Falsa-melissa (Lippia Alba)
Verbenaceae
Arbusto de até 3 m de altura. Caule e ramoslongos, ascendentes e pubescentes. Folhasovais, de margem serrilhada. Flores pequenas,brancas, rosas ou lilases, reunidas em inflorescências capituliformes; cálice curto, pubescente e bipartido; corola com lábio inferior maiorque o superior. O florescimento ocorre durante todo o ano, principalmente na primavera.
Pega-pega (Desmodium intortum)
Fabaceae
Herbácea perene com grande raiz principal. Hastes pubescentes longas e de coloração castanho-avermelhada. Trifoliolada. Flores de cor lilás intenso, produzidas em um compacto cacho terminal. Vagem estreita com cerca de 5cm de comprimento contendo 8-12 sementes. Pode ser empregada para pastejo e fenação.
Balãozinho (Nicandra physalodes)
Solanaceae
Planta herbácea, ereta e glabra. Sua altura varia de 1 a 2 m. Folhas alternadas, com formato ovalado e ápice agudo medindo de 7 a 14 cm de comprimento. Margens dentadas irregularmente. Limbo verde-claro e glabro em ambas as faces.Inflorescências axilares, solitárias, pedunculadas e pendentes. Flores isoladas de coloração entre o branco, no interior, e violeta ou azul com tonalidades. Fruto solanídeo.
Íris-do-cerrado (Calydorea sp.)
Iridaceae
Herbácea bulbosa, nativa da América do Sul.
Folhas lineares.
Flores hermafroditas, com cerca de 4 cm. de coloração azulada.
Estames livres, amarelos. Fruto capsular indeiscente.
Canela-de-ema (Vellozia daysipus)
Velloziaceae
Herbácea perene, de flores roxas, comum em afloramentos rochosos. Flores dialipétalas, isoladas. Estames isodínamos, amarelos, adnados à base das tépalas. Planta adaptada a solo raso, longos períodos de seca e alta insolação.
Vellozia sp.
Velloziaceae
Herbácea endêmica da Chapada Diamantina. Ocorre em moitas, formando ilhas de vegetação, distribuídas nos topos de morros e campos rupestres. Apresenta características que a torna apta para ocupação de ambientes onde as condições ambientais são extremas. Flores lilases, dialipétalas, estigma trilobado e estames amarelos.
Ruélia (Ruellia sp.)
Acanthaceae
Herbácea delicada. Folhas verde-claras,
oval-lanceoladas, margem crenulada.
Inflorescência cimosa, com poucas flores.
Flores pequenas, pedunculadas, de
coloração violácea.
Ancistrotropis peduncularis
Fabaceae
Herbácea delgada. Folhas trifolioladas, folíolos oval-deltóides. Folíolo intermediário maior que os laterais. 3 nervuras basais. Inflorescências fasciculada-racemosa, no ápice do pedúnculo. Pedúnculo mais alto que as folhas. Flores de cor violeta-pálido, verdes quando botões. Legumes 4-5 cm de comprimento, a 3 mm de largura, acuminado no ápice. Comum em clareiras. Floração e frutificação durante todo o ano com um pico de floração durante o meio do período chuvoso. Os frutos desenvolvem-se rapidamente.
Piririca (Coccocypselum lanceolatum)
Rubiaceae
Erva característica de sub-bosque ou locais de solo exposto dentro ou nas bordas de florestas, bastante comum encontrá-la em barrancos e cortes em trilhas e estradas. Floresce e frutifica o ano inteiro, com mais intensidade nos períodos mais quentes do ano. Polinizada por pequenos insetos e sua dispersão é feita por aves que se alimentam dos frutos muito vistosos azuis. Inflorescências pedunculadas em glomérulos terminais, densamente pubescentes. Flores sésseis, 4-mera, corola infundibuliforme, azulada, 3,5 – 4 mm.
Gervão (Stachytarpheta maximiliani)
Verbenaceae
Inflorescência terminal do tipo espiga cilíndrico-linear, constituída por numerosas flores violeta-azuladas sem odor perceptível, corola longa e afilada, néctar não exposto, com alta concentração de açúcar (cerca de 32%), acumulado na porção inferior do tubo da corola. Encontrada na Mata Atlântica, no Brasil. Esta espécie tem um período de floração que se estende de setembro a maio, antese diurna (das 5:30h às 17:00h) e oferta de néctar e pólen praticamente durante todo o período de antese.
