Com a mudança repentina de rotina, a angústia em não se adaptar a novos hábitos causam episódios de estresse e ansiedade, prejudicando a qualidade de vida do indivíduo portador do diabetes mellitus. Mudança de hábitos alimentares, utilização de medicamentos diários, realização de exercícios físicos diários e outros fatores podem não ser bem executados fazendo com que o indivíduo não se adapte a essas mudanças em primeiro momento, trazendo o quadro de ansiedade à tona. Essa dificuldade em se cobrar no enfrentamento da doença, o indivíduo pode querer descontar a ansiedade em alimentos, e como já sabemos, o diabetes mellitus é uma doença crônica que aumenta o nível de açúcar em nosso sangue acima do normal, logo, temos um aumento dos níveis glicêmicos (açúcar elevado).
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A realização de atividades físicas é um fator fundamental para o paciente diabético, não só por diminuir os quadros de ansiedade, mas também o fortalecimento da musculatura e prevenção de uma série de complicações que o diabetes pode acarretar, e o comodismo de uma vida pouco saudável (sedentarismo, dietas inadequadas e obesidade) se torna protagonista no aumento dos casos de diabetes em todo o mundo, qual cerca de 10% da população brasileira (aproximadamente 10 milhões de pessoas) são diagnosticadas com diabetes. Esses fatores podem interferir no autocuidado dos pacientes diabéticos e apresentar a depressão como um fator de risco.
Questões de aparência quanto ao sobrepeso; e a não aceitação do diagnóstico ou dificuldades em seguir a nova rotina podem aumentar as chances de depressão no paciente diabético e comprometer sua qualidade de vida, incluindo sua saúde física e mental; e relacionamento social adjunto à pressão social. Tratar a depressão ou a ansiedade são fundamentais para um bom prognóstico do diabetes, e principalmente para manter uma boa qualidade de vida.