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Crisol, mais conhecido como cadinho, é um dos mais antigo aparatos de laboratório, remontando ao tempo dos alquimistas. Normalmente feito de cerâmica, grafita, platina pedra ou algum material de alta resistência à temperatura, é usado para o aquecimento à elevadas temperaturas de diversos materiais, seja para fundí-los, seja para que se decomponham e restem resíduos específicos (como cinzas, para materiais orgânicos) que são então analisados.
Sua história na alquimia o faz ser tema até de círculos de misticismo, como pode ser visto nestes versos de Aleyster Crowley:
Que quando o mais se esfuma, ficas no crisol;
Tu que és o segredo e o coração do Sol;
Tu que és a escondida fonte do universo;
Tu solitário, real fogo no bastão imerso;