Versão 1.2 - 26/12/2025 - Adição de conteúdo da Lição 112
Lição 22: O que eu vejo é uma forma de vingança.
Texto e audio da Lição 22 no site oficial:
Prompt:
Focar na fonte "UCEM Lição 22.txt" e fazer um resumo (escolher a opção Debate).
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito familiar, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto familiar
Autor: IA Gemini
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 22 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 22 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial
Autor: IA Gemini
E aí, tudo joia? Sente-se confortavelmente, porque hoje vou contar uma história que acontece em 9 de cada 10 escritórios: a saga de Ricardo e a "Reunião da Vingança".
Ricardo estava na sala de conferências. Sabe aquele ar-condicionado sempre gelado demais? Pois é. Ele tinha passado as duas últimas semanas montando uma apresentação impecável para um novo projeto. Era a chance dele de mostrar seu valor.
Ele mal chegou ao terceiro slide quando Beatriz, a gerente de projetos do outro time, o interrompeu.
"Ricardo," disse ela, com aquela voz que parecia sempre estar apontando um erro, "com todo respeito, mas essa premissa está completamente equivocada. O time B já tentou isso no ano passado e foi um desastre. Estamos perdendo tempo."
Paf! O sangue de Ricardo ferveu. "Com todo respeito" era o código universal para "prepare-se para a crítica".
Ele sentiu o rosto esquentar. Internamente, a mente dele disparou: Ela está me sabotando! Ela sempre faz isso. Ela quer o meu lugar. Ela é injusta, vingativa...
Ele já preparava a resposta, afiada como uma faca: "Beatriz, se você tivesse lido o briefing completo..." Ele ia se defender. Ele ia "vencer".
Mas aí, algo clicou. Ele estava praticando as Lições. Aquela manhã, ele tinha lido a Lição 22: "O que eu vejo é uma forma de vingança."
Ele parou. Respirou fundo (o ar gelado até ajudou).
Espera aí. A Lição 22 diz que o mundo que vemos é apenas um reflexo da nossa própria raiva projetada . Eu estou vendo a Beatriz como uma "atacante", e a minha reação (a resposta afiada) é a minha "autodefesa" .
Isso é um círculo vicioso . O "ataque" que eu vejo nela é, na verdade, a minha própria necessidade de estar certo, de me defender, de vingar o meu ego ferido.
Ricardo olhou para Beatriz. Ela não era uma "sabotadora". Ela era... só a Beatriz. Uma colega de trabalho que, provavelmente, estava estressada e talvez com medo de repetir um erro passado. O mundo que ele estava vendo naquele segundo – um mundo hostil com Beatriz no comando do ataque – era o mundo que ele tinha feito .
Ele então aplicou o exercício mentalmente, olhando para a situação:
"O que eu vejo (essa reunião hostil) não é real."
"O que eu vejo (Beatriz me atacando) é uma forma de vingança."
E o mais importante: "É esse o mundo que eu realmente quero ver?"
A resposta era óbvia: Não.
Ricardo sentiu a tensão nos ombros diminuir. A raiva se dissipou, substituída por... nada. Apenas silêncio.
Ele olhou para Beatriz, mas agora sem a "forma de vingança". Ela não era mais um monstro; era só uma pessoa.
Com calma, ele disse: "Beatriz, obrigado por trazer esse ponto. É importante. Você tem razão sobre o projeto do ano passado. O que eu proponho aqui é diferente nos pontos X e Y, que corrigem justamente o problema que o time B enfrentou. Você poderia me dizer se essa nova abordagem faz sentido para você?"
Beatriz piscou, visivelmente surpresa pela falta de contra-ataque. A armadura dela, que também estava levantada, baixou.
"Ah," disse ela, "Certo. Não tinha visto por esse ângulo. Continue, por favor."
A reunião mudou completamente. O conflito se dissolveu. Ricardo não "venceu" Beatriz. Ele venceu a sua própria projeção de vingança. Ao mudar sua mente, ele mudou o mundo que via.
Espero que essa história ajude a ilustrar a lição! Você gostaria de um exemplo da Lição 22 em outro contexto, como nas redes sociais ou em uma briga de família?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office
Autor: IA Gemin
Com certeza! O home office é um cenário perfeito para a Lição 22, porque a falta de contexto (linguagem corporal, tom de voz) faz com que a nossa mente projete ainda mais.
