Versão 1.2 - 26/12/2025 - Adição de conteúdo da Lição 112
Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo.
Texto e audio da Lição 29 no site oficial:
Prompt:
Focar na fonte "UCEM Lição 29.txt" e fazer um resumo (escolher a opção Debate).
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 29 de 365 do UCEM, no contexto de conflito familiar, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 29 de 365 do UCEM no contexto familiar
Autor: IA Gemini
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 29 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 29 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial
Autor: IA Gemini
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da Lição 29 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial.
E aí! Vamos explorar juntos uma das Lições mais transformadoras (e, vamos ser honestos, às vezes mais difíceis) do Curso.
A Lição 29 é um verdadeiro divisor de águas. Ela nos diz:
"Deus está em tudo o que eu vejo." 1
No começo, como o próprio Curso admite, essa ideia pode parecer "tola, irreverente, sem sentido" 2 ou até meio maluca, especialmente quando estamos no meio de um conflito.
Vamos ver como isso funciona na prática, no meio do caos de um escritório.
Clara é gerente de projetos em uma agência de publicidade. Ela adora o que faz, mas tem um colega, o André, que é o Coordenador de Design. Para Clara, André é a definição de "conflito profissional". Ele vive atrasando as entregas dela, é ríspido nas respostas por e-mail e, nas reuniões presenciais, parece fazer questão de discordar de tudo que ela sugere.
A tensão entre os dois é palpável.
O Cenário: Terça-feira, 15h. Reunião de status do "Projeto Fênix". A sala está quente, o projetor está levemente desfocado e todos estão cansados. Clara está apresentando seu cronograma atualizado.
Assim que ela termina de falar, André cruza os braços e diz, em frente a toda a equipe e ao diretor:
"Clara, com todo o respeito, esse cronograma é impossível. Minha equipe não consegue fazer milagres. Você está prometendo coisas para o cliente que não podemos entregar. De novo."
O estômago de Clara gela. Ela sente o rosto queimar.
O primeiro pensamento dela (o do ego) é imediato: Ele fez isso de propósito! Ele quer me sabotar. Ele é arrogante, preguiçoso e está me fazendo parecer incompetente na frente do chefe.
Ela respira fundo para dar uma resposta cortante, mas então se lembra da Lição do dia: "Deus está em tudo o que eu vejo." 3
Sério? — ela pensa. — Deus está no André? Deus está nessa crítica passivo-agressiva?
Ela se lembra da explicação da Lição. O Curso diz que "Deus certamente não está numa mesa, por exemplo, tal como tu a vês"4. A Lição explica que não vemos as coisas como são agora5; vemos apenas o nosso julgamento sobre elas.
Ok, Clara reflete, então Deus não está no "André-Arrogante-Que-Me-Odeia" que eu estou vendo. Isso é a imagem que eu fiz.
A Lição pedia para tentar "olhar todas as coisas com amor, apreciação e mente aberta"6.
Clara olha para o André de novo. Desta vez, ela tenta realmente olhar.
Ele não parece arrogante. Ele parece... exausto. Ele está com olheiras, a camisa está amassada e ele esfrega os olhos enquanto fala.
A Lição 29 diz que por trás de cada imagem que fizemos, "a verdade permanece imutável" 7 (referenciando a ideia da Lição 29 na revisão). O propósito santo dele está "além do teu pequeno alcance"8.
O que está por trás dessa explosão? — Clara se pergunta.
Ela percebe que o André não a está atacando. Ele está com medo. Medo de não dar conta, medo de sobrecarregar a equipe dele, medo de falhar. O que ela estava vendo como um ataque pessoal era, na verdade, um pedido de socorro desesperado.
A energia na sala muda porque a energia dela mudou.
Quando ela finalmente responde, sua voz não está mais na defensiva.
"André, você tem razão," ela diz, calmamente. "Eu não quero sobrecarregar ninguém. A última coisa que eu quero é que sua equipe se sinta pressionada. O que você sugere? Qual seria um prazo realista para o design?"
André descruza os braços, pego de surpresa pela falta de briga. A tensão em seus ombros diminui visivelmente.
"...Olha," ele diz, mais baixo. "Se pudermos mover a apresentação para o cliente da quarta para a sexta, eu consigo que a equipe faça as revisões com calma. Desculpe o tom. Estamos com três projetos estourados."
