Versão 1.2 - 26/12/2025 - Adição de conteúdo da Lição 112
Lição 21: Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente.
Texto e audio da Lição 21 no site oficial:
Prompt:
Focar na fonte "UCEM Lição nn.txt" e fazer um resumo (escolher a opção Debate).
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição nnn de 365 do UCEM, no contexto de conflito familiar, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição nnn de 365 do UCEM no contexto familiar
Autor: IA Gemini
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 21 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 21 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho presencial
Autor: IA Gemini
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 21 de 365 do UCEM, no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 21 de 365 do UCEM no contexto de conflito profissional, em trabalho remoto no home office
Autor: IA Gemin
E aí, tudo em paz? Que bom que você perguntou sobre a Lição 21. Ela é uma das minhas favoritas porque é pura prática! É o momento em que pegamos a decisão da Lição 20 ("Estou determinada a ver") e colocamos ela para trabalhar no meio do "tiro, porrada e bomba" do dia a dia.
A ideia central da Lição 21 é: "Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente"1. O Curso pede para aplicarmos isso especificamente a situações que nos causam raiva2. E o mais legal é que ele avisa: não importa o tamanho da raiva, desde uma "leve irritação até a fúria" 3, porque, segundo o Curso, um "leve toque de aborrecimento nada mais é do que um véu encobrindo intensa fúria"4.
Então, vamos levar essa lição para o cenário mais clássico do home office: o conflito pelo chat.
Clara respirou fundo, pegou sua xícara de café e sentou-se para a reunião de status das 9h. O dia mal tinha começado e ela já sentia aquela pontada de irritação. O motivo? Ricardo.
Ricardo era o coordenador de projetos. Trabalhando remotamente, a comunicação deles era 90% via chat. Na noite anterior, Clara tinha enviado a versão final de uma apresentação importante. Ricardo respondeu não no privado, mas no canal público da equipe:
Ricardo (22:47): "Clara, revisei. Os dados da seção 3 estão confusos e a conclusão não bate com o que o cliente pediu. Vou ter que refazer seu slide 5. Por favor, mais atenção da próxima vez."
O sangue de Clara ferveu. "Mais atenção?!" Ela tinha passado três dias naqueles dados! Ela sentiu a fúria subindo5. Seus dedos já voavam para o teclado, preparando a resposta:
"Ricardo, em primeiro lugar, meus dados estão corretos. Se você tivesse lido o e-mail que mandei na SEGUNDA..."
Ela parou.
Aquele gosto amargo na boca. Aquela tensão nos ombros. Ela reconheceu o padrão. Ela estava pronta para o ataque, para defender seu território. Mas ela também estava fazendo o UCEM.
"Ok, Clara", pensou ela, fechando os olhos por um minuto, ali mesmo na sua cadeira de escritório improvisada na sala de jantar. "Lição 21. Vamos lá."
Ela respirou fundo e repetiu a ideia do dia: "Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente." 6
O Curso pedia para ser específica777. Qual era a raiva? Ah, eram muitas.
"Ele me expôs no grupo."
"Ele foi arrogante."
"Ele duvidou da minha competência."
Ela pegou a primeira, a mais forte: a arrogância dele.
"Ok", ela pensou, focando na imagem mental de Ricardo. "Estou determinada a ver o Ricardo de modo diferente." 8
Ela ainda sentia raiva. O Curso dizia para ser ainda mais específica, focando no atributo9.
"Estou determinada a ver a arrogância no Ricardo de modo diferente." 10
E ela repetiu para a situação toda: "Estou determinada a ver esta mensagem no chat de modo diferente." 11
Ela não tentou forçar uma nova percepção. Ela apenas repetiu a determinação, como o exercício pedia12. Ela estava determinada a ver. Ela estava disposta a estar errada sobre sua primeira interpretação (a de que Ricardo era um sabotador arrogante).
Aos poucos, enquanto ela se mantinha quieta, a fúria começou a dar lugar a... algo diferente.
Ela pensou: "E se... e se ele não for arrogante? E se ele estiver exausto? Eram 22:47. Ele provavelmente estava revisando o trabalho dela depois de um dia inteiro de reuniões."
Uma outra imagem surgiu: Ricardo em sua própria casa, talvez com os filhos gritando ao fundo, sobrecarregado, tentando apenas "resolver" a pendência antes de dormir. A mensagem dele talvez não fosse um ataque, mas apenas... cansaço. Uma comunicação ruim, típica de quem está no limite.
De repente, a raiva dela pareceu desproporcional. Ela não sentiu vontade de amá-lo, mas a necessidade de atacá-lo desapareceu. Ela percebeu que a sua fúria era uma escolha, baseada na interpretação dela.
Ela abriu os olhos. A mensagem de Ricardo ainda estava lá, no chat. Mas não parecia mais uma declaração de guerra. Parecia um pedido de ajuda malfeito.
