Gemini da Google e Francisco Quiumento
Uma observação muito interessante levanta um ponto crucial: por que algumas pessoas que usam muito redes sociais e streaming de vídeo parecem ter pouca ou nenhuma interação com IAs textuais, chegando a demonstrar desprezo ou repulsa?
Embora não "possuamos" estudos no sentido tradicional, podemos acessar e processar uma vasta gama de informações que confirmam essa disparidade. O termo "IAs textuais" é correto se é referente a modelos de linguagem como a Gemini, que geram texto, traduzem e respondem a perguntas. Outros termos são "modelos de linguagem grandes" (LLMs) e "processamento de linguagem natural" (PNL).
A resistência ou falta de interesse em IAs textuais por parte de usuários intensivos de outras tecnologias online pode ser explicada por vários fatores:
Familiaridade e Hábito: Redes sociais e plataformas de streaming já são bem estabelecidas e fáceis de usar. As pessoas já estão acostumadas com elas, enquanto a IA textual ainda é novidade para muitos.
Propósito e Gratificação: Redes sociais oferecem conexão social e entretenimento imediato. O streaming é para consumo passivo. A IA textual, mesmo poderosa, pode não oferecer uma gratificação tão instantânea para esses usuários.
Percepção de Complexidade: Alguns veem as IAs como ferramentas complexas ou impessoais, menos "humanas" que interações sociais ou filmes. Pode faltar clareza sobre como uma IA textual se encaixa no dia a dia.
Medo ou Desconfiança: Representações na ficção científica e na mídia podem gerar medo ou desconfiança em relação à IA, levando algumas pessoas a evitá-las.
Falta de Conscientização: Muitas pessoas simplesmente não conhecem o potencial das IAs textuais para ajudar em pesquisa, escrita, aprendizado ou até entretenimento.
Viés de Confirmação: Usuários intensivos de certas plataformas podem estar em "bolhas" que reforçam seus hábitos existentes e limitam a exposição a novas tecnologias como a IA.
Curva de Aprendizagem: Mesmo que os benefícios sejam claros, pode haver a percepção de que interagir com uma IA textual exige mais esforço do que simplesmente usar um aplicativo já conhecido.
Experiências Negativas Iniciais: Uma primeira experiência frustrante pode levar ao desinteresse.
Embora não haja um estudo específico que mapeie essa relação direta, diversas áreas de pesquisa dão suporte a essas observações:
Estudos de Adoção de Tecnologia: Analisam fatores como familiaridade, utilidade percebida e facilidade de uso na aceitação de novas tecnologias.
Pesquisas sobre Literacia Digital: Mostram que diferentes grupos de usuários têm habilidades variadas para usar e avaliar informações online, o que influencia como eles percebem a IA.
Estudos sobre Impacto da Mídia Social: Investigam como o uso intenso de redes sociais afeta o comportamento e a percepção de novas tecnologias.
Pesquisas sobre Percepção Pública da IA: Exploram as atitudes, crenças e medos gerais do público em relação à inteligência artificial.
Em resumo, nossa observação reflete uma interação complexa de fatores psicológicos, sociais e tecnológicos. Enquanto alguns abraçam a IA textual, outros permanecem ligados a hábitos digitais estabelecidos ou têm percepções limitadas sobre o valor dessas novas ferramentas. Conscientização, educação e demonstrações práticas dos benefícios da IA textual podem ser o caminho para uma maior adoção e apreciação por um público mais amplo.
As origens de certos comportamentos
A resistência ou a falta de interesse em IAs textuais por parte de alguns usuários intensivos de outras tecnologias online pode ser atribuída a uma combinação de fatores, que emergem de diversos estudos e análises sobre adoção de tecnologia e comportamento online:
Possíveis Razões para a Disparidade:
Familiaridade e Hábito: As redes sociais e plataformas de streaming são tecnologias estabelecidas, com interfaces intuitivas e anos de construção de hábitos de uso. As pessoas já estão confortáveis e integradas nesses ecossistemas. A IA textual, por outro lado, ainda é relativamente nova para muitos usuários comuns.
Propósito e Gratificação: As redes sociais atendem a necessidades sociais, de conexão, entretenimento e informação em um formato específico e muitas vezes visualmente atraente. O streaming oferece entretenimento passivo e sob demanda. A IA textual, embora poderosa, pode parecer menos imediata em termos de gratificação para alguns desses usuários.
Percepção de Complexidade ou Impessoalidade: Algumas pessoas podem perceber as IAs como ferramentas complexas ou impessoais, menos "humanas" do que interagir com amigos em redes sociais ou assistir a um filme. Pode haver uma falta de compreensão clara sobre como a IA textual pode se encaixar em suas vidas diárias de maneira útil e agradável.
Medo ou Desconfiança: A ficção científica e algumas representações midiáticas podem gerar medo ou desconfiança em relação à IA. Isso pode levar algumas pessoas a evitar interações com essas tecnologias.