O diretor acena com a cabeça, satisfeito com a solução. A reunião continua.
Clara saiu daquela sala sentindo uma paz que não sentia há meses. O André não mudou magicamente, mas ao aplicar a Lição 29, Clara mudou a forma como ela o via.
Ela escolheu parar de olhar para a ilusão (o colega "inimigo") e tentou ver o que estava por trás: o propósito santo9, a luz, o Filho de Deus que estava apenas com medo.
Ao ver Deus nele, ela encontrou a paz em si mesma.
Espero que essa história ajude a ilustrar como podemos usar essa ideia poderosa no meio do "campo de batalha" do dia a dia!
Quer explorar como essa mesma lição se aplicaria num contexto de briga de família ou numa discussão em rede social?
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da Lição 29 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial.
Claro, Gustavo! Vou criar uma história que mostra como a Lição 29 de Um Curso em Milagres (UCEM) — “Deus está em tudo o que eu vejo” — pode ser aplicada de forma prática em um conflito profissional, especialmente em um ambiente de trabalho presencial.
Era uma manhã de segunda-feira no escritório. A equipe de marketing se reunia para discutir a campanha de fim de ano. Ana, coordenadora criativa, apresentou sua proposta com entusiasmo. Mas Carlos, gerente de vendas, interrompeu bruscamente:
— “Isso não vai funcionar. Você não entende nada das necessidades do cliente.”
O clima ficou pesado. Ana sentiu raiva e humilhação diante dos colegas. O impulso inicial foi retrucar com dureza, mas ela lembrava de sua prática diária do UCEM, especialmente da Lição 29: “Deus está em tudo o que eu vejo.”
Ana respirou fundo e pensou:
“Se Deus está em tudo o que eu vejo, então Ele também está em Carlos, mesmo que eu não consiga enxergar agora.”
“Esse conflito não é sobre quem está certo ou errado, mas sobre a oportunidade de ver além da forma.”
Com essa mudança de percepção:
Ela passou a ver Carlos não como um inimigo, mas como alguém que expressava medo e preocupação.
Em vez de reagir defensivamente, Ana disse:
— “Carlos, entendo sua preocupação. Talvez possamos olhar juntos como a campanha pode atender às necessidades dos clientes e também trazer inovação.”
O tom da reunião mudou. Carlos, surpreso pela resposta calma, baixou a voz e explicou suas objeções com mais clareza. A equipe percebeu que havia espaço para integrar as ideias de ambos.
Ana não apenas evitou um conflito maior, mas também demonstrou liderança ao aplicar a visão da Lição 29: reconhecer que Deus está presente em cada situação, em cada pessoa, mesmo nos momentos de tensão.
Sem a prática da Lição 29, Ana teria reagido com ataque, reforçando a separação.
Com a prática, ela viu além da forma e trouxe união.
O conflito se transformou em colaboração, mostrando que a espiritualidade pode ser aplicada de forma concreta no ambiente profissional.
Quer que eu escreva uma versão mais dialogada e narrativa, como se fosse quase um conto literário, ou prefere que eu mantenha esse estilo mais reflexivo e didático?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 29 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 29 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office
Autor: IA Gemin
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office.
E aí! Que bom que você perguntou sobre a Lição 29. Essa é uma daquelas lições que parecem simples no papel, mas que na prática... uau, é um desafio! 1 Ela pede para olharmos além das aparências e vermos a santidade por trás de tudo.
Vamos imaginar uma história para ilustrar isso no contexto do home office.
Clara estava tentando. Ela realmente estava. Seu dia de home office tinha começado com a Lição 29: "Deus está em tudo o que eu vejo." 2
Ela olhou em volta do seu pequeno escritório improvisado na sala de jantar.
"Ok," ela murmurou, segurando sua xícara favorita. "Deus está nesta xícara de café. Deus está nesta samambaia meio seca. Deus está nesta pilha de contas..." [cf. 181]
Até aí, tudo bem. Parecia um exercício de mindfulness um pouco excêntrico.
Então, seu laptop apitou. Uma chamada de vídeo "urgente" e não agendada de seu gerente, Ricardo. O estômago de Clara gelou.