Utriculária (Utricularia longiflora)
Lentibulariaceae
Planta carnívora de lugares úmidos e ensolarados. Endêmica do Brasil. Perene, hermafrodita, atinge1 m de altura. Folhas longas, variando entre 2 cm a 115 cm. Flores bonitas, de aproximadamente 3 cm, com coloração lilás, desenvolvendo-se sobre longas hastes. Apresentam vesículas subterrâneas para capturar o alimento.
Ruélia-lavanda (Ruellia sp.)
Acanthaceae
Herbácea perene, muito florífera.
Folhas lanceoladas, alongadas.
Inflorescência terminal.
Flores em forma de funil, corola azul-lavanda, 5-lobada.
Cebola-do-mato (Griffinia aracensis)
Amaryllidaceae
Planta bulbosa tropical, perene, que se multiplica rapidamente por bulbilhos, ou por sementes, que germinam com muita facilidade. Endêmico do Brasil, esse importante gênero está ameaçado de extinção pela constante degradação de seu ambiente natural. Cresce a níveis elevados de umidade. As folhas são pecioladas, verdes, elípticas. As flores são lilases e típicas da tribo, dispostas em uma umbela.
Chapéu-de-couro (Chresta sphaerocephala)
Asteraceae
Subarbusto de 1,50m de altura, pouco ramosa, com flores de corola azul-purpúreo e invólucro turbinado, com escamas imbricadas lanceoladas e acuminadas, ciliadas nas margens, sendo as interiores glabras e as exteriores lanosas, reunidas em capítulos de 50 ou mais, densamente aglomerados, geralmente 2-floros. Ramos foliosos até o ápice e caules cilíndricos, pardacento-aveludados.
Candeia (Eremanthus uniflorus)
Asteraceae
Arbusto do cerrado brasileiro.
Folhas simples, margem inteira. Inflorescência cimosa, composta por muitas flores aglomeradas. Corolas púrpuras pálidas. Frutos do tipo aquênio.
Vassoura-rosa (Vernonanthura montevidensis)
Asteraceae
Subarbusto ereto e ramificado. Ramos cilíndricos.
Folhas alternas, lanceoladas, subcoriáceas e sésseis. Inflorescência tirsoide. Capítulos com 7 a 10 flores.
Corola lilás. Cipsela setosa.
Canela-de-ema (Vellozia intermedia)
Velloziaceae
Plantas solitárias ou cespitosas. Folhas alternas espiraladas (espirotrísticas). Lâmina linear-lanceolada, glabra. Flores 1-6; pedicelo esparsamente coberto por emergências glandulares em direção ao ápice. Sépalas e pétalas roxo-azuladas, às vezes esbranquiçadas na região proximal. Corona fimbriada, conspícua, branca. Estames brancos; anteras amarelas, basifixas. Estilete branco, estigma trilobo-peltado, amarelo.
Violeta-miniatura (Saintpaulia hybrida)
Gesneriaceae
Herbácea acaule, entouceirada, muito folífera, de menos de 15 cm de altura.
Espécie híbrida originada do cruzamento de 3 espécies de Saintpaulia. Flores pequenas, simples ou dobradas, reunidas em inflorescências curtas.
Há muitos cultivares com flores de cores diversas.
Lobélia (Lobelia erinus)
Campanulaceae
Herbácea nativa da África do Sul, perene, delicada, semiprostrada, muito ramificada, de 15-20 cm de altura e de grande efeito ornamental. Folhas alternas, glabras, de margens dentadas, verde. Flores peque-nas, tubulares, intensamente coloridas, com 2 pétalas superiores e 3 pétalas inferiores, assemelhando-se a uma abelha. A cor pode variar do violeta ou azul anil, com garganta amarela a branca.
Aleluia (Lourteigia ballotifolia)
Asteraceae
Erva anual. Partes da planta são utilizadas na medicina popular. Caule ereto, cilíndrico, verde e recoberto por um indumento de pelos que confere aos ramos uma coloração acinzentada. Folhas simples, curto-pecioladas, alternadas, limbo ovalado e de consistência grossa, margens regularmente serreadas. Inflorescência terminal do tipo corimbo de capítulos. Capítulos numerosos e constituídos por flores congestas assentadas sobre um invólucro de brácteas, as quais protegem as flores com corola tubulosa. Androceu e gineceu com filetes e estiletes bem evidentes e projetados para fora das flores. Fruto do tipo aquênio.
