ACOLHE
Ação de Cuidado, Orientação e Ligação Humana Escolar
O Projeto ACOLHE – Ação de Cuidado, Orientação e Ligação Humana Escolar constitui-se como uma diretriz institucional da Secretaria Municipal de Educação da Serra, de caráter preventivo, pedagógico e orientador, voltada ao apoio às unidades de ensino na leitura, organização e enfrentamento das demandas psicossociais, relacionais e comunicacionais que emergem no cotidiano escolar.
A atuação do Projeto ocorre como apoio técnico-pedagógico institucional, contribuindo para a qualificação das práticas escolares, para a leitura ampliada das demandas que se apresentam no cotidiano educacional e para o fortalecimento da corresponsabilização entre escola, Secretaria Municipal de Educação e rede de proteção social.
O Projeto ACOLHE – Ação de Cuidado, Orientação e Ligação Humana Escolar constitui-se como uma diretriz institucional da Secretaria Municipal de Educação da Serra, de caráter preventivo, pedagógico e orientador, voltada ao apoio às unidades de ensino na leitura, organização e enfrentamento das demandas psicossociais, relacionais e comunicacionais que emergem no cotidiano escolar.
A atuação do Projeto ocorre como apoio técnico-pedagógico institucional, contribuindo para a qualificação das práticas escolares, para a leitura ampliada das demandas que se apresentam no cotidiano educacional e para o fortalecimento da corresponsabilização entre escola, Secretaria Municipal de Educação e rede de proteção social.
A equipe multiprofissional atua de forma interdisciplinar, organizando suas ações a partir dos seguintes tipos institucionais: escuta qualificada institucional; orientação técnica às equipes escolares; ações formativas coletivas; acompanhamento institucional de demandas; e articulação com a rede de proteção social.
Os eixos temáticos do Projeto ACOLHE organizam pedagogicamente a atuação da equipe multiprofissional e orientam as unidades de ensino quanto ao escopo, à intencionalidade e aos limites das ações desenvolvidas. A organização por eixos não implica fragmentação da atuação, mas constitui estratégia metodológica para garantir clareza operacional, coerência institucional e efetividade pedagógica.
As ações do Projeto ACOLHE possuem caráter transversal e interdisciplinar, dialogando entre si e com o Projeto Político-Pedagógico das unidades de ensino, sem substituí-lo. Cada eixo explicita prioridades, evitando a dispersão temática e a expectativa de atendimento irrestrito, ao mesmo tempo em que orienta a escola sobre quando e como acionar a equipe multiprofissional.
São eixos do Acolhe:
Eixo I: Escuta, acolhimento e orientação psicossocial;
Eixo II: Desenvolvimento humano, comunicação e voz;
Eixo III: Convivência escolar, proteção e cultura de paz.
O Projeto ACOLHE possui um procedimento formal de acionamento pela gestão escolar da Serra quando exigem o suporte de uma equipe multiprofissional para complementar as práticas pedagógicas de forma preventiva e educativa. Após uma analise técnica que considera os contextos escolar e social, o projeto define estratégias de intervenção — como orientações técnicas, formações coletivas e articulação com a rede de proteção — focadas no fortalecimento institucional, sem substituir os protocolos legais obrigatórios em casos de violação de direitos. O processo é acompanhado sistematicamente para garantir a continuidade das ações e a corresponsabilidade entre os envolvidos, visando sempre a qualificação das práticas escolares sem adotar posturas clínicas ou punitivas.
Acionamento
O interesse deve ser formalizado via e-mail para equipemultisedu@serra.es.gov.br, através do formulário disponibilizado pela equipe multiprofissional.
O projeto Agente Canino nas Escolas é uma iniciativa da Polícia Civil do Estado do Espírito Santo, coordenada pela ACADEPOL. A proposta surge como resposta ao aumento dos índices de violência e criminalidade que impactam o ambiente escolar e o desenvolvimento infantojuvenil.
O projeto busca atuar na prevenção de fenômenos como o bullying e a violência sistemática, além de mitigar os efeitos do isolamento social causado pelo uso precoce e excessivo de tecnologias. Através da interação lúdica e educativa, a iniciativa visa aproximar a instituição policial da comunidade escolar, promovendo a cidadania e a segurança preventiva.
Desenvolver ações educativas nas unidades de ensino para desmistificar a imagem da polícia, fortalecer o vínculo entre jovens e as forças de segurança, e incentivar o protagonismo estudantil por meio da valorização da educação e do resgate de sonhos.