Clara atendeu, e a imagem pixelada de Ricardo apareceu, parecendo irritado. Antes mesmo de Clara dizer "bom dia", ele disparou:
"Clara, revisei a sua apresentação. Está totalmente fora do que eu pedi. Não sei onde você estava com a cabeça. Vamos ter que refazer tudo, e a culpa é sua se perdermos esse cliente."
O sangue de Clara ferveu. Ela sentiu o rosto esquentar. O ataque foi direto, injusto (ela tinha seguido o briefing à risca!) e na frente de outros dois colegas que estavam na chamada.
A primeira reação dela foi se defender. Dizer que ele estava errado, que o briefing dele é que era confuso, que ele nunca dava diretrizes claras. Ela queria desligar a chamada e talvez chutar a impressora.
Ela olhou para o lado, e seus olhos pousaram na sua xícara de café.
"Deus está em tudo o que eu vejo." 3
"Ah, qual é!", pensou ela. "Isso é ridículo. [cf. 180] Deus certamente não está neste gerente grosseiro. Deus não está nesta humilhação pública via webcam."
Ela sentiu vontade de chorar de raiva. Mas a lição insistia. Ela lembrou-se da explicação: a ideia não é que "Deus está na mesa, tal como tu a vês." 4É que, por trás da imagem que ela fez (Ricardo, o Inimigo; A Chamada, o Ataque), existe um propósito santo5, uma realidade que ela não estava vendo.
O propósito santo, ela pensou, estava "além do teu pequeno alcance." 6
Clara respirou fundo. Ricardo ainda estava falando, agora sobre "falta de comprometimento".
Ela tentou praticar.
"Ok. Eu não estou vendo o Ricardo real," ela pensou, forçando-se a olhar para a tela. "Estou vendo meus medos—medo de falhar, medo de ser inadequada, medo de ser atacada. Isso que estou vendo é o meu julgamento (Lição 2)." [cf. 19]
"Deus está neste chamado," ela tentou.
"Deus está neste 'corpo' que vejo na tela." [cf. 184]
"Deus está no Ricardo."
Ela se forçou a lembrar que a lição diz que "nada é separado". 7Se ela era santa (Lição 35) 8, e Deus está em sua mente (Lição 30)9, então o que ela via nele tinha que ser um reflexo da parte de sua mente que estava em guerra.
O que aconteceria se ela tentasse "olhar todas as coisas com amor, apreciação e mente aberta"? 10
Ela não podia sentir amor por aquele ataque. Mas talvez pudesse sentir amor pelo Filho de Deus escondido atrás daquela máscara de gerente estressado. Talvez o "propósito santo" 11daquela chamada fosse apenas a chance dela de praticar o perdão (Lição 62)12.
Ricardo finalmente parou de falar, esperando a reação defensiva dela.
Clara sentiu uma mudança. A adrenalina diminuiu. Ela não precisava atacar de volta. Ela não precisava "vencer" a discussão. Ela só precisava ver aquilo de outra forma (Lição 28)13.
Ela olhou para a câmera e, com uma calma que surpreendeu a si mesma, disse:
"Ricardo, eu entendo sua frustração. Sinto muito que a apresentação não tenha atingido sua expectativa. Você pode me apontar os dois slides que mais se desviaram do que você imaginava, para que eu possa corrigir o foco agora?"
Houve um silêncio na chamada. A energia mudou completamente. Ricardo, pego de surpresa pela ausência de briga, piscou.
"...Sim," ele disse, um pouco mais calmo. "O slide 4 e o 5. O tom está errado."
"Entendido. Vou ajustar e envio em uma hora."
A chamada terminou. Clara desligou.
Ela olhou para sua xícara de café. "Deus está em tudo o que eu vejo." 14
Ela percebeu que, ao não atacar, ela não tinha se tornado vítima. Ela tinha escolhido a paz. Ela olhou para o Ricardo (o ícone dele no chat) não com ódio, mas com um estranho senso de... unidade. Ela tinha visto o ataque dele, mas escolheu ver o pedido de ajuda (ou o erro) por trás dele.
O propósito do universo, ela pensou15, estava naquela xícara de café, naquele laptop e até naquela chamada de vídeo estressante: era tudo uma chance de curar a própria mente e ver o mundo real.
