Presídio Federal
Secretária de Inteligência da Policia Judiciária
Presídio Federal
Poder Executivo
Presidência da Republica
Conselho do Pacto Federativo
Itamarati
Procuradoria Geral da Republica
Secretária de Segurança Nacional
Guarda Nacional
Guarda Costeira
Guarda Aérea
Guarda Fronteira
Policia Federal
Centro de Crimes Digitais
Centro de Informações Internas
Academia Nacional de Policia
Centro de Alertas e Catástrofes
Secretária da Defesa Nacional
Exército
Marinha
Aeronáutica
CAT - Corpo de Ação Tática
Centro de Inteligência Externa
Secretária de Política de Integração Nacional
Secretaria de Receita Federal
Secretária de Saúde Nacional
Centro de Epidemias
Centro de Endemias
Secretária de Logística e Armazenamentos Estratégicos
Correios
Agencias de Controle
Imprensa Nacional
Centro de Preservação Histórica
Centro de Referencia Educacional Federal
Universidade Federal
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Todos os governos, Federal, Estaduais ou Municipais juntamente com seus executivos eleitos, nomeados e funcionários públicos, têm a obrigação de praticar uma Política Declarada com transparência e austeridade. Somente assim o individuo tornar-se-á cidadão e estes então adquirirão consciência, inicialmente de seus direitos e deveres de forma civilizada. O efeito toma dimensão de coletividade e o povo e não mais ninguém construirá a partir da educação uma Nação de direito e de fato.
Em minha trajetória política aprendi "Quando o povo não o segue, deve-se segui-lo ou seguir sozinho. - Galileu" Até aqui caminhei praticamente sozinho e hora, ao fundar o Partido Democrata (Em organização) busca ajuda de todos que possam ao conhecer minhas idéias junta-nos de forma sinérgica e darmos uma nova opção partidária. Talvez nunca tenha existido um partido tão prático e com os vetores tão bem definidos. Não coligaremos e lançaremos candidatos próprios por força estatutária a todos os cargos eletivos. Visite o site do Partido em: www.partidocapitalistapopular.org.br
Aproveito a oportunidade e convido a todos a serem militantes e dirigentes deste Partido. Entre em contato estou lhe aguardando.
Agenor Candido Gomes
Empresário, Filósofo e Cientista Político
agenor@agenor.net.br
55 21 97125 2784
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