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ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Os índios na História do Brasil no século XIX: da invisibilidade ao
protagonismo. Revista História Hoje, v. 1, n. 2, 2012, p. 21-39.
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O Parque Estadual do Rio Doce (Marliéria/MG) é a maior área contínua de mata atlântica preservada do estado de Minas Gerais, detendo rica biodiversidade e árvores centenárias, o que contribui para um contato com um meio ambiente que preserva um território nativo da região do Vale do Aço. Vale destacar que os rios Doce e Piracicaba são os principais corpos d’água da região, e o principal bioma é a mata Atlântica, que adentra regiões com florestas altas e estratificadas, sendo possível encontrar o jequitibá, a garapa, o vinhático e a sapucaia. Também abriga espécies raras e ameaçadas de extinção tanto da flora como da fauna.
Texto
EHRENREICH, Paul. Índios botocudos do Espírito Santo no século XIX. Tradução de Sara Baldus. Vitória: Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, 2014.
Este livro apresenta um dos primeiros relatos sobre os que eram chamados de Botocudos, que habitavam o norte do Espírito Santo. O estudo foi publicado originalmente em 1887 na revista de Etnologia, da Sociedade Berlinense de antropologia, Etnologia e História Primitiva. Trata-se de um estudo dotado de rigor descritivo e analítico, que apresenta não somente alguns hábitos e costumes dos indígenas Krenak, mas também traz registros fotográficos realizados por Walter Garbe, em 1909, que foram incluídas como anexo.
o autor:
Paul Max Alexander Ehrenreich foi um antropólogo e etnólogo alemão. Nasceu no dia 27 de dezembro de 1855 em Berlim e faleceu na mesma cidade em 4 de abril de 1914. Estudou medicina e história natural nas universidades de Berlim, Heidelberg e Würzburg. Esteve no Brasil em duas expedições, a primeira entre 1884 e 1885 e a segunda em 1887 e 1889. Na primeira, estudou os Krenak do Rio Doce, permanecendo até meados de 1885. Na segunda, acompanhou Karl von den Steinen (1855-1929) ao Xingu.