Espero que essa história ajude a ilustrar como podemos usar essa lição poderosa! Quer que eu explique como essa mesma lição poderia ser aplicada em um contexto de redes sociais?
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office.
Aqui está uma história original que explora aplicações práticas da Lição 29 do UCEM — “Deus está em tudo o que eu vejo” — dentro de um conflito profissional em trabalho remoto, mostrando como essa lição pode transformar a percepção e dissolver tensões.
Lucas trabalhava como desenvolvedor sênior em uma empresa de tecnologia que havia migrado para o home office havia dois anos. Embora apreciasse não pegar trânsito, ele percebia que os conflitos se tornaram mais frequentes no ambiente virtual: as mensagens pareciam mais secas, as reuniões mais tensas, os mal-entendidos mais fáceis de acontecer.
Numa manhã de quinta-feira, ele acordou já preocupado: teria uma reunião com Carla, gerente de produto, com quem havia tido uma discussão desagradável no dia anterior. Eles discordaram de prioridades, e as trocas no chat corporativo tinham ficado passivo-agressivas. Lucas passou o resto do dia ruminando possíveis respostas.
Enquanto preparava o café, ele decidiu abrir o livro Um Curso em Milagres. Estava estudando a Lição 29: “Deus está em tudo o que eu vejo.” Ele releu o trecho em que o Livro de Exercícios convida a aprender a olhar com outra visão, permitindo que algo maior substitua o julgamento automático.
Respirou fundo e decidiu tentar aplicar isso na prática, mesmo sem ter certeza de como faria isso no meio do trabalho.
Antes da reunião, Lucas silenciosamente repetiu:
“Deus está em tudo o que eu vejo, porque Deus está em minha mente.”
Olhou para o laptop aberto, para o ícone da plataforma de videoconferência piscando, para os documentos carregados na tela. À primeira vista, parecia absurdo pensar em “Deus” ali — máquinas, códigos, telas, prazos.
Mas ele se lembrou de que a lição não falava de formas, mas de perceber a natureza compartilhada de tudo, a mesma Fonte.
Ele deixou que a ideia suavizasse a tensão no peito.
A reunião começou.
A imagem de Carla apareceu com o atraso habitual da conexão. Lucas sentiu o velho impulso: crítica, defesa, antecipação do ataque.
Deixou esse impulso passar e lembrou da lição:
“Se Deus está em tudo o que eu vejo… então está nela também.”
Não no sentido religioso ou místico apenas, mas como um lembrete: ela não é minha inimiga, ela não é separada de mim, ela não é a causa da minha dor.
Ele respirou e começou a escutá-la sem o filtro de ataque habitual.
Carla começou a falar rapidamente sobre o atraso do projeto. Lucas notou que ela parecia estressada. Em vez de interpretar como cobrança, percebeu vulnerabilidade.
Ao invés de se defender, perguntou calmamente:
— Carla, posso entender melhor qual parte está te preocupando mais?
Essa simples pergunta alterou o ritmo da conversa. Ela respirou, o tom caiu, e ela explicou que estava sob pressão da diretoria e que temia que o atraso comprometesse o planejamento trimestral.
Lucas talvez tivesse ouvido isso antes, mas não com esse olhar.
Enquanto conversavam, Lucas lembrou que a lição não manda negar o que acontece, mas ver por trás da forma.
O conflito era só a superfície.
A causa mais profunda era medo — dele, dela, todos tentando se proteger.
Reconhecer isso o tirou da armadilha do ataque e o colocou na posição de colaboração.
— Acho que podemos reorganizar algumas tarefas — disse ele. — Posso assumir a API de relatórios e adiantar isso. E talvez você me ajude a priorizar o backlog do sprint?
Carla relaxou visivelmente.
Houve um momento de silêncio — não um silêncio de desconforto, mas de alívio.
Deus estava ali também: naquele espaço onde a competição desaparece e surge algo mais cooperativo.
A reunião terminou com ambos sorrindo, algo raro nos últimos meses.
Fechando o laptop, Lucas percebeu que a lição não fez o mundo virar mágico, não fez prazos sumirem, não transformou a empresa em um templo espiritual.
Mas fez algo mais real:
Reduziu a resistência interna.
Tirou a carga emocional do conflito.