As atividades são desenvolvidas em formato expositivo e prático, utilizando recursos que facilitam a conexão com o público:
Palestras Interativas: Uso de material didático digital (slides) adaptado para cada faixa etária.
Demonstração Operacional: Apresentação do cão policial certificado, demonstrando treinamentos de faro e obediência.
Mostra de Equipamentos: Exibição de materiais de uso policial (escudo, colete, capacete) para fins pedagógicos.
A execução conta com a expertise de policiais civis especializados, incluindo os precursores Jorge Morgado Neto e Bethania Rossi Cardoso.
Equipe: Mínimo de 02 policiais treinados e 01 cão policial.
Logística: Uso de viatura caracterizada do projeto e equipamentos balísticos para demonstração.
As visitas ocorrem mediante solicitação prévia da instituição de ensino e autorização da delegacia responsável. A participação dos alunos em registros fotográficos e o contato com o cão dependem de autorização expressa da direção escolar e dos policiais responsáveis.
O projeto articula temas fundamentais para a formação cidadã, tais como:
Estímulo à continuidade dos estudos e respeito aos educadores.
Diferenciação entre atos disciplinares e atos infracionais.
Técnicas de defesa estrutural e coleta de dados para segurança escolar.
O Prêmio MPT na Escola é uma iniciativa do Ministério Público do Trabalho, realizada no âmbito do Estado do Espírito Santo, voltada à seleção e premiação dos melhores trabalhos literários, artísticos e culturais produzidos por alunos da rede pública.
O concurso possui caráter exclusivamente cultural e recreativo, sendo totalmente gratuito e voluntário. Seu propósito central é sensibilizar a comunidade escolar sobre a erradicação do trabalho infantil e a importância da proteção ao adolescente trabalhador, transformando o ambiente educativo em um polo de conscientização e cidadania.
A estrutura do prêmio é dividida por grupos e modalidades, utilizando como base o material pedagógico fornecido pelo MPT. Os estudantes, orientados pelos professores, podem expressar sua criatividade através de quatro categorias:
Produção Literária: Conto e Poesia.
Produção Artística: Música e Desenho.
Os trabalhos devem abordar o combate ao trabalho infantil e o incentivo à aprendizagem profissional, destacando causas, cenários reais e políticas públicas de prevenção. O projeto visa capacitar educadores para que atuem como multiplicadores desses conhecimentos em sala de aula.
A execução do prêmio ocorre em regime de cooperação e segue um fluxo de seleção em três níveis:
Etapa Municipal: Sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação (SME), que organiza a seleção interna nas escolas e inscreve os melhores trabalhos.
Etapa Estadual: Os vencedores municipais concorrem entre si no estado do Espírito Santo.
Etapa Nacional: Os primeiros colocados estaduais representam o Espírito Santo na culminância do projeto em Brasília.
A participação implica na aceitação total das regras, e a validação dos trabalhos depende do cumprimento dos critérios técnicos e temáticos estabelecidos para cada categoria.
O projeto OAB Vai às Escolas é uma iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil – 17ª Subseção Serra/ES, realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Educação da Serra (SEDU), por meio da Gerência de Programas e Apoio Pedagógico.
A ação é voltada às unidades da Rede Municipal de Ensino da Serra e possui caráter estritamente educativo e preventivo. Seu propósito central é promover o conhecimento sobre direitos, deveres e cidadania junto aos estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II, transformando o ambiente escolar em um espaço de reflexão jurídica e social.
A estrutura do projeto é dividida por públicos-alvo e eixos temáticos relevantes, utilizando como base a legislação vigente e a expertise de profissionais do Direito. As atividades são desenvolvidas através de palestras interativas, organizadas da seguinte forma:
Eixo Discente (8º e 9º anos): Aborda temas como Bullying e Cyberbullying, Violência Doméstica e de Gênero, Igualdade Racial e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Eixo Familiar: Focado na Responsabilidade Civil e Criminal dos pais ou responsáveis sobre os filhos.
As intervenções possuem duração aproximada de 40 minutos de exposição, seguidos de um período dedicado a perguntas e esclarecimentos, totalizando uma imersão de até 1h30min. O objetivo é capacitar os jovens para a compreensão de cenários reais e políticas de proteção social.
A execução do projeto ocorre mediante solicitação das unidades escolares e depende do cumprimento de requisitos técnicos para garantir a eficácia da ação:
Infraestrutura Necessária: As unidades devem disponibilizar auditório ou espaço amplo, equipado com projetor, tela, microfone e sistema de som adequado.