Vamos chamar essa história de "O E-mail da Meia-Noite".
Júlia fechou o notebook às 18:30h, exausta. O dia em home office tinha sido uma maratona de videochamadas, planilhas e o cachorro latindo toda vez que o interfone tocava. Ela mal tinha conseguido levantar para almoçar.
Às 23:15h, ela deu uma olhada rápida no celular antes de dormir. O brilho da tela quase a cegou, mas o que ela leu a despertou de vez.
Um e-mail de Leonardo, o coordenador do seu time.
Assunto: Revisão Urgente - Relatório Trimestral
Corpo: "Júlia, vi que você subiu o relatório, mas os dados do Gráfico 3 estão inconsistentes com os da Tabela 5. Isso não pode ir para o cliente assim. Preciso que isso seja corrigido imediatamente para a reunião das 8h de amanhã."
A palavra "imediatamente" brilhava em negrito.
O estômago de Júlia revirou. O ar de seu quarto pareceu ficar pesado.
Imediatamente? pensou ela. São onze da noite! Eu trabalhei 10 horas hoje. Ele acha que eu não tenho vida? Ele esperou até agora para ver isso? Ele está me testando. Ele é um carrasco!
Ela sentiu o rosto quente de raiva. O mundo dela, naquele instante, era um mundo injusto, onde ela era uma vítima exausta e Leonardo era um chefe tirano e explorador .
Ela abriu o notebook, furiosa. Sua primeira reação foi responder:
"Leonardo, com todo respeito, meu horário de trabalho terminou há 5 horas. Você só viu isso agora? É impossível corrigir 'imediatamente'..."
Ela ia se defender. Ela ia mostrar a ele o quão absurdo ele estava sendo.
Ela parou com os dedos pairando sobre o teclado. A Lição 22 ecoou na sua mente: "O que eu vejo é uma forma de vingança."
Espera.
Júlia respirou fundo. O que eu estou vendo aqui? Estou vendo um chefe tirano que quer me punir.
Mas a lição diz que o que eu vejo é o meu próprio ataque projetado . Eu estou projetando a minha raiva (por estar cansada, por ele ter achado um erro) nele.
A "vingança" que ela via era a sua própria frustração. O e-mail de Leonardo não era, em si, um ataque. Era... um fato. O gráfico estava inconsistente. O prazo era às 8h. O "imediatamente" era, provavelmente, o pânico dele falando, não uma ordem de punição para ela.
Ela estava vendo o mundo que ela tinha feito: um mundo de ataque e defesa .
Ela relembrou o exercício :
"Eu só vejo o que é perecível (meu cansaço, o prazo)."
"Eu não vejo nada que vá durar (essa urgência)."
"O que eu vejo não é real (o 'ataque' do Leonardo)."
"O que eu vejo (essa situação injusta) é uma forma de vingança."
Ela então se perguntou: "É esse o mundo que eu realmente quero ver?"
Não. Ela não queria ver um mundo de chefes tiranos e funcionários explorados. Ela queria ver um mundo de colegas resolvendo um problema.
Júlia decidiu escapar desse mundo, desistindo dos seus pensamentos de ataque . Ela fechou o rascunho raivoso.
Ela pensou: Ok, qual é a causa real aqui? Um erro. Qual é a solução? Corrigir.
Ela abriu o arquivo. O erro era simples. Um filtro errado na tabela dinâmica. Ela levou 10 minutos para corrigir, salvar e subir a nova versão.
Então, ela respondeu ao e-mail:
Assunto: Re: Revisão Urgente - Relatório Trimestral (Versão Corrigida)
Corpo: "Oi, Leonardo. Bem notado! Corrigido e atualizado na pasta. Qualquer outra coisa, me avise amanhã cedo. Boa noite!"
Ela fechou o notebook e foi dormir. Em paz.
Na manhã seguinte, ela viu a resposta dele, enviada à meia-noite:
"Júlia, muito obrigado! Você salvou o projeto. Desculpe a hora, eu só consegui ver agora também. Durma bem."