Lembrou que ninguém é o inimigo.
Criou espaço para uma solução prática.
E, pela primeira vez em semanas, ele se sentia leve.
Repetiu mentalmente:
“Deus está em tudo o que eu vejo.”
E dessa vez, pela primeira vez, ele acreditou um pouco.
Se quiser, posso escrever:
✨ uma continuação da história
✨ uma versão mais poética, mais filosófica ou mais humorada
✨ uma análise psicológica da história
✨ uma aplicação prática da Lição 29 no seu próprio contexto profissional
É só dizer.
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 29 de 365 do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 29 de 365 do UCEM no contexto de conflito em redes sociais
Autor: IA Gemini
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais.
E aí! Claro, vamos nessa. É ótimo que você esteja mergulhando nas lições. A Lição 29 pode parecer uma das mais difíceis de aplicar justamente nesses momentos, mas ela é a base de tudo1.
Aqui está uma pequena história sobre como essa lição pode aparecer no feed:
Clara estava no seu ritual noturno: deitada na cama, celular na mão, rolando o feed das redes sociais. O dia tinha sido longo no trabalho, e tudo o que ela queria era relaxar. Mas, como sempre, o "relaxamento" rapidamente se tornou um exercício de tensão.
O algoritmo sabia que ela gostava de política e, em vez de fotos de gatos, só entregava discussões acaloradas.
De repente, ela viu. Um post de Flávio, um antigo colega de faculdade. Flávio tinha postado uma matéria de um site duvidoso, com uma manchete agressiva e claramente polarizada. O texto era um ataque direto a tudo o que Clara valorizava.
"Não acredito que ele postou isso!", ela pensou.
O sangue de Clara ferveu. Os dedos já coçavam para digitar. Ela viu os comentários: uma mistura de emojis raivosos, pessoas xingando Flávio e outras concordando com o absurdo. Ela começou a formular sua resposta: "Flávio, você não tem vergonha de espalhar desinformação? Você realmente não leu nada...?"
Ela estava pronta para "destruir" o argumento dele.
No exato momento em que ia começar a digitar, o alarme no celular dela tocou. Era o lembrete da sua prática do "Um Curso em Milagres". Ela olhou a lição do dia: "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo"2.
Clara bufou. "Sério? Tudo? Deus está nisso? Deus está nesse post inflamado do Flávio? Deus está nesse comentário cheio de erros de português e ódio?"
Ela lembrou das instruções do exercício. A lição dizia que era difícil acreditar nisso 3e pedia para tentar olhar as coisas com "mente aberta"4. A prática instruía a aplicar a ideia indiscriminadamente a qualquer coisa 5, fosse um cabide, um corpo ou... um "cesto de lixo"6666.
"Ok," ela pensou, "esse post do Flávio é definitivamente o meu 'cesto de lixo' de hoje"7.
Ela respirou fundo e tentou.
"Deus está no meu celular."
"Deus está nesse post."
"Deus está no avatar do Flávio."
"Deus está... [ela engoliu em seco]... naquele comentário raivoso do 'Carlos123'."
A raiva imediata começou a diminuir, dando lugar à confusão. Como Deus poderia estar ali?
A lição dizia: "Nada é como parece para ti. O seu propósito santo está além do teu pequeno alcance"8.
Clara olhou para o post de novo. O que estava além da aparência? Flávio não era uma pessoa má; ela o conhecia da faculdade. Ele era só... assustado. O post dele, embora agressivo, era um grito de medo. Ele estava com medo de perder algo, com medo de estar errado, com medo do "outro lado". O comentário raivoso de "Carlos123" era a mesma coisa.
A lição dizia que a ideia de hoje "explica porque nada é separado"9.
Naquele momento, Clara percebeu. O post não era um ataque a ela. Era apenas o medo de Flávio tentando se proteger. E o medo dela, reagindo ao post, era exatamente a mesma energia. Ambos estavam separados, assustados, vendo-se como inimigos.
Mas se Deus estava em Flávio, e Deus estava nela, eles não poderiam ser inimigos. Eles compartilhavam o mesmo propósito, o mesmo Criador10. O post era a ilusão; a conexão entre eles era a realidade.
