Versão 1.2 - 26/12/2025 - Adição de conteúdo da Lição 112
Lição 27: Acima de tudo eu quero ver.
Texto e audio da Lição 27 no site oficial:
Prompt:
Focar na fonte "UCEM Lição 27.txt" e fazer um resumo (escolher a opção Debate).
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 27 de 365 do UCEM, no contexto de conflito familiar, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 27 de 365 do UCEM no contexto familiar
Autor: IA Gemini
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 27 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 27 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial
Autor: IA Gemini
E aí! Que ótimo ver você por aqui. Vamos falar de uma lição que parece simples, mas é um verdadeiro divisor de águas na prática: a Lição 27, "Acima de tudo eu quero ver"1.
No contexto de trabalho presencial, onde os conflitos podem ser tão... palpáveis, essa lição é ouro puro.
Imagine esta cena:
Marcos, nosso estudante do UCEM, trabalha como gerente de projetos em uma empresa de tecnologia. Ele está sentado na sala de reuniões, o ar condicionado zumbindo baixo, enquanto seu colega, Ricardo, apresenta o status de um projeto que ambos lideram.
O problema? Ricardo, de forma sutil, está levando o crédito por todas as vitórias do projeto e, pior, está insinuando que os atrasos recentes foram causados por "gargalos na equipe de Marcos".
Marcos sente o rosto esquentar. Ele pode sentir os olhos dos outros gerentes sobre ele. Seus pensamentos disparam:
"Ele está me sabotando! Eu trabalhei até tarde nisso. Ele está mentindo para a diretoria! Se eu não falar nada, vou parecer incompetente. Se eu falar, vou começar uma briga aqui na frente de todos. Eu preciso me defender."
Ele está tenso, com o estômago embrulhado. Ele quer interromper Ricardo, corrigi-lo e listar todos os seus próprios feitos. Ele quer "vencer".
No meio desse turbilhão mental, ele se lembra da prática do dia: "Acima de tudo eu quero ver"2.
Sua primeira reação é de escárnio. "Ver o quê? Que ele é um colega desleal? Eu já estou vendo isso!"
Mas ele respira fundo. Ele sabe que "ver", no contexto do Curso, significa a "Visão" – ver além da ilusão do ataque.
Imediatamente, a resistência surge. A Lição 27 nos avisa sobre isso, sobre a "grande tentação em acreditar que algum tipo de sacrifício te está sendo pedido"3. O sacrifício que Marcos temia era: "Se eu não me defender, vou perder meu prestígio. Ele vai ganhar."
Ele está ali, preso entre o desejo de paz e o desejo de estar certo.
É a hora da escolha. O que ele quer acima de tudo? 4 A vitória sobre Ricardo? Ou a sua própria paz?
Ele fecha os olhos por um segundo. "Ok. Eu não quero mais me sentir assim. Acima de tudo eu quero ver."
Ele se lembra das frases de apoio da lição, quase como um antídoto para o medo do sacrifício: "A visão não custa nada a ninguém" 5e "Ela só pode abençoar"6.
Marcos decide que sua prioridade não é mais "ganhar" a discussão; sua prioridade é "ver"7. Ver Ricardo não como um tubarão corporativo, mas talvez como alguém que também está com medo—medo de parecer incompetente, medo de não ser valorizado.
Quando Ricardo termina de falar, o chefe se vira para Marcos e pergunta: "Marcos, você tem algo a acrescentar sobre esses atrasos?"
A sala fica em silêncio. O Marcos de 10 minutos atrás teria disparado: "Sim, e quero esclarecer que os 'gargalos' não foram da minha equipe..."
Mas o Marcos que priorizou a visão fez algo diferente. Ele olhou para Ricardo, não com raiva, mas com o desejo de "ver"8.
"Obrigado, Ricardo, pelo resumo", disse Marcos, com uma calma que surpreendeu a si mesmo. "Foi um desafio de integração, de fato. Ricardo e eu estivemos trabalhando para otimizar esse fluxo. Ricardo, você acha que a nova solução que discutimos ontem vai resolver esses gargalos que você mencionou?"