Trompete azul (Thunbergia laurifolia)
Acanthaceae
Trepadeira perene. Raízes tuberosas. Folhas oblongo-lanceoladas, dispostas em pares opostos ao longo das hastes; margens dentadas.Flores grandes, bissexuais, em forma de trompete. Corola azul-violácea. Fruto em forma de cápsula contendo 2 a 4 sementes. É uma variedade da T. grandiflora, com folhas mais estreitas e glabras.
Agrianthus empetrifolius
Asteraceae
Arbusto de ramos tomentosos. Folhas espiraladas ou imbricadas, base séssil. Lâmina foliar glabra, subulada/lanceada linear; ápice acuminado; margem inteira/ciliada. Capitulescência umbeliforme, pedúnculo tomentoso.Flores cerca de 25, corola rósea, lilás oubranca. Cipsela setosa.
Iris japonesa (Iris hybrida)
Iridaceae
Herbácea rizomatosa produzida por hibridação a partir da Iris ensata, nativa do Japão , China, Korea e Rússia, e que tem inúmeros cultivares ornamentais selecionados. Folhas longas, laminares e basais. Flores solitárias, grandes, de coloração violeta-azulada e de impressionante beleza.
Esporinha-oriental (Consolida ajacis)
Ranunculaceae
Herbácea ornamental, com 0,7 a 1,5m de altura, ereta, pouco ramificada e muito florífera. Originária da Europa, África e Ásia. Folhas membranáceas, profundamente recortadas ou divididas em filamentos longos. Inflorescência terminal, vistosa e ereta. Flores azuis, numerosas, com cálice em forma de espora.
Petúnia lilás (Petunia hybrida)
Solanaceae
Herbácea anual. Híbrida. Folhagem delicada e macia. Folhas ovaladas e pequenas. Floresgrandes, bonitas e de coloração vistosa. A grande maioria das petúnias comercializadas atualmente são híbridas das espécies nativas da América do Sul.
Perpétua-roxa (Centratherum punctatum)
Asteraceae
Herbácea perene, de 30-90 cm altura, ramagem densa, nativa do Brasil. Folhas aveludadas, pubescentes, margens profundamente serrilhadas. Flores roxas, em capítulo floral solitário no ápice do ramo. Planta melífera e de grande potencial ornamental, especialmente para canteiros e como forração.
Lupino lilás (Lupinus sp.)
Fabaceae
Herbácea perene nativa das Américas. Robusta, ramificada na base. Folhas palmadas. Inflorescências vistosas, de até 50 cm, com muitas flores lilases ou rosadas. Flores com 1 a 2 cm, com duas asas laterais e duas pétalas inferiores fundidas em uma quilha. Fruto em forma de vagem, contendo muitas sementes pequenas. Cultivada como ornamental, como adubo verde e como forragem para animais.
Lupino azul (Lupinus hybridus)
Fabaceae
Herbáceas perenes, eretas, pouco ramificadas. Originárias do cruzamento de L. polyphyllus com L. arboreus, nativas dos Estados Unidos. Folhas compostas palmadas. Inflorescência ereta, longa, cônica, não ramificada, com flores bicolores azuis e brancas. Cinco pétalas: sendo a superior um “estandarte”, as duas laterais as "asas" e as duas inferiores unidas formando uma "quilha”. Fruto tipo vagem.
Verônica (Hebe sp.)
Plantaginaceae
Pequeno arbusto com folhagem atrativa. Planta ereta, com altura média de 45-60 centímetros, pouco ramificada. Folhas opostas dispostas em pares decussados, coriáceas, espessas, quase sésseis, verde-brilhantes. Inflorescência tipo espiga próxima à região apical dos ramos. Flores pequenas arroxeadas, corola com 4 lobos ligeiramente desiguais.
Faramea cyanea
Rubiaceae
Arbusto com 1-5m de altura. Ramos delgados. Folhas coriáceas, lanceoladas ou obovado-lanceoladas. 10 pares de nervuras secundárias delgadas, proeminentes em ambas as faces. Inflorescências em cimas terminais corimbosas, 5-radiadas; ramos robustos. Flores com cerca de 2cm; botões florais acuminados. Corola com tubo cilíndrico-infundibuliforme. Fruto drupoide esférico, com 1cm de diâmetro.