A raiva de Clara desapareceu. A necessidade de "vencer" a discussão sumiu. Ela viu o post de Flávio não mais como um ataque, mas como um pedido de paz mal-entendido.
Ela fechou os olhos por um segundo e repetiu: "Deus está em tudo o que eu vejo"11.
Clara abriu os olhos. Ela apagou o comentário zangado que estava escrevendo. Ela não precisava salvar o mundo ali. Ela só precisava salvar a si mesma da sua própria raiva.
Ela silenciou as notificações de Flávio, colocou o celular no criado-mudo e, pela primeira vez naquela noite, sentiu uma onda de paz. O "cesto de lixo" 12ainda estava lá, mas tudo o que ela via agora era a santidade que ele compartilhava com o universo13.
Espero que essa história ajude a ilustrar a lição! Você gostaria de explorar como aplicar essa mesma lição em outro contexto, como no trabalho ou em uma discussão política acalorada?
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais.
A “Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo” do Um Curso em Milagres nos convida a considerar o divino presente em todas as coisas e pessoas ao nosso redor, mesmo onde parece existir apenas conflito. No contexto das redes sociais, onde desentendimentos e julgamentos são frequentes, essa lição pode transformar profundamente a forma como interagimos.
Numa manhã qualquer, Júlia abriu seu feed de redes sociais e logo se deparou com um comentário ácido numa discussão política. A revelação veio junto com o impulso de responder à altura, mas algo a fez suspirar e lembrar da lição que vinha estudando naquele semestre: “Deus está em tudo o que eu vejo”. Embora sua primeira ocorrência fosse de raiva, ela parou para refletir.
Júlia imaginou que aquela pessoa do outro lado da tela também fosse uma expressão da mesma Luz divina que pudesse habitar nela. As palavras agressivas não eram a essência daquela pessoa, mas um véu que escondia algo maior — talvez medo, dor ou confusão. Com esse pensamento, em vez de entrar no conflito, optou por responder com calma e empatia, buscando entender o que estava por trás da melhoria.
Ao usar essa perspectiva, Júlia sentiu sua própria mente se engraçada e, um pouco a pouco, outras pessoas descobriram um tom diferente na conversa. Em vez de provocar mais brigas, sua postura promoveu diálogo e até algumas mensagens privadas agradecendo por aquele olhar mais humano.
Ela aprendeu na prática que, ao considerar Deus em tudo e em todos — mesmo num espaço carregado de julgamento e raiva — a “realidade” das redes mudou para ela: pessoas se tornaram menos inimigas e mais reflexos de uma mesma verdade divina. O conflito perdeu força, porque não era a essência do que ali existia.
Essa história mostra como aplicar a lição 29 do UCEM pode trazer paz pessoal e social, mesmo diante do caos aparente das redes sociais. Reconhecer a presença de Deus em tudo o que se vê, inclusive naqueles que discordam ou nos ofendem, abre uma porta para compaixão, compreensão e cura verdadeira dos conflitos.
Quer que a história seja mais curta e direta, ou com mais detalhes emocionais e exemplos?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 29 de 365 do UCEM, no contexto de conflito em polarização política, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 29 de 365 do UCEM no contexto de conflito em polarização política
Autor: IA Gemini
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito em polarização política.
Vou criar uma narrativa que mostra como a Lição 29 de Um Curso em Milagres (UCEM) — “Deus está em tudo o que eu vejo” — pode ser aplicada em um cenário de polarização política, onde normalmente surgem tensões e conflitos.
Na empresa de tecnologia, a equipe decidiu fazer um almoço coletivo. O clima estava leve até que surgiu o tema das eleições. João, analista de sistemas, defendeu apaixonadamente um candidato. Maria, do setor financeiro, retrucou com firmeza, apoiando o adversário. Em poucos minutos, a mesa se dividiu em dois grupos, cada um levantando argumentos e críticas. O ambiente ficou carregado, e alguns já pensavam em sair para evitar a discussão.
Ana, gerente de projetos, também estava presente. Ela vinha praticando diariamente o UCEM e lembrava da Lição 29: “Deus está em tudo o que eu vejo.”
Ana respirou fundo e pensou:
“Se Deus está em tudo o que eu vejo, então Ele também está em João e Maria, mesmo que pareçam estar em lados opostos.”