Fluxo de Agendamento: O interesse deve ser formalizado via e-mail para equipemultisedu@serra.es.gov.br, através do formulário disponibilizado pela equipe multiprofissional.
O Papo de Responsa é um programa de educação preventiva idealizado pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por intermédio da Academia de Polícia Civil (Acadepol). A iniciativa promove a aproximação entre a instituição policial e a comunidade escolar, utilizando o diálogo como ferramenta estratégica para a promoção da cidadania e a prevenção primária à violência e ao uso de substâncias entorpecentes.
Geral:
Estabelecer um canal de comunicação direto entre a PCES e o público infantojuvenil, fortalecendo a cultura de paz e a segurança pública preventiva.
Específicos:
Fomentar o debate sobre ética, cidadania e direitos humanos.
Prevenir práticas de bullying e crimes cibernéticos (segurança digital).
Desconstruir preconceitos e humanizar a imagem institucional da Polícia Civil perante a sociedade.
A metodologia é aplicada por equipes multidisciplinares compostas por delegados, investigadores, agentes e escrivães capacitados como agentes multiplicadores. O programa estrutura-se em ciclos de interação.
O Projeto Aluno Auditor visa fomentar a cidadania ativa e o protagonismo estudantil dentro do ambiente escolar. Inspirado em modelos de sucesso do Distrito Federal e de Belo Horizonte, o projeto utiliza a metodologia de auditoria para que os próprios alunos identifiquem problemas, avaliem causas e proponham soluções criativas para a melhoria da escola. O foco não é a denúncia punitiva, mas sim o fortalecimento da ética, da transparência e da corresponsabilidade pela conservação do patrimônio público.
A estrutura do projeto baseia-se na colaboração entre diferentes atores:
Equipe Coordenadora: Cada escola possui um Professor Referência, responsável pela liderança do projeto e pela comunicação com a coordenação central (CGM e SEDU).
Alunos Auditores: Grupos de alunos, preferencialmente do 4º, 5º, 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, divididos em equipes de até 05 integrantes.
Capacitação: Antes do início das atividades, a Controladoria Geral promove o treinamento de professores e servidores, seguido pela apresentação lúdica do projeto aos alunos para engajá-los nos conceitos de controle social e educação fiscal.
A execução é dividida em etapas práticas e técnicas:
Realização da Auditoria: Utilizando checklists (digitais ou físicos), os alunos avaliam a infraestrutura, equipamentos, merenda e serviços escolares.
Instrumentos: Sugere-se o uso de ferramentas como o aplicativo "Monitorando a Cidade" ou "Google Forms" para agilizar a coleta de dados.
Relatórios: Após a coleta, a Controladoria elabora um Relatório Preliminar com os achados. Com base nisso, os alunos discutem e propõem soluções de baixo custo e alto impacto.
Relatório Conclusivo: Consolida os resultados finais e as propostas de melhoria, podendo acionar outros órgãos municipais para providências necessárias.
O projeto encerra seu ciclo com foco na eficácia e no reconhecimento:
Monitoramento: Alunos e comunidade escolar acompanham a implementação das melhorias propostas, garantindo a transparência do processo.
Indicadores de Desempenho: O sucesso é medido pelo IDPAA (Indicador de Desempenho do Projeto Aluno Auditor) e pesquisas de satisfação, que avaliam o sentimento de pertencimento e o alcance dos objetivos sociais.
Certificação: Como forma de estímulo, propõe-se a emissão de certificados e premiações para os participantes mais engajados.
O projeto Aluno Ouvidor é uma iniciativa estratégica que integra a Ouvidoria Municipal ao ambiente escolar, estabelecendo um canal direto de interlocução entre os estudantes e a Administração Pública. O programa é fruto de uma parceria entre a Controladoria Geral do Município (CGM) e a Secretaria Municipal de Educação (SEDU) da Serra.
Seu propósito fundamental é fomentar o protagonismo estudantil e a cidadania, permitindo que o ambiente escolar seja um espaço de diálogo, controle social e participação popular. Ao levar a estrutura da Ouvidoria para dentro das escolas, o projeto busca sensibilizar a comunidade escolar sobre o dever da corresponsabilidade na gestão pública e na melhoria contínua da qualidade da educação.
A estrutura do projeto é composta por diferentes níveis de atuação para garantir suporte técnico e pedagógico:
Comissão Coordenadora: Formada por representantes da CGM e SEDU, é responsável pela formação, capacitação, coordenação do processo de seleção e empossamento dos alunos eleitos.