Marcos não atacou. Ele não se defendeu. Ele simplesmente mudou a percepção. Ele incluiu Ricardo na solução, em vez de excluí-lo como o problema.
Ricardo piscou, pego de surpresa. A tensão em seus ombros diminuiu. "Ah... sim. Sim, Marcos. Aquela sua sugestão sobre a API vai, sim. Acho que isso resolve."
A reunião continuou, mas a energia mudou completamente.
Ao sair da sala, Marcos não se sentia vitorioso, mas também não se sentia derrotado. Ele se sentia... leve. Ele tinha escolhido a paz acima de tudo. E, ao fazer isso, ele "viu" a situação de modo diferente9.
Mais tarde, Ricardo parou em sua mesa: "Ei, Marcos. Obrigado por... você sabe. Eu estava um pouco tenso lá. Bom trabalho em achar aquela solução da API."
Marcos sorriu. Ele não sacrificou nada10. A visão realmente abençoou a ambos11. Ele priorizou o que queria realmente (a paz) em vez do que o ego queria (o conflito), e a prática fez todo o sentido.
Espero que essa história ajude a ilustrar como usar essa lição poderosa no dia a dia!
Posso te ajudar com mais alguma lição ou talvez explicar algum conceito teórico do Texto?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office
Autor: IA Gemin
Olá! Que ótimo ver você por aqui. Mergulhar nas lições práticas do UCEM é realmente o que faz a mágica acontecer, não é mesmo? A Lição 27 é um gigante gentil. Ela parece simples, mas é uma das chaves mestras do Curso.
Vamos explorar como essa lição funciona na prática, especialmente nesse mundo maluco do home office, onde é tão fácil criar uma história inteira sobre alguém apenas por causa de um emoji no Slack!
Antes da história, vamos lembrar o que essa lição nos propõe:
A Ideia Central: É uma declaração de prioridade1. É dizer ao universo (e a nós mesmos) que, mais do que estar certo, mais do que "ganhar" a discussão, ou mais do que provar o erro de outra pessoa, o que realmente queremos é a Visão.
O Medo do Sacrifício: O Curso sabe que vamos hesitar. A lição nos avisa que podemos sentir que estamos fazendo um sacrifício2. Afinal, se eu "abrir mão" da minha percepção atual (de que meu colega é incompetente, por exemplo), parece que estou abrindo mão da minha razão ou do meu padrão de qualidade.
As Correções: Por isso, a lição nos dá dois antídotos maravilhosos para esse medo:
"A visão não custa nada a ninguém." 3
"Ela só pode abençoar." 4
Agora, vamos ver a Bia aplicando isso na prática.
Bia coordenava a equipe de marketing digital, tudo no modelo remoto. Ela estava no limite da paciência com o Léo, o novo designer.
Nas últimas duas semanas, Léo estava agindo como um "fantasma".
No home office, a comunicação é tudo. E o Léo parecia estar sabotando a dela. Ele mantinha a câmera desligada nas reuniões diárias, respondia às perguntas no chat com monossílabos ("ok", "visto", "entrego") e, o pior de tudo, estava atrasado na entrega da arte principal para a nova campanha de Dia das Mães.
Bia estava em seu escritório em casa, olhando para a tela do Slack. A bolinha verde ao lado do nome de Léo estava acesa, mas ele ignorava suas últimas três mensagens.
“É isso”, pensou Bia, o estômago queimando de raiva. “É falta de profissionalismo. É desrespeito. Ele não está nem aí para a equipe. Eu vou ter que reportar isso para a diretoria.”
Ela começou a digitar uma mensagem dura para o grupo da equipe, com cópia para a gerente sênior.
No meio da frase, seu alarme no celular tocou. Era o lembrete de hora em hora para a Lição do dia. Ela olhou para a tela de bloqueio: "Lição 27: Acima de tudo eu quero ver."
