Evento: 25º SAE BRASIL International Congress and Display
Autoria: Fernando Zegarra Sanchez, Renata Nohra Chaar De Souza, Flavio Gomes Dias, Marcelo Laurentis Airoldi, Sergio Leal Braga, Carlos Valois Maciel Braga, Franck Turkovics
Ano de Publicação: 2017
Resumo: Over the past decades, researchers from different countries that produce oil or not, have intensified their research in order to develop more efficient systems. It is not unknown to the world that the main source of energy used in transport is the diesel oil, to be more economical and more efficient. For this reason, various sectors of transport and fuel producers are developing new technologies in order to replace fossil fuels with other renewable sources. Nowadays it is possible to find on the market engines that run on blends of diesel and other renewable fuels and systems that work with mixtures of ethanol and additives. To be able to use ethanol in compression ignition engines, the main problem to be overcome is the poor flammability of the ethanol under compression ignition conditions. This problem is generally attributed to the high enthalpy of vaporization of ethanol and the need for higher autoignition temperatures when compared to diesel. The option to adapt the fuel to the engine, by increasing the quality of autoignition, is typically made through the use of additives. In this work, different tests were carried out in a rapid compression machine using ignition improvers for ethanol from the use of polyethylene glycol. Tests were conducted for different start of injection instants of the mixture and different compression ratios. The results show the behavior of combustion for these different techniques for injecting fuel, with different concentrations of ignition improvers with compression ratios of 16:1, 20:1 and 25:1.
Evento: 25º SAE BRASIL International Congress and Display
Autoria: Luiz Bellatini, Demetrio Vettorazzo, Henrique Budacs, Leonardo Leite, Sergio Marin, Valdir Duarte, Rodrigo Augusto
Ano de Publicação: 2017
Resumo: The purpose of this paper is to share with the Product Engineering community relevant learnings on Synchronizer System for Manual Transmissions in order to promote transmission performance and eliminate potential concerns on noise, vibration, shift quality and system durability for passenger cars. The subsystems in focus are the Manual Transmission Sliding Sleeve, Gear Hub, Gear and Synch Rings. One important shift ability response, which directly affects customer satisfaction, is the Gear Scratching. This is a noise and vibration phenomena resultant of sliding sleeve and gear dogteeth collisions due to relative speeds difference. This lack of synchronization has been identified as premature gear cone wear. Thanks to experimental analysis performed by running a windowed transmission in a dynamometer bench with a slow motion camera installed, it was possible to perceive an abnormal Sliding Sleeve wobbling movement. By means of Modal Analysis simulation it was identified a Sliding Sleeve neutral displacement within transmission operational rpm range. One possible solution consists in tuning the Sliding Sleeve mass in order to increase or decrease it`s natural frequency away from the transmission operation range or to increase its neutral retention though design changes. This paper intends to present the process of analysis, failure, measurements and final solution to prevent further synch projects in the automotive industry.
Evento: 25º SAE BRASIL International Congress and Display
Autoria: Carlos Alberto Leite de Moura, Claudenir Tebaldi, Claudiney Geraldo Fabocci, Sérgio Sunao Kira
Ano de Publicação: 2017
Resumo: Este artigo aborda um aspecto de grande importância na sinalização veicular: a superfície iluminante das lanternas automotivas. Na medida em que não enxergamos a luz, mas somente uma superfície ou objeto iluminado, torna-se válido questionar sobre a área mínima necessária para a percepção de sinais luminosos. Com o avanço das tecnologias de sinalização veicular, especialmente a maior eficiência das novas gerações dos diodos emissores de luz (LED), tem-se a possibilidade de se desenvolver lanternas automotivas com superfícies iluminantes cada vez menores. Esse contexto dá origem a um fator problemático, pois permite o desenvolvimento de lanternas automotivas com muita intensidade luminosa em áreas iluminadas cada vez menores. Consequentemente existe a possibilidade de lanternas com mais intensidade luminosa serem menos perceptíveis que outras com menor intensidade luminosa, justamente pelo aspecto da área iluminada, visível, percebida pelo olho humano. Por estes pressupostos, torna-se oportuno analisar as tecnologias disponíveis e os parâmetros normativos e legais que referenciam sua funcionalidade. Assim, o foco deste artigo é levantar os aspectos concernentes ao desenvolvimento de lanternas automotivas (nas esferas normativa, legal e tecnológica) tendo em vista a visibilidade destes dispositivos de sinalização, enfim, tendo em vista a segurança da sinalização automotiva. O que reforça a importância desse questionamento é o fato de que as lanternas automotivas, enquanto dispositivos de sinalização, são desenvolvidas para serem vistas. A metodologia utilizada será a de confrontar o estágio atual das tecnologias com as referências normativas e legais existentes, buscando-se com isso analisar o estado atual da técnica e as possibilidades de desenvolvimento de projetos seguros, com especial atenção na questão concernente à visibilidade.
Evento: 25º SAE BRASIL International Congress and Display
Autoria: Rafael Mengarda
Ano de Publicação: 2017
Resumo: Este documento tem como objetivo apresentar um método de medição da cristalização de uréia gerada na linha de escapamento dos veículos automotores movidos a motor Diesel que atendem a nova legislação de emissões Proconve P7.
Destaca a importância na seleção correta dos sensores de temperatura e pressão utilizados durante o processo de medição das grandezas que estão interligadas neste processo.
Apresenta resultados durante todo o processo de cristalização gerada ao longo de um teste de 150 horas rodando em um ciclo plano.
Os resultados mostram que neste caso houve uma cristalização de uréia significativa, porém, apesar de ser classificada em um nível intermediário, não apresenta impactos negativos na eficiência do motor, visto que esta cristalização é facilmente eliminada quando a linha de escapamento ultrapassa a faixa de 350°C por um curto período de tempo.