Equipe Coordenadora na Escola: Liderada por um Professor Referência, esta equipe (que pode contar com outros professores, monitores e diretores) auxilia o Aluno Ouvidor em suas atividades diárias.
O Aluno Ouvidor: Estudante eleito (titular ou suplente) que atua como o elo entre o corpo discente e a gestão. O cargo é destinado a alunos com mais de 12 anos, matriculados no 8º ou 9º ano do Ensino Fundamental ou na modalidade EJA.
Tipos de Manifestação: O projeto capacita os envolvidos para lidar com cinco tipos de registros: Elogios, Sugestões, Reclamações, Solicitação de Providências e Denúncias. Nota importante: Denúncias de atos ilícitos graves não são tratadas pelo aluno, sendo encaminhadas diretamente aos canais oficiais da Ouvidoria Municipal.
O ciclo de execução do projeto segue um rito democrático e técnico:
Processo de Escolha: A seleção ocorre por meio de eleições diretas na escola. Os candidatos devem apresentar documentação completa (ficha de inscrição, autorização dos responsáveis, declaração de frequência e ata de aprovação do Colegiado Escolar) e podem realizar campanha eleitoral.
Posse e Início dos Trabalhos: Após a eleição, os titulares tomam posse em cerimônia oficial e iniciam o atendimento conforme a rotina da unidade escolar.
Atribuições Práticas: O Aluno Ouvidor deve captar e registrar as demandas dos colegas nos sistemas e-Ouvidoria e COLAB (para serviços de infraestrutura). É dever do aluno manter o sigilo absoluto sobre a identidade do manifestante e discutir as demandas com a equipe de referência para sugerir melhorias à gestão escolar.
Para garantir a transparência e a eficácia das ações, o projeto possui mecanismos rigorosos de acompanhamento:
Relatório Conclusivo: A Controladoria Geral do Município consolida os dados das manifestações e elabora relatórios detalhados sobre os tipos de demandas e seus desdobramentos. Este relatório é enviado de volta à escola para que todos conheçam os resultados obtidos.
Avaliação do Projeto: O desempenho é medido de duas formas:
Pesquisas de Opinião: Aplicadas a alunos, professores e direção para medir o nível de satisfação.
IDPAO (Indicador de Desempenho do Projeto Aluno Ouvidor): Uma métrica técnica para avaliar o percentual de alcance dos objetivos e subsidiar o aperfeiçoamento do programa.
Reconhecimento: Ao final do ciclo, os alunos participantes e a equipe coordenadora recebem certificados de participação, premiando o compromisso com a cidadania e a gestão participativa.
O Concurso Cultural é uma iniciativa do Instituto Sicoob voltada a alunos do ensino fundamental de escolas públicas e privadas. Seu objetivo central é incentivar o cooperativismo no ambiente escolar, promovendo conhecimentos e práticas baseadas nos valores da cooperação para fortalecer laços comunitários e construir um futuro mais inclusivo. Em sua 14ª edição, o programa busca integrar o cotidiano escolar à realidade local por meio da produção de trabalhos literários e culturais.
A estrutura do concurso é dividida em quatro categorias principais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para diferentes níveis de escolaridade:
Desenho: Destinado a alunos do 3º ano.
Texto Narrativo: Destinado a alunos do 5º ano.
Poema: Destinado a alunos do 7º ano.
Tira em Quadrinhos: Destinado a alunos do 9º ano.
A gestão é conduzida por uma Comissão Organizadora composta por representantes das áreas de Cidadania e Sustentabilidade, Controles Internos e Conformidade, e Jurídica do Centro Cooperativo Sicoob (CCS). Além disso, existem Comissões Avaliadoras em níveis escolar, local, regional e nacional para selecionar os melhores trabalhos.
A execução segue um cronograma rigoroso que abrange as seguintes etapas:
Inscrições: realizadas exclusivamente pelo site oficial por representantes das instituições de ensino convidadas.
Produção: Os alunos desenvolvem os trabalhos individualmente em sala de aula, sob orientação dos professores.
Avaliação e Seleção: Ocorre de forma escalonada, iniciando pela seleção na própria escola, seguida pelas etapas das cooperativas singulares (local), centrais (regional) e finalizando no Instituto Sicoob (nacional).
Os trabalhos devem ser autorais e originais, sendo qualquer forma de plágio motivo para desqualificação imediata.