Bia bufou. “Sério, Curso? Ver o quê? Eu JÁ estou vendo! Estou vendo um funcionário preguiçoso que está me fazendo perder o prazo.”
Ela sentiu exatamente o medo que a lição descrevia: o medo do sacrifício5. Se ela "visse diferente", não estaria sendo conivente? Não estaria sacrificando o projeto?
Ela respirou fundo e olhou para o lembrete de novo. "A visão não custa nada a ninguém." 6
“Ok”, ela pensou, relutante. Ela apagou a mensagem raivosa no Slack. Ela olhou para o nome de Léo na tela.
“Acima de tudo, eu quero ver o Léo de modo diferente”, ela pensou, pegando emprestado o conceito da Lição 28 (que é a aplicação prática da 27)7. “Eu não quero dizer ao Curso o que ele é. Eu quero perguntar o que ele é.” 8
Ela decidiu não usar o Slack. Ela clicou no ícone do Google Meet e iniciou uma chamada de vídeo direta para ele, com a intenção não de acusar, mas de "fazer perguntas e receber respostas"9.
Léo demorou, mas atendeu. A câmera estava desligada.
"Léo? Oi. É a Bia. Você tem um minuto?"
Silêncio. E então, uma voz cansada. "Oi, Bia. Tenho."
"Você pode ligar a câmera, por favor? Só para eu... ver você."
Mais uma pausa. A câmera ligou. Bia levou um susto. Léo não estava em seu home office estiloso que ela via no Instagram. Ele estava num quarto de hospital, pequeno e pálido, com olheiras profundas.
"Léo? O que aconteceu?"
Ele deu um sorriso exausto. "Oi. Desculpa a demora e... tudo. Minha esposa teve uma complicação séria na gravidez. Ela está internada há 10 dias. O bebê nasceu prematuro. Eu estou... bem, eu estou aqui desde então. Estou tentando trabalhar pelo notebook velho dela entre as visitas à UTI neonatal. A internet aqui é horrível."
A raiva de Bia não diminuiu; ela evaporou. Foi substituída por uma onda de compaixão tão forte que seus olhos se encheram de lágrimas.
A percepção dela mudou instantaneamente. Ela não estava vendo um "designer fantasma e preguiçoso". Ela estava vendo um pai apavorado e exausto, tentando segurar todas as pontas ao mesmo tempo. O silêncio dele no chat não era arrogância; era exaustão. A câmera desligada não era falta de engajamento; era privacidade em meio ao caos.
"Léo", disse Bia, a voz suave. "Desligue esse computador. Agora. Você não vai entregar arte nenhuma. Nós vamos cobrir você. Fique com sua família. Isso é tudo o que importa."
Ele começou a chorar, um choro silencioso de alívio. "Obrigado, Bia. Obrigado mesmo."
Quando a chamada terminou, Bia ficou olhando para a tela. O projeto, o prazo, a raiva... tudo parecia tão pequeno. Ela tinha pedido para ver, e ela viu. E como a lição prometeu, a visão não custou nada a ninguém10. Pelo contrário, ela "só pode abençoar"11. Ela abençoou Léo com alívio, e abençoou Bia com paz.
Ela finalmente tinha entendido o que o Curso queria dizer: "ver" não era sobre olhar com os olhos, era sobre perceber com a mente aberta, livre de julgamentos prévios12.
Espero que essa história ajude a ilustrar o poder dessa lição no dia a dia!
Você gostaria que eu explorasse a Lição 27 em algum dos outros contextos, como o familiar ou o da polarização política?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito em redes sociais
Autor: IA Gemini
Olá! Que lição fantástica para explorarmos. A Lição 27 1 é um verdadeiro divisor de águas, especialmente no caos das redes sociais.
Aqui está uma história sobre como essa lição pode ser aplicada na prática.