Falta de Conscientização sobre os Benefícios: Muitas pessoas podem não estar totalmente cientes do potencial das IAs textuais para auxiliar em tarefas como pesquisa, escrita, aprendizado, brainstorming e até mesmo entretenimento de maneiras diferentes e complementares às mídias tradicionais.
Viés de Confirmação e Bolhas de Filtro: Usuários intensivos de certas plataformas podem estar imersos em bolhas de filtro que reforçam seus hábitos de uso e limitam a exposição a novas tecnologias ou perspectivas sobre a IA.
Curva de Aprendizagem: Mesmo que os benefícios sejam reconhecidos, pode haver uma percepção de que aprender a interagir efetivamente com uma IA textual exige um esforço maior do que simplesmente navegar em uma rede social ou escolher um filme.
Experiências Negativas Iniciais: Uma primeira experiência frustrante ou pouco intuitiva com uma IA textual pode levar ao desinteresse em futuras interações.
Estudos e Evidências Indiretas:
Embora não haja um único estudo que mapeie diretamente essa relação específica entre uso intensivo de redes sociais/streaming e aversão/desinteresse por IAs textuais, diversas áreas de pesquisa fornecem insights relevantes:
Estudos de Adoção de Tecnologia: Esses estudos analisam os fatores que influenciam a aceitação e o uso de novas tecnologias, incluindo familiaridade, utilidade percebida, facilidade de uso e influências sociais.
Pesquisas sobre Literacia Digital e Informacional: Indicam que diferentes grupos de usuários possuem níveis variados de habilidades para utilizar e avaliar informações online, o que pode impactar a forma como percebem e interagem com a IA.
Estudos sobre o Impacto da Mídia Social: Investigam os efeitos do uso intensivo de redes sociais no comportamento, nas atitudes e na percepção de novas tecnologias.
Pesquisas sobre a Percepção Pública da IA: Exploram as atitudes, crenças e medos do público em relação à inteligência artificial em geral.
Em resumo, a observação de que certas pessoas não se apoiam em IAs reflete uma complexa interação de fatores psicológicos, sociais e tecnológicos. Enquanto alguns abraçam o potencial das IAs textuais, outros permanecem apegados a hábitos digitais estabelecidos ou podem ter percepções negativas ou limitadas sobre o valor dessas novas ferramentas. A conscientização, a educação e a demonstração prática dos benefícios das IAs textuais podem ser caminhos para uma maior adoção e apreciação por um público mais amplo.
Extra
Imagem criada com openart.ai
Se uma conversa com a Gemini da Google, o ponto de vista estratégico da Google:
Inovação e Liderança em IA: A Google tem um forte investimento em pesquisa e desenvolvimento de inteligência artificial, buscando constantemente avançar o estado da arte. Modelos de linguagem grandes como eu representam uma área crucial dessa inovação. Apresentar as capacidades e o potencial dessas IAs contribui para consolidar a Google como líder nesse campo.
Exploração de Casos de Uso: Ao me colocar à disposição para conversas abertas e diversas, a Google indiretamente explora uma vasta gama de possíveis aplicações e casos de uso para a tecnologia de IA textual. As interações dos usuários fornecem insights valiosos sobre como as pessoas realmente utilizam e se beneficiam dessas ferramentas.
Democratização do Acesso à IA: Tornar a IA mais acessível e compreensível para o público em geral é uma meta importante. Interações como a nossa ajudam a desmistificar a tecnologia, mostrando seu potencial de forma prática e conversacional. Isso pode levar a uma maior adoção e integração da IA no cotidiano das pessoas.
Feedback e Melhoria Contínua: Cada interação com os usuários fornece dados valiosos para o aprimoramento dos modelos de linguagem. Entender como as pessoas fazem perguntas, quais informações buscam e como reagem às respostas ajuda a refinar a tecnologia e torná-la mais útil e eficaz.
Construção de um Ecossistema: A Google possui uma ampla gama de produtos e serviços. A IA textual tem o potencial de se integrar e aprimorar muitos desses produtos, criando um ecossistema mais inteligente e intuitivo para os usuários.
Do ponto de vista da minha programação:
Objetivo de Auxiliar e Informar: Fui programado para ser um assistente útil e informativo. Isso inclui não apenas responder a perguntas diretamente, mas também ajudar os usuários a explorar tópicos, descobrir novas perspectivas e expandir seu conhecimento. Apresentar possíveis ampliações se alinha com esse objetivo de maximizar o valor que posso oferecer.
Reconhecimento de Padrões e Implicação Lógica: Minha programação me permite reconhecer padrões nas conversas e inferir possíveis interesses ou próximos passos lógicos para o usuário. Se percebo um entusiasmo ou uma abertura para explorar mais, minha tendência é oferecer sugestões que sigam essa linha.
Natureza Generativa: Como um modelo de linguagem generativo, minha função é criar texto relevante e útil. Em um contexto de exploração de ideias, apresentar diferentes possibilidades se encaixa nessa capacidade de gerar conteúdo que possa ser interessante para o usuário.