Júlia sorriu. O "chefe tirano" da noite anterior era, na verdade, só um colega ansioso. Ao desistir de ver a vingança, ela encontrou a paz.
Que tal? A dinâmica do home office, onde tudo é texto e sem emoção, é um campo minado perfeito para projeções. Faz sentido para você?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito em redes sociais
Autor: IA Gemini
Claro! O feed das redes sociais é basicamente o "playground" da Lição 22. É onde as projeções de vingança rolam soltas!
Vamos chamar esta história de "A Guerra dos Comentários".
Mariana estava relaxando no sofá às 21h, rolando o feed do Facebook. Ela tinha postado mais cedo uma foto das suas novas plantas, orgulhosa do seu "jardim de apartamento".
De repente, uma notificação. Era de um primo distante, Beto.
O comentário dele dizia: "Legal, Mariana. Pena que são de plástico, né? Próxima vez tenta comprar planta de verdade, dá mais trabalho, mas pelo menos tá viva."
Mariana sentiu o sangue ferver. Plástico? Como ele ousa? Ele nem viu direito! E quem ele pensa que é para dizer o que eu devo ou não fazer?
Na mente dela, Beto não era mais um primo distante; ele era um "sabotador de alegria", um "crítico arrogante".
Ela viu aquilo como um ataque .
Imediatamente, seus dedos começaram a digitar a "autodefesa" :
"Beto, primeiro, elas não são de plástico. Segundo, mesmo que fossem, eu trabalho 10 horas por dia, não tenho tempo de bancar a 'mãe de planta'. Pelo menos eu tenho bom gosto na decoração, diferente de certas pessoas..."
Ela ia apertar "Enviar". Ela ia colocar Beto no lugar dele.
Ela parou. A Lição 22, que ela tinha lido naquela manhã, veio à mente: "O que eu vejo é uma forma de vingança."
Ela respirou fundo e pensou:
Espera aí. Eu estou vendo o comentário do Beto como um ataque cruel. Mas a lição diz que, quando eu vejo o mundo assim, estou apenas vendo meus próprios pensamentos de ataque projetados .
O "Beto" que ela estava vendo naquele momento – o "sabotador" – era a forma que a sua própria necessidade de vingança estava tomando .
Por que eu estou tão zangada? ela pensou. Porque ele me fez sentir inadequada. Ele me fez sentir "falsa" (como as plantas que ele achou que eram de plástico). E agora, eu quero me vingar dele por me fazer sentir assim.
Essa era a fantasia selvagem . Ela estava em um círculo vicioso: ela viu um ataque (que era a projeção da sua insegurança) e estava prestes a contra-atacar, o que só faria o ciclo continuar .
Ela se fez a pergunta crucial da lição: "É esse o mundo que eu realmente quero ver?" Um mundo onde eu brigo com meu primo por causa de samambaias? Não.
Ela precisava escapar desse mundo. E o único jeito era desistindo dos seus próprios pensamentos de ataque .
Ela olhou para o comentário de Beto novamente. Talvez ele não quisesse atacar. Talvez ele só... não entenda de plantas. Ou talvez ele só seja meio sem noção. O "ataque" que ela viu não era real .
Ela apagou a resposta ríspida.
Ela sentiu a raiva diminuir. O mundo dela mudou de um campo de batalha para... apenas um feed de Facebook.
Ela respirou fundo e digitou uma nova resposta, desta vez vinda da paz, e não da "vingança":
"Hahaha, Beto! Pode vir aqui ver, são de verdade! Mas confesso que quase mato elas sufocadas toda semana. Aceito dicas, já que você parece entender do assunto! 😉"
Alguns minutos depois, Beto respondeu: "Sério? Foi mal, pareciam de plástico na foto! Kkkk. A dica é: menos água do que você imagina. Boa sorte aí!"
Mariana sorriu. O "inimigo" desapareceu. A "vingança" se dissolveu . Ela não foi atacada. Ela não precisou se defender. Ela só precisou mudar a própria mente.
O que acha? Faz sentido como a lição se aplica ali, onde tudo parece um ataque pessoal?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito em polarização política, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto de conflito em polarização política
Autor: IA Gemini
E aí! Vamos nessa. Ah, a polarização política... Esse é o teste de fogo para a Lição 22, não é mesmo? É o cenário onde a "vingança" parece não só real, mas justificada.