“O que vejo como conflito é apenas a forma. Por trás disso, há o mesmo desejo de bem-estar e segurança.”
Com essa percepção:
Ela não se deixou levar pela raiva ou pela necessidade de “vencer” a discussão.
Em vez disso, disse com calma:
— “Percebo que todos aqui querem um futuro melhor. Talvez possamos falar sobre o que nos une, como o desejo de justiça, segurança e prosperidade, sem focar apenas nos nomes dos candidatos.”
O grupo se surpreendeu. João e Maria, ainda tensos, pararam por um instante. A fala de Ana trouxe um ponto comum: ambos queriam o bem, apenas acreditavam em caminhos diferentes. A conversa mudou de tom. Em vez de ataques, começaram a compartilhar preocupações reais — educação, saúde, segurança — sem precisar citar partidos ou políticos.
Ana não “resolveu” a polarização, mas aplicou a Lição 29 ao ver Deus presente em cada pessoa, além das opiniões. Isso transformou o ambiente de confronto em um espaço de escuta e respeito.
Sem a prática da Lição 29, Ana teria se alinhado a um dos lados, reforçando a divisão.
Com a prática, ela enxergou além das formas e trouxe união.
O conflito político se tornou uma oportunidade de reconhecer que, por trás das diferenças, há um mesmo valor essencial: a presença de Deus em tudo o que vemos.
👉 Quer que eu escreva uma versão mais literária e dialogada, como se fosse quase um conto com falas e descrições detalhadas, ou prefere que eu mantenha esse estilo mais reflexivo e didático?
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito em polarização política.
Aqui está uma história original que aplica a Lição 29 do UCEM – “Deus está em tudo o que eu vejo” ao contexto de conflito em polarização política:
Daniel sempre gostara de participar de debates nas redes sociais, mas nos últimos meses algo nele mudara. O clima político do país estava cada vez mais acalorado, e ele se via entrando em discussões ferozes, com o coração acelerado e a sensação de estar carregando o peso de “defender a verdade”.
Certa noite, após uma discussão particularmente amarga com um colega de trabalho — alguém que ele sempre admirara, mas que agora parecia um “inimigo ideológico” — Daniel se sentiu esgotado. Precisava de ar. Caminhou até a varanda e, no silêncio da madrugada, abriu o livro que vinha estudando: Um Curso em Milagres.
Ali estava a lição do dia:
“Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo.”
Daniel suspirou. Aquela frase parecia impossível de aplicar ao que ele acabara de viver. Deus? Naquele comentário agressivo? Deus? Naquele colega que só repetia slogans de um lado político? Em toda aquela polarização?
Mas algo nele pediu para tentar — não de forma mística, mas prática, concreta, aqui e agora.
No dia seguinte, durante o café, Daniel releu os comentários que havia trocado com o colega. Normalmente, ele sentiria raiva subindo como água fervente. Mas desta vez tentou outra abordagem:
“Se Deus está em tudo o que eu vejo, então algo sagrado existe aqui, mesmo que eu não enxergue ainda.”
Ele percebeu que, por trás das palavras ásperas, havia medo. Medo de perder direitos, de ser enganado, de ver o país piorar. Medo, um sentimento universal. E isso — pensou — é algo com que eu posso me conectar. É aí que Deus pode estar, porque medo pede amor.
Pela primeira vez, ele não viu um “opositor”, mas um ser humano tentando defender o que acredita ser bom.
Na pausa do almoço, Daniel encontrou esse colega no elevador. O silêncio entre eles era quase palpável. Daniel respirou fundo e lembrou da lição:
“Deus está em tudo o que eu vejo porque Deus está em minha mente.”
Se o que ele via era ataque, essa visão nascia dentro dele. Podia escolher outra.
— Cara… ontem a conversa ficou pesada, né? — disse Daniel, com um sorriso tímido. — Acho que a gente se exalta porque se importa muito.
O colega o olhou, surpreso. Não esperava aquele tom.
— É… verdade. Desculpa se peguei pesado. — a voz dele era sincera, quase vulnerável.
Naquele instante, Daniel percebeu o milagre:
não foi o outro que mudou — foi a percepção.
E a percepção nova abriu espaço para um comportamento novo.