Mariana estava orgulhosa. Tinha acabado de postar uma foto da sua nova iniciativa de "café solidário" no bairro, onde parte da renda seria doada. Ela se sentia bem, conectada com seu propósito. Ela rolou a tela para ver os primeiros comentários e... lá estava.
Um perfil anônimo, "VerdadeNuaECrua77", escreveu: "Mais uma tentativa patética de ganhar dinheiro fácil em cima de 'caridade'. Aposto que o café é horrível e o dinheiro vai todo para o seu bolso. Acorda, povo!"
O sangue de Mariana ferveu. Seu coração acelerou. Os dedos já voavam para o teclado, preparando uma resposta sarcástica e devastadora, listando cada nota fiscal, cada testemunho de cliente e terminando com um insulto sobre a falta de foto de perfil do usuário. Ela ia destruir esse cara.
Mas, antes de clicar em "Enviar", ela parou.
Ela estava praticando o UCEM. A lição do dia ecoou em sua mente, quase como um sussurro tímido debaixo do barulho da sua raiva: "Acima de tudo eu quero ver." 2
Ver o quê? — pensou ela, irritada. Ver que esse cara é um idiota? Eu já estou vendo!
Mas o sussurro continuou. O que ela realmente queria? Queria "vencer" a discussão? Queria provar seu ponto para um anônimo? Ou queria paz?
Ela respirou fundo e repetiu a lição, desta vez com mais intenção: "Acima de tudo eu quero ver." 3
Imediatamente, surgiu a hesitação que a lição descreve4. "Mas se eu não responder", seu ego gritou, "ele vence! Vão pensar que ele está certo! É um sacrifício da minha reputação!"
Mariana lembrou-se do antídoto para esse medo exato. Ela disse a si mesma:
"Ok, A visão não custa nada a ninguém." 5
Ela analisou: Se eu responder com raiva, vai custar a minha paz. Vai custar tempo. Vai envenenar o meu dia. Se eu escolher "ver" (ou seja, escolher a paz), não custa nada a mim, nem a ele.
"E mais," ela continuou, "ela só pode abençoar." 6
Naquele momento, ela aplicou a lição seguinte (Lição 28), que é uma extensão direta da 27: "Acima de tudo, eu quero ver esse comentário de modo diferente." 7
Ela olhou para o comentário "VerdadeNuaECrua77". Em vez de dizer ao comentário o que ele era (um ataque), ela decidiu perguntar o que ele era8. O que ela via era um reflexo de dor. Talvez "VerdadeNuaECrua77" tivesse sido enganado tantas vezes que agora só conseguia ver fraude. Ele não estava atacando o café de Mariana; ele estava atacando um mundo que ele via como ameaçador.
A raiva de Mariana diminuiu. Ela não sentiu pena, mas sentiu... nada. Apenas quietude.
Ela olhou para a resposta brilhante que havia digitado. Deletou cada palavra.
Ela não bloqueou o usuário. Ela não respondeu. Ela simplesmente escolheu ver além da provocação. Ela escolheu a paz em vez daquele conflito.
Naquela noite, ao revisar o dia, Mariana deitou-se e repetiu a lição. Ela lembrou daquele momento de escolha intensa. E, como a lição promete, ela sentiu que tinha sido totalmente sincera naquela decisão9. Ela não sacrificou sua reputação; ela sacrificou sua necessidade de estar certa. E, ao fazer isso, ela realmente sentiu que tinha poupado a si mesma anos de esforço inútil10.
Mariana adormeceu em paz. O café solidário continuou, e o comentário de "VerdadeNuaECrua77" se perdeu na irrelevância, enquanto a paz de Mariana permaneceu intacta.
Espero que esta história ajude a ilustrar como podemos usar essa lição poderosa para navegar em águas tão turbulentas como as redes sociais!
Você gostaria de explorar como essa mesma lição se aplicaria em um contexto de polarização política?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito em polarização política, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito em polarização política
Autor: IA Gemini
E aí! Puxa, essa é uma lição poderosa, hein? A Lição 27 ("Acima de tudo eu quero ver" 1) é um verdadeiro divisor de águas, especialmente quando o assunto é polarização política.