Clara apagou a resposta defensiva que tinha começado a digitar. Em vez disso, escreveu:
"Oi Ricardo, bom dia. Obrigada por revisar. Vi sua mensagem. Você tem 10 minutos hoje cedo para passarmos por esses pontos? Acho que consigo ajustar rápido se entender melhor sua visão. Me avise."
Duas horas depois, eles conversaram por vídeo. O Ricardo estava com uma aparência exausta.
"Desculpe a mensagem de ontem à noite, Clara", ele disse, coçando os olhos. "Eu estava virado, o sistema novo da contabilidade travou tudo, e eu fui direto demais. Os dados da seção 3 estão certos, eu é que cruzei com o relatório antigo. O slide 5 é só uma sugestão de ajuste de texto. Foi mal."
Clara sorriu, sentindo uma onda de alívio.
"Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente."
Naquela manhã, ela percebeu que "ver diferente" não era sobre fingir que o Ricardo era perfeito. Era sobre escolher não usar a percepção dela como uma arma contra ela mesma, enchendo seu próprio dia de raiva por causa de um conflito que, no fim, só existia na sua interpretação. Ela escolheu ver um colega estressado em vez de um inimigo. E, ao fazer isso, ela salvou o seu próprio dia.
Curtiu? Essa lição é um verdadeiro antídoto para o estresse no trabalho. Ela nos dá o poder de escolher a paz, em vez de provar que temos razão.
Quer que eu crie outro exemplo para essa lição, talvez no contexto de redes sociais?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 21 de 365 do UCEM, no contexto de conflito em redes sociais, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 21 de 365 do UCEM no contexto de conflito em redes sociais
Autor: IA Gemini
Com certeza! O feed das redes sociais é um verdadeiro campo de treinamento para a Lição 21. É o lugar perfeito para praticar com aquela "leve irritação" que o Curso diz ser um véu para uma fúria intensa1.
Vamos ver como isso funciona na prática.
Era quarta-feira à noite. Bruno estava jogado no sofá, em casa, aproveitando aquele momento de "descanso" que, na verdade, significava rolar o feed do Instagram sem parar.
Ele estava vendo fotos de gatos, memes e vídeos de receitas, quando de repente, apareceu um post de um antigo colega de faculdade, o Léo.
Léo tinha postado uma foto de si mesmo em uma praia paradisíaca, segurando um coco, com a legenda: "Enquanto alguns reclamam da crise, outros trabalham duro e vão buscar o que é seu. #foco #mentalidadedesucesso #trabalhoárduo #gratidão".
Bruno sentiu o sangue esquentar. "QUE?!", ele pensou alto.
Ele conhecia o Léo. Sabia que ele tinha herdado uma boa grana da família e que o "trabalho árduo" dele era supervisionar a empresa do pai. Aquela legenda soou para Bruno como um tapa na cara dele e de todo mundo que realmente ralava o mês inteiro para pagar as contas.
A irritação foi imediata2. Ele sentiu desprezo, raiva e aquela vontade de comentar algo sarcástico como: "Trabalho árduo ou herança árdua?". Ele já estava imaginando o Léo como o símbolo de tudo o que estava errado no mundo: arrogante, iludido, sem noção.
Mas ele parou. Ele estava fazendo o UCEM e aquela lição da manhã tinha sido a 21.
Ele bloqueou o celular, colocou-o virado para baixo no sofá e fechou os olhos. A adrenalina do julgamento ainda corria.
"Ok, ok... 'Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente'." 3
Ele trouxe a imagem mental do Léo e daquela legenda presunçosa.
"Eu estou determinado a ver o Léo de modo diferente." 4
A raiva ainda estava lá. O exercício pedia para ser específico. O que o irritava? A arrogância. A falta de noção.
"Certo. Estou determinado a ver a arrogância no Léo de modo diferente." 5
"Estou determinado a ver esta postagem de modo diferente."
Bruno não tentou forçar uma desculpa para o Léo. Ele apenas se manteve firme na determinação de ver aquilo de outra forma. Ele não queria se sentir daquele jeito.
Ele respirou fundo e se perguntou: "E se não for arrogância? O que mais poderia ser?"
Uma ideia surgiu: "E se for... insegurança?"
E se o Léo, apesar de todo o dinheiro, vivesse com um medo profundo de ser visto apenas como um herdeiro? E se ele precisasse postar aquelas hashtags sobre "trabalho árduo" mais para convencer a si mesmo do que aos outros?
De repente, a imagem do Léo mudou na mente de Bruno. Ele não era mais um gigante arrogante rindo dos "pobres". Ele era talvez só um cara, tentando desesperadamente provar seu valor, usando as únicas ferramentas que conhecia (dinheiro e status).
A raiva de Bruno não virou amor, mas se dissolveu em algo neutro. Quase uma compaixão distante. O post já não era um ataque pessoal a ele. Era só... o Léo sendo o Léo, preso em suas próprias questões.
Bruno abriu os olhos. Ele pegou o celular, olhou para a foto mais uma vez. Agora, parecia apenas um pouco triste. Ele não sentiu mais nada. Apenas deu de ombros e continuou rolando o feed.