Chromolaena horminoides
Asteraceae
Arbustos eretos. Folhas opostas, lâmina ovada, margem crenada. Capitulescência corimbiforme. Capítulos com pedúnculos 3–10 mm de comprimento, hirsuto e glanduloso. Invólucro imbricado,brácteas involucrais alvacentas, 7–8-seriadas, glabras. Flores 25–30 por capítulo, corola lilás. Cipselas cilíndricas 5-costadas. Pápus cerdoso.
Coléus (Solenostemon scutellarioides)
Lamiaceae
Planta herbácea de folhagem vistosa, originada da hibridização entre várias espécies do gênero Solenostemon. Folhas grandes, macias, em forma de coração e com coloração viva e diversa. Inflorescências terminais longas, acima da folhagem. Flores bilabiadas, azuladas, pequenas e inexpressivas.
Beijo lilás (Impatiens walleriana)
Balsaminaceae
Herbácea ramificada originária da África, de 30-50 cm de altura. Caule suculento. Folhas macias e com margem serrilhada. Flores com 5 pétalas, providas de um esporão muito delgado. As variedades modernas têm flores grandes e cores variadas. Frutos tipo cápsula, fusiformes.
Tabaquillo (Barrosoa betonicaeformis)
Asteraceae
Erva terrestre com cerca de 50 cm de altura. Pouco ramificada, ramos cilíndricos com pilosidade esparsa, acinzentada. Folhas opostas, ovadas, margem dentado-crenada, pubescente em ambas as faces. Inflorescência em capítulos dispostos em corimbos. Flores róseas a lilases, densamente concentradas no ápice dos ramos. Fruto cipsela com 1,5 mm de comprimento.
Canela-de-ema (Vellozia compacta)
Velloziaceae
Espécie rupestre. Subarbusto. Monocotiledônea tropical, endêmica do sudeste brasileiro, comum nas formações quartzíticas. Caule nodoso. Folhas dispostas em espiral ao redor do caule, lâmina decídua. Flores violáceas, de 7-8 cm de diâmetro com pedicelo evidente.Fruto com deiscência poricida; hipanto persistente.
Coléus (Solenostemon hibrido)
Lamiaceae
Grupo hortícola derivado da hibridação de várias espécies. Planta herbácea bastante apreciada por sua folhagem muito decorativa. Atinge 90 cm de altura. Folhas grandes de colorido vibrante. Inflorescência terminal longa, com flores bilabiadas pequenas e roxas.
Ruélia azul ( Ruellia coerulea)
Acanthaceae
Herbácea ereta e rizomatosa. Planta rústica de folhagem decorativa. Nativa do Paraguai e Brasil. Ramificada a partir da base. Folhas lineares, alongadas, opostas e de coloração verde escura. Inflorescências terminais, com flores em forma de trompete, de coloração azulada. Reproduz-se facilmente por sementes, formando muitas mudas próximas a planta-mãe.
Lavanda-do-mar (Limonium sinuatum)
Plumbaginaceae
Herbácea muito florífera, originária da região do mediterrâneo. Folhas em roseta, compostas, pinadas e ásperas. Inflorescências em espiguetas terminais, eretas acima da folhagem e sustentadas por hastes aladas. Flores numerosas com cálice azulado, roxo ou rosa e corola branca ou amarelada.
Agapanto lilás (Agapanthus africanus)
Agapanthaceae
Planta rizomatosa, perene e ereta. Folhas laminares, longas e carnosas, partindo da base. Inflorescências globulosas, densas e eretas. Flores lilases, numerosas. A espécie muito ornamental. Originária da África do Sul, encontra-se disseminada por todo o mundo.
Manacá de jardim (Brunfelsia calycina)
Solanaceae
Arbusto ou arvoreta nativo do Brasil, perene, ramificado desde a base, de até 3 metros de altura e muito ornamental. Folhas de cor verde brilhante, firmemente membranáceas a subcoriáceas. Inflorescência terminal, séssil, com até 12 flores. Flores perfumadas, inicialmente de cor azul violeta, tornando-se brancas com o tempo. O gênero Brunfelsia compreende cerca de 30 espécies de arbustos e de pequenas árvores.
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