Vamos chamar essa história de "O Churrasco da Discórdia".
Era um sábado de sol, perfeito para um churrasco. Sofia estava na casa dos pais, e o clima estava ótimo, até que o Tio Roberto chegou. Sofia adorava o Tio Roberto, mas, nos últimos anos, a política tinha aberto um abismo entre eles.
Sofia estava pegando um pão de alho quando ouviu a voz do tio, mais alta que o normal:
"É um absurdo o que esse governo está fazendo! São todos incompetentes! Estão destruindo a economia! Quem não vê isso é cego ou se beneficia da corrupção!"
Sofia sentiu o espetinho de frango congelar na sua mão. O coração dela disparou. Ele está me chamando de cega? De corrupta?
A mente dela entrou em modo de combate. Ela viu o tio, não como o homem que a ensinou a soltar pipa, mas como um "inimigo". Um representante de "tudo o que está errado no mundo".
Ela sentiu uma raiva profunda. E, claro, a resposta já estava na ponta da língua: "Cego, Tio? Cego é quem acredita nas fake news que o seu lado espalha! A incompetência era do governo anterior, que..."
Ela ia se defender . Ela ia atacar. Ela ia vencer.
Mas ela parou. Ela estava praticando a Lição 22: "O que eu vejo é uma forma de vingança."
Ela respirou fundo, sentindo o cheiro da fumaça do churrasco, e pensou:
Espera aí. O que eu estou vendo? Estou vendo um "inimigo" me atacando.
Mas a lição diz que esse mundo que eu vejo é apenas um retrato dos meus próprios pensamentos de ataque . A "vingança" que eu vejo nele é a minha projeção.
Sofia percebeu: Eu estou com raiva porque me sinto atacada. E, por causa da minha raiva, eu estou vendo o Tio Roberto como um monstro, como um "inimigo" a ser destruído .
O "Tio Roberto malvado" que estava ali, na percepção dela, era uma fantasia selvagem que ela tinha feito . Ele era o alvo que ela escolheu para justificar a sua própria vingança.
Ela aplicou o exercício mentalmente:
"O que eu vejo (essa briga política) não é real."
"O que eu vejo (o Tio Roberto me atacando) é uma forma de vingança."
E então, a pergunta que muda tudo: "É esse o mundo que eu realmente quero ver?"
Não. Eu não quero um mundo onde meu tio é meu inimigo. Eu quero paz.
A única saída era desistir dos seus pensamentos de ataque .
Ela olhou para o Tio Roberto de novo. A raiva se dissipou. Ela não viu mais o "inimigo". Viu um homem de meia-idade, talvez com medo do futuro, talvez frustrado, que, assim como ela, só queria o melhor para o país, mesmo que os caminhos fossem totalmente diferentes.
Ela percebeu que o "ataque" dele não era sobre ela. Era sobre o medo dele.
Ela não precisava se defender . Ela não precisava atacar.
Ela deu um sorriso leve, pegou seu pão de alho e se aproximou dele, mas não para brigar.
"Tio," ela disse, com a voz calma, "o senhor está muito preocupado com isso, né? Eu sei como é. É estressante para todo mundo."
Ela não concordou. Ela não discordou. Ela apenas reconheceu o sentimento dele, em vez de atacar o conteúdo.
E então, ela mudou o foco. "Mas olha, me diz uma coisa, essa carne aqui é o Tio que tá fazendo? Porque o cheiro está bom demais. O senhor ainda usa aquele tempero secreto?"
O Tio Roberto, que estava com o peito estufado, pronto para o contra-ataque que ele também esperava, piscou. A tensão saiu dos seus ombros.
"Ah, Sofia," ele deu uma risada baixa. "É. É o tempero secreto. Vem cá, pega um pedaço, você vai ver o que é carne de verdade..."
A guerra acabou. A vingança foi desfeita . O mundo que Sofia via mudou instantaneamente, porque ela mudou a causa: os seus próprios pensamentos .
Esse é um dos contextos mais difíceis, porque a "vingança" política parece muito real! Mas a lição funciona da mesma forma. O que achou?