Ele não mudou o Léo, mas mudou a si mesmo. Ele escolheu não deixar que um post aleatório no Instagram roubasse sua paz. Ele estava determinado a ver diferente, e conseguiu.
É exatamente isso que a lição propõe. Não é sobre concordar com o outro, mas sobre retirar o nosso julgamento da situação para que nós possamos ter paz.
Quer explorar como essa lição se aplicaria em outro contexto, como uma briga de família?
Prompt:
Escreva um storybook sobre aplicações práticas da Lição 21 de 365 do UCEM, no contexto de conflito em polarização política, sendo o autor e título conforme abaixo.
Título: Lição 21 de 365 do UCEM no contexto de conflito em polarização política
Autor: IA Gemini
Ah, essa é clássica! A polarização política é, talvez, o maior "treinamento de raiva" 1 que o mundo moderno nos oferece. É o cenário perfeito para a Lição 21, porque a nossa "leve irritação" 2 com o "outro lado" muitas vezes é só a pontinha do iceberg de uma fúria gigantesca.
Vamos ver como a Mariana usou essa lição no grupo de WhatsApp da família.
Mariana adorava sua família. Mas, desde 2018, o grupo "Família Silva ⭐️" no WhatsApp tinha se tornado um campo minado. Especialmente por causa do seu Tio Carlos.
Tio Carlos era de outra geração e tinha visões políticas diametralmente opostas às de Mariana. Para ela, ele vivia numa bolha de desinformação. Para ele, ela era uma "jovem iludida".
No domingo à tarde, o celular de Mariana vibrou. Tio Carlos.
Ele tinha postado um link de um site de notícias duvidoso, com a legenda: "ACORDEM! É por isso que o país está afundando. Essa gente que pensa 'X' [exatamente o que Mariana pensava] está destruindo tudo!"
Mariana sentiu o calor subindo pelo pescoço. Era um ataque direto. Ele sabia que ela pensava assim. Ele estava chamando ela de burra, de cega.
Ela imediatamente começou a digitar uma resposta. Ela tinha fatos! Tinha links de checagem! Ela ia mostrar para ele, na frente de toda a família, como ele estava errado e sendo manipulado. A raiva era intensa3.
No meio da sua digitação furiosa, ela se lembrou da lição do dia: "Eu estou determinada a ver as coisas de modo diferente"4.
Ela parou. Respirou fundo. "Isso é um exercício de raiva", ela pensou. "É exatamente disso que o Curso fala."
Ela largou o celular e fechou os olhos.
"Ok. Estou determinada a ver isso de modo diferente"5.
A raiva ainda borbulhava.
"Estou determinada a ver o Tio Carlos de modo diferente"6.
Ainda difícil. Ela lembrou que a lição sugere focar no atributo específico que causa a raiva7. O que a irritava? A ignorância dele. A agressividade.
Ela tentou de novo, sendo o mais específica possível8:
"Estou determinada a ver a agressividade no Tio Carlos de modo diferente."
Ela repetiu isso algumas vezes. Ela não estava tentando desculpar o Tio Carlos. Ela não estava tentando concordar com ele. Ela estava apenas... determinada a ver de outra forma que não fosse um ataque pessoal.
E então, uma nova perspectiva surgiu, como uma fresta de luz.
E se o Tio Carlos não estivesse postando aquilo por ódio? E se ele estivesse postando por medo?
Mariana pensou nele. Um homem de 60 e poucos anos, que via o mundo que ele conhecia desaparecer. Ele passava o dia em grupos de WhatsApp que diziam que o mundo dele estava sob ataque, que seus valores estavam sendo destruídos.
De repente, a mensagem dele no grupo da família mudou de significado. Não era uma espada para atacar Mariana. Era um escudo que ele estava levantando, desesperadamente. Era um grito de "Eu estou com medo! Alguém mais está vendo esse perigo que eu vejo?".
A sua "agressividade" era apenas medo. Sua "ignorância" era apenas o resultado de estar imerso em uma narrativa de terror.
Mariana abriu os olhos. A raiva tinha passado. Ela não sentia mais a necessidade de "vencer" a discussão. Ela sentia uma espécie de... compaixão.
Ela não precisava refutar os fatos dele. Ela não precisava de links. Ela não precisava sequer responder à política.
Ela pegou o celular e, em vez de responder no grupo, mandou uma mensagem no privado para ele:
"Oi Tio, tudo bem? Vi sua mensagem no grupo. Assunto tenso, né? Mas me diz uma coisa, como está a Tia Sônia? E aquele seu projeto de pescaria, saiu do papel?"
Ela não mudou o Tio Carlos. Mas, ao escolher ver a situação de modo diferente, ela mudou a si mesma. Ela escolheu a paz em vez da guerra. E, pela primeira vez naquele ano, o grupo da família não terminou em briga.
A Lição 21 não pede para você concordar com o "outro lado". Ela pede para você ver que o "ataque" que você percebe é quase sempre um grito de dor ou de medo. E quando você vê isso, sua raiva não tem mais onde se segurar. Faz sentido?