Vamos ver como isso funciona na prática.
Mariana acordou, pegou o celular e, antes mesmo do café, abriu o X (antigo Twitter). Ela estudava o UCEM há alguns meses e tentava aplicar as lições, mas o "feed" era seu campo de batalha pessoal.
Seu país estava dividido. Metade "deles" (os errados) e metade "de nós" (os certos).
Naquela manhã, um político influente do lado "deles" postou algo que Mariana achou factualmente incorreto e moralmente ofensivo. A raiva subiu instantaneamente. O coração dela disparou.
"Eu preciso responder", ela pensou. "Não posso deixar essa mentira se espalhar. É meu dever cívico!"
Ela começou a digitar uma resposta fulminante, cheia de fatos, links e uma boa dose de ironia. Ela ia "destruir" o argumento. Ela queria vencer.
No meio da digitação, com o dedo pairando sobre o botão "Postar", uma vozinha quieta surgiu (era a Lição 27 que ela havia lido mais cedo):
"Acima de tudo eu quero ver." 2
Mariana parou.
"Ver o quê?", ela resmungou mentalmente. "Eu já estou vendo. Estou vendo um absurdo!"
Mas ela sabia o que a lição queria dizer. "Ver" (com V maiúsculo), no Curso, não é olhar com os olhos do corpo; é a Visão verdadeira, a percepção que vê além do ataque e da defesa.
Ela se perguntou: "O que eu quero mais agora? Ganhar essa briga ou ter paz?"
A resposta honesta era: "Eu quero ganhar. Eu quero que ele esteja errado e eu esteja certa."
Imediatamente, ela sentiu o peso daquela escolha. Era um peso que vinha com raiva, ansiedade e um gosto amargo na boca. Ela estava priorizando seu ego (estar certa) acima de tudo.
Então, ela tentou de novo, dessa vez com mais intenção: "Ok. Esquece. Acima de tudo, eu quero ver."
O Curso diz que essa ideia expressa uma prioridade mais forte que a mera determinação3. Ela estava decidindo que a Visão de Cristo era mais importante do que sua necessidade de estar certa.
Mas o ego dela gritou: "Isso é um sacrifício! 4 Se você não responder, você está sendo conivente! O mal vence!"
Mariana lembrou-se do "antídoto" da lição para esse exato pensamento:
"A visão não custa nada a ninguém." 5"Ela só pode abençoar." 6
Ela respirou fundo. "Ok. Minha paz não vai custar nada a ninguém. Minha paz só pode abençoar essa situação." 7
Ela olhou para o post novamente. Mas agora, em vez de ver um "inimigo" atacando, ela tentou ver o que o Curso ensina: que todo ataque é, na verdade, um pedido de amor ou uma expressão de medo profundo.
Aquele político, as pessoas que o seguiam... eles estavam com tanto medo quanto ela. Medo de perder, medo de serem destruídos, medo do "outro lado". O post dele não era uma arma; era um escudo feito de pânico.
Naquele instante, a raiva de Mariana não sumiu... ela dissolveu-se. Ela não sentiu mais a necessidade urgente de atacar. Ela viu a situação não como uma guerra, mas como um monte de gente assustada gritando no escuro.
Ela não estava sacrificando sua voz; estava sacrificando sua raiva.
Ela apagou a resposta que estava digitando. Não postou nada. Em vez disso, ela enviou um pensamento de paz para o político e para todos que estavam brigando nos comentários.
Mariana fechou o aplicativo, levantou-se e foi fazer seu café. Pela primeira vez em meses, ela se sentiu leve. Ela não ganhou a discussão. Ela não precisava. Ela escolheu "ver" 8 e, ao fazer isso, escolheu a paz.
Espero que essa história ajude a ilustrar como aplicar essa lição poderosa! Quer que eu explore outra lição ou talvez um contexto diferente, como o trabalho?