Naquele mesmo dia, ao voltar para casa, Daniel entrou novamente nas redes sociais. Havia outro debate político acalorado acontecendo. Mas desta vez, ao invés de mergulhar no combate, ele fez um exercício mental simples:
“Deus está em tudo o que eu vejo. Inclusive nas opiniões que não entendo. Inclusive no conflito. Inclusive na diferença.”
Isso não significava concordar com tudo.
Mas significava ver a presença de valor, sinceridade e busca de sentido em cada pessoa envolvida.
De repente, o feed que antes parecia um campo de batalha passou a parecer uma sala cheia de pessoas assustadas, tentando encontrar segurança.
E Daniel entendeu que sua parte não era gritar mais alto, e sim ouvir mais fundo.
Dias depois, o colega o chamou para conversar.
— Sabe… desde aquela vez no elevador, fiquei pensando — disse ele. — A gente discorda em muita coisa, mas talvez a gente possa tentar se ouvir sem tentar se vencer.
Daniel sorriu.
Esse era o milagre da Lição 29: ver Deus em tudo não muda apenas o que você olha — muda o que você oferece ao mundo.
Ele percebeu que cada pessoa na política, de qualquer lado, estava buscando algo em comum:
segurança, dignidade, pertencimento.
E se isso estava em todos, então Deus também estava.
Daniel não virou santo. Ainda discordava, ainda se irritava, ainda tinha opiniões fortes. Mas havia dentro dele uma ponte invisível, algo que antes não existia: a certeza silenciosa de que, mesmo no conflito, mesmo na polarização, mesmo na diferença, há uma centelha divina aguardando para ser reconhecida.
E cada vez que ele se lembrava disso, sua mente retornava à paz.
Porque aquilo que se escolhe ver, se torna o mundo que se vive.
Se quiser, posso escrever outras histórias aplicando outras lições do UCEM ou aprofundar esta em capítulos.
Prompt: Escreva uma história sobre aplicações práticas da "Lição 29: Deus está em tudo o que eu vejo" do UCEM, no contexto de conflito em polarização política.
A lição "Deus está em tudo o que eu vejo", do Um Curso em Milagres (UCEM), convida a perceber a presença divina em toda a realidade, mesmo onde parece haver separação e conflito. Aplicar esse ensinamento no contexto da polarização política pode abrir caminhos para uma transformação profunda.
Imagine uma cidade profundamente dividida por ideologias políticas opostas. As pessoas evitam conversas, cultivam a desconfiança e o amargura cresce. Em meio a esse clima, Ana, uma professora de filosofia, decide integrar a lição na sua rotina e forma de ver as situações.
Antes das aulas, Ana se lembra da lição: mesmo em gestos e palavras que aparentemente agressivas, existem a centelha divina. Ao ouvir debates acalorados ou notícias inflamadas, seu olhar muda. Ela passa a enxergar não os adversários políticos, mas sim seres humanos com medos, esperanças e vulnerabilidades, refletindo a mesma luz divina que ela busca.
Com essa visão, Ana começa a conduzir debates em sua escola de forma diferente. Em vez de confrontar ou rotular opiniões, ela incentiva alunos e colegas a escutar ativo, confirmando a humanidade por trás das ideias. Quando um aluno expressa uma opinião contrária, ela responde: "Vejo em você mais do que sua opinião; vejo um espírito precioso tentando se expressar."
Essa atitude contagia parcialmente sua comunidade. Algumas pessoas que antes se isolavam em bolhas começaram a participar de encontros de diálogo, buscando pontos em comum em vez de diferenças. Os momentos de tensão diminuem, e embora as divergências ideológicas continuem, surge um respeito fundamental. A polarização cede espaço para o reconhecimento de que a verdadeira separação é apenas uma ilusão — por trás das aparências, todos fazem parte de uma mesma essência divina.
A aplicação prática da lição ajuda Ana e sua comunidade a transformar o conflito. Eles não precisam concordar, mas aprendam a ver o reflexo de Deus mesmo nas opiniões e pessoas que não consideram inimigas. Assim, a paz interior e o respeito se tornam ferramentas poderosas para a reconciliação social, mostrando que a presença divina em tudo o que vemos é uma ponte para superar a polarização.
Gostaria que essa história fosse mais curta e direta ou que incluísse exemplos específicos de diálogos?