This Key Major Risk of the Omicron Boosters Can’t Be Ignored (BY DR. YUHONG DONG AND MERCURA WANG TIMESEPTEMBER 16, 2022)
Em relação à nova vacina da Pfizer (vacina bivalente BA.4/5, supostamente contra a Omicron), aprovada pelo FDA em junho 2022 para ser usada como terceira dose, um artigo publicado na revista Science revelou que os dados referentes a sua aplicação foram obtidos da observação de, apenas, oito camundongos.
Poor laboratory management: patient safety concerns, and data integrity issues.
Worries over FDA inspection: a Ventavia executive identified three site staff members with whom to “Go over e-diary issue/falsifying data, etc.” One of them was “verbally counseled for changing data and not noting late entry,” a note indicates.
Concerns raised:
Participants placed in a hallway after injection and not being monitored by clinical staff
Lack of timely follow-up of patients who experienced adverse events
Protocol deviations not being reported
Vaccines not being stored at proper temperatures
Mislabelled laboratory specimens, and
Targeting of Ventavia staff for reporting these types of problems.
Liberação de 11.000 páginas de documentos da Pfizer (01/04/2022). Nesses documentos, está registrado que:
1. A imunidade natural é tão efetiva quanto a produzida pela vacina.
2. Efeitos colaterais da vacina eram mais severos em pessoas abaixo dos 55 anos.
3. Há uma alta taxa de miocardite.
4. ADE - Antibody-Dependent Enhancement, ainda é uma possibilidade (não foi desconsiderado).
5. Foi identificado um efeito imunosupressivo transiente (redução dos linfócitos), com duração de, aproximadamente, uma semana.
As pessoas só eram consideradas vacinadas, 14 dias após a vacinação.
Mas, o efeito imunosupressor (que durava ~7 dias) pode ter levado as pessoas a apresentarem os sintomas da COVID-19, antes dos 14 dias.
Entretanto, essas pessoas contavam como "não vacinadas", o que causou a distorção nos números de doentes vacinados e não vacinados.
6. O fato acima é criminoso, pois a análise dos dados do Reino Unido (UK), para pessoas com duas doses, quando comparadas com os não vacinados, mostram que:
Vacinados tem probabilidade três vezes maior de serem diagnosticados com COVID-19.
Vacinados tem probabilidade duas vezes maior de serem hospitalizados com COVID-19.
Vacinados tem probabilidade três vezes maior de morrerem de COVID-19.